Questões de Concurso Público EBSERH 2018 para Médico - Eletrofisiologia Clínica Invasiva
Foram encontradas 100 questões
MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
MJV, sexo feminino, 16 anos de idade, católica, natural e procedente de São Paulo, cursando o ensino médio, assintomática com hábitos de vida saudáveis, veio para avaliação de rotina para a prática de atividade física amadora. Negava antecedentes patológicos e história patológica familiar com casos de cardiopatia. O exame físico foi normal. O eletrocardiograma revelou somente ritmo sinusal e padrão compatível com Wolff Parkinson White, sendo a onda delta negativa na derivação V1.
Acerca desse caso clínico, julgue os próximos itens.
JSB, masculino, 76 anos de idade, aposentado, branco, viúvo, católico, procedente e natural do Rio de Janeiro, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Dois dias antes, havia se iniciado um quadro de palpitações seguidas de dispneia aos esforços menores que os habituais, que nas últimas quatro horas havia evoluído para dispneia ao repouso. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 171 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 30° e ausculta pulmonar com estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares. O ictus cordis era propulsivo no 5.º EICE linha hemiclavicular, ritmo cardíaco regular em três tempos (presença de quarta bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular. Antecedentes patológicos: hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia 10 anos, tratada atualmente com lisinopril 10 mg ao dia. Implante de marca-passo DDD havia oito anos devido a bloqueio atrioventricular total. História patológica familiar: irmão com HAS. Hábitos de vida saudáveis. História socioeconômica satisfatória. Os eletrocardiogramas obtidos a partir das derivações endocárdicas demonstraram que o ritmo subjacente era de fibrilação atrial. O eletrocardiograma de admissão (ECG) é mostrado na figura a seguir.
No que se refere ao caso clínico e à figura precedentes, julgue os itens que se seguem.
JSB, masculino, 76 anos de idade, aposentado, branco, viúvo, católico, procedente e natural do Rio de Janeiro, compareceu ao ambulatório com queixa de dispneia. Dois dias antes, havia se iniciado um quadro de palpitações seguidas de dispneia aos esforços menores que os habituais, que nas últimas quatro horas havia evoluído para dispneia ao repouso. Ao exame físico, apresentava-se com extremidades quentes, normocorado, frequência cardíaca de 120 bpm, pressão arterial de 171 mmHg × 78 mmHg, turgência jugular a 30° e ausculta pulmonar com estertores crepitantes em ambas as bases pulmonares. O ictus cordis era propulsivo no 5.º EICE linha hemiclavicular, ritmo cardíaco regular em três tempos (presença de quarta bulha) e sem sopros. Adicionalmente, notou-se refluxo hepatojugular. Antecedentes patológicos: hipertensão arterial sistêmica (HAS) havia 10 anos, tratada atualmente com lisinopril 10 mg ao dia. Implante de marca-passo DDD havia oito anos devido a bloqueio atrioventricular total. História patológica familiar: irmão com HAS. Hábitos de vida saudáveis. História socioeconômica satisfatória. Os eletrocardiogramas obtidos a partir das derivações endocárdicas demonstraram que o ritmo subjacente era de fibrilação atrial. O eletrocardiograma de admissão (ECG) é mostrado na figura a seguir.
No que se refere ao caso clínico e à figura precedentes, julgue os itens que se seguem.
O traçado a seguir é de ritmo sinusal regular com intervalo PR prolongado (bloqueio AV de primeiro grau) de base e revela episódios de bloqueio atrioventricular (AV) de segundo grau tipo 1 além de ectopia atrial não conduzida e episódio de taquicardia atrial paroxística com condução AV variável.
O traçado a seguir revela um bloqueio atrioventricular total ao nível do nó atrioventricular.
O traçado a seguir é compatível com um ritmo sinusal com extrassístoles atriais e bloqueio atrioventricular de primeiro grau.