Questões de Concurso Público Prefeitura de Marcos Parente - PI 2025 para Professor do Primeiro Ciclo

Questões Discursivas

Foram encontradas 6 questões

Q4175542 Português
Chão de Giz


Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde


Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes


Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus


Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom


Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica


Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular


No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais


Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, Zé Ramalho mistura expressões do dia a dia com referências a nomes e ideias conhecidos. Quando ele diz “Freud explica”, logo após mencionar o fim de um relacionamento, o cantor faz uma relação entre sentimentos pessoais e pensamentos vindos de outras áreas do conhecimento. Nesse caso, o recurso de linguagem que aproxima a música de ideias conhecidas de fora dela é chamado de: 
Alternativas
Q4175543 Português
Chão de Giz


Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde


Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes


Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus


Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom


Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica


Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular


No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais


Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, a palavra “amiúde” é pouco usada na linguagem cotidiana, mas seu sentido é fundamental para compreender o verso. O termo “amiúde” significa: 
Alternativas
Q4175544 Português
Chão de Giz


Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde


Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes


Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus


Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom


Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica


Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular


No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais


Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
A canção “Chão de Giz”, de Zé Ramalho, apresenta uma linguagem poética marcada por recursos morfossintáticos que reforçam o tom emocional, a subjetividade e o caráter reflexivo do eu lírico. É possível observar a presença de diferentes estruturas morfossintáticas que contribuem para a musicalidade e o sentido da letra. Baseando-se nesses aspectos, analise as afirmativas a seguir:

I. A palavra “solidão” é acentuada por ser oxítona terminada em “ão”.
II. A palavra “amiúde” é acentuada por ser proparoxítona e funciona como advérbio de tempo.
III. Em “Espalho coisas sobre um chão de giz”, o sujeito é oculto, e o termo “coisas” é objeto direto.
IV.Em “Há meros devaneios tolos, a me torturar”, a vírgula tem função expressiva, e não sintática.
V. O termo “recortadas”, em “Fotografias recortadas...”, é um particípio com valor adjetivo, qualificando o substantivo “fotografias”.
VI. Em “No mais, estou indo embora”, o verbo “estou” deve estar no plural para concordar com o termo “mais”.
VII. A ausência de conjunções em versos como “Agora pego um caminhão / Na lona vou a nocaute outra vez” revela um recurso de justaposição, típico do estilo poético.
VIII. A repetição de “No mais, estou indo embora” ao final da canção funciona como recurso sintático e rítmico de ênfase, substituindo sinais de pontuação conclusivos.

Pode-se afirmar que há apenas:
Alternativas
Q4175545 Português
Chão de Giz


Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde


Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes


Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus


Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom


Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica


Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular


No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais


Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
Na canção “Chão de Giz”, o verso “Meus vinte anos de boy, that’s over, baby, Freud explica” revela uma variação linguística marcada pela combinação de diferentes registros de linguagem. Essa mistura caracteriza um caso de:
Alternativas
Q4175546 Português
Chão de Giz


Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas amiúde


Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes


Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe um grão-vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força ou de Vênus


Mas não vou gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom


Agora pego um caminhão
Na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar
Meus vinte anos de boy, that's over, baby
Freud explica


Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular


No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais, estou indo embora
No mais


Fonte: https://www.letras.mus.br/ze-ramalho/49364/
No trecho da letra de “Chão de Giz”, de Zé Ramalho, observa-se o uso do raciocínio dedutivo em certas passagens. O trecho que melhor representa esse tipo de raciocínio é: 
Alternativas
Q4175870 Português
A análise fonológica das palavras permite compreender a diferença entre letras, fonemas, dígrafos e marcas de nasalização. Nesse sentido, sobre esses elementos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: D
4: D
5: A
6: B