Questões de Concurso Público Câmara de Caçapava - SP 2025 para Contador

Foram encontradas 50 questões

Q3552777 Português
Do fogo à inteligência artificial: uma crônica
sobre a evolução humana



          Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?

      Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.

      O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações? Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.

       Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?


FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência
artificial: uma crônica sobre a evolução humana.
15 dez. 2024. Disponível em<https://historiacomgilbertofarias.blogspot.com/
2024/12/do-fogo-inteligencia-artificialuma.html>. .
Assinale a alternativa que corresponde às ideias apresentadas no texto “Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana”.
Alternativas
Q3552778 Português
Do fogo à inteligência artificial: uma crônica
sobre a evolução humana



          Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?

      Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.

      O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações? Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.

       Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?


FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência
artificial: uma crônica sobre a evolução humana.
15 dez. 2024. Disponível em<https://historiacomgilbertofarias.blogspot.com/
2024/12/do-fogo-inteligencia-artificialuma.html>. .

“O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana”

No trecho acima, as palavras destacadas, na mesma ordem em que se encontram, são sinônimas de: 

Alternativas
Q3552779 Português
Do fogo à inteligência artificial: uma crônica
sobre a evolução humana



          Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?

      Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.

      O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações? Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.

       Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?


FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência
artificial: uma crônica sobre a evolução humana.
15 dez. 2024. Disponível em<https://historiacomgilbertofarias.blogspot.com/
2024/12/do-fogo-inteligencia-artificialuma.html>. .
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no trecho transcrito do texto está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3552780 Português

“(...) pela manhã dera logo as providências para que tudo voltasse aos seus eixos o mais depressa possível.” (O Cortiço, de Aluísio Azevedo)


Mantendo-se o mesmo sentido, a expressão destacada no trecho anterior pode ser substituída adequadamente por: 

Alternativas
Q3552781 Português
“No outro dia estava pior; tratei-me enfim, mas incompletamente, sem método, nem cuidado, nem persistência; tal foi a origem do mal que me trouxe à eternidade.” (Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis)
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita totalmente correta do trecho acima e sem alteração do seu significado básico original.
Alternativas
Q3552782 Português
“O céu de lá era de um azul(1) tão azul(2), mas tão azul que(3) contrastava com aquelas nuvens tão(4) branquinhas(5).” (A menina que desenhava, de Márcia Hazin)
Assinale a afirmativa correta em relação ao emprego das palavras destacadas e identificadas por números no enunciado acima.
Alternativas
Q3552783 Português
“Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro”

(Pronominais, de Oswald de Andrade)

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das expressões empregadas no poema acima. 
Alternativas
Q3552784 Português
Assinale a alternativa em que o sentido geral expresso pela forma do verbo “assistir” é diferente do sentido do mesmo verbo nas demais alternativas. 
Alternativas
Q3552785 Português

Leia os quadrinhos a seguir para responder às próximas duas questões.


Imagem associada para resolução da questão



RIBEIRO, Estevão. Empurrãozinho. Publishnews. 30 maio 2025.


O humor presente nos quadrinhos acima decorre da interpretação do sentido da palavra “empurrãozinho”, envolvendo a seguinte figura de linguagem:

Alternativas
Q3552786 Português
Em “Tem vezes que nós ficamos estacionados na vida”, a expressão destacada, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, pode ser substituída corretamente por:
Alternativas
Q3552787 Matemática
Uma determinada marca de sabão líquido custa R$ 20,00 por 500 ml e informa que a cada 150 ml consegue lavar 12 kg de roupa. Com isso, quanto de sabão (em reais) é gasto para lavar 30 kg de roupa? 
Alternativas
Q3552788 Física
A densidade de um material é definida pela razão entre sua massa e seu volume. Um cientista confeccionou dois blocos, um de vidro e o outro de chumbo. Ele mede que o volume do bloco de chumbo tem metade do volume do bloco de vidro e que o bloco de vidro tem metade da massa do bloco de chumbo. Nessas condições, pode-se dizer que a razão entre a densidade do bloco de vidro e do bloco de chumbo é:
Alternativas
Q3552789 Matemática
Observe as seguintes afirmativas sobre polígonos convexos:

I – Paralelogramo, trapézio e losango são todos classificados como quadriláteros;
II – Um trapézio deve ter necessariamente um par de lados paralelos;
III– Um losango deve ter necessariamente pelo menos um par de lados paralelos;

Estão corretas: 
Alternativas
Q3552790 Raciocínio Lógico

A figura abaixo mostra uma sequência feita com palitos de fósforo:



Imagem associada para resolução da questão



Observe que o primeiro elemento da sequência foi feito com 3 palitos. Com quantos palitos será feito o 9° elemento da sequência? 

Alternativas
Q3552791 Matemática
João e Carla dividirão uma herança na proporção de 5 para 3, respectivamente. Se o valor total da herança é de R$ 48.000,00, quanto João receberá a mais que Carla?
Alternativas
Q3552792 Matemática
Em uma atividade prática para estudantes de medicina, o professor estabelece que todos os estudantes começarão com 10,0 pontos, e a cada erro cometido será subtraído 0,5 ponto da nota do estudante. Suponha que há 25 estudantes na turma e que a soma das suas notas foi 140 pontos, qual a média de erros por estudante nesta atividade?
Alternativas
Q3552793 Matemática
Observe o trecho:

“O Brasil tem 5 milhões de km2 de florestas, o que representa praticamente 60% de todo o território nacional. A rica biodiversidade do nosso País, que é o maior em área de florestas tropicais do mundo, tem grande importância social, econômica e ambiental para os brasileiros e o resto do mundo.”

Adaptado de: “Dados sobre florestas brasileiras são lançados em plataforma digital”. Serviço Florestal Brasileiro. Disponível em: “https://www.gov.br/florestal/pt-br/”. Acesso em 03 de dezembro de 2024.


Com base no trecho, indique a área de todo território nacional do Brasil, aproximadamente, em milhões de km2
Alternativas
Q3552794 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa, os entrevistados deveriam responder a duas perguntas, P1 e P2, com uma das respostas: ‘sim’ ou ‘não’.

 P1: Você consome produtos da marca Alfa? P2: Você consome produtos da marca Beta?

Identificou-se que 70% dos entrevistados responderam ‘sim’ à P1. Sabe-se também que 40% dos entrevistados responderam ‘sim’ à P2. Além disso, sabendo-se que 10% dos entrevistados responderam ‘não’ às duas perguntas, quantos por cento responderam ‘sim’ às duas perguntas?
Alternativas
Q3552795 Matemática
Dois corredores, A e B, correm em pistas circulares concêntricas de raios 50 m e 1200 cm, respectivamente. Se o corredor A der 6 voltas completas ao redor da sua pista, quantas voltas completas o corredor B deve dar, na sua respectiva pista, para percorrer o mesmo percurso total que o corredor A?
Alternativas
Q3552796 Raciocínio Lógico
Quatro amigos – Alice, Bruno, Carla e Daniel – estavam organizando uma fila para tirar uma foto. Cada um escolheu uma posição diferente, do primeiro ao quarto lugar. Sabe-se que:

• Carla não ficou nem em primeiro nem em último.
• Bruno ficou imediatamente atrás de Alice.
• Daniel ficou atrás de Carla.

Indique a ordem da fila, do último ao primeiro: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: D
4: A
5: C
6: D
7: B
8: A
9: E
10: E
11: E
12: E
13: C
14: A
15: C
16: B
17: D
18: D
19: B
20: A