Questões de Concurso Público Prefeitura de São José de Piranhas - PB 2024 para Professor de Língua Portuguesa
Foram encontradas 18 questões
I- No texto, os termos “menino”, “jovem”, “jovem brilhante” formam uma cadeia coesiva em torno do referente “jovem brasileiro”.
II- A repetição do termo “descaso” ao longo do texto quebra a coesão textual e prejudica a fluidez da leitura.
III- O pronome “sua” no fragmento “O jovem merece aplausos, mas sua glória indica que dez governos democráticos ainda comemoram a exceção devido ao descuido” (2º§) retoma o referente “o jovem”.
IV- O pronome “seu” utilizado no trecho “Mas seu sucesso pessoal e a publicidade” (1º§) retoma o termo “educação”, contribuindo para a coesão textual por retomada anafórica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Trata-se de um pronome oblíquo átono, empregado para retomar um termo antecedente.
II- Completa o sentido do verbo “dar”, funcionando como complemento verbal indireto.
III- Poderia ser substituído por “lhes” sem alterar o sentido da frase.
IV- O uso de “lhe” está incorreto gramaticalmente, devendo ser substituído por “o” para concordância adequada.
V- Poderia ser omitido sem prejuízo para a correção e os sentidos originais.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O acento grave foi empregado para marcar a fusão de preposição com adjunto adverbial feminino.
II- O sinal indicativo da crase foi empregado para marcar a fusão da preposição exigida por um termo subordinante com o artigo feminino exigido por um termo dependente.
III- O sinal indicativo da crase no fragmento destacado no enunciado justifica-se pela mesma razão do emprego da crase no excerto “Estou me referindo à escola de perto de casa”.
IV- O sinal indicativo da crase no fragmento destacado no enunciado justifica-se pela mesma razão do emprego da crase no excerto “O pai da menina saiu às pressas”.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o Texto II e responda à questão.
Texto II

Disponível em: https://www.instagram.com.Acesso em: 06 set. 2024.
I- “políticos” e “rápido” receberam acentuação gráfica na antepenúltima sílaba, porém são acentuados em razão de diferentes regras.
II- “possível” recebeu acentuação gráfica por ser uma paroxítona terminada em “l”.
III- “rápido” é uma palavra paroxítona e recebe acentuação gráfica pela mesma razão que “possível”.
IV- “político” é uma palavra proparoxítona e recebeu o acento circunflexo em razão da regra que diz que todas as palavras proparoxítonas são acentuadas.
É CORRETO o que se afirma em:
Analise as assertivas que seguem sobre o post abaixo:

Disponível em: https://www.instagram.com.Acesso em: 05 set. 2024.
I- O emprego da palavra “grana” é um exemplo do uso da linguagem em situação informal de interação.
II- O termo “pra” é uma forma desenvolvida de “para”, bastante empregado em contextos escritos e orais informais.
III- No terceiro e quarto quadrinhos, observa-se a repetição da forma “aí”, muito comum na linguagem oral informal.
IV- Avariação “cê tá” em vez de “você está” é uma marca de informalidade, no entanto, já aceita em documentos oficiais.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o post abaixo e analise as assertivas que seguem.

Disponível em: https://www.instagram.com.Acesso em: 08 set. 2024.
I- O termo “se” está funcionando como pronome reflexivo e está indicando a existência de uma condição.
II- O termo “iluminará” indica que o verbo está na forma nominal do infinitivo.
III- O termo “ela” está sendo empregado de forma catafórica para referir-se a um termo já mencionado.
IV- Há ambiguidade no emprego do pronome “seu”, haja vista que, no fragmento, pode fazer menção a mais de um referente.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Texto I
Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito
Falar é como andar. Geralmente, acontece naturalmente, da mesma forma, nas mesmas faixas etárias, em qualquer parte do planeta Terra, independentemente de raça, de cultura, de cor, de gênero e de ensino formal. Basta que sejamos seres humanos.
É mesmo fato que os homens se distinguem dos outros animais por andar sobre os dois pés, por dominar um sistema de comunicação duplamente articulado (com unidades sonoras e unidades significativas), denominado 'língua natural' ou 'língua humana', e por manifestar inteligência diferenciada que os habilita a criar extensões tecnológicas de todas as partes de seu corpo, até de seu cérebro, como a criação do computador. É fato também que não temos escolha: somos humanos, então falamos. Falamos porque internalizamos ou especializamos uma língua natural específica a partir do ambiente social em que nascemos e vivemos: o domínio de uma ou mais línguas humanas é uma capacidade específica da espécie humana. Nem sabemos ainda qual é o limite do número de línguas que podemos dominar. É fato, todavia, que com 3 anos de idade, qualquer criança de qualquer parte do mundo se comunica com estruturas linguísticas complexas.
Mas as línguas humanas não são os únicos sistemas de comunicação existentes. Todos os animais conhecidos têm sistema de comunicação, alguns já bem registrados, como o das abelhas, o dos chimpanzés, o dos golfinhos. Ser capaz de se comunicar no interior da espécie e mesmo entre as espécies não significa ter uma língua humana. Os cães de estimação, por exemplo, têm grande capacidade de comunicação com os seres humanos, olho no olho, mas não são capazes de dominar uma língua humana.
As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade. As línguas humanas são, em verdade, mais do que excelentes instrumentos de comunicação. São, também, reflexo da cultura de um povo. São, além disso, parte da cultura de um povo. São ainda mais do que isso: são mecanismos de identidade. Um povo se individualiza, se afirma e é identificado em função de sua língua.
Por outro lado, podemos desempenhar um papel desumano por meio das línguas humanas, como o exercício do poder desmedido, [ ], que nos leva a subjugar o outro, a alijar o outro do processo produtivo, a diminuir a sua autoestima, a fazer o outro se ... sentir incapaz, se sentir inferior, se sentir infeliz, tudo por meio de formas linguísticas. As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam.
Fonte: SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. p.9-10.Adaptado.
Texto I
Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito
Falar é como andar. Geralmente, acontece naturalmente, da mesma forma, nas mesmas faixas etárias, em qualquer parte do planeta Terra, independentemente de raça, de cultura, de cor, de gênero e de ensino formal. Basta que sejamos seres humanos.
É mesmo fato que os homens se distinguem dos outros animais por andar sobre os dois pés, por dominar um sistema de comunicação duplamente articulado (com unidades sonoras e unidades significativas), denominado 'língua natural' ou 'língua humana', e por manifestar inteligência diferenciada que os habilita a criar extensões tecnológicas de todas as partes de seu corpo, até de seu cérebro, como a criação do computador. É fato também que não temos escolha: somos humanos, então falamos. Falamos porque internalizamos ou especializamos uma língua natural específica a partir do ambiente social em que nascemos e vivemos: o domínio de uma ou mais línguas humanas é uma capacidade específica da espécie humana. Nem sabemos ainda qual é o limite do número de línguas que podemos dominar. É fato, todavia, que com 3 anos de idade, qualquer criança de qualquer parte do mundo se comunica com estruturas linguísticas complexas.
Mas as línguas humanas não são os únicos sistemas de comunicação existentes. Todos os animais conhecidos têm sistema de comunicação, alguns já bem registrados, como o das abelhas, o dos chimpanzés, o dos golfinhos. Ser capaz de se comunicar no interior da espécie e mesmo entre as espécies não significa ter uma língua humana. Os cães de estimação, por exemplo, têm grande capacidade de comunicação com os seres humanos, olho no olho, mas não são capazes de dominar uma língua humana.
As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade. As línguas humanas são, em verdade, mais do que excelentes instrumentos de comunicação. São, também, reflexo da cultura de um povo. São, além disso, parte da cultura de um povo. São ainda mais do que isso: são mecanismos de identidade. Um povo se individualiza, se afirma e é identificado em função de sua língua.
Por outro lado, podemos desempenhar um papel desumano por meio das línguas humanas, como o exercício do poder desmedido, [ ], que nos leva a subjugar o outro, a alijar o outro do processo produtivo, a diminuir a sua autoestima, a fazer o outro se ... sentir incapaz, se sentir inferior, se sentir infeliz, tudo por meio de formas linguísticas. As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam.
Fonte: SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. p.9-10.Adaptado.
“As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sem dúvida sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade”.
O elemento em destaque, sintaticamente, funciona no trecho como:
Texto I
Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito
Falar é como andar. Geralmente, acontece naturalmente, da mesma forma, nas mesmas faixas etárias, em qualquer parte do planeta Terra, independentemente de raça, de cultura, de cor, de gênero e de ensino formal. Basta que sejamos seres humanos.
É mesmo fato que os homens se distinguem dos outros animais por andar sobre os dois pés, por dominar um sistema de comunicação duplamente articulado (com unidades sonoras e unidades significativas), denominado 'língua natural' ou 'língua humana', e por manifestar inteligência diferenciada que os habilita a criar extensões tecnológicas de todas as partes de seu corpo, até de seu cérebro, como a criação do computador. É fato também que não temos escolha: somos humanos, então falamos. Falamos porque internalizamos ou especializamos uma língua natural específica a partir do ambiente social em que nascemos e vivemos: o domínio de uma ou mais línguas humanas é uma capacidade específica da espécie humana. Nem sabemos ainda qual é o limite do número de línguas que podemos dominar. É fato, todavia, que com 3 anos de idade, qualquer criança de qualquer parte do mundo se comunica com estruturas linguísticas complexas.
Mas as línguas humanas não são os únicos sistemas de comunicação existentes. Todos os animais conhecidos têm sistema de comunicação, alguns já bem registrados, como o das abelhas, o dos chimpanzés, o dos golfinhos. Ser capaz de se comunicar no interior da espécie e mesmo entre as espécies não significa ter uma língua humana. Os cães de estimação, por exemplo, têm grande capacidade de comunicação com os seres humanos, olho no olho, mas não são capazes de dominar uma língua humana.
As línguas humanas são, sem dúvida, excelentes instrumentos de comunicação, embora mal-entendidos entre os seres humanos sejam comuns, mesmo quando há domínio de uma mesma língua, de uma mesma variedade. As línguas humanas são, em verdade, mais do que excelentes instrumentos de comunicação. São, também, reflexo da cultura de um povo. São, além disso, parte da cultura de um povo. São ainda mais do que isso: são mecanismos de identidade. Um povo se individualiza, se afirma e é identificado em função de sua língua.
Por outro lado, podemos desempenhar um papel desumano por meio das línguas humanas, como o exercício do poder desmedido, [ ], que nos leva a subjugar o outro, a alijar o outro do processo produtivo, a diminuir a sua autoestima, a fazer o outro se ... sentir incapaz, se sentir inferior, se sentir infeliz, tudo por meio de formas linguísticas. As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação, especialmente quando se naturalizam relações espúrias entre determinadas construções linguísticas e as pessoas que as falam.
Fonte: SCHERRE, Maria Marta P. Doa-se lindos filhotes de poodle: variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2005. p.9-10.Adaptado.
I- Em “As línguas humanas podem, sim, ser excelentes instrumentos, mas podem ser também perversos instrumentos de poder e de dominação”, há uma oração coordenada sindética adversativa.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- A oração introduzida pelo quando se classifica como oração subordinada adverbial temporal.
V- A oração introduzida pelo que se classifica como oração subordinada substantiva subjetiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Texto II

Disponível em: https://x.com/HistoriaNoPaint/status/988828134719008768. Acesso em: 26 set. 2024.
Texto II

Disponível em: https://x.com/HistoriaNoPaint/status/988828134719008768. Acesso em: 26 set. 2024.
Texto II

Disponível em: https://x.com/HistoriaNoPaint/status/988828134719008768. Acesso em: 26 set. 2024.
I- Uma das características do meme é a longevidade, ou seja, a capacidade do meme de permanecer no tempo.
II- O meme possui o que se denomina de fecundidade, isto é, sua capacidade de gerar cópias.
III- Nos memes, nota-se a característica da fidelidade, que é a capacidade de gerar cópias com maior semelhança ao meme original.
É CORRETO o que se afirma em:
“O Crisóstomo disse ao Camilo: todos nascemos filhos de mil pais e de mais de mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo”.
I- A conjunção “sobretudo”, no contexto mencionado, tem função modalizadora, com valor de reforço do enunciador ao próprio enunciado.
II- O uso do “e” em: “e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo” estabelece uma oração coordenada adversativa.
III- “filhos de mil pais e de mais de mil mães” é uma locução adjetiva que assume na oração função de predicativo do sujeito.
IV- “de ver qualquer pessoa como nos pertencendo” é uma oração subordinada substantiva completiva nominal reduzida de infinitivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Texto IV

DAVES, Jim. Garfield Disponível em: https://www.tirinhasengracadas.com.br/2018/04/gar . field-ele-e-bom.html.Acesso em: 14 ago. 2024.
Em “Eu sei onde tem chocolate ”, a expressão em destaque, nesse contexto, tem valor semântico de:
Disponível em: https://historiasdagatapreta.com/2020/09/23/ja-dizia-ruy-barbosa/5Acesso em: 14 ago. 2024.
No último quadrinho da narrativa acima, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, há: