Questões de Concurso Público Prefeitura de Granito - PE 2021 para Auxiliar de Serviços Gerais

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Q4264818 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
É correto afirmar sobre o texto o que se encontra na alternativa:
Alternativas
Q4264819 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Por ser o texto acima pertencente ao gênero entrevista, assinale a opção correta quanto à linguagem: 
Alternativas
Q4264820 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Na passagem Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos.”, a parte destacada apresenta a figura de linguagem:
Alternativas
Q4264821 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
As aspas foram empregadas no fragmento “Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, (...) ”, pois se trata de:
Alternativas
Q4264822 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O vocábulo destacado em “E ele é. Guerreiro down, diga-se.” funciona como um:
Alternativas
Q4264823 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Quanto à classificação dos tipos de sujeito, assinale a opção correta que indica o tipo de sujeito para o verbo destacado na passagem “Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs.”
Alternativas
Q4264824 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
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O plural do substantivo composto destacado neste fragmento “(...) o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, (...).” é o mesmo que o plural do substantivo composto apontado na alternativa:
Alternativas
Q4264825 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
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O vocábulo “guerreiro” presente no texto apresenta:
Alternativas
Q4264826 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Quanto a ter filhos, no texto, o ator Ariel Goldenberg mostra-se contrário e declara os motivos. Um motivo, dentre outros, está corretamente apontado na opção:
Alternativas
Q4264827 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O adjetivo “pura”, presente em “Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos.”, dá origem a uma palavra grafada com “z”: “pureza”; o mesmo fenômeno ocorre com a palavra apontada na alternativa: 
Alternativas
Q4264828 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
Uma passagem que pode justificar o título do texto está presente na resposta da:
Alternativas
Q4264829 Não definido
SOMOS SÓ PARTE DA IMENSA DIVERSIDADE


Protagonista do filme “Colegas”, que estreou sexta, fala da vida com a síndrome de Down e de como se sente igual a todos.


    Protagonista do filme “Colegas”, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. E ele é. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.(...)

   O sonho do guerreiro, agora é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.

     Abaixo, entrevista de Goldenberg, em que revela o segredo de seu sucesso e dá dicas sobre como os pais de crianças com Down podem ajudar seus filhos.

     Como você avalia o seu desempenho no filme?

   Eu dei a minha alma para que o Stallone expressasse a realidade de um down que luta para materializar seus sonhos. Stallone sou eu. Tenho orgulho de dizer que fizemos o filme todo em um take só. Gravamos direto, não houve a necessidade de refazer cenas porque os atores se esqueceram do texto, ou porque não colocaram verdade nos personagens.

     Você alguma vez se sentiu discriminado por ser down?

    Uma vez. E foi, por coincidência, em um cinema. Eu e a Rita estamos acostumados a ir ao cinema toda sexta-feira. Sempre fomos tratados com respeito, mas, naquele dia, o gerente se recusou a aceitar que pagássemos meia-entrada, que é um direito assegurado aos downs. Ficou claro que ele não nos queria lá. Me subiu o sangue na hora.

     Como você conheceu a Rita?

     Entrei no site “Grandes encontros”, que é uma sala de bate-papo para pessoas com deficiência, e a encontrei. O que ela tem de mais? Nada. Apenas uma alma pura e os olhos azuis bonitos. Casamos nos rituais judaico, religião da minha família, e no católico, da família da Rita.

     Você se sente um cara diferente das pessoas comuns?

     Não. Eu me sinto igual a todo mundo. Nós downs perante a sociedade somos downs, mas, perante Deus, somos normais. É claro que eu sei que temos uma cópia a mais do cromossomo 21. Mas todo dia nasce um bebê torto, ou loiro, ou moreno, ou mais inteligente ou menos. Nós somos apenas parte da imensa diversidade dos seres humanos. Por isso, somos normais.

     E ter filhos, você e a Rita não planejam?

    Não. Porque dá muito trabalho formar um filho com a síndrome. E há a probabilidade muito grande de termos um filho com a síndrome. Eu não quero arriscar.


CAPRIGLIONE, Laura. Folha de São Paulo. Disponível
em:
https://www1.folha.uol.com.br/paywall/login.shtml?https:/ /www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/96794-somos-soparte-da-imensa-diversidade-dos-seres-humanos.shtml
O adjetivo em destaque na passagem “Apenas uma alma pura e os olhos azuis (...)” apresenta a mesma sílaba tônica que a palavra da opção:
Alternativas
Q4264830 Não definido

Qual deveria ser a orientação correta do quadrilátero e do círculo?



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q4264831 Não definido

Qual o próximo número na seguinte sequência:



3, 10, 17, 24, 31, ...

Alternativas
Q4264832 Não definido

Encontre duas palavras, uma de cada grupo, que guardem a relação mais próxima.



Grupo A: criança, rosa, ônibus.


Grupo B: nuvem, pedra, escola.

Alternativas
Q4264833 Não definido
Quais entre os seguintes arranjos formam palavras, usando todas as letras de cada arranjo, na língua portuguesa?

I – H I G S E
II – T O O M T
III – A C S C A O
IV – O A R C R
V – A C M R A U
Alternativas
Q4264834 Não definido
Em visita ao Estado de Pernambuco, o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), prometeu pagar um auxílio aos caminhoneiros, sem, portanto, revelar a fonte dos recursos. A cidade pernambucana de onde o presidente fez o anúncio é
Alternativas
Q4264835 Não definido
Dentre as pessoas com pedido de indiciamento, no relatório da CPI da Covid-19, está uma médica que ficou conhecida como “Capitã Cloroquina”. Trata-se da médica
Alternativas
Q4264836 Não definido
O Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou a prisão preventiva e a extradição dos Estados Unidos para o Brasil, de um blogueiro, que responde a inquérito na Corte por disseminar Fake News e atuação em milicias digitais que trabalham contra a democracia e as instituições. Muito ligado a família Bolsonaro, o blogueiro é 
Alternativas
Q4264837 Não definido
A Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais, foi criada em 1997. Criada para preservar recifes e corais, ordenar o turismo, incentivar as manifestações culturais, entre outros, a APA está em quatro municípios do Estado de Pernambuco, exceto:
Alternativas
Respostas
1: E
2: D
3: C
4: B
5: C
6: A
7: E
8: B
9: C
10: D
11: D
12: E
13: B
14: D
15: E
16: A
17: B
18: A
19: D
20: C