Questões de Concurso Público Prefeitura de Granito - PE 2021 para Assistente Social

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Q4264359 Não definido
TEXTO I


GATES E JOBS

Quando as órbitas se cruzam 


    Em astronomia, quando as órbitas de duas estrelas se entrecruzam por causa da interação gravitacional, tem-se um sistema binário. Historicamente, ocorrem situações análogas quando uma era é moldada pela relação e rivalidade de dois grandes astros orbitando: Albert Einstein e Niels Bohr na física no século XX, por exemplo, ou Thomas Jefferson e Alexander Hamilton na condução inicial do governo americano. Nos primeiros trinta anos da era do computador pessoal, a partir do final dos anos 1970, o sistema estelar binário definidor foi composto por dois indivíduos de grande energia, que largaram os estudos na universidade, ambos nascidos em 1955. 

    Bill Gates e Steve Jobs, apesar das ambições semelhantes no ponto de convergência da tecnologia e dos negócios, tinham origens bastante diferentes e personalidades radicalmente distintas. À diferença de Jobs, Gates entendia de programação e tinha uma mente mais prática, mais disciplinada e com grande capacidade de raciocínio analítico. Jobs era mais intuitivo, romântico, e dotado de mais instinto para tornar a tecnologia usável, o design agradável e as interfaces amigáveis. Com sua mania de perfeição, era extremamente exigente, além de administrar com carisma e intensidade indiscriminada.

    Gates era mais metódico; as reuniões para exame dos produtos tinham horário rígido, e ele chegava ao cerne das questões com uma habilidade ímpar. Jobs encarava as pessoas com uma intensidade cáustica e ardente; Gates às vezes não conseguia fazer contato visual, mas era essencialmente bondoso.

    “Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld. “Bill menosprezava Steve porque ele não sabia de fato programar.” Desde o começo da relação, Gates ficou fascinado por Jobs e com uma ligeira inveja de seu efeito hipnótico sobre as pessoas. Mas também o considerava “essencialmente esquisito” e “estranhamente falho como ser humano”, e se sentia desconcertado com a grosseria de Jobs e sua tendência a funcionar “ora no modo de dizer que você era um merda, ora no de tentar seduzi-lo”. Jobs, por sua vez, via em Gates uma estreiteza enervante.

    Suas diferenças de temperamento e personalidade iriam levá-los para lados opostos da linha fundamental de divisão na era digital. Jobs era um perfeccionista que adorava estar no controle e se comprazia com sua índole intransigente de artista; ele e a Apple se tornaram exemplos de uma estratégia digital que integrava solidamente o hardware, o software e o conteúdo numa unidade indissociável. Gates era um analista inteligente, calculista e pragmático dos negócios e da tecnologia; dispunha-se a licenciar o software e o sistema operacional da Microsoft para um grande número de fabricantes.

    Depois de trinta anos, Gates desenvolveu um respeito relutante por Jobs. “De fato, ele nunca entendeu muito de tecnologia, mas tinha um instinto espantoso para saber o que funciona”, disse. Mas Jobs nunca retribuiu valorizando devidamente os pontos fortes de Gates. “Basicamente Bill é pouco imaginativo e nunca inventou nada, e é por isso que acho que ele se sente mais à vontade agora na filantropia do que na tecnologia”, disse Jobs, com pouca justiça. “Ele só pilhava despudoradamente as ideias dos outros.”

(ISAACSON, Walter. Steve Jobs: a biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 189-191. Adaptado)
É correto afirmar que o segundo e terceiro parágrafos apresentam, em relação à tipologia, uma sequência textual, mormente:
Alternativas
Q4264360 Não definido
TEXTO I


GATES E JOBS

Quando as órbitas se cruzam 


    Em astronomia, quando as órbitas de duas estrelas se entrecruzam por causa da interação gravitacional, tem-se um sistema binário. Historicamente, ocorrem situações análogas quando uma era é moldada pela relação e rivalidade de dois grandes astros orbitando: Albert Einstein e Niels Bohr na física no século XX, por exemplo, ou Thomas Jefferson e Alexander Hamilton na condução inicial do governo americano. Nos primeiros trinta anos da era do computador pessoal, a partir do final dos anos 1970, o sistema estelar binário definidor foi composto por dois indivíduos de grande energia, que largaram os estudos na universidade, ambos nascidos em 1955. 

    Bill Gates e Steve Jobs, apesar das ambições semelhantes no ponto de convergência da tecnologia e dos negócios, tinham origens bastante diferentes e personalidades radicalmente distintas. À diferença de Jobs, Gates entendia de programação e tinha uma mente mais prática, mais disciplinada e com grande capacidade de raciocínio analítico. Jobs era mais intuitivo, romântico, e dotado de mais instinto para tornar a tecnologia usável, o design agradável e as interfaces amigáveis. Com sua mania de perfeição, era extremamente exigente, além de administrar com carisma e intensidade indiscriminada.

    Gates era mais metódico; as reuniões para exame dos produtos tinham horário rígido, e ele chegava ao cerne das questões com uma habilidade ímpar. Jobs encarava as pessoas com uma intensidade cáustica e ardente; Gates às vezes não conseguia fazer contato visual, mas era essencialmente bondoso.

    “Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld. “Bill menosprezava Steve porque ele não sabia de fato programar.” Desde o começo da relação, Gates ficou fascinado por Jobs e com uma ligeira inveja de seu efeito hipnótico sobre as pessoas. Mas também o considerava “essencialmente esquisito” e “estranhamente falho como ser humano”, e se sentia desconcertado com a grosseria de Jobs e sua tendência a funcionar “ora no modo de dizer que você era um merda, ora no de tentar seduzi-lo”. Jobs, por sua vez, via em Gates uma estreiteza enervante.

    Suas diferenças de temperamento e personalidade iriam levá-los para lados opostos da linha fundamental de divisão na era digital. Jobs era um perfeccionista que adorava estar no controle e se comprazia com sua índole intransigente de artista; ele e a Apple se tornaram exemplos de uma estratégia digital que integrava solidamente o hardware, o software e o conteúdo numa unidade indissociável. Gates era um analista inteligente, calculista e pragmático dos negócios e da tecnologia; dispunha-se a licenciar o software e o sistema operacional da Microsoft para um grande número de fabricantes.

    Depois de trinta anos, Gates desenvolveu um respeito relutante por Jobs. “De fato, ele nunca entendeu muito de tecnologia, mas tinha um instinto espantoso para saber o que funciona”, disse. Mas Jobs nunca retribuiu valorizando devidamente os pontos fortes de Gates. “Basicamente Bill é pouco imaginativo e nunca inventou nada, e é por isso que acho que ele se sente mais à vontade agora na filantropia do que na tecnologia”, disse Jobs, com pouca justiça. “Ele só pilhava despudoradamente as ideias dos outros.”

(ISAACSON, Walter. Steve Jobs: a biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 189-191. Adaptado)
O subtítulo do texto é construído com base em um recurso estilístico corretamente apontado em:
Alternativas
Q4264361 Não definido
TEXTO I


GATES E JOBS

Quando as órbitas se cruzam 


    Em astronomia, quando as órbitas de duas estrelas se entrecruzam por causa da interação gravitacional, tem-se um sistema binário. Historicamente, ocorrem situações análogas quando uma era é moldada pela relação e rivalidade de dois grandes astros orbitando: Albert Einstein e Niels Bohr na física no século XX, por exemplo, ou Thomas Jefferson e Alexander Hamilton na condução inicial do governo americano. Nos primeiros trinta anos da era do computador pessoal, a partir do final dos anos 1970, o sistema estelar binário definidor foi composto por dois indivíduos de grande energia, que largaram os estudos na universidade, ambos nascidos em 1955. 

    Bill Gates e Steve Jobs, apesar das ambições semelhantes no ponto de convergência da tecnologia e dos negócios, tinham origens bastante diferentes e personalidades radicalmente distintas. À diferença de Jobs, Gates entendia de programação e tinha uma mente mais prática, mais disciplinada e com grande capacidade de raciocínio analítico. Jobs era mais intuitivo, romântico, e dotado de mais instinto para tornar a tecnologia usável, o design agradável e as interfaces amigáveis. Com sua mania de perfeição, era extremamente exigente, além de administrar com carisma e intensidade indiscriminada.

    Gates era mais metódico; as reuniões para exame dos produtos tinham horário rígido, e ele chegava ao cerne das questões com uma habilidade ímpar. Jobs encarava as pessoas com uma intensidade cáustica e ardente; Gates às vezes não conseguia fazer contato visual, mas era essencialmente bondoso.

    “Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld. “Bill menosprezava Steve porque ele não sabia de fato programar.” Desde o começo da relação, Gates ficou fascinado por Jobs e com uma ligeira inveja de seu efeito hipnótico sobre as pessoas. Mas também o considerava “essencialmente esquisito” e “estranhamente falho como ser humano”, e se sentia desconcertado com a grosseria de Jobs e sua tendência a funcionar “ora no modo de dizer que você era um merda, ora no de tentar seduzi-lo”. Jobs, por sua vez, via em Gates uma estreiteza enervante.

    Suas diferenças de temperamento e personalidade iriam levá-los para lados opostos da linha fundamental de divisão na era digital. Jobs era um perfeccionista que adorava estar no controle e se comprazia com sua índole intransigente de artista; ele e a Apple se tornaram exemplos de uma estratégia digital que integrava solidamente o hardware, o software e o conteúdo numa unidade indissociável. Gates era um analista inteligente, calculista e pragmático dos negócios e da tecnologia; dispunha-se a licenciar o software e o sistema operacional da Microsoft para um grande número de fabricantes.

    Depois de trinta anos, Gates desenvolveu um respeito relutante por Jobs. “De fato, ele nunca entendeu muito de tecnologia, mas tinha um instinto espantoso para saber o que funciona”, disse. Mas Jobs nunca retribuiu valorizando devidamente os pontos fortes de Gates. “Basicamente Bill é pouco imaginativo e nunca inventou nada, e é por isso que acho que ele se sente mais à vontade agora na filantropia do que na tecnologia”, disse Jobs, com pouca justiça. “Ele só pilhava despudoradamente as ideias dos outros.”

(ISAACSON, Walter. Steve Jobs: a biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 189-191. Adaptado)
Quanto a aspectos de pontuação, está correto o que se afirma na alternativa:
Alternativas
Q4264362 Não definido
TEXTO I


GATES E JOBS

Quando as órbitas se cruzam 


    Em astronomia, quando as órbitas de duas estrelas se entrecruzam por causa da interação gravitacional, tem-se um sistema binário. Historicamente, ocorrem situações análogas quando uma era é moldada pela relação e rivalidade de dois grandes astros orbitando: Albert Einstein e Niels Bohr na física no século XX, por exemplo, ou Thomas Jefferson e Alexander Hamilton na condução inicial do governo americano. Nos primeiros trinta anos da era do computador pessoal, a partir do final dos anos 1970, o sistema estelar binário definidor foi composto por dois indivíduos de grande energia, que largaram os estudos na universidade, ambos nascidos em 1955. 

    Bill Gates e Steve Jobs, apesar das ambições semelhantes no ponto de convergência da tecnologia e dos negócios, tinham origens bastante diferentes e personalidades radicalmente distintas. À diferença de Jobs, Gates entendia de programação e tinha uma mente mais prática, mais disciplinada e com grande capacidade de raciocínio analítico. Jobs era mais intuitivo, romântico, e dotado de mais instinto para tornar a tecnologia usável, o design agradável e as interfaces amigáveis. Com sua mania de perfeição, era extremamente exigente, além de administrar com carisma e intensidade indiscriminada.

    Gates era mais metódico; as reuniões para exame dos produtos tinham horário rígido, e ele chegava ao cerne das questões com uma habilidade ímpar. Jobs encarava as pessoas com uma intensidade cáustica e ardente; Gates às vezes não conseguia fazer contato visual, mas era essencialmente bondoso.

    “Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld. “Bill menosprezava Steve porque ele não sabia de fato programar.” Desde o começo da relação, Gates ficou fascinado por Jobs e com uma ligeira inveja de seu efeito hipnótico sobre as pessoas. Mas também o considerava “essencialmente esquisito” e “estranhamente falho como ser humano”, e se sentia desconcertado com a grosseria de Jobs e sua tendência a funcionar “ora no modo de dizer que você era um merda, ora no de tentar seduzi-lo”. Jobs, por sua vez, via em Gates uma estreiteza enervante.

    Suas diferenças de temperamento e personalidade iriam levá-los para lados opostos da linha fundamental de divisão na era digital. Jobs era um perfeccionista que adorava estar no controle e se comprazia com sua índole intransigente de artista; ele e a Apple se tornaram exemplos de uma estratégia digital que integrava solidamente o hardware, o software e o conteúdo numa unidade indissociável. Gates era um analista inteligente, calculista e pragmático dos negócios e da tecnologia; dispunha-se a licenciar o software e o sistema operacional da Microsoft para um grande número de fabricantes.

    Depois de trinta anos, Gates desenvolveu um respeito relutante por Jobs. “De fato, ele nunca entendeu muito de tecnologia, mas tinha um instinto espantoso para saber o que funciona”, disse. Mas Jobs nunca retribuiu valorizando devidamente os pontos fortes de Gates. “Basicamente Bill é pouco imaginativo e nunca inventou nada, e é por isso que acho que ele se sente mais à vontade agora na filantropia do que na tecnologia”, disse Jobs, com pouca justiça. “Ele só pilhava despudoradamente as ideias dos outros.”

(ISAACSON, Walter. Steve Jobs: a biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 189-191. Adaptado)
Sobre o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4264363 Não definido
TEXTO I


GATES E JOBS

Quando as órbitas se cruzam 


    Em astronomia, quando as órbitas de duas estrelas se entrecruzam por causa da interação gravitacional, tem-se um sistema binário. Historicamente, ocorrem situações análogas quando uma era é moldada pela relação e rivalidade de dois grandes astros orbitando: Albert Einstein e Niels Bohr na física no século XX, por exemplo, ou Thomas Jefferson e Alexander Hamilton na condução inicial do governo americano. Nos primeiros trinta anos da era do computador pessoal, a partir do final dos anos 1970, o sistema estelar binário definidor foi composto por dois indivíduos de grande energia, que largaram os estudos na universidade, ambos nascidos em 1955. 

    Bill Gates e Steve Jobs, apesar das ambições semelhantes no ponto de convergência da tecnologia e dos negócios, tinham origens bastante diferentes e personalidades radicalmente distintas. À diferença de Jobs, Gates entendia de programação e tinha uma mente mais prática, mais disciplinada e com grande capacidade de raciocínio analítico. Jobs era mais intuitivo, romântico, e dotado de mais instinto para tornar a tecnologia usável, o design agradável e as interfaces amigáveis. Com sua mania de perfeição, era extremamente exigente, além de administrar com carisma e intensidade indiscriminada.

    Gates era mais metódico; as reuniões para exame dos produtos tinham horário rígido, e ele chegava ao cerne das questões com uma habilidade ímpar. Jobs encarava as pessoas com uma intensidade cáustica e ardente; Gates às vezes não conseguia fazer contato visual, mas era essencialmente bondoso.

    “Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld. “Bill menosprezava Steve porque ele não sabia de fato programar.” Desde o começo da relação, Gates ficou fascinado por Jobs e com uma ligeira inveja de seu efeito hipnótico sobre as pessoas. Mas também o considerava “essencialmente esquisito” e “estranhamente falho como ser humano”, e se sentia desconcertado com a grosseria de Jobs e sua tendência a funcionar “ora no modo de dizer que você era um merda, ora no de tentar seduzi-lo”. Jobs, por sua vez, via em Gates uma estreiteza enervante.

    Suas diferenças de temperamento e personalidade iriam levá-los para lados opostos da linha fundamental de divisão na era digital. Jobs era um perfeccionista que adorava estar no controle e se comprazia com sua índole intransigente de artista; ele e a Apple se tornaram exemplos de uma estratégia digital que integrava solidamente o hardware, o software e o conteúdo numa unidade indissociável. Gates era um analista inteligente, calculista e pragmático dos negócios e da tecnologia; dispunha-se a licenciar o software e o sistema operacional da Microsoft para um grande número de fabricantes.

    Depois de trinta anos, Gates desenvolveu um respeito relutante por Jobs. “De fato, ele nunca entendeu muito de tecnologia, mas tinha um instinto espantoso para saber o que funciona”, disse. Mas Jobs nunca retribuiu valorizando devidamente os pontos fortes de Gates. “Basicamente Bill é pouco imaginativo e nunca inventou nada, e é por isso que acho que ele se sente mais à vontade agora na filantropia do que na tecnologia”, disse Jobs, com pouca justiça. “Ele só pilhava despudoradamente as ideias dos outros.”

(ISAACSON, Walter. Steve Jobs: a biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 189-191. Adaptado)
No excerto “(...) e se comprazia com sua índole intransigente de artista; (...)” (5º parágrafo), levando-se em consideração essa ocorrência textual, o vocábulo “SE” assume a função de um(a): 
Alternativas
Q4264364 Não definido
TEXTO I


GATES E JOBS

Quando as órbitas se cruzam 


    Em astronomia, quando as órbitas de duas estrelas se entrecruzam por causa da interação gravitacional, tem-se um sistema binário. Historicamente, ocorrem situações análogas quando uma era é moldada pela relação e rivalidade de dois grandes astros orbitando: Albert Einstein e Niels Bohr na física no século XX, por exemplo, ou Thomas Jefferson e Alexander Hamilton na condução inicial do governo americano. Nos primeiros trinta anos da era do computador pessoal, a partir do final dos anos 1970, o sistema estelar binário definidor foi composto por dois indivíduos de grande energia, que largaram os estudos na universidade, ambos nascidos em 1955. 

    Bill Gates e Steve Jobs, apesar das ambições semelhantes no ponto de convergência da tecnologia e dos negócios, tinham origens bastante diferentes e personalidades radicalmente distintas. À diferença de Jobs, Gates entendia de programação e tinha uma mente mais prática, mais disciplinada e com grande capacidade de raciocínio analítico. Jobs era mais intuitivo, romântico, e dotado de mais instinto para tornar a tecnologia usável, o design agradável e as interfaces amigáveis. Com sua mania de perfeição, era extremamente exigente, além de administrar com carisma e intensidade indiscriminada.

    Gates era mais metódico; as reuniões para exame dos produtos tinham horário rígido, e ele chegava ao cerne das questões com uma habilidade ímpar. Jobs encarava as pessoas com uma intensidade cáustica e ardente; Gates às vezes não conseguia fazer contato visual, mas era essencialmente bondoso.

    “Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld. “Bill menosprezava Steve porque ele não sabia de fato programar.” Desde o começo da relação, Gates ficou fascinado por Jobs e com uma ligeira inveja de seu efeito hipnótico sobre as pessoas. Mas também o considerava “essencialmente esquisito” e “estranhamente falho como ser humano”, e se sentia desconcertado com a grosseria de Jobs e sua tendência a funcionar “ora no modo de dizer que você era um merda, ora no de tentar seduzi-lo”. Jobs, por sua vez, via em Gates uma estreiteza enervante.

    Suas diferenças de temperamento e personalidade iriam levá-los para lados opostos da linha fundamental de divisão na era digital. Jobs era um perfeccionista que adorava estar no controle e se comprazia com sua índole intransigente de artista; ele e a Apple se tornaram exemplos de uma estratégia digital que integrava solidamente o hardware, o software e o conteúdo numa unidade indissociável. Gates era um analista inteligente, calculista e pragmático dos negócios e da tecnologia; dispunha-se a licenciar o software e o sistema operacional da Microsoft para um grande número de fabricantes.

    Depois de trinta anos, Gates desenvolveu um respeito relutante por Jobs. “De fato, ele nunca entendeu muito de tecnologia, mas tinha um instinto espantoso para saber o que funciona”, disse. Mas Jobs nunca retribuiu valorizando devidamente os pontos fortes de Gates. “Basicamente Bill é pouco imaginativo e nunca inventou nada, e é por isso que acho que ele se sente mais à vontade agora na filantropia do que na tecnologia”, disse Jobs, com pouca justiça. “Ele só pilhava despudoradamente as ideias dos outros.”

(ISAACSON, Walter. Steve Jobs: a biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 189-191. Adaptado)
Os elementos coesivos abaixo destacados recuperam, anaforicamente, os referentes no texto, com EXCEÇÃO da alternativa:
Alternativas
Q4264365 Não definido
TEXTO II


O que é o metaverso?


    O Facebook quer um dia ser visto como uma empresa de metaverso, um mundo paralelo baseado na realidade virtual que pode ser o futuro da internet. O dia foi longo. Você passou a manhã indo de uma reunião para a outra, e, no intervalo entre duas delas, bateu um papo com uma colega no corredor sobre um show a que ambas vão assistir, à noite. Vocês se encontram no local do show depois do trabalho, ansiosas para ver ao vivo a banda favorita de K-pop. Quando o show acaba, você compra uma camiseta e tenta esquecer que acabou de ver o ex-namorado por lá.

    Seria apenas um dia normal não fosse um aspecto: você fez tudo isso sem sair de casa, pois você esteve no metaverso.

    O metaverso não tem um criador único ou mesmo uma definição. Ele pode ser vagamente definido como uma realidade digital, relacionada à World Wide Web, mas com elementos de redes sociais, realidade aumentada, games on-line e criptomoedas que permitem aos usuários agir e interagir virtualmente.

    O conceito ainda está na sua infância, mas o potencial é enorme, e alguns analistas afirmam que o metaverso é o futuro da internet.

    “Estou plenamente convencido de que o metaverso será uma nova economia muito maior do que a nossa atual economia”, afirmou o presidente da fabricante de processadores gráficos Nvidia, Jensen Hang.

    A Nvidia, uma empresa cujos investimentos no metaverso já levaram alguns especialistas a afirmarem que ela um dia poderá valer mais do que a Apple, é apenas uma das muitas empresas que tentam se impor nessa nova corrida do ouro. Outras são a Epic Games e a veterana Microsoft.

    O Facebook também já está investindo há anos em realidade virtual e em realidade aumentada para o metaverso. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse esperar que, um dia, as pessoas deixem de ver a empresa como uma rede social e passem a vê-la como uma empresa de metaverso. Nesta semana ele elevou ainda mais seus investimentos ao anunciar a contratação de 10 mil pessoas na Europa para ajudar a desenvolver o metaverso.

    “Em vez de apenas ver o conteúdo, você está dentro dele”, explicou Zuckerberg numa entrevista ao blog de tecnologia The Verge, contrastando a ideia do metaverso com as atuais páginas bidimensionais da internet.

    Variações do metaverso já existem há anos, seja nas redes sociais, na realidade virtual e nos games online, seja no mundo das criptomoedas.

    Jogos interativos ou de construção de mundos, como Second Life, Fortnite, Minecraft e Roblox, têm, todos, elementos do metaverso. Neles, os usuários podem trabalhar e colaborar, participar de eventos e trocar dinheiro real por mercadorias e serviços virtuais. 

    Porém, até aqui esses são mundos fechados. Visionários do metaverso preveem uma realidade virtual na qual alguém pode se mover livremente entre esses diferentes mundos digitais. Usuários poderiam até mesmo ter uma única identidade virtual, na forma de um avatar, e o capital em dinheiro que eles têm num mundo valeria também no outro. Todo mundo pagaria usando uma criptomoeda universalmente aceita.

    A questão dos pagamentos é especialmente relevante para as criptomoedas. Essas moedas virtuais fazem cada vez mais sucesso, em parte porque mais pessoas já ouviram falar em tokens não fungíveis (NFTs), uma tecnologia que pode desempenhar um papel-chave no metaverso.

    NFT é um tipo de ativo digital que representa algo único, portanto não pode ser substituído por outra coisa. Eles são verificados e armazenados por meio da tecnologia blockchain.

    Um NFT de uma imagem digital, CryptoPunk #7523, foi vendido em junho de 2021 por 11,8 milhões de dólares. No início deste mês, a Dolce & Gabbana vendeu uma coleção de roupas em forma de NFTs. Alguns dos itens podem ser vestidos por avatares.

    Em mundos virtuais que já foram criados, usuários estão pagando centenas de milhares de dólares em criptomoedas para comprar NFTs de imóveis digitais. A empresa leiloeira Sotheby's recentemente adquiriu seu próprio bloco de imóveis digitais, que ela usou para construir uma réplica de suas galerias em Londres e realizar um show de artes virtuais.

    As transações com a maioria dos NFTs, bem como as posses deles, estão registradas na blockchain Ethereum, a rede que hospeda ether, a segunda criptomoeda mais usada (a primeira é o bitcoin. CryptoPunk #7523 foi paga em ether). Isso faz com que NFTs e Ethereum estejam numa posição vantajosa para que se tornem a espinha dorsal do metaverso. Isso poderia legitimar as criptomoedas como forma de pagamento, acelerando a aceitação delas pelo público em geral.

    Provavelmente ainda vão se passar décadas até a funcionalidade total do metaverso ser alcançada. Tecnologias centrais, em especial de realidade aumentada, ainda precisam se tornar mais comuns, e além disso o metaverso traz consigo inúmeras questões legais.

    E, para criá-lo, será necessário um grau de cooperação tecnológica entre as empresas que parece irreal quando se pensa, por exemplo, nos inúmeros modelos de cabos para carregar telefones celulares.

    Mas também é verdade que a covid-19 impulsionou o desenvolvimento do metaverso. Esforços de digitalização tiveram um grande impulso depois de a crise sanitária ter obrigado milhões de pessoas em todo o mundo a trabalharem de casa, e plataformas como Slack ou Teams familiarizaram as pessoas com conceitos centrais do metaverso. Muitas empresas já estão tentando recriar digitalmente, para quem trabalha em casa, a espontaniedade das interações humanas nos escritórios.

    O metaverso ainda está na sua infância, mas a Bloomberg Intelligence, o braço de pesquisas do conglomerado Bloomberg, calculou, em julho, que ele poderá ser um mercado de 800 bilhões de dólares já em 2024.


Disponível em: https://istoe.com.br/o-que-e-ometaverso/ (Adaptado)
Assinale a alternativa abaixo em que a função morfológica do termo em destaque DIFERE das demais:
Alternativas
Q4264366 Não definido
TEXTO II


O que é o metaverso?


    O Facebook quer um dia ser visto como uma empresa de metaverso, um mundo paralelo baseado na realidade virtual que pode ser o futuro da internet. O dia foi longo. Você passou a manhã indo de uma reunião para a outra, e, no intervalo entre duas delas, bateu um papo com uma colega no corredor sobre um show a que ambas vão assistir, à noite. Vocês se encontram no local do show depois do trabalho, ansiosas para ver ao vivo a banda favorita de K-pop. Quando o show acaba, você compra uma camiseta e tenta esquecer que acabou de ver o ex-namorado por lá.

    Seria apenas um dia normal não fosse um aspecto: você fez tudo isso sem sair de casa, pois você esteve no metaverso.

    O metaverso não tem um criador único ou mesmo uma definição. Ele pode ser vagamente definido como uma realidade digital, relacionada à World Wide Web, mas com elementos de redes sociais, realidade aumentada, games on-line e criptomoedas que permitem aos usuários agir e interagir virtualmente.

    O conceito ainda está na sua infância, mas o potencial é enorme, e alguns analistas afirmam que o metaverso é o futuro da internet.

    “Estou plenamente convencido de que o metaverso será uma nova economia muito maior do que a nossa atual economia”, afirmou o presidente da fabricante de processadores gráficos Nvidia, Jensen Hang.

    A Nvidia, uma empresa cujos investimentos no metaverso já levaram alguns especialistas a afirmarem que ela um dia poderá valer mais do que a Apple, é apenas uma das muitas empresas que tentam se impor nessa nova corrida do ouro. Outras são a Epic Games e a veterana Microsoft.

    O Facebook também já está investindo há anos em realidade virtual e em realidade aumentada para o metaverso. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse esperar que, um dia, as pessoas deixem de ver a empresa como uma rede social e passem a vê-la como uma empresa de metaverso. Nesta semana ele elevou ainda mais seus investimentos ao anunciar a contratação de 10 mil pessoas na Europa para ajudar a desenvolver o metaverso.

    “Em vez de apenas ver o conteúdo, você está dentro dele”, explicou Zuckerberg numa entrevista ao blog de tecnologia The Verge, contrastando a ideia do metaverso com as atuais páginas bidimensionais da internet.

    Variações do metaverso já existem há anos, seja nas redes sociais, na realidade virtual e nos games online, seja no mundo das criptomoedas.

    Jogos interativos ou de construção de mundos, como Second Life, Fortnite, Minecraft e Roblox, têm, todos, elementos do metaverso. Neles, os usuários podem trabalhar e colaborar, participar de eventos e trocar dinheiro real por mercadorias e serviços virtuais. 

    Porém, até aqui esses são mundos fechados. Visionários do metaverso preveem uma realidade virtual na qual alguém pode se mover livremente entre esses diferentes mundos digitais. Usuários poderiam até mesmo ter uma única identidade virtual, na forma de um avatar, e o capital em dinheiro que eles têm num mundo valeria também no outro. Todo mundo pagaria usando uma criptomoeda universalmente aceita.

    A questão dos pagamentos é especialmente relevante para as criptomoedas. Essas moedas virtuais fazem cada vez mais sucesso, em parte porque mais pessoas já ouviram falar em tokens não fungíveis (NFTs), uma tecnologia que pode desempenhar um papel-chave no metaverso.

    NFT é um tipo de ativo digital que representa algo único, portanto não pode ser substituído por outra coisa. Eles são verificados e armazenados por meio da tecnologia blockchain.

    Um NFT de uma imagem digital, CryptoPunk #7523, foi vendido em junho de 2021 por 11,8 milhões de dólares. No início deste mês, a Dolce & Gabbana vendeu uma coleção de roupas em forma de NFTs. Alguns dos itens podem ser vestidos por avatares.

    Em mundos virtuais que já foram criados, usuários estão pagando centenas de milhares de dólares em criptomoedas para comprar NFTs de imóveis digitais. A empresa leiloeira Sotheby's recentemente adquiriu seu próprio bloco de imóveis digitais, que ela usou para construir uma réplica de suas galerias em Londres e realizar um show de artes virtuais.

    As transações com a maioria dos NFTs, bem como as posses deles, estão registradas na blockchain Ethereum, a rede que hospeda ether, a segunda criptomoeda mais usada (a primeira é o bitcoin. CryptoPunk #7523 foi paga em ether). Isso faz com que NFTs e Ethereum estejam numa posição vantajosa para que se tornem a espinha dorsal do metaverso. Isso poderia legitimar as criptomoedas como forma de pagamento, acelerando a aceitação delas pelo público em geral.

    Provavelmente ainda vão se passar décadas até a funcionalidade total do metaverso ser alcançada. Tecnologias centrais, em especial de realidade aumentada, ainda precisam se tornar mais comuns, e além disso o metaverso traz consigo inúmeras questões legais.

    E, para criá-lo, será necessário um grau de cooperação tecnológica entre as empresas que parece irreal quando se pensa, por exemplo, nos inúmeros modelos de cabos para carregar telefones celulares.

    Mas também é verdade que a covid-19 impulsionou o desenvolvimento do metaverso. Esforços de digitalização tiveram um grande impulso depois de a crise sanitária ter obrigado milhões de pessoas em todo o mundo a trabalharem de casa, e plataformas como Slack ou Teams familiarizaram as pessoas com conceitos centrais do metaverso. Muitas empresas já estão tentando recriar digitalmente, para quem trabalha em casa, a espontaniedade das interações humanas nos escritórios.

    O metaverso ainda está na sua infância, mas a Bloomberg Intelligence, o braço de pesquisas do conglomerado Bloomberg, calculou, em julho, que ele poderá ser um mercado de 800 bilhões de dólares já em 2024.


Disponível em: https://istoe.com.br/o-que-e-ometaverso/ (Adaptado)
O valor semântico do conectivo destacado em “E, para criá-lo, (...)” (18º parágrafo) está corretamente apontado em: 
Alternativas
Q4264367 Não definido
TEXTO II


O que é o metaverso?


    O Facebook quer um dia ser visto como uma empresa de metaverso, um mundo paralelo baseado na realidade virtual que pode ser o futuro da internet. O dia foi longo. Você passou a manhã indo de uma reunião para a outra, e, no intervalo entre duas delas, bateu um papo com uma colega no corredor sobre um show a que ambas vão assistir, à noite. Vocês se encontram no local do show depois do trabalho, ansiosas para ver ao vivo a banda favorita de K-pop. Quando o show acaba, você compra uma camiseta e tenta esquecer que acabou de ver o ex-namorado por lá.

    Seria apenas um dia normal não fosse um aspecto: você fez tudo isso sem sair de casa, pois você esteve no metaverso.

    O metaverso não tem um criador único ou mesmo uma definição. Ele pode ser vagamente definido como uma realidade digital, relacionada à World Wide Web, mas com elementos de redes sociais, realidade aumentada, games on-line e criptomoedas que permitem aos usuários agir e interagir virtualmente.

    O conceito ainda está na sua infância, mas o potencial é enorme, e alguns analistas afirmam que o metaverso é o futuro da internet.

    “Estou plenamente convencido de que o metaverso será uma nova economia muito maior do que a nossa atual economia”, afirmou o presidente da fabricante de processadores gráficos Nvidia, Jensen Hang.

    A Nvidia, uma empresa cujos investimentos no metaverso já levaram alguns especialistas a afirmarem que ela um dia poderá valer mais do que a Apple, é apenas uma das muitas empresas que tentam se impor nessa nova corrida do ouro. Outras são a Epic Games e a veterana Microsoft.

    O Facebook também já está investindo há anos em realidade virtual e em realidade aumentada para o metaverso. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse esperar que, um dia, as pessoas deixem de ver a empresa como uma rede social e passem a vê-la como uma empresa de metaverso. Nesta semana ele elevou ainda mais seus investimentos ao anunciar a contratação de 10 mil pessoas na Europa para ajudar a desenvolver o metaverso.

    “Em vez de apenas ver o conteúdo, você está dentro dele”, explicou Zuckerberg numa entrevista ao blog de tecnologia The Verge, contrastando a ideia do metaverso com as atuais páginas bidimensionais da internet.

    Variações do metaverso já existem há anos, seja nas redes sociais, na realidade virtual e nos games online, seja no mundo das criptomoedas.

    Jogos interativos ou de construção de mundos, como Second Life, Fortnite, Minecraft e Roblox, têm, todos, elementos do metaverso. Neles, os usuários podem trabalhar e colaborar, participar de eventos e trocar dinheiro real por mercadorias e serviços virtuais. 

    Porém, até aqui esses são mundos fechados. Visionários do metaverso preveem uma realidade virtual na qual alguém pode se mover livremente entre esses diferentes mundos digitais. Usuários poderiam até mesmo ter uma única identidade virtual, na forma de um avatar, e o capital em dinheiro que eles têm num mundo valeria também no outro. Todo mundo pagaria usando uma criptomoeda universalmente aceita.

    A questão dos pagamentos é especialmente relevante para as criptomoedas. Essas moedas virtuais fazem cada vez mais sucesso, em parte porque mais pessoas já ouviram falar em tokens não fungíveis (NFTs), uma tecnologia que pode desempenhar um papel-chave no metaverso.

    NFT é um tipo de ativo digital que representa algo único, portanto não pode ser substituído por outra coisa. Eles são verificados e armazenados por meio da tecnologia blockchain.

    Um NFT de uma imagem digital, CryptoPunk #7523, foi vendido em junho de 2021 por 11,8 milhões de dólares. No início deste mês, a Dolce & Gabbana vendeu uma coleção de roupas em forma de NFTs. Alguns dos itens podem ser vestidos por avatares.

    Em mundos virtuais que já foram criados, usuários estão pagando centenas de milhares de dólares em criptomoedas para comprar NFTs de imóveis digitais. A empresa leiloeira Sotheby's recentemente adquiriu seu próprio bloco de imóveis digitais, que ela usou para construir uma réplica de suas galerias em Londres e realizar um show de artes virtuais.

    As transações com a maioria dos NFTs, bem como as posses deles, estão registradas na blockchain Ethereum, a rede que hospeda ether, a segunda criptomoeda mais usada (a primeira é o bitcoin. CryptoPunk #7523 foi paga em ether). Isso faz com que NFTs e Ethereum estejam numa posição vantajosa para que se tornem a espinha dorsal do metaverso. Isso poderia legitimar as criptomoedas como forma de pagamento, acelerando a aceitação delas pelo público em geral.

    Provavelmente ainda vão se passar décadas até a funcionalidade total do metaverso ser alcançada. Tecnologias centrais, em especial de realidade aumentada, ainda precisam se tornar mais comuns, e além disso o metaverso traz consigo inúmeras questões legais.

    E, para criá-lo, será necessário um grau de cooperação tecnológica entre as empresas que parece irreal quando se pensa, por exemplo, nos inúmeros modelos de cabos para carregar telefones celulares.

    Mas também é verdade que a covid-19 impulsionou o desenvolvimento do metaverso. Esforços de digitalização tiveram um grande impulso depois de a crise sanitária ter obrigado milhões de pessoas em todo o mundo a trabalharem de casa, e plataformas como Slack ou Teams familiarizaram as pessoas com conceitos centrais do metaverso. Muitas empresas já estão tentando recriar digitalmente, para quem trabalha em casa, a espontaniedade das interações humanas nos escritórios.

    O metaverso ainda está na sua infância, mas a Bloomberg Intelligence, o braço de pesquisas do conglomerado Bloomberg, calculou, em julho, que ele poderá ser um mercado de 800 bilhões de dólares já em 2024.


Disponível em: https://istoe.com.br/o-que-e-ometaverso/ (Adaptado)
Analise os excertos abaixo e assinale a opção em que há um vocábulo “QUE” destacado cuja função é de conjunção subordinativa adverbial:
Alternativas
Q4264368 Não definido
TEXTO II


O que é o metaverso?


    O Facebook quer um dia ser visto como uma empresa de metaverso, um mundo paralelo baseado na realidade virtual que pode ser o futuro da internet. O dia foi longo. Você passou a manhã indo de uma reunião para a outra, e, no intervalo entre duas delas, bateu um papo com uma colega no corredor sobre um show a que ambas vão assistir, à noite. Vocês se encontram no local do show depois do trabalho, ansiosas para ver ao vivo a banda favorita de K-pop. Quando o show acaba, você compra uma camiseta e tenta esquecer que acabou de ver o ex-namorado por lá.

    Seria apenas um dia normal não fosse um aspecto: você fez tudo isso sem sair de casa, pois você esteve no metaverso.

    O metaverso não tem um criador único ou mesmo uma definição. Ele pode ser vagamente definido como uma realidade digital, relacionada à World Wide Web, mas com elementos de redes sociais, realidade aumentada, games on-line e criptomoedas que permitem aos usuários agir e interagir virtualmente.

    O conceito ainda está na sua infância, mas o potencial é enorme, e alguns analistas afirmam que o metaverso é o futuro da internet.

    “Estou plenamente convencido de que o metaverso será uma nova economia muito maior do que a nossa atual economia”, afirmou o presidente da fabricante de processadores gráficos Nvidia, Jensen Hang.

    A Nvidia, uma empresa cujos investimentos no metaverso já levaram alguns especialistas a afirmarem que ela um dia poderá valer mais do que a Apple, é apenas uma das muitas empresas que tentam se impor nessa nova corrida do ouro. Outras são a Epic Games e a veterana Microsoft.

    O Facebook também já está investindo há anos em realidade virtual e em realidade aumentada para o metaverso. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse esperar que, um dia, as pessoas deixem de ver a empresa como uma rede social e passem a vê-la como uma empresa de metaverso. Nesta semana ele elevou ainda mais seus investimentos ao anunciar a contratação de 10 mil pessoas na Europa para ajudar a desenvolver o metaverso.

    “Em vez de apenas ver o conteúdo, você está dentro dele”, explicou Zuckerberg numa entrevista ao blog de tecnologia The Verge, contrastando a ideia do metaverso com as atuais páginas bidimensionais da internet.

    Variações do metaverso já existem há anos, seja nas redes sociais, na realidade virtual e nos games online, seja no mundo das criptomoedas.

    Jogos interativos ou de construção de mundos, como Second Life, Fortnite, Minecraft e Roblox, têm, todos, elementos do metaverso. Neles, os usuários podem trabalhar e colaborar, participar de eventos e trocar dinheiro real por mercadorias e serviços virtuais. 

    Porém, até aqui esses são mundos fechados. Visionários do metaverso preveem uma realidade virtual na qual alguém pode se mover livremente entre esses diferentes mundos digitais. Usuários poderiam até mesmo ter uma única identidade virtual, na forma de um avatar, e o capital em dinheiro que eles têm num mundo valeria também no outro. Todo mundo pagaria usando uma criptomoeda universalmente aceita.

    A questão dos pagamentos é especialmente relevante para as criptomoedas. Essas moedas virtuais fazem cada vez mais sucesso, em parte porque mais pessoas já ouviram falar em tokens não fungíveis (NFTs), uma tecnologia que pode desempenhar um papel-chave no metaverso.

    NFT é um tipo de ativo digital que representa algo único, portanto não pode ser substituído por outra coisa. Eles são verificados e armazenados por meio da tecnologia blockchain.

    Um NFT de uma imagem digital, CryptoPunk #7523, foi vendido em junho de 2021 por 11,8 milhões de dólares. No início deste mês, a Dolce & Gabbana vendeu uma coleção de roupas em forma de NFTs. Alguns dos itens podem ser vestidos por avatares.

    Em mundos virtuais que já foram criados, usuários estão pagando centenas de milhares de dólares em criptomoedas para comprar NFTs de imóveis digitais. A empresa leiloeira Sotheby's recentemente adquiriu seu próprio bloco de imóveis digitais, que ela usou para construir uma réplica de suas galerias em Londres e realizar um show de artes virtuais.

    As transações com a maioria dos NFTs, bem como as posses deles, estão registradas na blockchain Ethereum, a rede que hospeda ether, a segunda criptomoeda mais usada (a primeira é o bitcoin. CryptoPunk #7523 foi paga em ether). Isso faz com que NFTs e Ethereum estejam numa posição vantajosa para que se tornem a espinha dorsal do metaverso. Isso poderia legitimar as criptomoedas como forma de pagamento, acelerando a aceitação delas pelo público em geral.

    Provavelmente ainda vão se passar décadas até a funcionalidade total do metaverso ser alcançada. Tecnologias centrais, em especial de realidade aumentada, ainda precisam se tornar mais comuns, e além disso o metaverso traz consigo inúmeras questões legais.

    E, para criá-lo, será necessário um grau de cooperação tecnológica entre as empresas que parece irreal quando se pensa, por exemplo, nos inúmeros modelos de cabos para carregar telefones celulares.

    Mas também é verdade que a covid-19 impulsionou o desenvolvimento do metaverso. Esforços de digitalização tiveram um grande impulso depois de a crise sanitária ter obrigado milhões de pessoas em todo o mundo a trabalharem de casa, e plataformas como Slack ou Teams familiarizaram as pessoas com conceitos centrais do metaverso. Muitas empresas já estão tentando recriar digitalmente, para quem trabalha em casa, a espontaniedade das interações humanas nos escritórios.

    O metaverso ainda está na sua infância, mas a Bloomberg Intelligence, o braço de pesquisas do conglomerado Bloomberg, calculou, em julho, que ele poderá ser um mercado de 800 bilhões de dólares já em 2024.


Disponível em: https://istoe.com.br/o-que-e-ometaverso/ (Adaptado)
A classificação da oração destacada no fragmento “Mas também é verdade que a covid-19 impulsionou o desenvolvimento do metaverso.” (19º parágrafo) está correta em:
Alternativas
Q4264369 Não definido
TEXTO II


O que é o metaverso?


    O Facebook quer um dia ser visto como uma empresa de metaverso, um mundo paralelo baseado na realidade virtual que pode ser o futuro da internet. O dia foi longo. Você passou a manhã indo de uma reunião para a outra, e, no intervalo entre duas delas, bateu um papo com uma colega no corredor sobre um show a que ambas vão assistir, à noite. Vocês se encontram no local do show depois do trabalho, ansiosas para ver ao vivo a banda favorita de K-pop. Quando o show acaba, você compra uma camiseta e tenta esquecer que acabou de ver o ex-namorado por lá.

    Seria apenas um dia normal não fosse um aspecto: você fez tudo isso sem sair de casa, pois você esteve no metaverso.

    O metaverso não tem um criador único ou mesmo uma definição. Ele pode ser vagamente definido como uma realidade digital, relacionada à World Wide Web, mas com elementos de redes sociais, realidade aumentada, games on-line e criptomoedas que permitem aos usuários agir e interagir virtualmente.

    O conceito ainda está na sua infância, mas o potencial é enorme, e alguns analistas afirmam que o metaverso é o futuro da internet.

    “Estou plenamente convencido de que o metaverso será uma nova economia muito maior do que a nossa atual economia”, afirmou o presidente da fabricante de processadores gráficos Nvidia, Jensen Hang.

    A Nvidia, uma empresa cujos investimentos no metaverso já levaram alguns especialistas a afirmarem que ela um dia poderá valer mais do que a Apple, é apenas uma das muitas empresas que tentam se impor nessa nova corrida do ouro. Outras são a Epic Games e a veterana Microsoft.

    O Facebook também já está investindo há anos em realidade virtual e em realidade aumentada para o metaverso. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse esperar que, um dia, as pessoas deixem de ver a empresa como uma rede social e passem a vê-la como uma empresa de metaverso. Nesta semana ele elevou ainda mais seus investimentos ao anunciar a contratação de 10 mil pessoas na Europa para ajudar a desenvolver o metaverso.

    “Em vez de apenas ver o conteúdo, você está dentro dele”, explicou Zuckerberg numa entrevista ao blog de tecnologia The Verge, contrastando a ideia do metaverso com as atuais páginas bidimensionais da internet.

    Variações do metaverso já existem há anos, seja nas redes sociais, na realidade virtual e nos games online, seja no mundo das criptomoedas.

    Jogos interativos ou de construção de mundos, como Second Life, Fortnite, Minecraft e Roblox, têm, todos, elementos do metaverso. Neles, os usuários podem trabalhar e colaborar, participar de eventos e trocar dinheiro real por mercadorias e serviços virtuais. 

    Porém, até aqui esses são mundos fechados. Visionários do metaverso preveem uma realidade virtual na qual alguém pode se mover livremente entre esses diferentes mundos digitais. Usuários poderiam até mesmo ter uma única identidade virtual, na forma de um avatar, e o capital em dinheiro que eles têm num mundo valeria também no outro. Todo mundo pagaria usando uma criptomoeda universalmente aceita.

    A questão dos pagamentos é especialmente relevante para as criptomoedas. Essas moedas virtuais fazem cada vez mais sucesso, em parte porque mais pessoas já ouviram falar em tokens não fungíveis (NFTs), uma tecnologia que pode desempenhar um papel-chave no metaverso.

    NFT é um tipo de ativo digital que representa algo único, portanto não pode ser substituído por outra coisa. Eles são verificados e armazenados por meio da tecnologia blockchain.

    Um NFT de uma imagem digital, CryptoPunk #7523, foi vendido em junho de 2021 por 11,8 milhões de dólares. No início deste mês, a Dolce & Gabbana vendeu uma coleção de roupas em forma de NFTs. Alguns dos itens podem ser vestidos por avatares.

    Em mundos virtuais que já foram criados, usuários estão pagando centenas de milhares de dólares em criptomoedas para comprar NFTs de imóveis digitais. A empresa leiloeira Sotheby's recentemente adquiriu seu próprio bloco de imóveis digitais, que ela usou para construir uma réplica de suas galerias em Londres e realizar um show de artes virtuais.

    As transações com a maioria dos NFTs, bem como as posses deles, estão registradas na blockchain Ethereum, a rede que hospeda ether, a segunda criptomoeda mais usada (a primeira é o bitcoin. CryptoPunk #7523 foi paga em ether). Isso faz com que NFTs e Ethereum estejam numa posição vantajosa para que se tornem a espinha dorsal do metaverso. Isso poderia legitimar as criptomoedas como forma de pagamento, acelerando a aceitação delas pelo público em geral.

    Provavelmente ainda vão se passar décadas até a funcionalidade total do metaverso ser alcançada. Tecnologias centrais, em especial de realidade aumentada, ainda precisam se tornar mais comuns, e além disso o metaverso traz consigo inúmeras questões legais.

    E, para criá-lo, será necessário um grau de cooperação tecnológica entre as empresas que parece irreal quando se pensa, por exemplo, nos inúmeros modelos de cabos para carregar telefones celulares.

    Mas também é verdade que a covid-19 impulsionou o desenvolvimento do metaverso. Esforços de digitalização tiveram um grande impulso depois de a crise sanitária ter obrigado milhões de pessoas em todo o mundo a trabalharem de casa, e plataformas como Slack ou Teams familiarizaram as pessoas com conceitos centrais do metaverso. Muitas empresas já estão tentando recriar digitalmente, para quem trabalha em casa, a espontaniedade das interações humanas nos escritórios.

    O metaverso ainda está na sua infância, mas a Bloomberg Intelligence, o braço de pesquisas do conglomerado Bloomberg, calculou, em julho, que ele poderá ser um mercado de 800 bilhões de dólares já em 2024.


Disponível em: https://istoe.com.br/o-que-e-ometaverso/ (Adaptado)
O vocábulo “metaverso”, alvo da discussão do texto, constitui, quanto à formação de palavras na língua portuguesa, um(a):
Alternativas
Q4264370 Não definido
TEXTO II


O que é o metaverso?


    O Facebook quer um dia ser visto como uma empresa de metaverso, um mundo paralelo baseado na realidade virtual que pode ser o futuro da internet. O dia foi longo. Você passou a manhã indo de uma reunião para a outra, e, no intervalo entre duas delas, bateu um papo com uma colega no corredor sobre um show a que ambas vão assistir, à noite. Vocês se encontram no local do show depois do trabalho, ansiosas para ver ao vivo a banda favorita de K-pop. Quando o show acaba, você compra uma camiseta e tenta esquecer que acabou de ver o ex-namorado por lá.

    Seria apenas um dia normal não fosse um aspecto: você fez tudo isso sem sair de casa, pois você esteve no metaverso.

    O metaverso não tem um criador único ou mesmo uma definição. Ele pode ser vagamente definido como uma realidade digital, relacionada à World Wide Web, mas com elementos de redes sociais, realidade aumentada, games on-line e criptomoedas que permitem aos usuários agir e interagir virtualmente.

    O conceito ainda está na sua infância, mas o potencial é enorme, e alguns analistas afirmam que o metaverso é o futuro da internet.

    “Estou plenamente convencido de que o metaverso será uma nova economia muito maior do que a nossa atual economia”, afirmou o presidente da fabricante de processadores gráficos Nvidia, Jensen Hang.

    A Nvidia, uma empresa cujos investimentos no metaverso já levaram alguns especialistas a afirmarem que ela um dia poderá valer mais do que a Apple, é apenas uma das muitas empresas que tentam se impor nessa nova corrida do ouro. Outras são a Epic Games e a veterana Microsoft.

    O Facebook também já está investindo há anos em realidade virtual e em realidade aumentada para o metaverso. O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, disse esperar que, um dia, as pessoas deixem de ver a empresa como uma rede social e passem a vê-la como uma empresa de metaverso. Nesta semana ele elevou ainda mais seus investimentos ao anunciar a contratação de 10 mil pessoas na Europa para ajudar a desenvolver o metaverso.

    “Em vez de apenas ver o conteúdo, você está dentro dele”, explicou Zuckerberg numa entrevista ao blog de tecnologia The Verge, contrastando a ideia do metaverso com as atuais páginas bidimensionais da internet.

    Variações do metaverso já existem há anos, seja nas redes sociais, na realidade virtual e nos games online, seja no mundo das criptomoedas.

    Jogos interativos ou de construção de mundos, como Second Life, Fortnite, Minecraft e Roblox, têm, todos, elementos do metaverso. Neles, os usuários podem trabalhar e colaborar, participar de eventos e trocar dinheiro real por mercadorias e serviços virtuais. 

    Porém, até aqui esses são mundos fechados. Visionários do metaverso preveem uma realidade virtual na qual alguém pode se mover livremente entre esses diferentes mundos digitais. Usuários poderiam até mesmo ter uma única identidade virtual, na forma de um avatar, e o capital em dinheiro que eles têm num mundo valeria também no outro. Todo mundo pagaria usando uma criptomoeda universalmente aceita.

    A questão dos pagamentos é especialmente relevante para as criptomoedas. Essas moedas virtuais fazem cada vez mais sucesso, em parte porque mais pessoas já ouviram falar em tokens não fungíveis (NFTs), uma tecnologia que pode desempenhar um papel-chave no metaverso.

    NFT é um tipo de ativo digital que representa algo único, portanto não pode ser substituído por outra coisa. Eles são verificados e armazenados por meio da tecnologia blockchain.

    Um NFT de uma imagem digital, CryptoPunk #7523, foi vendido em junho de 2021 por 11,8 milhões de dólares. No início deste mês, a Dolce & Gabbana vendeu uma coleção de roupas em forma de NFTs. Alguns dos itens podem ser vestidos por avatares.

    Em mundos virtuais que já foram criados, usuários estão pagando centenas de milhares de dólares em criptomoedas para comprar NFTs de imóveis digitais. A empresa leiloeira Sotheby's recentemente adquiriu seu próprio bloco de imóveis digitais, que ela usou para construir uma réplica de suas galerias em Londres e realizar um show de artes virtuais.

    As transações com a maioria dos NFTs, bem como as posses deles, estão registradas na blockchain Ethereum, a rede que hospeda ether, a segunda criptomoeda mais usada (a primeira é o bitcoin. CryptoPunk #7523 foi paga em ether). Isso faz com que NFTs e Ethereum estejam numa posição vantajosa para que se tornem a espinha dorsal do metaverso. Isso poderia legitimar as criptomoedas como forma de pagamento, acelerando a aceitação delas pelo público em geral.

    Provavelmente ainda vão se passar décadas até a funcionalidade total do metaverso ser alcançada. Tecnologias centrais, em especial de realidade aumentada, ainda precisam se tornar mais comuns, e além disso o metaverso traz consigo inúmeras questões legais.

    E, para criá-lo, será necessário um grau de cooperação tecnológica entre as empresas que parece irreal quando se pensa, por exemplo, nos inúmeros modelos de cabos para carregar telefones celulares.

    Mas também é verdade que a covid-19 impulsionou o desenvolvimento do metaverso. Esforços de digitalização tiveram um grande impulso depois de a crise sanitária ter obrigado milhões de pessoas em todo o mundo a trabalharem de casa, e plataformas como Slack ou Teams familiarizaram as pessoas com conceitos centrais do metaverso. Muitas empresas já estão tentando recriar digitalmente, para quem trabalha em casa, a espontaniedade das interações humanas nos escritórios.

    O metaverso ainda está na sua infância, mas a Bloomberg Intelligence, o braço de pesquisas do conglomerado Bloomberg, calculou, em julho, que ele poderá ser um mercado de 800 bilhões de dólares já em 2024.


Disponível em: https://istoe.com.br/o-que-e-ometaverso/ (Adaptado)
Com relação a informações que se podem depreender do texto, apenas está correta aquela presente na alternativa:
Alternativas
Q4264371 Não definido
Uma urna contém, inicialmente, 2 bolas brancas e 3 bolas pretas. Uma bola é retirada ao acaso. Se ela for preta, retorna para a urna e adiciona-se mais uma bola branca. Se ela for branca, retorna para a urna com mais duas bolas, sendo uma branca e uma preta. Em seguida, outra bola é selecionada ao acaso. Qual a probabilidade da segunda bola ser preta?

Q13.png (222×177)
Alternativas
Q4264372 Não definido
Na lógica proposicional determinadas expressões recebem nomes especiais. Considere a seguinte expressão lógica:

Q14.png (427×85)

Podemos classificar esta expressão lógica como:
Alternativas
Q4264373 Não definido
O PIB da República Internacional de Kubanacan no ano passado caiu 10%, já este ano subiu 9%. O líder supremo do país foi aos jornais e TVs afirmar que não havia motivo para se preocupar, uma vez que nos dois anos houve um crescimento conjunto de 19%. 

Q15.png (452×272)

Mas os Kubanacanenses, que conhecem a lógica quantitativa, sabem que esta informação é incorreta, pois no acumulado dos dois anos houve:
Alternativas
Q4264374 Não definido
Uma máquina hipotética recebe diversas quantidades das matérias primas x e y produzindo uma certa quantidade de produto z, conforme indicado na tabela.

Q16.png (312×595)

A quantidade de produto z que se produz ao serem adicionadas 5 unidades da matéria prima x e 5 unidades da matéria prima y é: 
Alternativas
Q4264375 Não definido
Considere o texto abaixo e marque a alternativa correta,

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), o Brasil tem um potencial de geração de energia eólica estimado em cerca de 500 gigawatts (GM), o suficiente para atender o triplo da demanda atual de energia do país. Este número é mais de três vezes superior à produção de energia elétrica provinda de outras fontes, como a hidrelétrica, biomassa, gás natural, óleo, carvão e nuclear. Disponível em: https://ecoa.org.br. Acesso/dez-2020.

A Região que lidera a produção de ENERGIA EÓLICA no Brasil é a: 
Alternativas
Q4264376 Não definido
Marque a alternativa correta

Em novembro de 2019, foi realizada em Brasília a 11ª Cúpula do BRICS. Presidida pelo Brasil, a reunião teve como lema “Crescimento Econômico para um Futuro Inovador”. Foram discutidos, prioritariamente, temas relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo. Essa foi a segunda vez que Brasília sediou a conferência.

O BRICS é o agrupamento formado por cinco grandes países - Brasil, Rússia, Índia, China e:
Alternativas
Q4264377 Não definido
Considere a imagem abaixo e complete corretamente o espaço em branco,

Q19.png (410×226)

O primeiro caso do novo coronavírus no Brasil foi confirmado pelo Ministério da Saúde no mês de fevereiro, tratando-se de um homem de 61 anos que veio ____________________ recentemente. O paciente apresentou os sintomas e procurou um hospital em São Paulo para fazer o teste, o qual deu positivo. Para a confirmação, houve a necessidade de uma contraprova e o resultado também foi positivo.

A alternativa que completa corretamente o espaço em branco é: 
Alternativas
Q4264378 Não definido
Marque a alternativa que completa corretamente o espaço em branco:

É Feriado Municipal o dia, _____________________, Padroeiro(a) da Vila de Rancharia e povoado de Lagoa Nova, Distritos do município de Granito-PE. 
Alternativas
Respostas
1: C
2: E
3: A
4: D
5: B
6: A
7: A
8: E
9: E
10: C
11: D
12: D
13: B
14: A
15: D
16: E
17: B
18: C
19: D
20: C