A triagem clínico-epidemiológica de potenciais doadores de órgãos e tecidos constitui etapa crítica na
segurança transplantacional, exigindo avaliação criteriosa de agentes infecciosos com potencial de
transmissão ao receptor imunossuprimido. Determinadas infecções apresentam elevada relevância
biológica devido à persistência tecidual, neurotropismo ou resistência aos mecanismos usuais de inativação microbiológica, influenciando diretamente os critérios de elegibilidade do doador.
Considerando os aspectos microbiológicos e regulatórios envolvidos na seleção de doadores, destaque
a alternativa correta: