Questões de Concurso Público FUNPRESP-JUD 2026 para Analista - Especialidade: Comunicação Social - Jornalismo

Questões Discursivas

Foram encontradas 120 questões

Q4201499 Jornalismo

Com base nas teorias da comunicação e em conceitos da comunicação organizacional, julgue o item subsequente. 


De acordo com interacionismo simbólico, a capacidade de compreensão de uma notícia institucional depende exclusivamente da qualidade da mensagem, pois um texto bem redigido será compreendido da mesma forma por diferentes membros da audiência.

Alternativas
Q4201500 Relações Públicas

Acerca dos conceitos vinculados à comunicação organizacional e à comunicação de crise, julgue o próximo item. 


A comunicação de crise em situações de desastres naturais deve considerar as assimetrias sociais, priorizando, por meio de respostas específicas e adaptadas, populações em situação de maior vulnerabilidade. 

Alternativas
Q4201501 Comunicação Social

Acerca dos conceitos vinculados à comunicação organizacional e à comunicação de crise, julgue o próximo item. 


Em situações de crise, é necessário que a comunicação pública atue no enfrentamento à desinformação, desenvolvendo ações de verificação de conteúdos como fotos e vídeos tirados de contexto, conteúdos impostores e outras peças criadas para desinformar disseminados no meio digital. 

Alternativas
Q4201502 Jornalismo

Acerca dos conceitos vinculados à comunicação organizacional e à comunicação de crise, julgue o próximo item. 


Em situações de desastres naturais, o atendimento à imprensa deve ficar em segundo plano dada a falta de interesse que esse tema desperta no que diz respeito aos critérios de noticiabilidade jornalística. 

Alternativas
Q4201503 Relações Públicas

Acerca dos conceitos vinculados à comunicação organizacional e à comunicação de crise, julgue o próximo item. 


Em situações de desastres naturais, como as enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul em maio de 2024, uma comunicação pública eficaz pode fazer a diferença e ajudar a salvar vidas. 

Alternativas
Q4201504 Comunicação Social

        A escrita, que parece dever fixar a língua, é justamente o que a altera; não lhe muda as palavras, mas o gênio; substitui a expressão pela exatidão. Quando se fala, transmitem-se os sentimentos, e quando se escreve, as ideias. Ao escrever, é-se obrigado a tomar todas as palavras em sua acepção comum, porém aquele que fala varia suas acepções pelos tons, determina as como lhe apraz. Menos preocupado em ser claro, dá maior importância à força; não é possível que uma língua escrita guarde por muito tempo a vivacidade daquela que só é falada. Escrevem se as vozes e não os sons. Ora, numa língua acentuada são os sons, os acentos, as inflexões de toda sorte que constituem a maior energia da linguagem, que tornam uma frase, fora daí comum, adequada unicamente ao caso em que se encontra. Os meios que se utilizam para substituir esse recurso estendem, alongam a língua escrita e, passando dos livros para o discurso, enfraquecem a própria palavra.


Jean-Jacques Rousseau. Ensaio sobre a origem das línguas no qual  

se fala da melodia e da imitação musical. Lourdes Santos Machado (Trad.).  

São Paulo: Editora Abril, 1973, p. 277 (Coleção Os Pensadores – volume XXIV)

Julgue o item seguinte, com base na interpretação e na análise crítica do texto precedente.


Quanto ao estilo, o texto atende às regras da norma padrão da língua, com emprego de estruturas características de textos com considerável grau de formalidade e emprego de itens lexicais pouco frequentes na modalidade oral. 

Alternativas
Q4201505 Português

        A escrita, que parece dever fixar a língua, é justamente o que a altera; não lhe muda as palavras, mas o gênio; substitui a expressão pela exatidão. Quando se fala, transmitem-se os sentimentos, e quando se escreve, as ideias. Ao escrever, é-se obrigado a tomar todas as palavras em sua acepção comum, porém aquele que fala varia suas acepções pelos tons, determina as como lhe apraz. Menos preocupado em ser claro, dá maior importância à força; não é possível que uma língua escrita guarde por muito tempo a vivacidade daquela que só é falada. Escrevem se as vozes e não os sons. Ora, numa língua acentuada são os sons, os acentos, as inflexões de toda sorte que constituem a maior energia da linguagem, que tornam uma frase, fora daí comum, adequada unicamente ao caso em que se encontra. Os meios que se utilizam para substituir esse recurso estendem, alongam a língua escrita e, passando dos livros para o discurso, enfraquecem a própria palavra.


Jean-Jacques Rousseau. Ensaio sobre a origem das línguas no qual  

se fala da melodia e da imitação musical. Lourdes Santos Machado (Trad.).  

São Paulo: Editora Abril, 1973, p. 277 (Coleção Os Pensadores – volume XXIV)

Julgue o item seguinte, com base na interpretação e na análise crítica do texto precedente.


No que concerne aos seus elementos estruturais, o texto prescinde de conclusão, já que seu objetivo principal é o estabelecimento de contrastes entre fala e escrita e a relação do tipo de linguagem com o gênio de uma língua. 

Alternativas
Q4201506 Português

        A escrita, que parece dever fixar a língua, é justamente o que a altera; não lhe muda as palavras, mas o gênio; substitui a expressão pela exatidão. Quando se fala, transmitem-se os sentimentos, e quando se escreve, as ideias. Ao escrever, é-se obrigado a tomar todas as palavras em sua acepção comum, porém aquele que fala varia suas acepções pelos tons, determina as como lhe apraz. Menos preocupado em ser claro, dá maior importância à força; não é possível que uma língua escrita guarde por muito tempo a vivacidade daquela que só é falada. Escrevem se as vozes e não os sons. Ora, numa língua acentuada são os sons, os acentos, as inflexões de toda sorte que constituem a maior energia da linguagem, que tornam uma frase, fora daí comum, adequada unicamente ao caso em que se encontra. Os meios que se utilizam para substituir esse recurso estendem, alongam a língua escrita e, passando dos livros para o discurso, enfraquecem a própria palavra.


Jean-Jacques Rousseau. Ensaio sobre a origem das línguas no qual  

se fala da melodia e da imitação musical. Lourdes Santos Machado (Trad.).  

São Paulo: Editora Abril, 1973, p. 277 (Coleção Os Pensadores – volume XXIV)

Julgue o item seguinte, com base na interpretação e na análise crítica do texto precedente.


O texto apresentado caracteriza-se como um ensaio, organizado em um único parágrafo, no qual o autor expõe, de modo claro e objetivo, um conjunto de informações ao leitor sobre as diferenças entre fala e escrita na estruturação gramatical de uma língua. 

Alternativas
Q4201507 Português

        A escrita, que parece dever fixar a língua, é justamente o que a altera; não lhe muda as palavras, mas o gênio; substitui a expressão pela exatidão. Quando se fala, transmitem-se os sentimentos, e quando se escreve, as ideias. Ao escrever, é-se obrigado a tomar todas as palavras em sua acepção comum, porém aquele que fala varia suas acepções pelos tons, determina as como lhe apraz. Menos preocupado em ser claro, dá maior importância à força; não é possível que uma língua escrita guarde por muito tempo a vivacidade daquela que só é falada. Escrevem se as vozes e não os sons. Ora, numa língua acentuada são os sons, os acentos, as inflexões de toda sorte que constituem a maior energia da linguagem, que tornam uma frase, fora daí comum, adequada unicamente ao caso em que se encontra. Os meios que se utilizam para substituir esse recurso estendem, alongam a língua escrita e, passando dos livros para o discurso, enfraquecem a própria palavra.


Jean-Jacques Rousseau. Ensaio sobre a origem das línguas no qual  

se fala da melodia e da imitação musical. Lourdes Santos Machado (Trad.).  

São Paulo: Editora Abril, 1973, p. 277 (Coleção Os Pensadores – volume XXIV)

Julgue o item seguinte, com base na interpretação e na análise crítica do texto precedente.


No segmento "A escrita, que parece dever fixar a língua, é justamente o que a altera; não lhe muda as palavras, mas o gênio; substitui a expressão pela exatidão", é apresentada a tese do texto, a qual se refere às consequências da escrita no gênio de uma língua.

Alternativas
Q4201508 Português

        O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.


Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja  

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.  

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente.


No trecho "Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam", é a relação de causa e efeito estabelecida que expressa a atemporalidade da natureza milagrosa da casa de Nossa Senhora de Penha de França, atemporalidade essa que tem como consequência o fato de os milagres operados nessa casa não passarem.  

Alternativas
Q4201509 Literatura

        O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.


Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja  

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.  

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente.


No texto, Vieira associa o tempo a um tirano e o esquecimento dos homens a uma tirania, para mostrar a natureza desses dois elementos, que, agindo implacavelmente, apagam a memória das coisas passadas.  

Alternativas
Q4201510 Comunicação Social

        O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.


Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja  

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.  

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente. 


A credibilidade de Vieira no texto deriva do pathos de um indivíduo religioso e culto, leitor de autores como Gilberto e S. Máximo e conhecedor da realidade de várias igrejas portuguesas. 

Alternativas
Q4201511 Português

        O fim para que os homens inventaram os livros foi para conservar a memória das coisas passadas contra a tirania do tempo e contra o esquecimento dos homens, que ainda é maior tirania. Por isso, Gilberto chamou aos livros reparadores da memória; e S. Máximo, medicina do esquecimento. E, como os livros foram inventados para conservadores das coisas passadas, por isso os milagres de Penha de França não hão mister livros, porque são milagres que não passam. Esta é uma excelência com que a Virgem Maria quis singularizar os privilégios desta sua casa, sobre todas as que tem milagrosas no mundo, e sobre todas as que tem nesta cidade (...). Foi milagrosa em Lisboa a casa de Nossa Senhora da Natividade; mas passaram os milagres da Natividade. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Amparo; mas passaram os milagres do Amparo. Foi milagrosa a casa de Nossa Senhora do Desterro; mas passaram os milagres do Desterro. Foi milagrosa a casa da Senhora da Luz; mas passaram os milagres da Luz. Só a casa de Nossa Senhora de Penha de França foi milagrosa, e é milagrosa, e há de ser milagrosa, porque os seus milagres nunca passam; e as coisas que não passam, nem acabam; as coisas que permanecem sempre, não hão mister livros.


Padre Antonio Vieira. Sermão de Nossa Senhora de Penha de França na sua igreja  

e convento da sagrada religião de Santo Agostinho. In: Sermões do Padre António Vieira.  

Tomo VI. Lisboa: Editores J.M.C. Seabra & T. Q. Antunes, 1855, p. 43-44 (com adaptações)

Julgue o item a seguir, relativo a aspectos da retórica do texto precedente. 


O autor do texto se vale de uma oposição para explicar a invenção dos livros. 

Alternativas
Q4201512 Português

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue. 


É correto afirmar que o seguinte texto se baseia em uma generalização apressada. 


"Os aparelhos eletrônicos da marca W são de péssima qualidade. Comprei dois telefones celulares e uma televisão e os três apresentaram defeito ainda na garantia." 

Alternativas
Q4201513 Jornalismo

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue. 


A interpretação do exemplo a seguir como um silogismo é prejudicada pela omissão de uma das suas premissas.


"Y é jornalista, então ele domina as regras da língua portuguesa e escreve bem." 

Alternativas
Q4201514 Filosofia

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue. 


No exemplo seguinte, identifica-se o vício de raciocínio denominado falácia do espantalho, uma vez que B refuta a primeira fala de A, ridicularizando o conhecimento de X.


A: "X afirmou na TV que esse surto de dor de cabeça pode estar se tornando uma epidemia."

B: "Não acredite nisso!"

A: "Por quê?" B: "Eu estudei com X e, na faculdade, X era uma pessoa fraca em infectologia." 

Alternativas
Q4201515 Raciocínio Lógico

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue. 


É de natureza indutiva o raciocínio exemplificado a seguir.

 

"Todas as pessoas afirmam que, na orla toda, há perigo de queimaduras por águas-vivas. Meu amigo X sempre toma banho na parte sul da orla e, nesse ponto, ele nunca foi atacado por águas-vivas. Minha amiga Y frequentou a parte sul da orla durante todos os dias da semana passada e, lá, ela também não foi atacada. Ontem, meu primo Z foi à parte sul da orla também e não foi atacado. Sendo assim, quando eu for tomar banho de mar, vou à parte sul da orla, pois lá não há ataques de águas-vivas." 


Alternativas
Q4201516 Raciocínio Lógico

Considerando a teoria da argumentação e os vícios de raciocínio, julgue o item que se segue. 


De acordo com a teoria da argumentação, o argumento a seguir é inválido.


"Todos os gatos são camelos."

"Nenhum camelo é um mamífero."

"Portanto, nenhum gato é um mamífero." 

Alternativas
Q4201517 Jornalismo

No que diz respeito a mídias web e digitais, redes sociais, blogs, podcasts, wikis, comunicação online e novas tecnologias de comunicação, julgue o item seguinte.


No ambiente das mídias sociais, a distinção entre os conceitos de disinformation e misinformation é operacionalmente relevante para o desenvolvimento de estratégias de verificação de fatos e de literacia midiática, e pode ser descrita do seguinte modo: a primeira refere-se à circulação de informação incorreta sem intenção consciente de dano, e a segunda designa conteúdo falso ou enganoso difundido com intenção deliberada de prejudicar ou manipular. 

Alternativas
Q4201518 Jornalismo

No que diz respeito a mídias web e digitais, redes sociais, blogs, podcasts, wikis, comunicação online e novas tecnologias de comunicação, julgue o item seguinte.


Nas mídias sociais, o fenômeno das câmaras de eco ocorre quando os algoritmos de recomendação e o comportamento seletivo dos usuários criam ambientes informacionais nos quais os indivíduos são predominantemente expostos a conteúdos que confirmam suas crenças preexistentes, com redução do contato com perspectivas divergentes.

Alternativas
Respostas
61: E
62: C
63: C
64: E
65: C
66: C
67: E
68: E
69: C
70: E
71: C
72: E
73: C
74: C
75: E
76: E
77: C
78: E
79: E
80: C