Questões de Concurso Público Prefeitura de Itabaiana - PB 2026 para Professor de História

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Q4098134 Pedagogia
“A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE)”.
Fonte: BRASIL. Ministério da Educação.Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. 
O excerto acima faz parte da introdução do texto integral da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Sobre a BNCC, observado o excerto destacado, analise as assertivas a seguir.

I- Na BNCC, compreende-se competência como a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores na resolução das demandas da vida.
II- Na BNCC, o conceito de educação integral refere-se ao tempo de permanência na escola, nos termos da lei que instituiu a reforma do Ensino Médio, em 2017.
III- O uso de “componentes curriculares” em vez de “disciplinas”, na BNCC, opõe-se à ideia de fragmentação do conhecimento, enfatizando a integração dos conhecimentos.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4098135 Pedagogia
Segundo a tendência crítico-social dos conteúdos, também conhecida por “pedagogia dos conteúdos”, a escola deve ser instrumento de transformação social. Sobre como esta tendência compreende o papel dos conteúdos escolares, é CORRETO afirmar que os conteúdos escolares:
Alternativas
Q4098136 Pedagogia
Considere o excerto a seguir a respeito da avaliação da aprendizagem.
“O ato de avaliar, devido a estar a serviço da obtenção do melhor resultado possível, antes de mais nada, implica a disposição de acolher. Isso significa a possibilidade de tomar uma situação da forma como se apresenta, seja ela satisfatória ou insatisfatória, agradável ou desagradável, bonita ou feia. Ela é assim, nada mais. Acolhê-la como está é o ponto de partida para se fazer qualquer coisa que possa ser feita com ela. Avaliar um educando implica, antes de mais nada, acolhê-lo no seu ser e no seu modo de ser, como está, para, a partir daí, decidir o que fazer” (Luckesi, 2000, p. 6).
Fonte: LUCKESI, Cipriano Carlos. O que é mesmo o ato de avaliar a aprendizagem?  Revista Pátio, v. 12, p. 6-11, 2000.
A respeito da avaliação da aprendizagem, considerando o que afirma Luckesi (2000) no excerto destacado, analise as asserções a seguir.

I- Na avaliação diagnóstica, o papel do professor é de agente de controle e de julgamento.
II- Na avaliação diagnóstica, o “juízo de qualidade” consiste em verificar o quão satisfatória está a aprendizagem em relação a um padrão conhecido.
III- Para ser verdadeiramente diagnóstica, a avaliação da aprendizagem deve consistir num ato de acolhimento.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4098137 Pedagogia
As teorias da aprendizagem consistem em teorias que procuram explicar o fenômeno da aprendizagem, tendo historicamente sido influenciadas por outros campos do pensamento. A respeito das teorias da aprendizagem, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4098138 Pedagogia
Na abordagem da tipologia dos conteúdos de aprendizagem, Antoni Zabala (1998) propõe três categorias principais: conteúdos factuais ou conceituais, conteúdos procedimentais e conteúdos atitudinais. De acordo com Zabala (1998), ao apresentar um exemplo de conteúdo atitudinal, é CORRETO:
Fonte: ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
Alternativas
Q4100831 Português
“Pensar no ensino de História tradicional é pensar em uma elite branca privilegiada que construía a narrativa acerca do país e possuía acesso à educação formal, colocando-se como protagonista dos fatos históricos. Em contrapartida, aqueles que estavam à margem desse protagonismo eram a maioria populacional que, por sua vez, não tinha acesso à educação, ocupando lugar de submissão – ou até mesmo sofrendo um apagamento – na história que estava sendo contada, sendo obrigada a absorver a narrativa da classe dominante e, consequentemente, a se adequar no conceito de nação construído pelo outro”.
Fonte: REIS, Larissa Dias; DA SILVA, Scheyla Taveira; ALVIM, Daniella Cristine da Silva. O ENSINO DA HISTÓRIA INDÍGENA NO BRASIL: A REPRESENTAÇÃO DOS POVOS ORIGINÁRIOS DA DITADURA A ERA DIGITAL. , , v. 7, n. 3, p 258, 2023. Disponível Revista Docência e Cibercultura [S. l.] em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/re-doc/article/view/73072. Acesso em: 26 abr. 2026.)

A partir do texto 1, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I- No ano de 1988, quando a nova Constituição da República do Brasil foi aprovada, mudanças significativas para os povos indígenas foram alcançadas. Pode-se afirmar que uma delas é considerar a identidade indígena, rompendo com o ideal de que estes povos necessitavam evoluir e desaparecer para se adequarem à sociedade. Foi necessário buscar outros caminhos para se reescrever a história dos povos indígenas.
PORQUE
II- O ensino da História Indígena foi implementado e assegurado pela Lei n° 11.645 de março de 2008. Desta forma, a reformulação dos livros didáticos, no que tange à história dos povos indígenas, foi notória. Atualmente, podemos observar que temas transversais como: cultura, religião e respeito à diversidade são propostos pelos livros didáticos. Tal mudança de perspectiva na abordagem da história indígena impacta na forma como os povos passam a ser vistos.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4100832 História
Considerando as fontes históricas, analise as afirmativas a seguir:

I- No século XIX, os historiadores percebiam as fontes como discursos narrativos que tentavam prestar conta de acontecimentos que se deram realmente, ou que, de sua parte, tentam convencer os seus leitores da natureza do real do objeto de suas narrativas.
II- A partir de 1980, fica evidente no Brasil que o historiador não pode interagir com as diversas vozes que estão presentes através das especificidades de documentos sobre o passado.
III- Pode-se afirmar que a partir de 1930 inicia-se uma revolução documental com a expansão das fontes históricas, multiplicando objetos históricos, iluminando aspectos sociais e econômicos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4100833 História
“A noção de heresia tendeu a se referir em meados do século XII principalmente a um desvio ou rompimento em relação à Igreja ‘ ’ enquanto instituição concretamente estabelecida, ao seu projeto universal, à sua legitimidade como único guia da religiosidade na cristandade ocidental”
Fonte: BARROS, José D'Assunção Revista Brasileira de História das Religiões. ANPUH, Ano II, n. 6 Fev. 2010 - http://www.dhi.uem.br/gtreligiao p. 6) Acesso em 18 /04/2026 às 19:30).

Quanto a esta temática analise as afirmativas a seguir:

I- Para a Igreja do século XII a prática de uma vida apostólica baseada na Imitação de Cristo já conferiria o direito de pregar o Evangelho, verdade esta que se materializa com o advento das ordens mendicantes.
II- Pode-se afirmar que na Baixa Idade Média a heresia, passa a ser considerada também como objeto de repressão pelos inquisidores, as práticas pagãs tais como as feitiçarias e bruxarias.
III- No século XII em diante, heresia deixa de se referir unicamente a desvios relacionados a sutis questões teológicas, para passar a abarcar simultaneamente tanto aqueles casos das dissidências doutrinárias que geravam novas práticas e representações religiosas – entre os quais os cátaros representavam o modelo mais explosivo – como os casos de pregação proibida ou não autorizada, a exemplo do modelo valdense.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4100834 Português
A produção do saber-poder colonial no Brasil


O negro e a raça, construções imaginárias da modernidade/colonialidade, foram esteio da reprodução do racismo na história veiculada pela educação brasileira a partir da “consciência ocidental do Negro”. Especialmente no que toca a história e culturas africana, indígena e dos afro-brasileiros, o que tem predominado, inclusive oficialmente, é a reprodução do discurso moderno/colonial, ou seja, a sua depreciação. A produção do conhecimento no país privilegiou fontes eurocêntricas calcadas na Matriz Colonial de Poder, perpetuando relações de saber-poder e seus efeitos nefastos na subjetividade, especialmente da população marcada pelo racismo. Se examinarmos as representações sobre a população negra e indígena nos livros didáticos brasileiros como fez Ana Célia da Silva (2010, 1995), veremos a influência nociva da “consciência ocidental do Negro”. A autora conclui: O negro foi ilustrado e descrito como um ser próximo dos seres irracionais, com atitudes e comportamentos que traduzem incapacidade intelectual. Por outro lado, foi representado dissociado de seus contextos sociais próprios, como escola, família, igreja e trabalho. O contexto de família e trabalho dos negros restringiu-se a um apêndice da família do branco. Foram descritos apenas como empregados domésticos ou da fazenda e da casa grande, onde aparecem como escravos. (SILVA, 2010, 1995) Sem dúvida, quanto mais antigos os livros, mais aberrantes são as construções preconceituosas. A este respeito, Adlene Arantes (2012, p. 236) pesquisou as imagens do negro Henrique Dias no material didático das escolas pernambucanas do século XIX e constatou que, embora considerado um herói, “[...] era representado como imperfeito pela cor de sua pele. Portanto, os manuais escolares parecem ter contribuído para a veiculação desse ideário racista não só nas escolas, mas também na sociedade brasileira.” Segundo a autora, os livros da época continham representações demeritórias sobre os negros, inferiorizando-os; assim, raro era um herói negro como Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII. O negro reconhecido como herói é representado como modelo de submissão aos poderes instituídos, capaz de dar a própria vida pela elite branca. No caso de Henrique Dias, os livros de história ressaltavam a sua bravura ao ferir a mão esquerda em combate, amputá-la e continuar a lutar em nome da pátria.


Fonte: BORJA, M. E. L.; PEREIRA, C. D. AS LEIS Nº 10.639/03 E Nº 11.645/08: REFLEXÕES A PARTIR DO PENSAMENTO CRÍTICO ACERCA DA C O L O N I A L I D A D E D O S A B E R . , , v . 1 , n . 1 , p . 2 4 9 - 2 5 0 , 2 0 1 8 . D i s p o n í v e l e m : C e n a s E d u c a c i o n a i s [ S . l . ] https://www.revistas.uneb.br/cenaseducacionais/article/view/5162. Acesso em: 21 abr. 2026 [adaptado].
Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII, é trabalhado pela historiografia tradicional como um dos ícones de elementos identitários do povo brasileiro no século XIX. Nesta perspectiva, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4100835 Português
A produção do saber-poder colonial no Brasil


O negro e a raça, construções imaginárias da modernidade/colonialidade, foram esteio da reprodução do racismo na história veiculada pela educação brasileira a partir da “consciência ocidental do Negro”. Especialmente no que toca a história e culturas africana, indígena e dos afro-brasileiros, o que tem predominado, inclusive oficialmente, é a reprodução do discurso moderno/colonial, ou seja, a sua depreciação. A produção do conhecimento no país privilegiou fontes eurocêntricas calcadas na Matriz Colonial de Poder, perpetuando relações de saber-poder e seus efeitos nefastos na subjetividade, especialmente da população marcada pelo racismo. Se examinarmos as representações sobre a população negra e indígena nos livros didáticos brasileiros como fez Ana Célia da Silva (2010, 1995), veremos a influência nociva da “consciência ocidental do Negro”. A autora conclui: O negro foi ilustrado e descrito como um ser próximo dos seres irracionais, com atitudes e comportamentos que traduzem incapacidade intelectual. Por outro lado, foi representado dissociado de seus contextos sociais próprios, como escola, família, igreja e trabalho. O contexto de família e trabalho dos negros restringiu-se a um apêndice da família do branco. Foram descritos apenas como empregados domésticos ou da fazenda e da casa grande, onde aparecem como escravos. (SILVA, 2010, 1995) Sem dúvida, quanto mais antigos os livros, mais aberrantes são as construções preconceituosas. A este respeito, Adlene Arantes (2012, p. 236) pesquisou as imagens do negro Henrique Dias no material didático das escolas pernambucanas do século XIX e constatou que, embora considerado um herói, “[...] era representado como imperfeito pela cor de sua pele. Portanto, os manuais escolares parecem ter contribuído para a veiculação desse ideário racista não só nas escolas, mas também na sociedade brasileira.” Segundo a autora, os livros da época continham representações demeritórias sobre os negros, inferiorizando-os; assim, raro era um herói negro como Henrique Dias, herói na guerra contra os holandeses no século XVII. O negro reconhecido como herói é representado como modelo de submissão aos poderes instituídos, capaz de dar a própria vida pela elite branca. No caso de Henrique Dias, os livros de história ressaltavam a sua bravura ao ferir a mão esquerda em combate, amputá-la e continuar a lutar em nome da pátria.


Fonte: BORJA, M. E. L.; PEREIRA, C. D. AS LEIS Nº 10.639/03 E Nº 11.645/08: REFLEXÕES A PARTIR DO PENSAMENTO CRÍTICO ACERCA DA C O L O N I A L I D A D E D O S A B E R . , , v . 1 , n . 1 , p . 2 4 9 - 2 5 0 , 2 0 1 8 . D i s p o n í v e l e m : C e n a s E d u c a c i o n a i s [ S . l . ] https://www.revistas.uneb.br/cenaseducacionais/article/view/5162. Acesso em: 21 abr. 2026 [adaptado].
Sobre o Texto 2, analise as afirmações a seguir:

I- A produção de obras para as escolas brasileiras seguiu o caminho do eurocentrismo, elegendo o homem europeu, branco, cristão e heterossexual como modelo de inteligência, domínio da natureza e produção de conhecimento.
II- Desde o trabalho educacional dos Jesuítas para catequisar os povos indígenas até século XXI, o ensino no Brasil passou por várias transformações. Porém, a independência do país não eliminou a mentalidade racista cultivada e reproduzida no país. A colonialidade produz efeitos duradouros e seus mecanismos de poder-saber perpetuam-se nas subjetividades e nas práticas tanto cotidianas, quanto institucionalizadas.
III- As Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08 obrigam a alteração do currículo escolar, favorecendo abordagens multiculturais. O contexto que embasa essas Leis advém da constatação do epistemicídio perpetrado ao longo da história do Brasil, favorecendo vertentes eurocêntricas que impuseram a monoculturalidade, dominando as instituições educacionais.
IV- Atualmente podemos perceber, de forma homogênea, devido às novas políticas educacionais, que o material didático implementado no ensino de História no Brasil erradicaram a mentalidade racista, favorecendo a inclusão e abordagens multiculturais.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4100836 História
Tendo como premissa a História Social analise as afirmativas a seguir:

I- Uma característica marcante é que a História Social só pode ser pensada do ponto de vista da macro história, esta que examina de um lugar mais distanciado aspectos como os movimentos sociais ou a estratificação social de uma determinada realidade humana.
II- Os historiadores sociais da atualidade têm trabalhado um vasto manancial de fontes que por muito tempo foi esquecido: os registros de polícia, os processos criminais – incluindo os depoimentos, as confissões e as sentenças proferidas sobre determinado caso.
III- Pode-se afirmar que a História Social como modalidade teve a sua gênese por ocasião do surgimento na França do Grupo dos Annales, ao lado da História Econômica, como oposição à História Política tradicional. Nesta perspectiva, houve quem direcionasse a expressão História Social para uma história das grandes massas ou para uma história dos grupos sociais de várias espécies.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4100837 História
Tendo como premissa a santidade ameríndia de Jaguaripe, analise as afirmativas a seguir:

I- As santidades ameríndias foram verdadeiros refúgios para os índios escravizados ou aldeados e, mais especificamente, a de Jaguaripe foi um movimento resistente aos portugueses. De formação heterogênea, teve a participação no século XVI de índios cristãos, pagãos, cativos libertos e negros da Guiné.
II- A santidade de Jaguaripe foi um movimento violento que atacava fazendas, saqueava, matava colonos e agredia padres em suas missões evangelizadoras.
III- A santidade de Jaguaripe que teve a participação exclusiva de ameríndios foi um movimento sagrado, com marcas de milenarismo que acreditava que suas entidades os levariam a um novo mundo, livre da escravidão e da exploração dos europeus.
IV- Pode-se afirmar que a santidade de Jaguaripe simboliza a configuração da religião e religiosidade de um povo, a miscigenação cultural, durante a constituição da colonial.


É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4100838 Sociologia
Considerando a construção da memória coletiva do Estado brasileiro, no século XIX, analise as afirmativas a seguir:

I- No Brasil, a vinculação entre o poder político e o domínio da memória coletiva concretizou-se através da criação de instituições públicas voltadas para a construção de saberes acadêmicos e culturas históricas condizentes com os objetivos do novo Estado e suas elites políticas e intelectuais.
II- No projeto de construção da memória coletiva do Estado, era preciso incorporar a imagem do índio como “bom selvagem” porque desta forma o tornava igual ao branco.
III- Visivelmente presentes na sociedade brasileira, os índios não foram ouvidos por intelectuais, o que culminou na construção de histórias nacionais que os excluíam, enquanto valorizavam índios desaparecidos.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4100839 História
Considerando o diálogo entre a História e a Antropologia analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I- A prática de procurar compreender o significado de objetos, comportamentos e mentalidades levando em conta diferenças culturais entre os agentes em contato foi uma contribuição essencial da Antropologia para a História e marcou importantes estudos das décadas de 1970 e 1980.
PORQUE
II- Os historiadores, desde o advento da Escola dos Annales, fortificaram o diálogo com o historicismo do século XIX, aproximaramse do marxismo e ratificaram as concepções teóricas e metodológicas da Escola Metódica, assumindo novas temáticas e novas abordagens.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4100840 História
Quanto ao trabalho dos africanos na América portuguesa é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q4100841 História
“Getúlio Vargas veiculou discursos que produziram sentido entre diversos grupos, dando-lhes um caráter de unidade e coesão nacional, finalizando por centralizar o poder e os vários interesses em torno de sua imagem de mito político. Sob sua liderança, o Estado Novo foi colocado como um agente da proteção e do desenvolvimento nacionais, como a expressão de um regime que buscava uma postura unificadora, ou centralizadora, e a implantação de um regime de paz, dentro de um aparato repressor. Nos primeiros discursos de Getúlio Vargas, pode ser observar o investimento dessa imagem do novo Estado.” (SILVA, 2005.p.232)
Fonte: SILVA, Giselda Brito. NO ENTRE GUERRA, A SITUAÇÃO DOS INTEGRALISTAS NA IMPLANTAÇÃO DO ESTADO NOVO DE GETÚLIO VARGAS. Projeto História: Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados de História, , v. 30, n. 1, 2009. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/revph/article/view/2264. [S. l.] Acesso em 29 abril. 2026.

A partir do texto acima, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: 

I- Pode-se afirmar que o integralismo brasileiro, com suas atividades e propagandas ideológicas sintonizadas com um projeto de crítica à liberal-democracia e em defesa de um Estado forte, propiciou os planos do Estado Novo com base ideológica e teórica centrada em ideias autoritárias.
PORQUE
II- O Estado Novo foi a concretização do ideal integralista, a implantação do Estado Integral propagado pelo movimento em que Getúlio Vargas tornou-se o grande líder a quem os integralistas prestavam juramento de obediência e fidelidade. O Estado Novo e o integralismo eram a mesma coisa.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4100842 História
Considerando a Guerra Síria iniciada em 2011, analise as proposições a seguir:

I- A Síria se manteve livre dos processos de fragmentação nos últimos 42 anos devido a duas razões principais: a criação de um exército muito fiel ao seu presidente, e pela utilização da violência para inibir qualquer perturbação da ordem pública.
II- Na Guerra Civil Síria, iniciada em 2011, fica evidente a disputa de dois atores regionais pela vitória no teatro de operações. Arábia Saudita e Irã, antagonistas conhecidos de muitos anos, reforçam suas oposições ao apoiarem claramente os lados envolvidos no impasse doméstico Sírio.
III- O que se percebe no embate entre governo sírio e oposição é o forte apoio saudita ao governo sírio, com envio de material bélico e efetivo militar, enquanto o governo iraniano envia dinheiro e armas à oposição, na tentativa de derrubar o governo.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4100843 História
Sobre o processo de libertação dos escravos no Brasil do século XIX, é CORRETO afirmar.
Alternativas
Q4100844 História
Considerando a Confederação do Equador analise as proposições a seguir:

I- A Confederação do Equador foi um dos movimentos ocorridos no Brasil que recebeu influência dos republicanos dos Estados Unidos da América. Este debate historiográfico não cessa ao pensarmos nos movimentos desenvolvidos na província de Pernambuco.
II- Pode-se afirmar que há fatores comuns entre os discursos presentes dos partícipes da Confederação do Equador e o discursos dos republicanos dos Estados Unidos da América de 1776, mas há divergências e consequentemente não há uma simples reprodução.
III- Não se percebe influência direta ou indireta do pensamento dos republicanos norte-americanos de 1776 na Confederação do Equador porque estes foram motivados fortemente pelo modelo colombiano que defendia maior autonomia para as províncias.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4100845 Pedagogia
Tendo como premissa a aplicabilidade da Lei nº 11.645/2008, que determina a inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos currículos da Educação Básica, preferencialmente nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras, analise as assertivas a seguir:

I- A Lei nº 11.645/2008, a qual determina a obrigatoriedade do estudo da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e de Ensino Médio, notadamente nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras, garantiu efetivamente uma educação inclusiva e a erradicação do racismo no espaço escolar.
II- Para garantir uma adequada aplicabilidade dessas determinações legais, as instituições educacionais devem repensar o seu papel na formação de indivíduos, preparando-os para viver e conviver em ambientes de diversidade, reconhecendo-se como atores importantes dos processos históricos.
III- Na perspectiva da aplicabilidade da Lei nº 11. 645/2008, é de fundamental importância que os professores de História recorram, em suas práticas de ensino, à valorização da memória dos diversos grupos étnicos que compõem a sociedade brasileira, como forma de incentivar nos alunos a audição da voz de excluídos e as lições que podem trazer para enriquecer suas experiências.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
21: B
22: E
23: C
24: D
25: C
26: B
27: C
28: A
29: E
30: B
31: B
32: A
33: E
34: E
35: C
36: A
37: D
38: D
39: C
40: D