Questões de Concurso Público EBSERH 2018 para Médico - Clínica Médica
Foram encontradas 41 questões
Uma paciente de 24 anos de idade procurou atendimento médico com queixa de falta de ar ao subir escadas. Informou ter apresentado amigdalites de repetição na infância e ter tido “reumatismo”, porém não teve seguimento médico. Não faz uso de qualquer medicação. Ao exame físico, constataram-se ritmo cardíaco regular duplo, impulso apical normoimpulsivo e localizado no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda; no foco mitral, auscultaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral, sopro mesodiastólico e reforço pré-sistólico. Sem outras alterações. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo sinusal, frequência ventricular média de 97 sístoles por minuto, eixo elétrico do complexo QRS (SÂQRS) = +120° (valores de referência de -30° a +90°), presença de onda P com duração de 0,15 segundos e com entalhe, na derivação D2 (valor de referência = 0,08 segundo); na derivação V1, observou-se que o componente negativo da onda P tinha maior duração e amplitude (final lento e profundo) que o componente positivo, com a área da fase negativa com 0,06 mm/segundos de duração. A radiografia de tórax (com esôfago contrastado — chamada de RCVB) evidenciou, na projeção póstero-anterior, deslocamento para cima do brônquio fonte esquerdo, sinal de duplo contorno e quarto arco na borda esquerda da silhueta cardíaca, presença de linhas B de Kerley, e, na projeção de perfil (laterolateral esquerda), terço superior e posterior da silhueta cardíaca rechaçando posteriormente o esôfago.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
Uma paciente de 24 anos de idade procurou atendimento médico com queixa de falta de ar ao subir escadas. Informou ter apresentado amigdalites de repetição na infância e ter tido “reumatismo”, porém não teve seguimento médico. Não faz uso de qualquer medicação. Ao exame físico, constataram-se ritmo cardíaco regular duplo, impulso apical normoimpulsivo e localizado no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda; no foco mitral, auscultaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral, sopro mesodiastólico e reforço pré-sistólico. Sem outras alterações. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo sinusal, frequência ventricular média de 97 sístoles por minuto, eixo elétrico do complexo QRS (SÂQRS) = +120° (valores de referência de -30° a +90°), presença de onda P com duração de 0,15 segundos e com entalhe, na derivação D2 (valor de referência = 0,08 segundo); na derivação V1, observou-se que o componente negativo da onda P tinha maior duração e amplitude (final lento e profundo) que o componente positivo, com a área da fase negativa com 0,06 mm/segundos de duração. A radiografia de tórax (com esôfago contrastado — chamada de RCVB) evidenciou, na projeção póstero-anterior, deslocamento para cima do brônquio fonte esquerdo, sinal de duplo contorno e quarto arco na borda esquerda da silhueta cardíaca, presença de linhas B de Kerley, e, na projeção de perfil (laterolateral esquerda), terço superior e posterior da silhueta cardíaca rechaçando posteriormente o esôfago.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
Uma paciente de 24 anos de idade procurou atendimento médico com queixa de falta de ar ao subir escadas. Informou ter apresentado amigdalites de repetição na infância e ter tido “reumatismo”, porém não teve seguimento médico. Não faz uso de qualquer medicação. Ao exame físico, constataram-se ritmo cardíaco regular duplo, impulso apical normoimpulsivo e localizado no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda; no foco mitral, auscultaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral, sopro mesodiastólico e reforço pré-sistólico. Sem outras alterações. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo sinusal, frequência ventricular média de 97 sístoles por minuto, eixo elétrico do complexo QRS (SÂQRS) = +120° (valores de referência de -30° a +90°), presença de onda P com duração de 0,15 segundos e com entalhe, na derivação D2 (valor de referência = 0,08 segundo); na derivação V1, observou-se que o componente negativo da onda P tinha maior duração e amplitude (final lento e profundo) que o componente positivo, com a área da fase negativa com 0,06 mm/segundos de duração. A radiografia de tórax (com esôfago contrastado — chamada de RCVB) evidenciou, na projeção póstero-anterior, deslocamento para cima do brônquio fonte esquerdo, sinal de duplo contorno e quarto arco na borda esquerda da silhueta cardíaca, presença de linhas B de Kerley, e, na projeção de perfil (laterolateral esquerda), terço superior e posterior da silhueta cardíaca rechaçando posteriormente o esôfago.
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Uma paciente de 24 anos de idade procurou atendimento médico com queixa de falta de ar ao subir escadas. Informou ter apresentado amigdalites de repetição na infância e ter tido “reumatismo”, porém não teve seguimento médico. Não faz uso de qualquer medicação. Ao exame físico, constataram-se ritmo cardíaco regular duplo, impulso apical normoimpulsivo e localizado no 5.º espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular esquerda; no foco mitral, auscultaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral, sopro mesodiastólico e reforço pré-sistólico. Sem outras alterações. O eletrocardiograma (ECG) mostrou ritmo sinusal, frequência ventricular média de 97 sístoles por minuto, eixo elétrico do complexo QRS (SÂQRS) = +120° (valores de referência de -30° a +90°), presença de onda P com duração de 0,15 segundos e com entalhe, na derivação D2 (valor de referência = 0,08 segundo); na derivação V1, observou-se que o componente negativo da onda P tinha maior duração e amplitude (final lento e profundo) que o componente positivo, com a área da fase negativa com 0,06 mm/segundos de duração. A radiografia de tórax (com esôfago contrastado — chamada de RCVB) evidenciou, na projeção póstero-anterior, deslocamento para cima do brônquio fonte esquerdo, sinal de duplo contorno e quarto arco na borda esquerda da silhueta cardíaca, presença de linhas B de Kerley, e, na projeção de perfil (laterolateral esquerda), terço superior e posterior da silhueta cardíaca rechaçando posteriormente o esôfago.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens seguintes.
Um jovem de 25 anos de idade procurou assistência médica em pronto-socorro com queixa de que no dia anterior havia passado a apresentar febre alta (de 39 ºC), dores pelo corpo e cefaleia holocraniana de intensidade progressiva, associada a fotofobia e náuseas (sem vômitos). Relatou ainda, resfriado nos últimos 4 dias, com rinorreia, mas negou diarreia e tosse. Negou contato com pessoas sabidamente doentes. Ao exame físico apresentava-se consciente, orientado, febril (temperatura axilar = 39,8 ºC), taquicárdico (frequência cardíaca = 110 bpm), com frequência respiratória normal e pressão arterial = 120 mmHg × 80 mmHg. Exames cardiovascular, respiratório e abdominal sem alterações. Exame neurológico mostrou a presença de rigidez e dos sinais de Kernig e Brudzinski, sem sinais de localização. Glicemia = 100 mg/dL. Exame de líquor realizado após punção lombar mostrou os seguintes achados: pressão normal, presença de número de leucócitos igual a 2.000 células/mm3 — valor de referência até 4 células/mm3 (sendo 92% neutrófilos e raros linfócitos); proteínas totais = 1.000 mg/dL (valor de referência até 120 mg/dL); glicose = 25 mg/dL (valor de referência até 2/3 da glicemia); nível de lactato = 40 mg/dL (valor de referência 9 – 19 mg/dL).
Considerando essas informações clínico-laboratoriais, julgue os itens a seguir.
Um jovem de 25 anos de idade procurou assistência médica em pronto-socorro com queixa de que no dia anterior havia passado a apresentar febre alta (de 39 ºC), dores pelo corpo e cefaleia holocraniana de intensidade progressiva, associada a fotofobia e náuseas (sem vômitos). Relatou ainda, resfriado nos últimos 4 dias, com rinorreia, mas negou diarreia e tosse. Negou contato com pessoas sabidamente doentes. Ao exame físico apresentava-se consciente, orientado, febril (temperatura axilar = 39,8 ºC), taquicárdico (frequência cardíaca = 110 bpm), com frequência respiratória normal e pressão arterial = 120 mmHg × 80 mmHg. Exames cardiovascular, respiratório e abdominal sem alterações. Exame neurológico mostrou a presença de rigidez e dos sinais de Kernig e Brudzinski, sem sinais de localização. Glicemia = 100 mg/dL. Exame de líquor realizado após punção lombar mostrou os seguintes achados: pressão normal, presença de número de leucócitos igual a 2.000 células/mm3 — valor de referência até 4 células/mm3 (sendo 92% neutrófilos e raros linfócitos); proteínas totais = 1.000 mg/dL (valor de referência até 120 mg/dL); glicose = 25 mg/dL (valor de referência até 2/3 da glicemia); nível de lactato = 40 mg/dL (valor de referência 9 – 19 mg/dL).
Considerando essas informações clínico-laboratoriais, julgue os itens a seguir.
Um jovem de 25 anos de idade procurou assistência médica em pronto-socorro com queixa de que no dia anterior havia passado a apresentar febre alta (de 39 ºC), dores pelo corpo e cefaleia holocraniana de intensidade progressiva, associada a fotofobia e náuseas (sem vômitos). Relatou ainda, resfriado nos últimos 4 dias, com rinorreia, mas negou diarreia e tosse. Negou contato com pessoas sabidamente doentes. Ao exame físico apresentava-se consciente, orientado, febril (temperatura axilar = 39,8 ºC), taquicárdico (frequência cardíaca = 110 bpm), com frequência respiratória normal e pressão arterial = 120 mmHg × 80 mmHg. Exames cardiovascular, respiratório e abdominal sem alterações. Exame neurológico mostrou a presença de rigidez e dos sinais de Kernig e Brudzinski, sem sinais de localização. Glicemia = 100 mg/dL. Exame de líquor realizado após punção lombar mostrou os seguintes achados: pressão normal, presença de número de leucócitos igual a 2.000 células/mm3 — valor de referência até 4 células/mm3 (sendo 92% neutrófilos e raros linfócitos); proteínas totais = 1.000 mg/dL (valor de referência até 120 mg/dL); glicose = 25 mg/dL (valor de referência até 2/3 da glicemia); nível de lactato = 40 mg/dL (valor de referência 9 – 19 mg/dL).
Considerando essas informações clínico-laboratoriais, julgue os itens a seguir.