Questões de Concurso Público Prefeitura de Vargem Grande Paulista - SP 2026 para Agente de Trânisto
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Do primeiro celular ao smartphone
Do primeiro celular a gente nunca se esquece: falo do tijolão preto quando chegou ao Brasil! Lembro como se fosse o primeiro dinossauro. Causou uma revolução em nossos costumes. Mas era apenas um telefone – falar e ouvir. E foi fantástico. Lembro a minha euforia. Quando me desfiz do primeiro, para tomar-me vítima do consumismo, fiquei com o coração apertado. Sou sentimental, tenho carinho pelos elos que vão ficando para trás. E o "pretinho básico" ficou esquecido. Foi um susto ao ver as pessoas falando nas calçadas. Gesticulavam igual a nossa Elis Regina ao cantar "Arrastão". Muito esquisito, eu parava na rua para olhar, e daí não entrar naquela onda louca. Não adiantou.
Na época, eu pensei que aquele estardalhaço nas ruas, com o aparelho no ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas entrariam no equilíbrio. Mas não: piorou. Sem cerimônia entramos na vida dos outros, nas conversas de família, nas doenças, nas brigas. E não se respeitam mais hospitais, clínicas, elevadores, lojas... O trânsito é o mesmo. Um berreiro. E assim seguiremos, já acostumados a compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em lugar público. Compartilhamos o que somos e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal contemporânea, massificada. Um novo movimento. Não se sabe onde fica a linha divisória da razão. Existe o vício. Vi uma menina tuitando e rindo no cantinho de um velório. Senti vontade de lhe chamar a atenção (...)
O mundo virtual está engolindo o mundo real mas lojas e bancos. Não gosto.
Há uns anos em comunicar, alegrias e tristezas a compartilhar. Será que nossa cruz fica mais leve de carregar? Os filhos não querem saber de papo familiar, vão direto ao Facebook e lá tiram suas dúvidas com centenas de amigos.
Só o futuro dirá algo sobre isso.
CARVALHO, Tânia Luz do. Do primeiro celular ao smartphone. Porto das crônicas. Disponível em https://tanialuz.blogspot.com/2018/11/do-primeiro-celular-ao-smartphone.html.
Do primeiro celular ao smartphone
Do primeiro celular a gente nunca se esquece: falo do tijolão preto quando chegou ao Brasil! Lembro como se fosse o primeiro dinossauro. Causou uma revolução em nossos costumes. Mas era apenas um telefone – falar e ouvir. E foi fantástico. Lembro a minha euforia. Quando me desfiz do primeiro, para tomar-me vítima do consumismo, fiquei com o coração apertado. Sou sentimental, tenho carinho pelos elos que vão ficando para trás. E o "pretinho básico" ficou esquecido. Foi um susto ao ver as pessoas falando nas calçadas. Gesticulavam igual a nossa Elis Regina ao cantar "Arrastão". Muito esquisito, eu parava na rua para olhar, e daí não entrar naquela onda louca. Não adiantou.
Na época, eu pensei que aquele estardalhaço nas ruas, com o aparelho no ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas entrariam no equilíbrio. Mas não: piorou. Sem cerimônia entramos na vida dos outros, nas conversas de família, nas doenças, nas brigas. E não se respeitam mais hospitais, clínicas, elevadores, lojas... O trânsito é o mesmo. Um berreiro. E assim seguiremos, já acostumados a compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em lugar público. Compartilhamos o que somos e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal contemporânea, massificada. Um novo movimento. Não se sabe onde fica a linha divisória da razão. Existe o vício. Vi uma menina tuitando e rindo no cantinho de um velório. Senti vontade de lhe chamar a atenção (...)
O mundo virtual está engolindo o mundo real mas lojas e bancos. Não gosto.
Há uns anos em comunicar, alegrias e tristezas a compartilhar. Será que nossa cruz fica mais leve de carregar? Os filhos não querem saber de papo familiar, vão direto ao Facebook e lá tiram suas dúvidas com centenas de amigos.
Só o futuro dirá algo sobre isso.
CARVALHO, Tânia Luz do. Do primeiro celular ao smartphone. Porto das crônicas. Disponível em https://tanialuz.blogspot.com/2018/11/do-primeiro-celular-ao-smartphone.html.
“E assim seguiremos, já acostumados a compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em lugar público.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Do primeiro celular ao smartphone
Do primeiro celular a gente nunca se esquece: falo do tijolão preto quando chegou ao Brasil! Lembro como se fosse o primeiro dinossauro. Causou uma revolução em nossos costumes. Mas era apenas um telefone – falar e ouvir. E foi fantástico. Lembro a minha euforia. Quando me desfiz do primeiro, para tomar-me vítima do consumismo, fiquei com o coração apertado. Sou sentimental, tenho carinho pelos elos que vão ficando para trás. E o "pretinho básico" ficou esquecido. Foi um susto ao ver as pessoas falando nas calçadas. Gesticulavam igual a nossa Elis Regina ao cantar "Arrastão". Muito esquisito, eu parava na rua para olhar, e daí não entrar naquela onda louca. Não adiantou.
Na época, eu pensei que aquele estardalhaço nas ruas, com o aparelho no ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas entrariam no equilíbrio. Mas não: piorou. Sem cerimônia entramos na vida dos outros, nas conversas de família, nas doenças, nas brigas. E não se respeitam mais hospitais, clínicas, elevadores, lojas... O trânsito é o mesmo. Um berreiro. E assim seguiremos, já acostumados a compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em lugar público. Compartilhamos o que somos e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal contemporânea, massificada. Um novo movimento. Não se sabe onde fica a linha divisória da razão. Existe o vício. Vi uma menina tuitando e rindo no cantinho de um velório. Senti vontade de lhe chamar a atenção (...)
O mundo virtual está engolindo o mundo real mas lojas e bancos. Não gosto.
Há uns anos em comunicar, alegrias e tristezas a compartilhar. Será que nossa cruz fica mais leve de carregar? Os filhos não querem saber de papo familiar, vão direto ao Facebook e lá tiram suas dúvidas com centenas de amigos.
Só o futuro dirá algo sobre isso.
CARVALHO, Tânia Luz do. Do primeiro celular ao smartphone. Porto das crônicas. Disponível em https://tanialuz.blogspot.com/2018/11/do-primeiro-celular-ao-smartphone.html.
“Não ensine seu filho apenas a ler. Ensine-o a ler e questionar o que ele está lendo.” (George Carlin)
A forma verbal destacada no pensamento acima indica uma ação:
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:
- Encaminhe sua demanda ____ organização do evento.
- Tudo ocorreu conforme _____ agenda elaborada com antecedência.
- Fiz referência _____ que você me disse anteriormente.
“Durante a reunião, _________ muitas discussões em torno de um mesmo tema.”
Assinale a alternativa em que cada uma das formas verbais apresentadas fica correta no preenchimento da lacuna acima, de acordo com a norma-padrão.
O enunciado “Por que diz isso?”, empregado na fala da personagem da charge acima, pode ser reescrito corretamente como:
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem:
- Ele está pensando _____________.
- Você é muito parecido _________.
- Será que ela vai ________ para a festa?
- Prova escrita, com peso de 50%
- Trabalho pratico, com peso de 30% e
- Participação, com peso de 20%
O aluno Gustavo obteve 80 pontos na prova escrita, 70 pontos no trabalho pratico e 90 pontos pela participação nas aulas. Com base nesses dados, assinale a alternativa que indica qual foi a nota final de Gustavo.
tinha valor igual a 8
e
que o símbolo
correspondia a 13. Em
seguida, mostrou que o valor do símbolo
era
determinado pela expressão:
Com base nessa relação e nos valores atribuídos, determine o valor de
. Assinale a
alternativa correta. Assinale a alternativa correta.
Considerando as funcionalidades disponíveis na área de trabalho dos sistemas Windows, assinale a alternativa que apresenta uma ação que altera o tamanho dos ícones exibidos nesse ambiente.
Com relação à navegação na internet, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto abaixo:
Uma _____________________ é um formato universal para designar um recurso na Internet.
Ao elaborar documentos no Microsoft Word, algumas ferramentas permitem reutilizar informações já existentes sem a necessidade de redigitá-las.
Assinale a alternativa que apresenta a função utilizada para criar uma duplicação do conteúdo selecionado, mantendo o texto original em sua posição inicial.
Em planilhas eletrônicas, diferentes símbolos podem ser utilizados para determinar a sequência em que os cálculos serão realizados.
Assinale a alternativa que apresenta o recurso utilizado para modificar a ordem padrão de execução das operações em uma fórmula do Microsoft Excel.