Questões de Concurso Público Prefeitura de Maricá - RJ 2018 para Inspetor Escolar
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Texto 1
A MISSA DO COUPÉ
Machado de Assis
“Na Igreja de São Domingos diz-se hoje uma
missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.”
Não se sabendo quem mandava dizer a missa,
ninguém lá foi. A igreja escolhida deu ainda menos
5 relevo ao ato; não era vistosa, nem buscada, mas
velhota, sem galas nem gente, metida ao canto de um
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima.
Às oito horas parou um coupé à porta; o lacaio
desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se.
10 Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora
saiu e tomou o braço ao senhor, atravessaram o
pedacinho de largo e entraram na igreja. Na sacristia
era tudo espanto. A alma que a tais sítios atraíra um
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas
15 não seria como as outras almas ali sufragadas. A
missa foi ouvida sem pêsames nem lágrimas. Quando
acabou, o senhor foi à sacristia dar as espórtulas. O
sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez
mil-réis que recebeu, achou que ela provava a
20 sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O
mesmo pensaria a caixa das almas, se pensasse,
quando a luva da senhora deixou cair dentro uma
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia
dúzia de crianças maltrapilhas, e, fora, alguma gente às
25 portas e no largo, esperando. O senhor, chegando à
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus
no chão. E os dois entraram no carro, com o mesmo
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.
30 ___ A gente local não falou de outra coisa naquele e
nos dias seguintes. Sacristão e vizinhos relembravam
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras
missas vieram vindo, todas a pé, algumas de sapato
roto, não raras descalças, capinhas velhas, morins
35 estragados, missas de chita, ao domingo, missas de
tamancos. Tudo voltou ao costume, mas a missa do
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não
se falou mais nela; esqueceu como um baile.
ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora Globo, 1997, p. 10.
Glossário:
Coupé (ou cupê) – Carruagem ou carro de duas portas.
Desbarretar – Retirar o barrete ou o chapéu.
Espórtula – Esmola.
O trecho do romance Esaú e Jacó, de Machado de Assis, tem como objetivo:
Texto 1
A MISSA DO COUPÉ
Machado de Assis
“Na Igreja de São Domingos diz-se hoje uma
missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.”
Não se sabendo quem mandava dizer a missa,
ninguém lá foi. A igreja escolhida deu ainda menos
5 relevo ao ato; não era vistosa, nem buscada, mas
velhota, sem galas nem gente, metida ao canto de um
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima.
Às oito horas parou um coupé à porta; o lacaio
desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se.
10 Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora
saiu e tomou o braço ao senhor, atravessaram o
pedacinho de largo e entraram na igreja. Na sacristia
era tudo espanto. A alma que a tais sítios atraíra um
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas
15 não seria como as outras almas ali sufragadas. A
missa foi ouvida sem pêsames nem lágrimas. Quando
acabou, o senhor foi à sacristia dar as espórtulas. O
sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez
mil-réis que recebeu, achou que ela provava a
20 sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O
mesmo pensaria a caixa das almas, se pensasse,
quando a luva da senhora deixou cair dentro uma
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia
dúzia de crianças maltrapilhas, e, fora, alguma gente às
25 portas e no largo, esperando. O senhor, chegando à
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus
no chão. E os dois entraram no carro, com o mesmo
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.
30 ___ A gente local não falou de outra coisa naquele e
nos dias seguintes. Sacristão e vizinhos relembravam
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras
missas vieram vindo, todas a pé, algumas de sapato
roto, não raras descalças, capinhas velhas, morins
35 estragados, missas de chita, ao domingo, missas de
tamancos. Tudo voltou ao costume, mas a missa do
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não
se falou mais nela; esqueceu como um baile.
ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora Globo, 1997, p. 10.
Glossário:
Coupé (ou cupê) – Carruagem ou carro de duas portas.
Desbarretar – Retirar o barrete ou o chapéu.
Espórtula – Esmola.
Em “E os dois entraram no carro, com o mesmo gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.” (linhas 28-29), “o mesmo gesto” se refere a:
Texto 1
A MISSA DO COUPÉ
Machado de Assis
“Na Igreja de São Domingos diz-se hoje uma
missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.”
Não se sabendo quem mandava dizer a missa,
ninguém lá foi. A igreja escolhida deu ainda menos
5 relevo ao ato; não era vistosa, nem buscada, mas
velhota, sem galas nem gente, metida ao canto de um
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima.
Às oito horas parou um coupé à porta; o lacaio
desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se.
10 Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora
saiu e tomou o braço ao senhor, atravessaram o
pedacinho de largo e entraram na igreja. Na sacristia
era tudo espanto. A alma que a tais sítios atraíra um
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas
15 não seria como as outras almas ali sufragadas. A
missa foi ouvida sem pêsames nem lágrimas. Quando
acabou, o senhor foi à sacristia dar as espórtulas. O
sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez
mil-réis que recebeu, achou que ela provava a
20 sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O
mesmo pensaria a caixa das almas, se pensasse,
quando a luva da senhora deixou cair dentro uma
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia
dúzia de crianças maltrapilhas, e, fora, alguma gente às
25 portas e no largo, esperando. O senhor, chegando à
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus
no chão. E os dois entraram no carro, com o mesmo
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.
30 ___ A gente local não falou de outra coisa naquele e
nos dias seguintes. Sacristão e vizinhos relembravam
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras
missas vieram vindo, todas a pé, algumas de sapato
roto, não raras descalças, capinhas velhas, morins
35 estragados, missas de chita, ao domingo, missas de
tamancos. Tudo voltou ao costume, mas a missa do
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não
se falou mais nela; esqueceu como um baile.
ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora Globo, 1997, p. 10.
Glossário:
Coupé (ou cupê) – Carruagem ou carro de duas portas.
Desbarretar – Retirar o barrete ou o chapéu.
Espórtula – Esmola.
De acordo com o texto, em “O sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez mil-réis que recebeu, achou que ela provava a sublimidade do defunto...”, (linhas 17-20) “sublimidade” significa:
Texto 1
A MISSA DO COUPÉ
Machado de Assis
“Na Igreja de São Domingos diz-se hoje uma
missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.”
Não se sabendo quem mandava dizer a missa,
ninguém lá foi. A igreja escolhida deu ainda menos
5 relevo ao ato; não era vistosa, nem buscada, mas
velhota, sem galas nem gente, metida ao canto de um
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima.
Às oito horas parou um coupé à porta; o lacaio
desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se.
10 Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora
saiu e tomou o braço ao senhor, atravessaram o
pedacinho de largo e entraram na igreja. Na sacristia
era tudo espanto. A alma que a tais sítios atraíra um
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas
15 não seria como as outras almas ali sufragadas. A
missa foi ouvida sem pêsames nem lágrimas. Quando
acabou, o senhor foi à sacristia dar as espórtulas. O
sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez
mil-réis que recebeu, achou que ela provava a
20 sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O
mesmo pensaria a caixa das almas, se pensasse,
quando a luva da senhora deixou cair dentro uma
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia
dúzia de crianças maltrapilhas, e, fora, alguma gente às
25 portas e no largo, esperando. O senhor, chegando à
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus
no chão. E os dois entraram no carro, com o mesmo
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.
30 ___ A gente local não falou de outra coisa naquele e
nos dias seguintes. Sacristão e vizinhos relembravam
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras
missas vieram vindo, todas a pé, algumas de sapato
roto, não raras descalças, capinhas velhas, morins
35 estragados, missas de chita, ao domingo, missas de
tamancos. Tudo voltou ao costume, mas a missa do
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não
se falou mais nela; esqueceu como um baile.
ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora Globo, 1997, p. 10.
Glossário:
Coupé (ou cupê) – Carruagem ou carro de duas portas.
Desbarretar – Retirar o barrete ou o chapéu.
Espórtula – Esmola.
“Coupé”, “dez mil-réis”, “cinco tostões”, “lacaio” constituem um léxico que comprova a variação linguística entre:
Texto 1
A MISSA DO COUPÉ
Machado de Assis
“Na Igreja de São Domingos diz-se hoje uma
missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.”
Não se sabendo quem mandava dizer a missa,
ninguém lá foi. A igreja escolhida deu ainda menos
5 relevo ao ato; não era vistosa, nem buscada, mas
velhota, sem galas nem gente, metida ao canto de um
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima.
Às oito horas parou um coupé à porta; o lacaio
desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se.
10 Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora
saiu e tomou o braço ao senhor, atravessaram o
pedacinho de largo e entraram na igreja. Na sacristia
era tudo espanto. A alma que a tais sítios atraíra um
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas
15 não seria como as outras almas ali sufragadas. A
missa foi ouvida sem pêsames nem lágrimas. Quando
acabou, o senhor foi à sacristia dar as espórtulas. O
sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez
mil-réis que recebeu, achou que ela provava a
20 sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O
mesmo pensaria a caixa das almas, se pensasse,
quando a luva da senhora deixou cair dentro uma
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia
dúzia de crianças maltrapilhas, e, fora, alguma gente às
25 portas e no largo, esperando. O senhor, chegando à
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus
no chão. E os dois entraram no carro, com o mesmo
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.
30 ___ A gente local não falou de outra coisa naquele e
nos dias seguintes. Sacristão e vizinhos relembravam
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras
missas vieram vindo, todas a pé, algumas de sapato
roto, não raras descalças, capinhas velhas, morins
35 estragados, missas de chita, ao domingo, missas de
tamancos. Tudo voltou ao costume, mas a missa do
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não
se falou mais nela; esqueceu como um baile.
ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora Globo, 1997, p. 10.
Glossário:
Coupé (ou cupê) – Carruagem ou carro de duas portas.
Desbarretar – Retirar o barrete ou o chapéu.
Espórtula – Esmola.
Entre as partes do período “Não se sabendo quem mandava dizer a missa” e “ninguém lá foi” (linhas 3-4), há, respectivamente, uma relação de:
Texto 1
A MISSA DO COUPÉ
Machado de Assis
“Na Igreja de São Domingos diz-se hoje uma
missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.”
Não se sabendo quem mandava dizer a missa,
ninguém lá foi. A igreja escolhida deu ainda menos
5 relevo ao ato; não era vistosa, nem buscada, mas
velhota, sem galas nem gente, metida ao canto de um
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima.
Às oito horas parou um coupé à porta; o lacaio
desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se.
10 Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora
saiu e tomou o braço ao senhor, atravessaram o
pedacinho de largo e entraram na igreja. Na sacristia
era tudo espanto. A alma que a tais sítios atraíra um
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas
15 não seria como as outras almas ali sufragadas. A
missa foi ouvida sem pêsames nem lágrimas. Quando
acabou, o senhor foi à sacristia dar as espórtulas. O
sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez
mil-réis que recebeu, achou que ela provava a
20 sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O
mesmo pensaria a caixa das almas, se pensasse,
quando a luva da senhora deixou cair dentro uma
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia
dúzia de crianças maltrapilhas, e, fora, alguma gente às
25 portas e no largo, esperando. O senhor, chegando à
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus
no chão. E os dois entraram no carro, com o mesmo
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.
30 ___ A gente local não falou de outra coisa naquele e
nos dias seguintes. Sacristão e vizinhos relembravam
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras
missas vieram vindo, todas a pé, algumas de sapato
roto, não raras descalças, capinhas velhas, morins
35 estragados, missas de chita, ao domingo, missas de
tamancos. Tudo voltou ao costume, mas a missa do
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não
se falou mais nela; esqueceu como um baile.
ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora Globo, 1997, p. 10.
Glossário:
Coupé (ou cupê) – Carruagem ou carro de duas portas.
Desbarretar – Retirar o barrete ou o chapéu.
Espórtula – Esmola.
Marque a opção em que as palavras são acentuadas pela mesma regra.
Texto 1
A MISSA DO COUPÉ
Machado de Assis
“Na Igreja de São Domingos diz-se hoje uma
missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.”
Não se sabendo quem mandava dizer a missa,
ninguém lá foi. A igreja escolhida deu ainda menos
5 relevo ao ato; não era vistosa, nem buscada, mas
velhota, sem galas nem gente, metida ao canto de um
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima.
Às oito horas parou um coupé à porta; o lacaio
desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se.
10 Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora
saiu e tomou o braço ao senhor, atravessaram o
pedacinho de largo e entraram na igreja. Na sacristia
era tudo espanto. A alma que a tais sítios atraíra um
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas
15 não seria como as outras almas ali sufragadas. A
missa foi ouvida sem pêsames nem lágrimas. Quando
acabou, o senhor foi à sacristia dar as espórtulas. O
sacristão, agasalhando na algibeira a nota de dez
mil-réis que recebeu, achou que ela provava a
20 sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O
mesmo pensaria a caixa das almas, se pensasse,
quando a luva da senhora deixou cair dentro uma
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia
dúzia de crianças maltrapilhas, e, fora, alguma gente às
25 portas e no largo, esperando. O senhor, chegando à
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus
no chão. E os dois entraram no carro, com o mesmo
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram.
30 ___ A gente local não falou de outra coisa naquele e
nos dias seguintes. Sacristão e vizinhos relembravam
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras
missas vieram vindo, todas a pé, algumas de sapato
roto, não raras descalças, capinhas velhas, morins
35 estragados, missas de chita, ao domingo, missas de
tamancos. Tudo voltou ao costume, mas a missa do
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não
se falou mais nela; esqueceu como um baile.
ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora Globo, 1997, p. 10.
Glossário:
Coupé (ou cupê) – Carruagem ou carro de duas portas.
Desbarretar – Retirar o barrete ou o chapéu.
Espórtula – Esmola.
Em termos morfológicos, todas as opções a seguir apresentam palavras no grau diminutivo, EXCETO a seguinte:
Texto 2
PADRE ANCHIETA
A história do Padre José de Anchieta (1534 –
1597), canonizado pelo Papa Francisco no Vaticano, tem
um breve e marcante episódio na cidade de Maricá.
Em 1584, o padre considerado Apóstolo do Brasil
5 e Fundador Histórico de Maricá realizou a chamada
‘Pesca Miraculosa’ ou ‘Pesca Milagrosa’ na Lagoa de
Maricá, mais precisamente na localidade de Araçatiba,
junto com índios nativos da região. Ele também
realizou uma catequização.
10 ___ Na pesca miraculosa, o Padre José de
Anchieta, que passou a se chamar São José do
Anchieta após a sua canonização, antecipava aos
índios quais peixes eles trariam ao barco em
determinada região da Lagoa de Maricá.
15 ___ A pescaria foi tão abundante e variada que a
praia se abarrotou de homens, que eram poucos para a
salga de tantos peixes. Uma estátua do padre foi
colocada no local em 1997, quando se completaram
400 anos de sua morte, porém, pouco tempo depois foi
20 roubada e até hoje não se conhece o seu paradeiro.
O local da primeira missa realizada por ele
ainda é lembrado, porém, com muita vegetação e
pouca informação de que aquele lugar é histórico no
município. Muitos moradores sequer sabem o
25 significado da cruz afixada para demarcar o local da
primeira missa celebrada na cidade de Maricá.
Adaptado. Fonte: http://maricainfo.com/2014/04/02/marica-padre-jose-de-anchieta-e-a-pesca-miraculosa.html . Acesso em 18 jul 2018.
A breve biografia de Padre Anchieta apresenta como recurso de impessoalização bastante produtivo:
Texto 2
PADRE ANCHIETA
A história do Padre José de Anchieta (1534 –
1597), canonizado pelo Papa Francisco no Vaticano, tem
um breve e marcante episódio na cidade de Maricá.
Em 1584, o padre considerado Apóstolo do Brasil
5 e Fundador Histórico de Maricá realizou a chamada
‘Pesca Miraculosa’ ou ‘Pesca Milagrosa’ na Lagoa de
Maricá, mais precisamente na localidade de Araçatiba,
junto com índios nativos da região. Ele também
realizou uma catequização.
10 ___ Na pesca miraculosa, o Padre José de
Anchieta, que passou a se chamar São José do
Anchieta após a sua canonização, antecipava aos
índios quais peixes eles trariam ao barco em
determinada região da Lagoa de Maricá.
15 ___ A pescaria foi tão abundante e variada que a
praia se abarrotou de homens, que eram poucos para a
salga de tantos peixes. Uma estátua do padre foi
colocada no local em 1997, quando se completaram
400 anos de sua morte, porém, pouco tempo depois foi
20 roubada e até hoje não se conhece o seu paradeiro.
O local da primeira missa realizada por ele
ainda é lembrado, porém, com muita vegetação e
pouca informação de que aquele lugar é histórico no
município. Muitos moradores sequer sabem o
25 significado da cruz afixada para demarcar o local da
primeira missa celebrada na cidade de Maricá.
Adaptado. Fonte: http://maricainfo.com/2014/04/02/marica-padre-jose-de-anchieta-e-a-pesca-miraculosa.html . Acesso em 18 jul 2018.
“O local da primeira missa realizada por ele ainda é lembrado, porém, com muita vegetação e pouca informação de que aquele lugar é histórico no município” (linhas 21-24). Em relação à informação precedente, o conectivo sublinhado:
Texto 2
PADRE ANCHIETA
A história do Padre José de Anchieta (1534 –
1597), canonizado pelo Papa Francisco no Vaticano, tem
um breve e marcante episódio na cidade de Maricá.
Em 1584, o padre considerado Apóstolo do Brasil
5 e Fundador Histórico de Maricá realizou a chamada
‘Pesca Miraculosa’ ou ‘Pesca Milagrosa’ na Lagoa de
Maricá, mais precisamente na localidade de Araçatiba,
junto com índios nativos da região. Ele também
realizou uma catequização.
10 ___ Na pesca miraculosa, o Padre José de
Anchieta, que passou a se chamar São José do
Anchieta após a sua canonização, antecipava aos
índios quais peixes eles trariam ao barco em
determinada região da Lagoa de Maricá.
15 ___ A pescaria foi tão abundante e variada que a
praia se abarrotou de homens, que eram poucos para a
salga de tantos peixes. Uma estátua do padre foi
colocada no local em 1997, quando se completaram
400 anos de sua morte, porém, pouco tempo depois foi
20 roubada e até hoje não se conhece o seu paradeiro.
O local da primeira missa realizada por ele
ainda é lembrado, porém, com muita vegetação e
pouca informação de que aquele lugar é histórico no
município. Muitos moradores sequer sabem o
25 significado da cruz afixada para demarcar o local da
primeira missa celebrada na cidade de Maricá.
Adaptado. Fonte: http://maricainfo.com/2014/04/02/marica-padre-jose-de-anchieta-e-a-pesca-miraculosa.html . Acesso em 18 jul 2018.
O termo sublinhado em “Muitos moradores sequer sabem o significado da cruz afixada para demarcar o local da primeira missa celebrada na cidade de Maricá.” (linhas 24-26) tem valor:
A quantidade de siglas com quatro letras distintas, formadas a partir das letras do conjunto {A, B, C, D, E, F}, é igual a:
O próximo número que completaria a sequência lógica 1, 4, 3, 16, 5, ..., é:
Em um grupo estão reunidas 13 pessoas. Das afirmações abaixo, a única necessariamente verdadeira é:
A negação lógica da afirmação condicional “se Ana adoece, então Pedro fica triste” é:
Um grupo de 500 estudantes participa de uma pesquisa. Sabe-se que desses estudantes, 200 estudam Física, 240 estudam Matemática, 80 estudam Matemática e Física. Se um desses estudantes for sorteado, a probabilidade de que ele não estude Matemática e nem Física é:
Avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir sobre o sistema operacional Windows 7.
I Para acessar pastas compartilhadas as pessoas devem ter uma conta de usuário e uma senha.
II O sistema operacional não possui um assistente para configuração de rede sem fio.
III A conexão com a internet e o concentrador de rede são elementos opcionais de hardware para funcionamento de uma rede ponto a ponto.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente:
Suponha que você digitou COR??.* na caixa “pesquisar” do Windows 7. Um possível resultado da localização de arquivos será:
Na segurança da Informação existe um tipo de ataque em que iscas como “mensagens não solicitadas” são utilizadas para capturar senhas e dados de usuários na Internet. Esse ataque é conhecido como:
Considere a seguinte planilha no MS Excel 2016:
Na planilha supracitada, as células D1, D2, D3, D4, E1, E2, E3 e E4 possuem, respectivamente, os seguintes valores: 3, 20, 2, 4, 5, 12, 6 e 1. Ao se executar na célula E5 a fórmula =$D1-E2+D2, o MS Excel retornará:
No MS Word 2016, o recurso para fazer a contagem de parágrafos em um texto digitado é: