Questões de Concurso Público SUFRAMA 2014 para Engenheiro Agrônomo
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As línguas amazônicas hoje: quantidade e diversidade
1 Atualmente são faladas na Amazônia cerca de 250
línguas indígenas, cerca de 150 em território brasileiro.
Embora aparentemente altos, esses números são o resultado de
4 um processo histórico — a colonização europeia da Amazônia
— que reduziu drasticamente a população indígena nos últimos
400 anos. Estima-se que, só na Amazônia brasileira, o número
7 de línguas e de povos teria sido de uns 700 imediatamente
antes da penetração dos portugueses. Apesar da extraordinária
redução quantitativa, as línguas ainda existentes apresentam
10 considerável diversidade, o que caracteriza a Amazônia como
uma das regiões de maior diferenciação linguística do mundo,
com mais de 50 famílias linguísticas.
Aryon Dall’Igna Rodrigues. Aspectos da história das línguas
indígenas da Amazônia. In: M. do S. Simões (Org.). Sob o signo do
Xingu. Belém: IFNOPAP/UFPA, 2003, p. 37-51 (com adaptações).
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens seguintes.
O vocábulo “que” é pronome relativo nos seguintes trechos: “Estima-se que (...) dos portugueses” (l.6-8) e “o que caracteriza (...) famílias linguísticas” (l.10-12).
As línguas amazônicas hoje: quantidade e diversidade
1 Atualmente são faladas na Amazônia cerca de 250
línguas indígenas, cerca de 150 em território brasileiro.
Embora aparentemente altos, esses números são o resultado de
4 um processo histórico — a colonização europeia da Amazônia
— que reduziu drasticamente a população indígena nos últimos
400 anos. Estima-se que, só na Amazônia brasileira, o número
7 de línguas e de povos teria sido de uns 700 imediatamente
antes da penetração dos portugueses. Apesar da extraordinária
redução quantitativa, as línguas ainda existentes apresentam
10 considerável diversidade, o que caracteriza a Amazônia como
uma das regiões de maior diferenciação linguística do mundo,
com mais de 50 famílias linguísticas.
Aryon Dall’Igna Rodrigues. Aspectos da história das línguas
indígenas da Amazônia. In: M. do S. Simões (Org.). Sob o signo do
Xingu. Belém: IFNOPAP/UFPA, 2003, p. 37-51 (com adaptações).
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens seguintes.
As línguas amazônicas hoje: quantidade e diversidade
1 Atualmente são faladas na Amazônia cerca de 250
línguas indígenas, cerca de 150 em território brasileiro.
Embora aparentemente altos, esses números são o resultado de
4 um processo histórico — a colonização europeia da Amazônia
— que reduziu drasticamente a população indígena nos últimos
400 anos. Estima-se que, só na Amazônia brasileira, o número
7 de línguas e de povos teria sido de uns 700 imediatamente
antes da penetração dos portugueses. Apesar da extraordinária
redução quantitativa, as línguas ainda existentes apresentam
10 considerável diversidade, o que caracteriza a Amazônia como
uma das regiões de maior diferenciação linguística do mundo,
com mais de 50 famílias linguísticas.
Aryon Dall’Igna Rodrigues. Aspectos da história das línguas
indígenas da Amazônia. In: M. do S. Simões (Org.). Sob o signo do
Xingu. Belém: IFNOPAP/UFPA, 2003, p. 37-51 (com adaptações).
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens seguintes.
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, o trecho “Estima-se que (...) antes da penetração dos portugueses” (l.6-8) poderia ser reescrito da seguinte forma: Apenas na Amazônia brasileira se calcula que o número de línguas e de povos teriam sido de 700 imediatamente antes da chegada dos colonizadores.
As línguas amazônicas hoje: quantidade e diversidade
1 Atualmente são faladas na Amazônia cerca de 250
línguas indígenas, cerca de 150 em território brasileiro.
Embora aparentemente altos, esses números são o resultado de
4 um processo histórico — a colonização europeia da Amazônia
— que reduziu drasticamente a população indígena nos últimos
400 anos. Estima-se que, só na Amazônia brasileira, o número
7 de línguas e de povos teria sido de uns 700 imediatamente
antes da penetração dos portugueses. Apesar da extraordinária
redução quantitativa, as línguas ainda existentes apresentam
10 considerável diversidade, o que caracteriza a Amazônia como
uma das regiões de maior diferenciação linguística do mundo,
com mais de 50 famílias linguísticas.
Aryon Dall’Igna Rodrigues. Aspectos da história das línguas
indígenas da Amazônia. In: M. do S. Simões (Org.). Sob o signo do
Xingu. Belém: IFNOPAP/UFPA, 2003, p. 37-51 (com adaptações).
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens seguintes.
As expressões “processo histórico” e “colonização europeia da Amazônia”, ambas na linha 4, e o pronome relativo “que” (l.5) estão relacionadas sob o ponto de vista da referência semântica.
As línguas amazônicas hoje: quantidade e diversidade
1 Atualmente são faladas na Amazônia cerca de 250
línguas indígenas, cerca de 150 em território brasileiro.
Embora aparentemente altos, esses números são o resultado de
4 um processo histórico — a colonização europeia da Amazônia
— que reduziu drasticamente a população indígena nos últimos
400 anos. Estima-se que, só na Amazônia brasileira, o número
7 de línguas e de povos teria sido de uns 700 imediatamente
antes da penetração dos portugueses. Apesar da extraordinária
redução quantitativa, as línguas ainda existentes apresentam
10 considerável diversidade, o que caracteriza a Amazônia como
uma das regiões de maior diferenciação linguística do mundo,
com mais de 50 famílias linguísticas.
Aryon Dall’Igna Rodrigues. Aspectos da história das línguas
indígenas da Amazônia. In: M. do S. Simões (Org.). Sob o signo do
Xingu. Belém: IFNOPAP/UFPA, 2003, p. 37-51 (com adaptações).
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens seguintes.
Depreende-se do texto que apenas 50 línguas indígenas são atualmente faladas na Amazônia e que a extinção de outras línguas deveu-se ao processo de colonização europeia na região.
1 O homem habita a Amazônia há mais de 11.000 anos.
No entanto, foi só no século XVI que o rio Amazonas foi
navegado pela primeira vez, pelo explorador e conquistador
4 espanhol Don Francisco de Orellana (1511-1546). Em busca de
vastas florestas de canela e da lendária cidade do ouro El
Dorado, Orellana deixou Quito, no Equador, em fevereiro de
7 1541. Não encontrou nem canela nem ouro, e, sim, o maior rio
da Terra. O explorador batizou o rio “recém-descoberto” de rio
de Orellana. Tal nome depois seria abandonado em troca do
10 nome rio Amazonas, inspirado na mítica tribo de guerreiras.
Passaram-se muitos anos até a Amazônia receber uma
nova expedição — a primeira a subir o rio inteiro. Entre 1637
13 e 1638, as primeiras informações detalhadas sobre a região, sua
história natural e seu povo foram registradas pelo Padre
Cristóvão de Acuña, que viajou como membro de uma grande
16 expedição comandada pelo general português Pedro Teixeira.
Ele registrou dados de impressionante precisão acerca da
extensão e do tamanho do rio Amazonas, e da topografia de seu
19 curso, com descrições detalhadas das áreas de floresta
inundada ao longo do rio, da fauna aquática, dos sistemas
agrícolas e das plantações dos povos indígenas.
Internet: <www.wwf.org> (com adaptações).
No que se refere aos aspectos linguísticos e à tipologia do texto acima, julgue os itens que se seguem.
1 O homem habita a Amazônia há mais de 11.000 anos.
No entanto, foi só no século XVI que o rio Amazonas foi
navegado pela primeira vez, pelo explorador e conquistador
4 espanhol Don Francisco de Orellana (1511-1546). Em busca de
vastas florestas de canela e da lendária cidade do ouro El
Dorado, Orellana deixou Quito, no Equador, em fevereiro de
7 1541. Não encontrou nem canela nem ouro, e, sim, o maior rio
da Terra. O explorador batizou o rio “recém-descoberto” de rio
de Orellana. Tal nome depois seria abandonado em troca do
10 nome rio Amazonas, inspirado na mítica tribo de guerreiras.
Passaram-se muitos anos até a Amazônia receber uma
nova expedição — a primeira a subir o rio inteiro. Entre 1637
13 e 1638, as primeiras informações detalhadas sobre a região, sua
história natural e seu povo foram registradas pelo Padre
Cristóvão de Acuña, que viajou como membro de uma grande
16 expedição comandada pelo general português Pedro Teixeira.
Ele registrou dados de impressionante precisão acerca da
extensão e do tamanho do rio Amazonas, e da topografia de seu
19 curso, com descrições detalhadas das áreas de floresta
inundada ao longo do rio, da fauna aquática, dos sistemas
agrícolas e das plantações dos povos indígenas.
Internet: <www.wwf.org> (com adaptações).
No que se refere aos aspectos linguísticos e à tipologia do texto acima, julgue os itens que se seguem.
Mantém-se a correção gramatical do texto caso o trecho “Em busca de vastas florestas (...) em fevereiro de 1541” (l.4-7) seja reescrito da seguinte forma: Orellana deixou Quito, no Equador, em fevereiro de 1541, em busca de vastas florestas de canela e da lendária cidade do ouro El Dorado.
1 O homem habita a Amazônia há mais de 11.000 anos.
No entanto, foi só no século XVI que o rio Amazonas foi
navegado pela primeira vez, pelo explorador e conquistador
4 espanhol Don Francisco de Orellana (1511-1546). Em busca de
vastas florestas de canela e da lendária cidade do ouro El
Dorado, Orellana deixou Quito, no Equador, em fevereiro de
7 1541. Não encontrou nem canela nem ouro, e, sim, o maior rio
da Terra. O explorador batizou o rio “recém-descoberto” de rio
de Orellana. Tal nome depois seria abandonado em troca do
10 nome rio Amazonas, inspirado na mítica tribo de guerreiras.
Passaram-se muitos anos até a Amazônia receber uma
nova expedição — a primeira a subir o rio inteiro. Entre 1637
13 e 1638, as primeiras informações detalhadas sobre a região, sua
história natural e seu povo foram registradas pelo Padre
Cristóvão de Acuña, que viajou como membro de uma grande
16 expedição comandada pelo general português Pedro Teixeira.
Ele registrou dados de impressionante precisão acerca da
extensão e do tamanho do rio Amazonas, e da topografia de seu
19 curso, com descrições detalhadas das áreas de floresta
inundada ao longo do rio, da fauna aquática, dos sistemas
agrícolas e das plantações dos povos indígenas.
Internet: <www.wwf.org> (com adaptações).
No que se refere aos aspectos linguísticos e à tipologia do texto acima, julgue os itens que se seguem.
1 O homem habita a Amazônia há mais de 11.000 anos.
No entanto, foi só no século XVI que o rio Amazonas foi
navegado pela primeira vez, pelo explorador e conquistador
4 espanhol Don Francisco de Orellana (1511-1546). Em busca de
vastas florestas de canela e da lendária cidade do ouro El
Dorado, Orellana deixou Quito, no Equador, em fevereiro de
7 1541. Não encontrou nem canela nem ouro, e, sim, o maior rio
da Terra. O explorador batizou o rio “recém-descoberto” de rio
de Orellana. Tal nome depois seria abandonado em troca do
10 nome rio Amazonas, inspirado na mítica tribo de guerreiras.
Passaram-se muitos anos até a Amazônia receber uma
nova expedição — a primeira a subir o rio inteiro. Entre 1637
13 e 1638, as primeiras informações detalhadas sobre a região, sua
história natural e seu povo foram registradas pelo Padre
Cristóvão de Acuña, que viajou como membro de uma grande
16 expedição comandada pelo general português Pedro Teixeira.
Ele registrou dados de impressionante precisão acerca da
extensão e do tamanho do rio Amazonas, e da topografia de seu
19 curso, com descrições detalhadas das áreas de floresta
inundada ao longo do rio, da fauna aquática, dos sistemas
agrícolas e das plantações dos povos indígenas.
Internet: <www.wwf.org> (com adaptações).
No que se refere aos aspectos linguísticos e à tipologia do texto acima, julgue os itens que se seguem.
No início do segundo parágrafo, o trecho “Passaram-se” poderia ser corretamente substituído por Se passou, porque o sujeito da oração está posposto.
1 Com efeito, a habitação em cidades é essencialmente
antinatural, associa-se a manifestações do espírito e da vontade,
na medida em que esses se opõem à natureza. Para muitas
4 nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais
decisivo instrumento de dominação que conheceram. Max
Weber mostra admiravelmente como a fundação de cidades
7 representou, para o Oriente Próximo e particularmente para o
mundo helenístico e para a Roma imperial, o meio específico
de criação de órgãos locais de poder, acrescentando que o
10 mesmo fenômeno se verifica na China, onde, ainda durante o
século passado, a subjugação das tribos miaotse pode ser
relacionada à urbanização de suas terras. E não foi sem boas
13 razões que esses povos usaram de semelhante recurso, pois a
experiência tem demonstrado que ele é, entre todos, o mais
duradouro e eficiente. As fronteiras econômicas estabelecidas
16 no tempo e no espaço pelas fundações de cidades no Império
Romano tornaram-se também as fronteiras do mundo que mais
tarde ostentaria a herança da cultura clássica.
Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995 (com adaptações).
Julgue os seguintes itens, relativos às ideias e aos aspectos semânticos do texto apresentado.
1 Com efeito, a habitação em cidades é essencialmente
antinatural, associa-se a manifestações do espírito e da vontade,
na medida em que esses se opõem à natureza. Para muitas
4 nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais
decisivo instrumento de dominação que conheceram. Max
Weber mostra admiravelmente como a fundação de cidades
7 representou, para o Oriente Próximo e particularmente para o
mundo helenístico e para a Roma imperial, o meio específico
de criação de órgãos locais de poder, acrescentando que o
10 mesmo fenômeno se verifica na China, onde, ainda durante o
século passado, a subjugação das tribos miaotse pode ser
relacionada à urbanização de suas terras. E não foi sem boas
13 razões que esses povos usaram de semelhante recurso, pois a
experiência tem demonstrado que ele é, entre todos, o mais
duradouro e eficiente. As fronteiras econômicas estabelecidas
16 no tempo e no espaço pelas fundações de cidades no Império
Romano tornaram-se também as fronteiras do mundo que mais
tarde ostentaria a herança da cultura clássica.
Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995 (com adaptações).
Julgue os seguintes itens, relativos às ideias e aos aspectos semânticos do texto apresentado.
Sem prejuízo da correção gramatical e da coerência textual, o último período do texto poderia ser reescrito da seguinte forma: Por meio das fundações de cidades no Império Romano, estabeleceram-se fronteiras econômicas no tempo e no espaço. Tais fronteiras, mais tarde, seriam as fronteiras do mundo que exibiria a herança da cultura clássica
1 Com efeito, a habitação em cidades é essencialmente
antinatural, associa-se a manifestações do espírito e da vontade,
na medida em que esses se opõem à natureza. Para muitas
4 nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais
decisivo instrumento de dominação que conheceram. Max
Weber mostra admiravelmente como a fundação de cidades
7 representou, para o Oriente Próximo e particularmente para o
mundo helenístico e para a Roma imperial, o meio específico
de criação de órgãos locais de poder, acrescentando que o
10 mesmo fenômeno se verifica na China, onde, ainda durante o
século passado, a subjugação das tribos miaotse pode ser
relacionada à urbanização de suas terras. E não foi sem boas
13 razões que esses povos usaram de semelhante recurso, pois a
experiência tem demonstrado que ele é, entre todos, o mais
duradouro e eficiente. As fronteiras econômicas estabelecidas
16 no tempo e no espaço pelas fundações de cidades no Império
Romano tornaram-se também as fronteiras do mundo que mais
tarde ostentaria a herança da cultura clássica.
Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995 (com adaptações).
Julgue os seguintes itens, relativos às ideias e aos aspectos semânticos do texto apresentado.
1 Com efeito, a habitação em cidades é essencialmente
antinatural, associa-se a manifestações do espírito e da vontade,
na medida em que esses se opõem à natureza. Para muitas
4 nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais
decisivo instrumento de dominação que conheceram. Max
Weber mostra admiravelmente como a fundação de cidades
7 representou, para o Oriente Próximo e particularmente para o
mundo helenístico e para a Roma imperial, o meio específico
de criação de órgãos locais de poder, acrescentando que o
10 mesmo fenômeno se verifica na China, onde, ainda durante o
século passado, a subjugação das tribos miaotse pode ser
relacionada à urbanização de suas terras. E não foi sem boas
13 razões que esses povos usaram de semelhante recurso, pois a
experiência tem demonstrado que ele é, entre todos, o mais
duradouro e eficiente. As fronteiras econômicas estabelecidas
16 no tempo e no espaço pelas fundações de cidades no Império
Romano tornaram-se também as fronteiras do mundo que mais
tarde ostentaria a herança da cultura clássica.
Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995 (com adaptações).
Julgue os seguintes itens, relativos às ideias e aos aspectos semânticos do texto apresentado.
1 Com efeito, a habitação em cidades é essencialmente
antinatural, associa-se a manifestações do espírito e da vontade,
na medida em que esses se opõem à natureza. Para muitas
4 nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais
decisivo instrumento de dominação que conheceram. Max
Weber mostra admiravelmente como a fundação de cidades
7 representou, para o Oriente Próximo e particularmente para o
mundo helenístico e para a Roma imperial, o meio específico
de criação de órgãos locais de poder, acrescentando que o
10 mesmo fenômeno se verifica na China, onde, ainda durante o
século passado, a subjugação das tribos miaotse pode ser
relacionada à urbanização de suas terras. E não foi sem boas
13 razões que esses povos usaram de semelhante recurso, pois a
experiência tem demonstrado que ele é, entre todos, o mais
duradouro e eficiente. As fronteiras econômicas estabelecidas
16 no tempo e no espaço pelas fundações de cidades no Império
Romano tornaram-se também as fronteiras do mundo que mais
tarde ostentaria a herança da cultura clássica.
Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995 (com adaptações).
Julgue os seguintes itens, relativos às ideias e aos aspectos semânticos do texto apresentado.
Sem prejuízo do sentido original do texto, a expressão “na medida em que” (l.3) poderia ser substituída por à medida que.
1 Com efeito, a habitação em cidades é essencialmente
antinatural, associa-se a manifestações do espírito e da vontade,
na medida em que esses se opõem à natureza. Para muitas
4 nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais
decisivo instrumento de dominação que conheceram. Max
Weber mostra admiravelmente como a fundação de cidades
7 representou, para o Oriente Próximo e particularmente para o
mundo helenístico e para a Roma imperial, o meio específico
de criação de órgãos locais de poder, acrescentando que o
10 mesmo fenômeno se verifica na China, onde, ainda durante o
século passado, a subjugação das tribos miaotse pode ser
relacionada à urbanização de suas terras. E não foi sem boas
13 razões que esses povos usaram de semelhante recurso, pois a
experiência tem demonstrado que ele é, entre todos, o mais
duradouro e eficiente. As fronteiras econômicas estabelecidas
16 no tempo e no espaço pelas fundações de cidades no Império
Romano tornaram-se também as fronteiras do mundo que mais
tarde ostentaria a herança da cultura clássica.
Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. São Paulo:
Companhia das Letras, 1995 (com adaptações).
Julgue os seguintes itens, relativos às ideias e aos aspectos semânticos do texto apresentado.
Acerca das características gerais da comunicação oficial, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Manual de Redação da Presidência da República.
Em memorando encaminhado ao superintendente da SUFRAMA, um servidor técnico desse órgão deve utilizar o pronome de tratamento Vossa Senhoria para dirigir-se à autoridade, a expressão Ao Senhor Superintendente da SUFRAMA no espaço reservado ao destinatário e o fecho Respeitosamente.
Acerca das características gerais da comunicação oficial, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Manual de Redação da Presidência da República.
Como as comunicações oficiais devem primar pela concisão, o que implica transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras, na elaboração de um documento a partir de determinado texto, devem-se selecionar as passagens substanciais do texto e preservá-las no documento.
Acerca das características gerais da comunicação oficial, julgue os itens a seguir, à luz do disposto no Manual de Redação da Presidência da República.
Nas comunicações que versem sobre assuntos oficiais com particulares, o documento indicado é o ofício e, no caso de ser dirigido a um cidadão, este deve ser tratado de forma homogênea e impessoal.