Questões de Concurso Público Prefeitura de Lorena - SP 2024 para Tratorista

Foram encontradas 40 questões

Q3413391 Português

Leia o texto para responder à questão.


Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo


Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia


Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml

Considere o excerto: “Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação”. No contexto apresentado, o sentido que a locução “no entanto” exprime em relação ao fato declarado na sentença precedente é:
Alternativas
Q3413392 Português

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Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo


Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia


Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml

Considere o excerto: “Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.” O vocábulo “embora”, que ocorre no contexto apresentado, exprime valor concessivo. A expressão de valor equivalente pela qual a conjunção poderia ser substituída, sem requerer outras modificações na sentença, é:
Alternativas
Q3413393 Português

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Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo


Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia


Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml

No excerto “isso porque ela é muito grande e não é esférica”, o pronome pessoal retoma o referente designado por:
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Q3413394 Português

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Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo


Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia


Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml

Considere o excerto: “Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos”. No contexto dado, o termo regido pelo verbo “ultrapassa” é:
Alternativas
Q3413395 Português

Leia o texto para responder à questão.


Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo


Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos


Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS).

Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Céu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu.


Desafio à cosmologia


Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “é fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.

Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matéria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml

Analise as palavras apresentadas a seguir, que ocorrem no texto, quanto aos elementos mórficos que as constituem. Assinale aquela que apresenta um sufixo derivacional formador de advérbios de modo na língua portuguesa. 
Alternativas
Q3413396 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão:


Tanto o ‘anel’ quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma ‘amostra justa’ do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.

Os vocábulos “do” e “dos” nesse contexto são contrações da preposição “de” com elementos de outras classes gramaticais, que são, respectivamente:
Alternativas
Q3413397 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão:


Tanto o ‘anel’ quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma ‘amostra justa’ do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.

Analise as palavras a seguir quanto à tonicidade e assinale aquela que é proparoxítona.
Alternativas
Q3413398 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão:


Tanto o ‘anel’ quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma ‘amostra justa’ do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.

No contexto apresentado, a expressão tanto… quanto exprime um sentido de:
Alternativas
Q3413399 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão:


Tanto o ‘anel’ quanto o Arco Gigante no Céu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma ‘amostra justa’ do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora.

Em relação à gradação que exprimem na qualidade designada, os adjetivos “gigante”, “cosmológico” e “justa” correspondem ao tipo:
Alternativas
Q3413400 Português
Considere as sentenças a seguir:
I. Admito que tudo aquilo pareceu-me balela. II. Quem disse-lhe isto? III. Eu quero-lhe falar a respeito do comportamento de Ana.
A colocação pronominal enclítica está correta apenas em:
Alternativas
Q3413401 Português
Considere o excerto: “Mauro estava hirto. O rapaz tentava lidar com a notícia que acabava de receber.” Nesse contexto, o significado da palavra em destaque é o mesmo de: 
Alternativas
Q3413402 Português
Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está incorreto. 
Alternativas
Q3413403 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que não ocorre desvio ortográfico.
Alternativas
Q3413404 Português
Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que a palavra meio ocorre como substantivo.
Alternativas
Q3413405 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à classe gramatical de advérbio. 
Alternativas
Q3413406 Matemática
Duas pessoas estão jogando um jogo em que precisam fazer um determinado número de pontos para que possam avançar para a próxima rodada. O número de pontos em que é preciso fazer em cada rodada escala da seguinte forma: 7 pontos na 1ª rodada, 13 pontos na 2ª rodada, 19 pontos na 3ª rodada, 25 pontos na 4ª rodada, e assim por diante. Quantos pontos serão necessários fazer na 26ª rodada, para que os jogadores avancem:
Alternativas
Q3413407 Matemática Financeira
André ganhou cinquenta mil reais em um sorteio de fim de ano. André então decidiu dar um oitavo deste valor para seu filho de 15 anos. Entretanto, André disse a seu filho que ele só conseguirá sacar o dinheiro no banco quando fizer 18 anos. Até lá, o dinheiro ficará rendendo em uma conta poupança, no regime de juro simples, a uma taxa de 12% ao ano. Quanto o filho de André possuirá no banco, quando ele puder retirar o dinheiro?
Alternativas
Q3413408 Matemática
Duas crianças, João e Mário, estão brincando de jogar bola no quintal de sua casa. João está no ponto A e Mário está no ponto B, eles estão afastados por uma distância de 2 metros, conforme a figura:

Imagem associada para resolução da questão

Se João jogar a bola para Mário seguindo o semicírculo tracejado da figura, qual a menor distância (linha reta) entre Mário e a bola, em metros, quando esta atingir seu ponto de maior altura?
Alternativas
Q3413409 Matemática
Ana conheceu sua nova amiga, Bruna. Quando Ana perguntou a Bruna sua idade, Bruna respondeu:
- “Tenho o dobro da sua idade menos oito”.
A mãe de Bruna também complementou:
- “A diferença entre a idade de Bruna e idade da Ana é exatamente a metade da idade da Ana”.
Com base nas sentenças, indique a idade de Bruna: 
Alternativas
Q3413410 Matemática
Um carro fará uma viagem entre as cidades A e C. O carro sai da cidade A com velocidade constante de 60 km/h. Após passadas três horas de viagem, o carro para na cidade B para abastecer. Em seguida, continua a viagem por mais 80 km, completando o percurso restante em mais uma hora. Qual a velocidade média, isto é, a razão entre a distância total percorrida e o tempo total de viagem, em km/h, durante o percurso entre as cidades A e C?
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: A
4: C
5: E
6: A
7: B
8: E
9: A
10: C
11: B
12: A
13: C
14: A
15: B
16: B
17: B
18: D
19: D
20: B