Questões de Concurso Público Prefeitura de Ubatuba - SP 2023 para Psicopedagogo

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Q3556458 Biologia
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

Nova pesquisa

Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-temos-somente-as-mitocondrias-das-nossas-maes/ 



De acordo com o texto, a prevalência das mitocôndrias maternas no DNA ocorre em função de: 
Alternativas
Q3556459 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

Nova pesquisa

Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-temos-somente-as-mitocondrias-das-nossas-maes/ 



Considere as sentenças:
I. “Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?”
II. “Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê.”
III. “Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro” Os diferentes usos de “por que/porquê/porque” representados nas sentenças acima ocorrem em função do significado e da classe gramatical à qual pertencem as expressões. Nesse sentido, atua(m) como substantivo apenas a(s) forma(s) de “por que/porquê/porque” empregada(s) em: 
Alternativas
Q3556460 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

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Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

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Considere o excerto: “Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo.” Nesse contexto, o pronome “elas”, contido na contração “delas”, se refere:
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Q3556461 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

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Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

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Considere o excerto: “As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma).” Em relação às classes gramaticais, as palavras “também”, “genético”, “em” e “somente” classificam-se, respectivamente, em: 
Alternativas
Q3556462 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

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Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

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Considere o excerto: “Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização.” Nesse contexto, as flexões de número e de gênero da palavra “degradadas” são motivadas pela(s) palavra(s): 
Alternativas
Q3556463 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

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Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

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Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “Os espermatozoides também possuem mitocôndrias.”
II. “E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.”
Nessas sentenças, os verbos “possuir” e “ter” apresentam, respectivamente, as regências: 
Alternativas
Q3556464 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

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Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

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Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

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Considere o excerto: “Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje.” Nesse contexto, a locução “dessa forma” cumpre um importante papel relacionado à coesão textual. Isso porque a expressão atua como um: 
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Q3556465 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

Nova pesquisa

Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

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Considere as palavras I. mitocôndrias, II. recentemente e III. fecundação, que ocorrem no texto. Essas palavras apresentam elementos que indicam seus processos de formação. A(s) palavra(s) que apresenta(m) marca indicativa do processo de composição é (são): 
Alternativas
Q3556466 Português
Por que temos somente as mitocôndrias das nossas mães?

Cientistas podem ter descoberto por que as mitocôndrias de origem paterna são degradadas na fertilização. 

Você consegue acordar todos os dias graças a sua mãe. E a sua avó. E a sua bisavó. E assim por diante. Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna. Dentro das células, existem duas organelas que possuem DNA. A principal delas é o núcleo, onde fica o material genético com basicamente todas as informações que formam o indivíduo. Mas ele não é o único. As mitocôndrias também possuem material genético, ainda que em uma proporção bem menor (somente 37 genes, comparado a 20 mil do genoma). O DNA nuclear, encontrado na forma de cromossomos, é uma combinação de informações vindas tanto da mãe quanto do pai. Mas no caso do mtDNA (DNA mitocondrial), a história é outra. As mitocôndrias possuem o DNA somente das mães, aquelas presentes no óvulo. Isso significa que toda mulher tem o mesmo mtDNA de sua mãe, que tem o mesmo de sua avó, e assim por diante. Dessa forma, é possível voltar na linhagem até encontrar uma mulher que foi a ancestral comum de todas as pessoas vivas hoje. Essa teoria é chamada “Eva Mitocondrial”, e supõe-se que essa mulher tenha vivido há mais ou menos 200 mil anos. 

Os espermatozoides também possuem mitocôndrias. Então por que só a do óvulo vai parar no feto? No caso dos espermatozoides, as mitocôndrias ficam na peça intermediária – uma parte que fica de fora da fecundação. O espermatozoide é dividido em três partes: a cabeça, a peça intermediária e a cauda. A cabeça é onde fica o núcleo, com o DNA nuclear, e o acrossomo, região na ponta onde ficam enzimas e pedaços do complexo de Golgi, que vão ajudar o gameta a entrar no óvulo. … na peça intermediária que ficam as mitocôndrias. Isso porque, para “correr” e chegar primeiro no óvulo, os espermatozóides gastam uma grande quantidade de energia para movimentar a cauda o mais rápido possível. E essa pode ser uma das razões pelas quais temos somente o mtDNA materno.

Nova pesquisa

Quando o espermatozóide entra no óvulo, sua cauda fica para trás, com nenhum ou poucos resquícios do mtDNA paterno após a fertilização. Um estudo publicado na Nature Genetics recentemente pode explicar o porquê. A principal hipótese é de que a alta geração de energia das mitocôndrias presentes nos espermatozóides poderiam levar a um aumento no número de mutações do mtDNA. Além disso, o mtDNA paterno não possui uma proteína responsável por proteger esse material durante a passagem para o óvulo. Dessa forma, ao entrar no óvulo, o mtDNA do espermatozóide é degradado por enzimas específicas presente no próprio gameta masculino. Em outras palavras, o mtDNA possui uma enzima que causa a sua própria destruição momentos antes da fertilização, visto que a sua alta produção de energia poderia levar a mutações em seu genoma. De acordo com um dos pesquisadores do estudo, o biólogo Shoukhrat Mitalipov do Centro de Terapia Celular e Genética Embrionária da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon, o mesmo não acontece com o óvulo. Em 2018, um estudo publicado na PNAS revelou um caso em que foram encontrados mtDNA paternos nas células dos filhos. [...] 

Revista Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/por-que-temos-somente-as-mitocondrias-das-nossas-maes/ 



Considere o excerto: “Não só porque elas gestaram seus antepassados, é claro; mas também porque suas mitocôndrias, as usinas de energia do corpo humano, são exclusivamente de origem materna.” Nesse contexto, o emprego da conjunção “mas” está relacionado à: 
Alternativas
Q3556467 Português
Considere os seguintes pares de sentenças:
I. “A comida virou uma papa.” “O Papa está em viagem diplomática.”
II.“Você deve cozer as batatas por vinte minutos.” “Não tive tempo para coser nem as minhas próprias roupas, quanto mais as suas!”
Os fenômenos linguísticos que ocorrem nos pares de sentenças dados são chamados, respectivamente, de: 
Alternativas
Q3556469 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são formadas por derivação. 
Alternativas
Q3556470 Português
Considere as seguintes sentenças:
I. As categorias às quais esses lutadores pertencem são as mais altas.
II. Quanto poderá oferecer à causa?
III. Temos um compromisso em todas às quartas-feiras.
Nas sentenças dadas, o uso da crase está correto apenas em: 
Alternativas
Q3556471 Português
Assinale a alternativa em que todos os verbos estão conjugados no futuro do pretérito do modo indicativo. 
Alternativas
Q3556472 Português
Assinale a alternativa em que a sentença apresenta problemas de pontuação. 
Alternativas
Q3556473 Raciocínio Lógico
Marcelo faz a seguinte afirmação:
“Se eu uso meia branca, então eu uso camisa preta e vice-versa. Se eu uso meia branca, então eu uso sapato azul.”
Dado que Marcelo está usando camisa preta, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3556474 Matemática
Para fazer o tampo para uma mesa um marceneiro utilizará fórmica para cobrir uma face do tampo. Além disso, é colocado na borda do tampo um adesivo protetor. Sabendo que a fórmica custa R$ 12,00 cada metro quadrado e o adesivo para a borda custa R$ 6,00 cada metro, quanto o marceneiro gastará com a fórmica e o adesivo, juntos, para um tampo retangular de 3 metros por 2 metros: 
Alternativas
Q3556475 Matemática
Em uma certa parada de ônibus, o ônibus A passa a cada 50 minutos, já o ônibus B passa a cada 30 minutos. Se às 11h55, os dois ônibus passaram pela parada simultaneamente, quando eles dois voltarão a passar simultaneamente na parada? 
Alternativas
Q3556476 Matemática

Considere o triângulo isósceles abaixo: 


19.png (255×148)


Sabendo que o triângulo acima possui dois lados que medem 5 cm e um lado que mede 8 cm, conforme a figura, qual é a área desse triângulo em cm2

Alternativas
Q3556477 Matemática
Uma gráfica que imprime jornais consegue imprimir 800 cópias de jornais utilizando 2 litros de uma determinada tinta em 30 minutos. Uma manutenção nas impressoras permitiu imprimir 900 cópias com 2 litros de tinta em 25 minutos. Podemos afirmar que o número de cópias impressas por litro de tinta por minuto teve um aumento percentual de: 
Alternativas
Respostas
1: B
2: B
3: B
4: A
5: C
6: C
7: A
8: A
9: C
10: E
11: B
12: C
13: D
14: E
15: B
16: C
17: D
18: A
19: C
20: E