Questões de Concurso Público Câmara de Várzea Alegre - CE 2024 para Zelador
Foram encontradas 30 questões
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
Marque a opção em que todas as palavras são grafadas corretamente:
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
Marque a opção em que a ortografia da palavra no plural acontece tal a que está em destaque:
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)