Questões de Concurso Público SEBRAE-NACIONAL 2025 para Analista Técnico II

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Q3464216 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

Internet:<unasus.unifesp.br>  (com adaptações). 
De acordo com o texto 1A1, a Escola de Palo Alto 
Alternativas
Q3464217 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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Os aspectos conteudísticos e relacionais da comunicação, segundo o texto 1A1, 
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Q3464218 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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Depreende-se dos dois últimos parágrafos do texto 1A1 que  
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Q3464219 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita para o seguinte trecho do texto 1A1: “toda comunicação tem” (primeiro período do segundo parágrafo). Assinale a opção em que a proposta apresentada mantém a correção gramatical e a coerência textual.
Alternativas
Q3464220 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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A correção gramatical e o sentido do texto 1A1 seriam mantidos caso os dois-pontos empregados no primeiro período do terceiro parágrafo fossem substituídos por vírgula e a esta se seguisse  
Alternativas
Q3464221 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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No último período do terceiro parágrafo do texto 1A1, a locução “podem denotar” poderia ser substituída, mantendo-se a correção gramatical e a coerência textual, por 
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Q3464222 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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No quarto parágrafo do texto 1A1, a forma pronominal “os”, em “pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens” (terceiro período), retoma  
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Q3464223 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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A correção gramatical do quarto parágrafo do texto 1A1, no que concerne à concordância verbal e nominal, seria mantida caso se substituísse 
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Q3464224 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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No primeiro período do último parágrafo do texto 1A1, o vocábulo “conspícuo” tem o mesmo sentido de 
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Q3464225 Português
Texto 1A1

        A Escola de Palo Alto, grupo formado por pesquisadores que se reuniram na década de 1950 para estudar o fenômeno da comunicação humana, definiu alguns axiomas básicos da comunicação.

        Um dos axiomas apresentados pelo grupo de pesquisadores é o de que toda comunicação tem um aspecto de conteúdo e um aspecto relacional. Nesse sentido, é comum a percepção de sutilezas na forma como o outro nos passa alguma mensagem. Um exemplo corriqueiro é a situação na qual alguém diz “sim”, mas, na verdade, está querendo dizer “não”. O indivíduo tem inúmeras formas de mostrar que a negativa é mais verdadeira do que a mera palavra “sim”, o que significa que a comunicação envolve muito mais do que seu mero conteúdo.

        O entendimento do contexto relacional é fundamental para uma melhor compreensão da comunicação: sem a devida consideração do contexto relacional dos interlocutores, não é possível compreender a mensagem. A interpretação de ironias e cinismo, por exemplo, depende disso. São duas formas comuns e corriqueiras de comunicação que se manifestam justamente por meio de maneiras invertidas de explicitar conteúdos. Nessas formas de comunicação, o “sim” quer dizer “não”, o “bonito” quer dizer “feio”, e assim por diante. Essas colocações podem denotar inimizade entre os interlocutores ou apenas uma piada, conforme o contexto relacional.

        Outro axioma diz respeito ao fato de que a natureza da relação depende de sequências de comunicação prévias estabelecidas pelos comunicantes. Os diversos modos de comunicação são apreendidos ao longo das histórias de vida de cada sujeito e influenciam a maneira como cada um age em relação aos demais. As bagagens apreendidas por cada comunicador influenciam a forma como vão se comunicar um com o outro no momento presente, pois os predispõem a um conjunto maior de sinais e mensagens, que serão interpretados e compartilhados por ambos. Os aspectos relacionais entre os interlocutores, bem como o entendimento sobre o que é dito, são historicamente determinados por interações prévias entre ambos e por padrões culturais definidos.

         Isso é conspícuo quando observamos pessoas que já se conhecem muito bem e que possuem história prévia de entendimento e boa comunicação. Um casal que vive junto há algum tempo, por exemplo, é capaz de reconhecer, mesmo de longe, quando o cônjuge está gostando de uma festa, ou quando está incomodado e querendo ir embora. Prescindindo de linguagem oral, são capazes de reconhecer os sinais no outro que expressam opiniões e posicionamentos.

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A correção gramatical e as ideias do texto 1A1 seriam preservadas caso a forma verbal “Prescindindo” (último período do texto) fosse substituída por  
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Q3464226 Direito Administrativo
À luz das normas contidas na Instrução Normativa SEBRAE n.º 36/2024 e no Regulamento de licitações e contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024), assinale a opção correta acerca da matriz de riscos.  
Alternativas
Q3464227 Direito Administrativo
Com relação à contratação direta por dispensa de licitação em razão do valor, assinale a opção correta, considerando as normas da Instrução Normativa SEBRAE n.º 36/2024 e do Regulamento de licitações e contratos do Sistema SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024).  
Alternativas
Q3464228 Legislação Federal
No tocante ao gestor e à gestão dos contratos, assinale a opção correta, nos termos da Instrução Normativa SEBRAE n.º 51/2019. 
Alternativas
Q3464229 Direito Administrativo
Assinale a opção correta, quanto à aplicação de penalidades contratuais, à luz da Instrução Normativa SEBRAE n.º 51/2019.  
Alternativas
Q3464230 Legislação Federal
A respeito do processo decisório da Diretoria Executiva (DIREX), assinale a opção correta, considerando a Instrução Normativa SEBRAE n.º 47/2021.  
Alternativas
Q3464231 Direito Administrativo
De acordo com a Instrução Normativa SEBRAE n.º 47/2021, nos casos em que a proposta necessite ser submetida ao Conselho Deliberativo Nacional, a atribuição de elaborar a minuta de Encaminhamento de Assunto ao Conselho Deliberativo Nacional (EACDN), validar junto à Unidade Gestora do processo decisório e assinar o respectivo documento é da(o)  
Alternativas
Q3464232 Direito Administrativo
Com base no Regulamento de licitações e contratos do SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024), assinale a opção correta.  
Alternativas
Q3464233 Direito Administrativo
Nos termos do Regulamento de licitações e contratos do SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024), constitui hipótese de inexigibilidade de licitação a contratação de 
Alternativas
Q3464234 Direito Administrativo
A respeito do reajuste, do reequilíbrio econômico-financeiro e da repactuação, assinale a opção correta, de acordo com o Regulamento de licitações e contratos do SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024). 
Alternativas
Q3464235 Direito Administrativo
Assinale a opção correta, acerca das garantias previstas no Regulamento de licitações e contratos do SEBRAE (Resolução CDN n.º 493/2024).  
Alternativas
Respostas
1: D
2: C
3: C
4: D
5: A
6: D
7: B
8: B
9: B
10: A
11: A
12: C
13: D
14: C
15: B
16: A
17: B
18: A
19: A
20: D