Questões de Concurso Público Prefeitura de Congonhas - MG 2010 para Professor - Educação Infantil

Foram encontradas 60 questões

Q212435 Pedagogia
Muitos alunos evadem da escola por que:
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Q212436 Pedagogia
Na elaboração do Projeto Político Pedagógico NÃO poderá ser dispensado um parágrafo para exprimir sobre:
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Q212437 Pedagogia
São alguns princípios estabelecidos pela LDBEN 9394/96 Art. 3º, EXCETO:
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Q212438 Pedagogia
Do direito à Educação e do dever de educar”, o Art. 4º da LDBEN, em um de seus incisos afirma:
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Q212439 Pedagogia
Para descobrir quais são as reais necessidades da classe, são algumas sugestões, EXCETO:
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Q212440 Pedagogia
De acordo com os PCN’s, de 5º ao 9º ano é tradição do ensino de História:
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Q212462 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Conforme dispõe a Lei Orgânica de Congonhas, a atividade de administração pública do Poder Público do município, obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, motivação e razoabilidade. A moralidade e a razoabilidade serão apuradas com a seguinte finalidade:
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Q212464 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Lei Orgânica de Congonhas explicita que depende de lei, em cada caso abaixo relacionado, EXCETO:
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Q212465 Atualidades
Os grupos frigoríficos JBS e Marfrig suspenderam juntos relações comerciais com mais de 200 fornecedores de gado que atuam com alguma irregularidade, social ou ambiental, no Bioma Amazônico, informaram as empresas em 20/07/10. O JBS, maior produtor de carne bovina do mundo, e o Marfrig, o segundo do Brasil e também um dos maiores participantes no mercado global de carnes, tomaram a decisão após detectarem via satélite que parte de seus fornecedores atuava em áreas de preservação indígena ou próximas de desmatamentos.” (Da Reuters)

Sobre tal fato, analise:


I. A ação é resultado da Lei nº. 3109/2010 aprovada pelo Senado e sancionada pela presidência da República que proíbe em território nacional a comercialização de carne com produtores que desmatam áreas da Floresta Amazônica.

II. Um acordo feito com o Ministério Público Federal e o Ministério do Meio Ambiente, sob imposição do Greenpeace, fez com que o Marfrig suspendesse 170 fornecedores de sua lista de mais de 2 mil que atuam em Mato Grosso e Rondônia, já o JBS cortou de seu cadastro 31 pecuaristas, colocando ainda 1491 em situação de “alerta”, enquanto verifica a condição desses criadores de gado nos estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Acre.

III. O avanço da pecuária é tido por especialistas e pelo Ministério do Meio Ambiente como um dos principais responsáveis pelo desmatamento da Amazônia, por isso, um movimento orquestrado por organizações civis vem pressionando empresas a não comercializarem com produtores envolvidos nesta prática.

IV. Além de ações dos frigoríficos, os desflorestamentos decorrentes do avanço da criação de bois na Amazônia vêm gerando ações do Governo Federal, como a implantação de um programa para monitorar fazendas de gado do Pará – importante criador de gado e um dos estados que mais desmata ao lado do Mato Grosso – pelo Ministério da Agricultura e a intensificação da fiscalização na área também pelo Ministério do Meio Ambiente.

Estão INCORRETAS apenas as afirmativas:


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Q212466 Atualidades
Ao final deste ano, Luiz Inácio Lula da Silva, deixa a presidência do Brasil em seu segundo mandato consecutivo, assim como seu antecessor Fernando Henrique Cardoso. O primeiro presidente brasileiro a ocupar o cargo por dois mandatos consecutivos, segundo a galeria dos presidentes apresentada no site oficial do Governo Federal, foi:
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Q212472 Atualidades
Segundo projeções da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, a expectativa de investimento da potência asiática no Brasil, em 2010, deve chegar a US$ 12 bilhões, alçando a condição de maior investidor estrangeiro no país. Esse número representa praticamente o dobro dos US$5,7 bilhões, maior investimento de 2009, por nação, realizado pela:
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Q212475 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre o município de Congonhas, é correto afirmar que:
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Q212477 História e Geografia de Estados e Municípios
A expectativa de crescimento econômico do município de Congonhas nos próximos anos vem chamando a atenção de todo o estado de Minas Gerais. Sobre sua economia, analise:

I. A extração de minério de ferro e a produção do aço formam a base da economia de Congonhas que possui exploração de ocre, caulim, talco, manganês, entre muitos outros minerais.

II. A agricultura de Congonhas se baseia na produção do café e do milho, tendo uma organizada cooperativa que visa a exportação dos produtos locais.

III. Devido a qualidade dos produtos, a indústria caseira de alimentos e o artesanato vêm aumentando a produção e já fazem parte da economia local.

IV. Na pecuária, Congonhas possui uma expressiva criação de galináceos que é considerada a mais importante do município na área.

Estão INCORRETAS apenas as afirmativas:
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Q212479 História e Geografia de Estados e Municípios
O destaque econômico de Congonhas atualmente não é novidade em sua história. O município já viveu vários ciclos econômicos, dos quais podemos afirmar, EXCETO:
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Q212481 História e Geografia de Estados e Municípios
Relacione o monumento com suas características:

I. Romaria.

II. Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

III. Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

IV. Museu da Imagem e Memória de Congonhas.

( ) Apresenta estilo jesuítico e frontispício de Aleijadinho, possuindo uma das maiores naves, sem coluna de sustentação, do barroco mineiro.

( ) Centro cultural e de eventos do município, possui uma área de 53 mil metros quadrados e já foi abrigo aos romeiros pobres que se destinavam a festa do Jubileu em Congonhas.

( ) Instalado no antigo casarão dos Fonseca, histórica Rua da Ladeira, possui as galerias dos prefeitos, juízes e mais 11 notáveis da história da cidade.

( ) Mais alta expressão do barroco mineiro com valor artístico inestimável, possui em sua área externa esculturas dos doze profetas e das Capelas dos Passos.

A sequência está correta em:
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Q212484 História e Geografia de Estados e Municípios
Minha Congonhas, terra querida, arte, amor e vida.” Estas são as palavras finais da letra do Hino de Congonhas, que teve sua música e orquestração composta por:
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Q212561 Português
Para fugir à armadilha da simplificação 
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras sobre a insegurança pública e as causas da criminalidade. As explicações reducionistas ajudam a exorcizar o medo, mas não contribuem para esclarecer a complexidade da violência, em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: “mais polícia na rua”, “pobreza”, “desigualdade” e “vontade política”. 
  Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos e por novas metodologias, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar, numa blitz. Afinal, esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem intencionados digam que o crime é consequência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? 
  Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Mas essa hipótese tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de nações desiguais, inclusive sociedades de castas e monarquias profundamente hierarquizadas, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que introjetamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo pelo qual nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. Se é assim, a violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos educados. Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz. 
  Outra tese que faz sucesso, talvez porque permita farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de “vontade política” das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas. 
  Para evitar esses equívocos, é preciso pensar toda essa problemática com mais espírito crítico e humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da generalização. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. 
  O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens, quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam a autoestima, atribuindo poder aos excluídos. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza ou da desigualdade. Suas práticas são estimuladas pela impunidade. 
  Em outras palavras, pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade, dependendo do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
(Luiz Eduardo Soares, Revista Veja. São Paulo, Abril, 30 de janeiro de 2002

O termo destacado em “...que os respeite, ...” (5º§) retoma a expressão antecedente:
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Q212562 Português
Para fugir à armadilha da simplificação 
Os crimes bárbaros abalam nossa confiança no futuro. Para controlar a angústia, somos tentados a formular hipóteses simplificadoras sobre a insegurança pública e as causas da criminalidade. As explicações reducionistas ajudam a exorcizar o medo, mas não contribuem para esclarecer a complexidade da violência, em nossa sociedade. No repertório das especulações, as campeãs são: “mais polícia na rua”, “pobreza”, “desigualdade” e “vontade política”. 
  Mais polícia? Pesquisas internacionais mostram que mais do mesmo não resolve. Se a presença não se orientar por diagnósticos precisos e por novas metodologias, não adianta. Por falar em policiamento ostensivo, nós todos ficamos chocados quando policiais escolhem os pobres e, entre eles, os negros para revistar, numa blitz. Afinal, esse procedimento fere nossas convicções humanistas e igualitárias. Entretanto, achamos perfeitamente natural e até edificante que políticos bem intencionados digam que o crime é consequência da pobreza. Alguém já parou para pensar nesse paradoxo? 
  Outro argumento que logo ocorre a quem é sensível aos dramas sociais aponta para a desigualdade como a causa do crime. Mas essa hipótese tampouco se sustenta. Há muitos exemplos de nações desiguais, inclusive sociedades de castas e monarquias profundamente hierarquizadas, com poucos crimes. O fato é que nossos comportamentos sociais são aprendidos, assimilados no processo espontâneo da educação. Nenhum fator social age sozinho ou diretamente sobre nós. Entre o fator social e nossos atos, há os valores que introjetamos desde a infância, há nossas emoções e a cultura, ou seja, o modo pelo qual nosso grupo decifra a realidade em que vive e autoriza ou inibe reações violentas. Se é assim, a violência e o crime que praticamos são comportamentos nos quais somos educados. Pelas mesmas razões, pode haver uma educação para a paz. 
  Outra tese que faz sucesso, talvez porque permita farta manipulação política, é aquela que atribui a insegurança à falta de “vontade política” das autoridades. Como se os gestores públicos soubessem muito bem como resolver os problemas e deixassem de fazê-lo por inapetência ou desapreço pelo cumprimento do dever. Essa acusação traz consigo a suposição mistificadora de que os críticos, se estivessem no poder, saberiam exatamente o que fazer. E, dado que têm vontade, resolveriam os problemas. 
  Para evitar esses equívocos, é preciso pensar toda essa problemática com mais espírito crítico e humildade intelectual. As explicações para a violência e o crime não são fáceis. Sobretudo, é necessário evitar a armadilha da generalização. Não existe o crime, no singular. Há uma diversidade imensa de práticas criminosas, associadas a dinâmicas sociais muito diferentes. Por isso, não faz sentido imaginar que seria possível identificar apenas uma causa para o universo heterogêneo da criminalidade. Os roubos praticados nas esquinas por meninos pobres, que vivem nas ruas cheirando cola, abandonados à própria sorte, sem acesso à educação e ao amor de uma família que os respeite, evidentemente expressam esse contexto cruel. É claro que esses crimes são indissociáveis desse quadro social. 
  O mesmo vale para o varejo das drogas, nas periferias: juventude ociosa e sem esperança é presa fácil para os agenciadores do comércio clandestino de drogas. Não é difícil recrutar um verdadeiro exército de jovens, quando se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho e benefícios simbólicos que valorizam a autoestima, atribuindo poder aos excluídos. Por outro lado, os operadores do tráfico de armas, que atuam no atacado, lavando dinheiro no mercado financeiro internacional, não são filhos da pobreza ou da desigualdade. Suas práticas são estimuladas pela impunidade. 
  Em outras palavras, pobreza e desigualdade são e não são condicionantes da criminalidade, dependendo do tipo de crime, do contexto intersubjetivo e do horizonte cultural a que nos referirmos. Esse quadro complexo exige políticas sensíveis às várias dimensões que o compõem. É tempo de aposentar as visões unilaterais e o voluntarismo.
(Luiz Eduardo Soares, Revista Veja. São Paulo, Abril, 30 de janeiro de 2002

Observe a palavra em destaque nos trechos a seguir:

I. “Se é assim,...” (3º§)

II. “... se estivessem no poder,...” (4º§)

III. “... se oferecem vantagens econômicas muito superiores às alternativas proporcionadas pelo mercado de trabalho...” (6º§)

A palavra “se”, destacada nas frases anteriores, indica hipótese apenas em:
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Q212563 Pedagogia
Grades quebradas, vidros estilhaçados, muros pichados são apenas o cenário de um drama presente em muitas escolas hoje em dia.” Como instituição educacional formadora de seres humanos, qual deveria ser a opção mais correta a ser tomada quando se sofre estas agressões?
Alternativas
Q212564 Pedagogia
Em 2006, foi publicada a Lei nº. 11274 que:
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Respostas
21: E
22: D
23: A
24: B
25: C
26: B
27: B
28: D
29: A
30: C
31: B
32: E
33: D
34: D
35: A
36: A
37: B
38: D
39: D
40: A