Questões de Concurso Público UEPB 2025 para Técnico em Laboratório (Manutenção de Equipamentos Odontológicos)
Foram encontradas 20 questões
Leia o texto I para responder à questão.
Texto I - INFÂNCIA
Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.
Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.
Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.
Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.
Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas. À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.
Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.
E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.
Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.
Leia o texto I para responder à questão.
Texto I - INFÂNCIA
Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.
Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.
Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.
Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.
Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas. À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.
Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.
E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.
Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.
Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo:
“Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume.” O elemento em destaque funciona no trecho como:
Leia o texto I para responder à questão.
Texto I - INFÂNCIA
Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.
Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.
Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.
Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.
Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas. À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.
Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.
E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.
Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.
Considerando a estrutura do período composto “Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida.”, analise as assertivas a seguir.
I- Explicou-me exerce a função sintática de oração principal em relação à “que se tratava de uma história, um romance”.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- Há a presença de orações coordenadas e subordinadas no período.
V- Há a presença de oração coordenada sindética aditiva na composição do período.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto I para responder à questão.
Texto I - INFÂNCIA
Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.
Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.
Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.
Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.
Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas. À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.
Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.
E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.
Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.
Leia o texto II para responder à questão.
Texto II- 3ª do Plural – Engenheiros do Hawaii
Corrida pra vender cigarro
Cigarro pra vender remédio
Remédio pra curar a tosse
Tossir, cuspir, jogar pra fora
Corrida pra vender os carros
Pneu, cerveja e gasolina
Cabeça pra usar boné
E professar a fé de quem patrocina
Eles querem te vender
Eles querem te comprar
Querem te matar (de rir)
Querem te fazer chorar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
(...)
Corrida contra o relógio
Silicone contra a gravidade
Dedo no gatilho, velocidade
Quem mente antes diz a verdade
Satisfação garantida
Obsolescência programada
Eles ganham a corrida
Antes mesmo da largada
Eles querem te vender
Eles querem te comprar
Querem te matar (a sede)
Eles querem te sedar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
(...)
Vender, comprar, vendar os olhos
Jogar a rede, contra a parede
Querem te deixar com sede
Não querem te deixar pensar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
Composição: Humberto Gessinger
Leia o texto II para responder à questão.
Texto II- 3ª do Plural – Engenheiros do Hawaii
Corrida pra vender cigarro
Cigarro pra vender remédio
Remédio pra curar a tosse
Tossir, cuspir, jogar pra fora
Corrida pra vender os carros
Pneu, cerveja e gasolina
Cabeça pra usar boné
E professar a fé de quem patrocina
Eles querem te vender
Eles querem te comprar
Querem te matar (de rir)
Querem te fazer chorar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
(...)
Corrida contra o relógio
Silicone contra a gravidade
Dedo no gatilho, velocidade
Quem mente antes diz a verdade
Satisfação garantida
Obsolescência programada
Eles ganham a corrida
Antes mesmo da largada
Eles querem te vender
Eles querem te comprar
Querem te matar (a sede)
Eles querem te sedar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
(...)
Vender, comprar, vendar os olhos
Jogar a rede, contra a parede
Querem te deixar com sede
Não querem te deixar pensar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
Composição: Humberto Gessinger
Leia o trecho abaixo, observando a palavra em destaque. “Satisfação garantida/Obsolescência programada/Eles ganham a corrida/Antes mesmo da largada”.
Considerando-se o contexto em que ocorre, é CORRETO afirmar que a palavra destacada nesse trecho significa:
Leia o texto III e responda à questão.
Texto III

Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.
Leia o texto III e responda à questão.
Texto III

Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.
Sobre o quadrinho, analise em sua integralidade, com especial atenção às falas das personagens e sua composição. A partir do contexto, analise as afirmações abaixo.
I- Atemática deste quadrinho se relaciona às variações linguísticas e suas adequações aos contextos comunicacionais.
II- O uso de expressões como “minino”, “oxe”, “visse”, “gostasse” são marcas de uma variante regional.
III- O segundo quadrinho, em que há a expressão “Ai meu Deus”, possui um balão diferente que expressa que algo foi pensado.
IV- A menção a “cuscuz” e “São João de Campina Grande” reforça o contexto regional de uso da variante dita pelos pais.
V- No último quadrinho, há uma adesão dos pais à variante falada pelo filho.
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação ao funcionamento e princípios de manutenção referentes aos equipamentos de um consultório odontológico, analise as proposições a seguir:
I- Para um melhor funcionamento das bombas de sucção, ao final de cada expediente deve ser colocado com detergente diluído ou germicida para ser sugado pelos terminais de sucção, seguido de água limpa para a retirada de excesso do produto. Mensalmente, deve-se realizar sucção de 1 litro de solução de desencrostante diluída para evitar acúmulo de sujeira nas paredes internas das mangueiras.
II- Os compressores de ar, devem ser verificados semanalmente. Deve-se observar o nível de óleo (se este for do tipo óleo dependente), a pressão dos filtros internos e externos, bem como a verificação de ruído, odor e temperatura deste equipamento.
III- As principais orientações para uma melhor manutenção das autoclaves incluem limpeza diária das portas com água e sabão neutro e realização de esgotamentos mensais dos reservatórios de água e limpeza das partes internas, de acordo com as indicações do fabricante.
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação aos equipamentos odontológicos, analise as proposições a seguir:
I- Os destiladores de água produzem água livre de impurezas, sendo utilizada nas autoclaves, nos processos de esterilização e nos equipos, para fornecimento de água para a seringa tríplice e as canetas de alta e baixa rotação.
II- A plastificadora ou seladora à vácuo é um equipamento utilizado no envelopamento de embalagens de instrumentais e na confecção de placas de mordida e clareamento, muito usada na prática odontológica.
III- Acaixa de comando dos equipos é responsável por todas as conexões de energia, água, ar e esgoto do consultório, alem ́ de conter todos os circuitos do sistema de sucção à vácuo e de baixa potência. Além disso, todas as mangueiras que chegam ao equipo odontológico são provenientes da caixa de comando.
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação aos riscos ocupacionais em ambientes odontológicos, analise as proposições a seguir:
I- Fatores como ruídos, metais pesados e acidentes por perfurocortantes são classificados como riscos físicos.
II- O risco ergonômico corresponde a qualquer fator que possa interferir nas características psicofisiológicas do trabalhador, causando desconforto ou afetando a saúde.
III- Ansiedade, depressão e dificuldade de socialização, são efeitos adversos causados por ambientes de trabalho com forte estresse; sobrecarga mental e de atividades; rígido controle do tempo de trabalho, bem como a forma como cada setor é organizado, são caracterizados como um risco psicossocial.
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação aos conceitos de limpeza, desinfecção e esterilização, analise as proposições a seguir:
I- Desinfetante de alto nível são utilizados em artigos semicríticos que não toleram esterilização por calor e apresentam ação desinfetante quando utilizado com tempo de contato relativamente curto e ação esterilizante quando utilizado por tempo de contato prolongado.
II- Danos em artefatos de borracha ou plástico, oxidação de instrumentos que não são compostos de aço inoxidável, além da necessidade de uso de água destilada para funcionamento e o impedimento do uso de recipientes fechados são considerados desvantagens da esterilização por autoclave a vapor.
III- Espelhos bucais, brocas, cabeçote externo de raio X odontológico são classificados como materiais semicríticos apresentando risco de transmissão ausente ou muito baixo devendo passar apenas por uma desinfecção de nível intermediário abaixo ou limpeza básica.
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação aos equipamentos de proteção como norma de segurança e prevenção de acidentes de trabalho, analise as proposições a seguir:
I- Os protetores faciais visam dar proteção à face e ao pescoço contra impacto de partículas volantes e respingos de líquidos nocivos, além da proteção contra ofuscamento e calor radiante. São exemplos: visor de plástico incolor, visor de plástico com tonalidade, visor de tela, anteparo de tela com visor plástico, anteparo aluminizado com visor e máscara para soldador.
II- Em ambientes com deficiência de oxigênio e/ou presença de agentes contaminantes nocivos faz-se necessário o uso de proteção respiratória como máscaras com filtros químicos, máscaras com filtros mecânicos e máscaras com filtros combinados.
III- Os protetores auriculares são considerados em ambientes de trabalho com ruídos excessivos maiores que 85 dB. São exemplos: protetores de inserção, protetores de circum-auriculares (tipo concha).
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação ao funcionamento dos equipamentos e instrumentais de um consultório odontológico, analise as proposições a seguir:
I- A peça de alta rotação é um instrumento que funciona a partir da pressão do ar e atinge a velocidade de 450.000 rpm, onde diante do calor ficcional que pode ser gerado durante o uso, são fabricados com um sistema de irrigação com o objetivo de evitar danos à polpa dentária. E diferente da peça de mão de baixa rotação, este instrumento não possui peças a serem adaptadas, tendo apenas a broca como único item adicional.
II- A peça de mão ultrassônica é conectada ao equipo odontológico e é ativada por pressão de ar comprimido. Sua conexão é realizada de maneira diferente das conexões dos instrumentos rotatórios. Quando ativada a pressão do ar impulsiona rolamentos que liberam a ação e liberação do spray de água pulsátil cumprindo assim a função deste equipamento de alisamento e raspagem coronorradicular.
III- Os problemas mais frequentes observados durante a manutenção de peças de mão são resultantes de limpeza e lubrificação inadequadas, seja pela falta ou excesso. O uso de soluções ou técnicas inapropriadas comprometem significativamente a durabilidade da peça, sendo indispensável seguir as instruções do fabricante para uma adequada manutenção de cada tipo de peça.
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação aos equipamentos de um consultório odontológico, analise as proposições a seguir:
I- Acabeça do tubo de raio X periapical é uma carcaça fechada e ajustável de metal, formada por componentes como: o tubo de raio X, o espaço contendo óleo isolante circundando o tubo, o vidro de vedação feito de chumbo ou de titânio, cujo objetivo é a manutenção do aquecimento do óleo, essencial para o correto funcionamento do aparelho.
II- O botão disparador controla o fluxo de eletricidade para gerar os raios X e apresenta um timer. É eletronicamente controlado para fornecer um tempo de exposição preciso e os raios X são gerados apenas enquanto o timer de exposição estiver sendo pressionado.
III- O braço extensor é composto por uma estrutura metálica oca não articulada que abriga os fios que ligam a cabeça do tubo e o painel de controle e sua função é tornar possível a comunicação entre o painel de controle e o cabeçote para o correto funcionamento do raio X.
É CORRETO o que se afirma em:
Em relação aos equipamentos odontológicos, analise as proposições a seguir:
I- O compressor de ar deve ser ligado à rede elétrica e instalado o mais próximo possível da unidade de trabalho para que se tenha um melhor rendimento no funcionamento de todos os equipamentos que dele dependem, sendo prioritário que o lugar de instalação seja fechado (para que se evite acidentes), limpo, e livre de umidade.
II- Uma cadeira odontológica deve ser bem confortável, com um design anatômico, simples e reto, para que o paciente possa estar com a musculatura relaxada durante o atendimento e o profissional tenha um bom acesso ao campo de trabalho.
III- Não é recomendado o uso direto da água da torneira para preenchimento do reservatório de água. Devem ser utilizados somente líquidos recomendados pelos fabricantes nos reservatórios de água e do sistema de desinfecção interna das mangueiras.
É CORRETO o que se afirma em: