Questões de Concurso Público Polícia Federal 2025 para Médico Ortopedista
Foram encontradas 70 questões
Em relação a anatomia, avaliação clínica e diagnóstico em ortopedia, julgue o próximo item.
Quando, à troca de fraldas, o quadril direito de uma criança de 5 meses de idade não abduz tanto quanto o esquerdo, está presente o sinal de Peter Bade.
Em relação a anatomia, avaliação clínica e diagnóstico em ortopedia, julgue o próximo item.
Os músculos fibular longo e fibular curto fazem parte da musculatura extrínseca e são os eversores do pé e tornozelo.
Em relação a anatomia, avaliação clínica e diagnóstico em ortopedia, julgue o próximo item.
Na avaliação da coluna torácica, o teste da inclinação anterior é o mais sensível para determinar a presença de escoliose e, quando positivo, a giba é formada no lado contrário da convexidade.
Em relação a anatomia, avaliação clínica e diagnóstico em ortopedia, julgue o próximo item.
O teste de Godfrey, utilizado para a análise da integridade do ligamento cruzado posterior (LCP), consiste na posteriorização passiva da tíbia a 90 graus.
Julgue o item a seguir, em relação a tumores ósseos.
O estádio III do sistema de Enneking para estadiamento de tumores malignos refere-se a qualquer lesão que metastatizou.
Julgue o item a seguir, em relação a tumores ósseos.
As metástases ósseas localizam-se com mais frequência na coluna vertebral e nos ossos da pelve.
Julgue o item a seguir, em relação a tumores ósseos.
O cisto ósseo aneurimático é uma lesão benigna latente, e lesões desse tipo são sintomáticas, causam destruição óssea limitada e podem apresentar-se com fratura patológica.
Um paciente de 20 anos de idade foi vítima de queda de moto com trauma de alta energia em membro inferior direito. Esse paciente apresentou fratura exposta da porção diafisária do fêmur direito com extensas lacerações nos tecidos moles (maior que 10 cm), com cobertura óssea adequada, perfusão preservada em extremidades e lesão completa do nervo femoral.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
O tempo cirúrgico principal do tratamento de fraturas expostas como as do caso em questão consiste na estabilização com fixador externo.
Um paciente de 20 anos de idade foi vítima de queda de moto com trauma de alta energia em membro inferior direito. Esse paciente apresentou fratura exposta da porção diafisária do fêmur direito com extensas lacerações nos tecidos moles (maior que 10 cm), com cobertura óssea adequada, perfusão preservada em extremidades e lesão completa do nervo femoral.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
Na situação apresentada, se o paciente apresentar lesão vascular irreparável, tempo de isquemia prolongado ou esmagamento grave com pouco tecido viável, a amputação imediata ou precoce pode estar indicada.
Um paciente de 20 anos de idade foi vítima de queda de moto com trauma de alta energia em membro inferior direito. Esse paciente apresentou fratura exposta da porção diafisária do fêmur direito com extensas lacerações nos tecidos moles (maior que 10 cm), com cobertura óssea adequada, perfusão preservada em extremidades e lesão completa do nervo femoral.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
Nesse caso, é universalmente aceito que a administração intravenosa de antibióticos deve ser realizada o mais precocemente possível.
Um paciente de 20 anos de idade foi vítima de queda de moto com trauma de alta energia em membro inferior direito. Esse paciente apresentou fratura exposta da porção diafisária do fêmur direito com extensas lacerações nos tecidos moles (maior que 10 cm), com cobertura óssea adequada, perfusão preservada em extremidades e lesão completa do nervo femoral.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
Considerando-se a classificação de Tscherne das lesões abertas de partes moles, é correto classificar a fratura do caso como grau IV (Fr. O 4).
Um paciente de 20 anos de idade foi vítima de queda de moto com trauma de alta energia em membro inferior direito. Esse paciente apresentou fratura exposta da porção diafisária do fêmur direito com extensas lacerações nos tecidos moles (maior que 10 cm), com cobertura óssea adequada, perfusão preservada em extremidades e lesão completa do nervo femoral.
Considerando o caso clínico precedente, julgue o próximo item.
No caso em apreço, trata-se de lesão do tipo IIIC de Gustilo e Anderson.
A respeito de diagnóstico, classificação e tratamento de fraturas da tíbia, julgue o seguinte item.
A síndrome compartimental associada a uma fratura de planalto tibial dever ser tratada com descompressão do compartimento envolvido e tratamento normal da fratura.
A respeito de diagnóstico, classificação e tratamento de fraturas da tíbia, julgue o seguinte item.
As fraturas do platô tibial Schatzker tipo III são geralmente causadas por trauma de baixa energia, principalmente por quedas simples.
A respeito de diagnóstico, classificação e tratamento de fraturas da tíbia, julgue o seguinte item.
As fraturas com desvios pequenos no platô medial são mais bem toleradas, devido ao tamanho maior do menisco medial.
A respeito de diagnóstico, classificação e tratamento de fraturas da tíbia, julgue o seguinte item.
A artroscopia permite boa avaliação dos meniscos e ligamentos e está associada a menor risco de síndrome compartimental, se comparada aos demais métodos de avaliação.
A respeito de diagnóstico, classificação e tratamento de fraturas da tíbia, julgue o seguinte item.
Em se tratando de fraturas do platô tibial por depressão, a artrocospia mostra-se muito útil, é minimamente invasiva e superior ao controle com intensificador de imagens.
A respeito de diagnóstico, classificação e tratamento de fraturas da tíbia, julgue o seguinte item.
Placas com parafusos bloqueados constituem excelente opção em casos de fraturas mais instáveis que envolvam ambos os platôs tibiais, como nas fraturas tipo C da classificação AO.
Em relação ao uso de torniquete e síndrome compartimental em cirurgias ortopédicas, julgue o item subsecutivo.
A ausência de pulso é o principal sinal de uma possível síndrome compartimental.
Em relação ao uso de torniquete e síndrome compartimental em cirurgias ortopédicas, julgue o item subsecutivo.
A síndrome pós-torniquete é uma reação comum à isquemia prolongada e é caracterizada por edema, palidez, rigidez articular, fraqueza motora e parestesia subjetiva.