Questões de Concurso Público Prefeitura de Tailândia - PA 2019 para Nível Fundamental Incompleto

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Q4415789 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Sobre Alan Haberman, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q4415790 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
De acordo com a crônica, o "retangulinho zebrado" que indica o preço só não é usado:
Alternativas
Q4415791 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
O conselho: "Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém."teria sido útil:
Alternativas
Q4415792 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
O uso das letras maiúsculas na crônica só não ocorreram em:
Alternativas
Q4415793 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Alternativa em que a palavra acentuada não é paroxítona:
Alternativas
Q4415794 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
A opção do significado oposto está indevida em:
Alternativas
Q4415795 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Utilize a Frase: "Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso." para responder a questão.

A ideia contida nas conjunções "Nem" e "nem"é de:
Alternativas
Q4415796 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Utilize a Frase: "Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso." para responder a questão.


É correto afirmar sobre a frase:
Alternativas
Q4415797 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Em "(...) e os americanos fizeram o mesmo com o mundo", o termo "o mesmo" refere-se: 
Alternativas
Q4415798 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Identifique a alternativa em que apalavra sofre flexão de gênero e número:
Alternativas
Q4415799 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
O pronome em: "(...) retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais." refere-se à:
Alternativas
Q4415800 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
A separação em sílabas está incorreta em:
Alternativas
Q4415801 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Identifique a alternativa com substantivo primitivo:
Alternativas
Q4415802 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Falhou a classificação do substantivo.
Alternativas
Q4415803 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
A classificação da forma verbal está incorreta em:
Alternativas
Q4415804 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Identifique a correta classificação do gênero da palavra:
Alternativas
Q4415805 Não definido
Boas e más ideias.


    Morreu outro dia, nos EUA, um homem chamado Alan Haberman, 81 anos. Não era famoso, mas tremendamente poderoso, e sua morte saiu em vários jornais. Foi o responsável, em 1974, pela implantação do código de barras, aquele retangulinho zebrado que, passado por um leitor ótico, indica o preço de qualquer coisa, de um cacho de bananas no hortifrúti a um exemplar de "Fenomenologia da Percepção", de MerleauPonty, na livraria, e a uma caçamba de entulhos na loja de material pesado.
    Não apenas isso, mas concentra informações sobre qualquer produto em que venha impresso. É infalível como identificação - não existem dois códigos de barra iguais. Não sei como as crianças já não nascem com um desses impresso no bumbum.
     Mas Haberman não foi seu inventor. Apenas convenceu os americanos de que não podiam viver sem ele, e os americanos fizeram o mesmo com o mundo. Não importa - passou à história como o responsável por um dispositivo que, em seu próprio tempo, atingiu bilhões de pessoas, talvez toda humanidade. Nem Cristo nem os Beatles puderam se gabar disso.
     O código de barra, ou seu rascunho, foi bolado em 1948 por dois jovens inventores da Filadélfia, Norman Woodland e Bernard Silver. Já era uma extensão dos pontos e traços do Morse em linhas finas e grossas, só que circulares. Chegaram até a patenteá-lo. Mas ninguém se interessou, nem mesmo a IBM para quem Woodland trabalhava. Com isso, venderam a ideia para a Philco, que a vendeu para RCA, que não fez nada com ela, até que a patente expirou em 1969.
     Em 1973, outro inventor, George Laurer, da própria IBM, retomou a ideia e adaptou-a para um sistema de barras verticais. Mostrou-a a Haberman, que enxergou o potencial da coisa, e o resto é história. Moral: se você inventar um código de barras, não o venda para ninguém.

(CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. São Paulo: Estação Brasil, 2018. p.159/160)
Sobre: "- não existem dois códigos de barra iguais.", é inadequado afirmar que:
Alternativas
Q4415806 Não definido

 "Aquele que se julga esperto por alguma ideia nova, divulgando-a sem colocá-la em prática, não passa de um simples curioso, pois sem a ação, esta ideia se apaga como uma vela ao vento."(Ivan Teorilang)

Utilize a frase seguinte para responder a  questão: "Aquele que se julga esperto por alguma ideia nova, divulgando-a sem colocá-la em prática, não passa de um simples curioso, pois sem a ação, esta ideia se apaga como uma vela ao vento."(Ivan Teorilang)

O pensamento destaca:
Alternativas
Q4415807 Não definido

 "Aquele que se julga esperto por alguma ideia nova, divulgando-a sem colocá-la em prática, não passa de um simples curioso, pois sem a ação, esta ideia se apaga como uma vela ao vento."(Ivan Teorilang)

Utilize a frase seguinte para responder a  questão: "Aquele que se julga esperto por alguma ideia nova, divulgando-a sem colocá-la em prática, não passa de um simples curioso, pois sem a ação, esta ideia se apaga como uma vela ao vento."(Ivan Teorilang)


Marque a alternativa com pronome demonstrativo:
Alternativas
Q4415808 Não definido

 "Aquele que se julga esperto por alguma ideia nova, divulgando-a sem colocá-la em prática, não passa de um simples curioso, pois sem a ação, esta ideia se apaga como uma vela ao vento."(Ivan Teorilang)

A alternativaem que todas as palavras são adjetivos é:
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: B
4: A
5: C
6: A
7: D
8: B
9: A
10: B
11: D
12: C
13: D
14: B
15: A
16: A
17: D
18: A
19: C
20: C