Questões de Concurso Público FEMAR - RJ 2023 para Cuidador em Saúde
Foram encontradas 50 questões
Texto 1
A saúde entre dois mundos:
escravos e libertos atuavam como
sangradores e parteiras no século XIX
Aquarela de Jean-Baptiste Debret, 1826.
No Rio de Janeiro do século XIX, os
médicos, cirurgiões e boticários eram em sua
maioria brancos e pertenciam a classes sociais
mais abonadas. Já os sangradores,
05 curandeiros, parteiras e amas de leite eram
quase sempre escravos, libertos e pessoas
livres empobrecidas, entre elas imigrantes e
africanos livres. Era essa população
desfavorecida que tratava dos problemas de
10 saúde mais urgentes de quem precisava, não
importava se ricos ou pobres. Os sangradores
ofereciam seus serviços pelas ruas e praças
das cidades e em lojas de barbeiros, enquanto
as parteiras trabalhavam em ambientes
15 domésticos, cuidando de questões
relacionadas não apenas ao parto, mas
também a abortos e doenças genitais.
“Oficialmente, sangradores e parteiras
deveriam lidar com casos simples de doença e
20 fazer apenas o que médicos ou cirurgiões
mandassem. Porém, a população recorria a
eles porque partilhava de suas concepções de
doença e saúde”, observa a historiadora Tânia
Salgado Pimenta (COC/Fiocruz).
Disponível em: https://www.revistahcsm.coc.fiocruz.br/a-saude-
entre-dois-mundos-escravos-e-libertos-atuavam-
como-sangradores-e-parteiras-no-seculo-xix/. Acesso em: 20 out. 2023.
Fragmento.
A tela reproduzida é de Jean-Baptiste Debret, pintor e desenhista francês que registrou o cotidiano da sociedade brasileira do século XIX.
A imagem se refere especificamente à seguinte informação dada pelo texto que a acompanha:
Texto 1
A saúde entre dois mundos:
escravos e libertos atuavam como
sangradores e parteiras no século XIX
Aquarela de Jean-Baptiste Debret, 1826.
No Rio de Janeiro do século XIX, os
médicos, cirurgiões e boticários eram em sua
maioria brancos e pertenciam a classes sociais
mais abonadas. Já os sangradores,
05 curandeiros, parteiras e amas de leite eram
quase sempre escravos, libertos e pessoas
livres empobrecidas, entre elas imigrantes e
africanos livres. Era essa população
desfavorecida que tratava dos problemas de
10 saúde mais urgentes de quem precisava, não
importava se ricos ou pobres. Os sangradores
ofereciam seus serviços pelas ruas e praças
das cidades e em lojas de barbeiros, enquanto
as parteiras trabalhavam em ambientes
15 domésticos, cuidando de questões
relacionadas não apenas ao parto, mas
também a abortos e doenças genitais.
“Oficialmente, sangradores e parteiras
deveriam lidar com casos simples de doença e
20 fazer apenas o que médicos ou cirurgiões
mandassem. Porém, a população recorria a
eles porque partilhava de suas concepções de
doença e saúde”, observa a historiadora Tânia
Salgado Pimenta (COC/Fiocruz).
Disponível em: https://www.revistahcsm.coc.fiocruz.br/a-saude-
entre-dois-mundos-escravos-e-libertos-atuavam-
como-sangradores-e-parteiras-no-seculo-xix/. Acesso em: 20 out. 2023.
Fragmento.
Pode-se dizer que a estrutura do Texto 1 é predominantemente:
Texto 2
O machismo no ensino médico
A medicina, assim como a carreira
militar e a eclesiástica, sempre foi atividade
considerada própria do sexo masculino.
Embora a Escola de Salerno, na Idade Média,
05 admitisse mulheres no curso médico, houve a
partir de então uma dificuldade crescente de
acesso às universidades para o sexo feminino.
Em relação à medicina, havia ainda o
preconceito de que se tratava de uma profissão
10 inadequada à mulher por razões de ordem
moral. Quando muito se admitia a colaboração
da mulher no cuidado aos doentes como
enfermeira, função exercida durante séculos
pelas religiosas de várias ordens (irmãs de
15 caridade), ou na assistência às parturientes,
como parteiras.
Em 1812 formou-se em Edimburgo um
médico de nome James Barry, que ingressou
no serviço médico do exército inglês, tendo
20 trabalhado durante muitos anos como médico
militar nas colônias inglesas. Era franzino,
imberbe e tinha a voz fina. Com a sua morte,
em 1865, descobriu-se que se tratava de uma
mulher disfarçada de homem. Para evitar
25 escândalo foi sepultada como homem e só
posteriormente o segredo foi revelado.
Seguramente inspirada na lenda de Agnodice,
foi a maneira encontrada por essa mulher para
atender a sua vocação (Lyons e Petrucelli,
30 1978, p. 565). Apesar de todas as dificuldades
encontradas, algumas mulheres destemidas
conseguiram pouco a pouco vencer todos os
preconceitos e todas as barreiras.
MENEGHELI, Ulisses. O machismo na história do ensino
médico. In:______. À sombra do plátano: crônicas de História
da medicina. São Paulo: Editora Unifesp, 2009. pp. 131-132.
“A medicina, assim como a carreira militar e a eclesiástica, sempre foi atividade considerada própria do sexo masculino.” (Linhas 01-03)
De acordo com o texto, uma justificativa para essa ideia é a de que:
Texto 2
O machismo no ensino médico
A medicina, assim como a carreira
militar e a eclesiástica, sempre foi atividade
considerada própria do sexo masculino.
Embora a Escola de Salerno, na Idade Média,
05 admitisse mulheres no curso médico, houve a
partir de então uma dificuldade crescente de
acesso às universidades para o sexo feminino.
Em relação à medicina, havia ainda o
preconceito de que se tratava de uma profissão
10 inadequada à mulher por razões de ordem
moral. Quando muito se admitia a colaboração
da mulher no cuidado aos doentes como
enfermeira, função exercida durante séculos
pelas religiosas de várias ordens (irmãs de
15 caridade), ou na assistência às parturientes,
como parteiras.
Em 1812 formou-se em Edimburgo um
médico de nome James Barry, que ingressou
no serviço médico do exército inglês, tendo
20 trabalhado durante muitos anos como médico
militar nas colônias inglesas. Era franzino,
imberbe e tinha a voz fina. Com a sua morte,
em 1865, descobriu-se que se tratava de uma
mulher disfarçada de homem. Para evitar
25 escândalo foi sepultada como homem e só
posteriormente o segredo foi revelado.
Seguramente inspirada na lenda de Agnodice,
foi a maneira encontrada por essa mulher para
atender a sua vocação (Lyons e Petrucelli,
30 1978, p. 565). Apesar de todas as dificuldades
encontradas, algumas mulheres destemidas
conseguiram pouco a pouco vencer todos os
preconceitos e todas as barreiras.
MENEGHELI, Ulisses. O machismo na história do ensino
médico. In:______. À sombra do plátano: crônicas de História
da medicina. São Paulo: Editora Unifesp, 2009. pp. 131-132.
Na expressão “...ou na assistência às parturientes...” (Linha 15), o acento grave foi usado porque a
Texto 2
O machismo no ensino médico
A medicina, assim como a carreira
militar e a eclesiástica, sempre foi atividade
considerada própria do sexo masculino.
Embora a Escola de Salerno, na Idade Média,
05 admitisse mulheres no curso médico, houve a
partir de então uma dificuldade crescente de
acesso às universidades para o sexo feminino.
Em relação à medicina, havia ainda o
preconceito de que se tratava de uma profissão
10 inadequada à mulher por razões de ordem
moral. Quando muito se admitia a colaboração
da mulher no cuidado aos doentes como
enfermeira, função exercida durante séculos
pelas religiosas de várias ordens (irmãs de
15 caridade), ou na assistência às parturientes,
como parteiras.
Em 1812 formou-se em Edimburgo um
médico de nome James Barry, que ingressou
no serviço médico do exército inglês, tendo
20 trabalhado durante muitos anos como médico
militar nas colônias inglesas. Era franzino,
imberbe e tinha a voz fina. Com a sua morte,
em 1865, descobriu-se que se tratava de uma
mulher disfarçada de homem. Para evitar
25 escândalo foi sepultada como homem e só
posteriormente o segredo foi revelado.
Seguramente inspirada na lenda de Agnodice,
foi a maneira encontrada por essa mulher para
atender a sua vocação (Lyons e Petrucelli,
30 1978, p. 565). Apesar de todas as dificuldades
encontradas, algumas mulheres destemidas
conseguiram pouco a pouco vencer todos os
preconceitos e todas as barreiras.
MENEGHELI, Ulisses. O machismo na história do ensino
médico. In:______. À sombra do plátano: crônicas de História
da medicina. São Paulo: Editora Unifesp, 2009. pp. 131-132.
“Apesar de todas as dificuldades encontradas, algumas mulheres destemidas conseguiram pouco a pouco vencer todos os preconceitos e todas as barreiras.” (Linhas 30-33) Nesse período, o termo “apesar de todas as dificuldades encontradas” expressa
Texto 3
Quem foi a primeira médica negra do
Brasil?
De acordo com a
última pesquisa da
Demografia Médica,
divulgada em 2020, há
05 um fenômeno de
“feminização” da
medicina brasileira.
Hoje, as mulheres
representam 46,6% da
10 população médica do
país. A pesquisa é feita
em parceria pela
Universidade de São
Paulo (USP) e o Conselho Federal de Medicina
15 (CFM). O que ela não nos oferece, entretanto,
é uma leitura da raça desses médicos.
Se o Brasil de hoje ainda impõe diversas
barreiras para médicas negras, imagine o
desenho do país em 1909! Foi em 1909, no
20 interior da Bahia, em São Félix, que Maria
Odília Teixeira nasceu. Maria é das principais
figuras históricas da medicina brasileira. Para
se ter uma noção daquele contexto histórico, as
mulheres só conquistaram direito ao
25 voto 23 anos depois, em 1932. Filha de pai
médico, Maria é a primeira médica negra de
que se tem registro em território nacional. Ela
também foi a primeira professora negra da
Faculdade de Medicina da Bahia, a mais antiga
30 do país. Em sua turma, ela era a única mulher
entre os 48 alunos da turma. Maria morreu em
1970, deixando, na história, uma marca
incomparável.
Disponível em: https://www.sanarmed.com/quem-foi-a-primeira-medica-negra-do-brasil-conheca-essa-e-outras-historias-inspiradoras-projeto-hub. Acesso em: 14 out. 2023. Adaptado.
“A pesquisa é feita em parceria pela Universidade de São Paulo (USP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM).” (Linhas 11-15)
A forma verbal sublinhada no enunciado em destaque está na voz passiva analítica. De acordo com a norma culta, na voz passiva sintética, teria a seguinte estrutura:
Texto 3
Quem foi a primeira médica negra do
Brasil?
De acordo com a
última pesquisa da
Demografia Médica,
divulgada em 2020, há
05 um fenômeno de
“feminização” da
medicina brasileira.
Hoje, as mulheres
representam 46,6% da
10 população médica do
país. A pesquisa é feita
em parceria pela
Universidade de São
Paulo (USP) e o Conselho Federal de Medicina
15 (CFM). O que ela não nos oferece, entretanto,
é uma leitura da raça desses médicos.
Se o Brasil de hoje ainda impõe diversas
barreiras para médicas negras, imagine o
desenho do país em 1909! Foi em 1909, no
20 interior da Bahia, em São Félix, que Maria
Odília Teixeira nasceu. Maria é das principais
figuras históricas da medicina brasileira. Para
se ter uma noção daquele contexto histórico, as
mulheres só conquistaram direito ao
25 voto 23 anos depois, em 1932. Filha de pai
médico, Maria é a primeira médica negra de
que se tem registro em território nacional. Ela
também foi a primeira professora negra da
Faculdade de Medicina da Bahia, a mais antiga
30 do país. Em sua turma, ela era a única mulher
entre os 48 alunos da turma. Maria morreu em
1970, deixando, na história, uma marca
incomparável.
Disponível em: https://www.sanarmed.com/quem-foi-a-primeira-medica-negra-do-brasil-conheca-essa-e-outras-historias-inspiradoras-projeto-hub. Acesso em: 14 out. 2023. Adaptado.
Em “Se o Brasil de hoje ainda impõe diversas barreiras para médicas negras, imagine o desenho do país em 1909!” (Linhas 17-19), apresenta-se a seguinte figura de linguagem:
Texto 3
Quem foi a primeira médica negra do
Brasil?
De acordo com a
última pesquisa da
Demografia Médica,
divulgada em 2020, há
05 um fenômeno de
“feminização” da
medicina brasileira.
Hoje, as mulheres
representam 46,6% da
10 população médica do
país. A pesquisa é feita
em parceria pela
Universidade de São
Paulo (USP) e o Conselho Federal de Medicina
15 (CFM). O que ela não nos oferece, entretanto,
é uma leitura da raça desses médicos.
Se o Brasil de hoje ainda impõe diversas
barreiras para médicas negras, imagine o
desenho do país em 1909! Foi em 1909, no
20 interior da Bahia, em São Félix, que Maria
Odília Teixeira nasceu. Maria é das principais
figuras históricas da medicina brasileira. Para
se ter uma noção daquele contexto histórico, as
mulheres só conquistaram direito ao
25 voto 23 anos depois, em 1932. Filha de pai
médico, Maria é a primeira médica negra de
que se tem registro em território nacional. Ela
também foi a primeira professora negra da
Faculdade de Medicina da Bahia, a mais antiga
30 do país. Em sua turma, ela era a única mulher
entre os 48 alunos da turma. Maria morreu em
1970, deixando, na história, uma marca
incomparável.
Disponível em: https://www.sanarmed.com/quem-foi-a-primeira-medica-negra-do-brasil-conheca-essa-e-outras-historias-inspiradoras-projeto-hub. Acesso em: 14 out. 2023. Adaptado.
“Para se ter uma noção daquele contexto histórico, as mulheres só conquistaram direito ao voto 23 anos depois, em 1932.” (Linhas 22-25)
A expressão sublinhada tem função coesiva e se refere a:
Texto 3
Quem foi a primeira médica negra do
Brasil?
De acordo com a
última pesquisa da
Demografia Médica,
divulgada em 2020, há
05 um fenômeno de
“feminização” da
medicina brasileira.
Hoje, as mulheres
representam 46,6% da
10 população médica do
país. A pesquisa é feita
em parceria pela
Universidade de São
Paulo (USP) e o Conselho Federal de Medicina
15 (CFM). O que ela não nos oferece, entretanto,
é uma leitura da raça desses médicos.
Se o Brasil de hoje ainda impõe diversas
barreiras para médicas negras, imagine o
desenho do país em 1909! Foi em 1909, no
20 interior da Bahia, em São Félix, que Maria
Odília Teixeira nasceu. Maria é das principais
figuras históricas da medicina brasileira. Para
se ter uma noção daquele contexto histórico, as
mulheres só conquistaram direito ao
25 voto 23 anos depois, em 1932. Filha de pai
médico, Maria é a primeira médica negra de
que se tem registro em território nacional. Ela
também foi a primeira professora negra da
Faculdade de Medicina da Bahia, a mais antiga
30 do país. Em sua turma, ela era a única mulher
entre os 48 alunos da turma. Maria morreu em
1970, deixando, na história, uma marca
incomparável.
Disponível em: https://www.sanarmed.com/quem-foi-a-primeira-medica-negra-do-brasil-conheca-essa-e-outras-historias-inspiradoras-projeto-hub. Acesso em: 14 out. 2023. Adaptado.
Os vocábulos “registro” (Linha 27); “histórico” (Linha 23); “incomparável” (Linha 33) são formados, respectivamente, pelos processos de:
Texto 3
Quem foi a primeira médica negra do
Brasil?
De acordo com a
última pesquisa da
Demografia Médica,
divulgada em 2020, há
05 um fenômeno de
“feminização” da
medicina brasileira.
Hoje, as mulheres
representam 46,6% da
10 população médica do
país. A pesquisa é feita
em parceria pela
Universidade de São
Paulo (USP) e o Conselho Federal de Medicina
15 (CFM). O que ela não nos oferece, entretanto,
é uma leitura da raça desses médicos.
Se o Brasil de hoje ainda impõe diversas
barreiras para médicas negras, imagine o
desenho do país em 1909! Foi em 1909, no
20 interior da Bahia, em São Félix, que Maria
Odília Teixeira nasceu. Maria é das principais
figuras históricas da medicina brasileira. Para
se ter uma noção daquele contexto histórico, as
mulheres só conquistaram direito ao
25 voto 23 anos depois, em 1932. Filha de pai
médico, Maria é a primeira médica negra de
que se tem registro em território nacional. Ela
também foi a primeira professora negra da
Faculdade de Medicina da Bahia, a mais antiga
30 do país. Em sua turma, ela era a única mulher
entre os 48 alunos da turma. Maria morreu em
1970, deixando, na história, uma marca
incomparável.
Disponível em: https://www.sanarmed.com/quem-foi-a-primeira-medica-negra-do-brasil-conheca-essa-e-outras-historias-inspiradoras-projeto-hub. Acesso em: 14 out. 2023. Adaptado.
“Maria morreu em 1970, deixando, na história, uma marca incomparável.” (Linhas 31-33)
As vírgulas, na expressão em destaque, justificam-se para:
Quanto ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), a Constituição Federal de 1988
Indique o dispositivo legal cuja ementa dispõe sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde.
Aponte a opção que corresponde a uma atribuição comum de todas as esferas de governo na gestão do Sistema Único de Saúde:
O conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde, corresponde a definição (prevista no Decreto no 7.508, de 28 de junho de 2011) de:
O princípio doutrinário do Sistema Único de Saúde que preconiza a necessidade de atendimento das demandas em saúde de acordo com a vulnerabilidade social dos usuários, buscando oferecer mais a quem mais precisa e com isso reduzir as desigualdades sociais é denominado princípio da
São competências atribuídas, pelo artigo 200 da Constituição Federal, ao Sistema Único de Saúde, EXCETO:
Em relação à Constituição Federal do Brasil, considere as afirmações a seguir.
I As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único.
II As entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos poderão participar de forma complementar do SUS desde que a concessão seja precedida de licitação na modalidade de concorrência pública.
III É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei.
IV A participação da comunidade inclui-se nas diretrizes para a organização do SUS.
Estão corretas:
A Constituição Federal estabelece que as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, tendo como uma de suas diretrizes o atendimento integral com
A Constituição Federal de 1988 estabelece que a assistência à saúde é livre às instituições privadas que podem participar do Sistema Único de Saúde (SUS) de forma
De acordo com a Lei no 8.080 de 19 de setembro de 1990, o conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos define: