Questões de Concurso Público Prefeitura de Águas de Lindóia - SP 2025 para Vice-Diretor de Escola
Foram encontradas 50 questões
Laia o texto a seguir para responder a questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>
Laia o texto a seguir para responder a questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>
Laia o texto a seguir para responder a questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>
“A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso.”
Assinale a alternativa em que os elementos completam corretamente as lacunas do período seguinte, na mesma ordem, em relação à palavra destacada no trecho acima.
A palavra “para” pode ser substituída por “__________” e possui o sentido de __________.
Laia o texto a seguir para responder a questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>
“Há uma nova estação chegando.” (La Fontaine)
Reescrevendo o trecho acima com a expressão destacada no plural, considere as seguintes formas, mesmo com alteração no tempo verbal:
(I) Há umas novas estações chegando
(II) Existe umas novas estações chegando
(III) Existem umas novas estações chegando
(IV) Haviam umas novas estações chegando
Assinale a alternativa que apresenta todas as formas reescritas corretamente.
Em relação às palavras destacadas no período acima, é correto afirmar que:
“Vou aonde o vento levar, para qualquer caminho que a vida escolher” (Tom Lima)
No contexto em que está sendo utilizada, a palavra destacada acima pode ser substituída adequadamente por:
- Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.

CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.
A expressão “dei por mim”, no contexto da charge acima, possui o sentido de alguém que:
- Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.

CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.
Um contador estava analisando os relatórios dos últimos dias e percebeu que havia quatro movimentações que se repetiam diariamente. Essas movimentações, que tinham como finalidade o pagamento de contas no exterior, apresentavam os seguintes valores:
Pagamento 1: R$ 100.000,00
Pagamento 2: R$ 50.000,00
Pagamento 3: R$ 50.000,00
Pagamento 4: R$ 100.000,00
Então, o contador enviou um e-mail ao seu diretor informando que, em média, _______ eram gastos diariamente com o pagamento de contas no exterior.
Assinale a alternativa que completa a lacuna corretamente.
Você pegou R$ 100,00 emprestados com a amiga da sua avó, Isabel, e combinou o pagamento em 4 parcelas sem juros. Isabel registra todas as movimentações financeiras em uma caderneta. Após o pagamento das parcelas, suas anotações ficaram assim:

Isabel verificou os pagamentos e constatou que recebeu os R$ 100 emprestados, sem prejuízo. No entanto, notou que o saldo devedor totalizava R$ 101 e não soube explicar a diferença. Por isso, pediu sua ajuda para entender se houve prejuízo e esclarecer essa diferença.
Com base nas afirmações abaixo, identifique quais são verdadeiras ou falsas, considerando-as na explicação da diferença e na análise do possível prejuízo.
(__) Você explica que foi prejudicado(a), pois o saldo devedor somou R$ 101, em vez de R$ 100, o que indica prejuízo.
(__) Você explica que não foi prejudicado(a), porque pagou exatamente o que devia, e a diferença envolve um erro na forma como os saldos devedores foram somados.
(__) Se as parcelas fossem R$ 40, R$ 40, R$ 10 e R$ 10, o saldo devedor seria R$ 100 e somente assim não teria prejuízo.
(__) Explica que a evolução da dívida foi:
(-100) + 40 = -60
(-60) + 40 = -20
(-20) + 9 = -11
(-11) + 11 = 0.
Gilbert tem R$ 10.000,00 e está pensando em fazer um investimento em renda fixa e de longo prazo, por 2 anos. Ele solicitou a cinco instituições financeiras mais informações e propostas para escolher o investimento com maior retorno. Ao receber as propostas, analisou a taxa de retorno anual de cada instituição financeira e, para obter um melhor resultado, escolheu a proposta com uma taxa de _______.
Escolha qual alternativa tem a taxa com maior retorno:
Você trabalha em uma casa de câmbio e recebe uma nota de US$ 100,00 (cem dólares). O cliente solicita a conversão para a moeda brasileira, o real (R$). Ao verificar a tabela de cotação, você observa que 1 dólar equivale a R$ 5,00 e que o serviço de câmbio cobra uma taxa de 10% sobre o valor, ou seja, US$ 10,00.
Ao abrir o caixa, você encontra cédulas de R$ 100,00, R$ 20,00, R$ 10,00 e R$ 5,00. Para manter o caixa flexível, garantindo cédulas menores para troco, você decide realizar o câmbio de forma a minimizar o número de cédulas utilizadas no pagamento.
Escolha a alternativa que permite minimizar o número de cédulas menores no pagamento.
Você pretende contratar um plano de viagem para o Lago de Garda, na Itália, e o menor valor que encontrou foi de € 1.425,00 (euros), o equivalente a R$ 9.025,00 na cotação atual. No entanto, ainda faltam R$ 3.000,00 para completar o pagamento. Como o euro tende a aumentar, você decidiu pagar à vista o valor disponível e parcelar os R$ 3.000,00 em 10 vezes sem juros. Assim, escolha a alternativa que melhor representa como o plano foi pago.
Eduarda, professora de matemática, explicava aos alunos o conceito de Progressão Aritmética (P.A.) e apresentou a fórmula de recorrência para encontrar qualquer termo dessa sequência:
an = a1 + (n - 1) . r
Onde r é a razão da P.A, a1 é o primeiro termo da série numérica e n é o número do elemento que se deseja obter. Para ilustrar, Eduarda apresenta um exemplo baseado na tabuada do 7, que também forma uma P.A. com razão 7 e contém os seguintes elementos:
7 14 21 28 35 __ 49 56 63 70
77 84 91 98 __ 112 119 126 133 140
Você é aluno de Eduarda e deverá responder qual é o 6º e o 15º termo dessa sequência numérica. Escolha a alternativa correta:
Na festa de Natal, seu tio Renato, além de contar a clássica piada do pavê, gosta de desafios matemáticos e de raciocínio lógico. Ele propôs o seguinte problema:
“Pense em um número. Some 5, multiplique por 2, depois subtraia 4, dívida por 2 e subtraia o número que você pensou inicialmente.”
Após realizar todas as operações, o tio Renato disse que o resultado foi 3. Você achou curioso que ele acertou e perguntou como isso era possível. Analise abaixo as possíveis explicações que o tio Renato poderia dar, marque “V” (verdadeira) ou “F” (falsa) para cada resposta sobre a resolução do problema e assinale a alternativa correspondente.
( ) Só é algo antigo que dá certo, e a matemática não consegue modelar esse desafio.
( ) Quando se diz “Pense em um número. Some 5, multiplique por 2”, pode-se modelar/representar esse trecho com a expressão (x+5).2 . E o restante do problema é construído da mesma forma.
( ) O desafio só funciona para números ímpares, e, caso estivesse pensando num número par, ele falharia em acertar o resultado.
( ) O desafio pode ser expressado para qualquer número e é modelado com a expressão:

Você vai fazer um evento na sua faculdade e, antes de comprar as bebidas, fez uma pesquisa entre os demais alunos sobre a preferência de bebida para essa festa. O resultado foi o seguinte:

Com base na tabela e no gráfico acima, qual é a bebida com 50% dos votos?