Questões de Concurso Público Prefeitura de Tunápolis - SC 2026 para Técnico em Saúde Bucal
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Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
Discussões sobre o uso de tecnologias digitais nem sempre se restringem à eficiência ou à inovação. Em determinadas situações, os debates envolvem também questões éticas, sociais e até riscos relacionados ao cotidiano das pessoas.
O episódio envolvendo livros sobre coleta de cogumelos foi utilizado no texto com a finalidade de:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
Em debates sobre inteligência artificial, costuma surgir a distinção entre o uso da tecnologia como instrumento auxiliar e sua utilização para substituir integralmente determinadas atividades humanas. Essa diferença aparece no texto como um dos pontos centrais da discussão contemporânea.
A partir das informações apresentadas, o texto sugere que o debate atual sobre a IA na produção textual envolve principalmente:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
Os avanços tecnológicos frequentemente provocam transformações em diferentes setores da sociedade, exigindo adaptações por parte de empresas, instituições e consumidores. Em alguns casos, essas mudanças deixam de representar apenas possibilidades futuras e passam a gerar impactos imediatos sobre práticas já consolidadas.
De acordo com o texto, o crescimento do uso da inteligência artificial no mercado editorial passou a ser tratado como um desafio concreto porque:
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotar medidas restritivas para conter o fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/livros-escritos-por-inteligenciaartificial-qual-o-limite-do-uso/
O desenvolvimento acelerado das tecnologias digitais tem levado diferentes governos e instituições a discutirem mecanismos de regulamentação. Em muitos casos, tais medidas procuram garantir transparência e ampliar o direito de escolha dos usuários diante de conteúdos produzidos artificialmente.
Segundo o texto, a proposta de identificar conteúdos gerados por inteligência artificial busca:
Leia atentamente as afirmativas abaixo:
I. Os jovens pesquisadores apresentaram o relatório detalhado durante o seminário acadêmico.
II. A biblioteca foi reorganizada pelos funcionários.
III. Brasília, capital federal do país, recebe visitantes de diversas regiões brasileiras.
IV. Os alunos necessitam de orientação para concluir o projeto.
V. Naquela manhã chuvosa, os dois atletas permaneceram bastante concentrados.
Identifique em quais afirmativas há o emprego de termos acessórios da oração.
Leia atentamente as afirmativas abaixo:
I. O pesquisador estava convicto de que os resultados seriam compatíveis com as hipóteses iniciais do estudo.
II. Os servidores permaneceram obedientes com as determinações expedidas pela comissão disciplinar do órgão.
III. A diretora demonstrou urgência de que o relatório conclusivo fosse encaminhado ainda naquela semana.
IV. O parecer técnico mostrou-se condizente ao regulamento interno aprovado pelo conselho universitário.
V. A estudante revelou medo de que os documentos necessários não fossem entregues dentro do prazo previsto.
Identifique em quais afirmativas a regência nominal está correta em todas as ocorrências.
Considerando as regras de emprego da crase na norma padrão da língua portuguesa, analise a oração abaixo:
"À medida que os pesquisadores retornavam à universidade, dirigiam-se à ela para apresentar os relatórios concluídos às 18h."
Identifique em qual termo o uso da crase está inadequado.
Os vícios de linguagem correspondem a desvios das normas gramaticais da língua portuguesa e podem ocorrer em diferentes níveis da linguagem, comprometendo a adequação formal do enunciado.
Considerando os diferentes vícios de linguagem existentes na língua portuguesa, analise a oração abaixo:
"O parecer técnico foi encaminhado ao setor responsável em caráter emerjencial devido à gravidade da ocorrência administrativa."
Identifique e assinale a alternativa que apresenta o vício de linguagem presente na oração lida.
A colocação pronominal na língua portuguesa depende de fatores sintáticos e estilísticos que determinam a posição do pronome oblíquo em relação ao verbo. O reconhecimento dessas estruturas exige atenção às regras gramaticais e ao contexto da oração.
Considerando as normas da colocação pronominal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há emprego de ênclise.
As regras de concordância verbal determinam que o verbo deve concordar com o sujeito em número e pessoa, considerando diferentes estruturas sintáticas da oração. Em construções com sujeito simples, composto, coletivo, expressões partitivas e partículas apassivadoras, a concordância pode variar conforme a organização do enunciado e o valor semântico estabelecido na frase.
Considerando as normas da concordância verbal na língua portuguesa, assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal.
A Lei Orgânica do Município de Tunápolis/SC estabelece princípios e vedações que orientam a atuação do poder público municipal, especialmente em relação à garantia da igualdade, da legalidade e da liberdade religiosa. Essas disposições têm como finalidade assegurar o respeito aos direitos fundamentais e impedir práticas incompatíveis com os princípios constitucionais da administração pública. Analise as afirmativas abaixo.
I.Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-las, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com elas ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada na forma da Lei, a colaboração de interesse público;
II.Recusar fé aos documentos públicos;
III.Criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si;
IV.Promover distinções legais entre cidadãos conforme critérios estabelecidos pela administração municipal.
Está CORRETO o que se afirma em:
"Os ministros das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, e da Saúde, Alexandre Padilha, lançaram dois editais para ampliar o acesso à internet e fortalecer serviços públicos em regiões consideradas mais vulneráveis.
A proposta é conectar até 3,8 mil unidades básicas de saúde (UBS) e beneficiar cerca de 2,5 milhões de pessoas que ainda enfrentam dificuldades de acesso à conectividade de qualidade. Os recursos são do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust)."
Disponível em: https://medicinasa.com.br/editais-conectar-ubs/
A ampliação do acesso à internet em unidades de saúde amplia também o acesso a recursos que trarão diversos benefícios, sobretudo às regiões mais inacessíveis, como, por exemplo, o uso da telemedicina, que consiste em:
O Art. 39 do Estatuto dos Servidores Públicos do município de Tunápolis/SC estabelece regras para a realização de trabalho extraordinário pelos servidores municipais.
De acordo com esse dispositivo legal, o trabalho extraordinário será permitido quando houver necessidades excepcionais e temporárias, desde que:
O movimento de emancipação de Tunápolis/SC esteve relacionado às transformações econômicas e estruturais observadas na comunidade durante o período em que ainda integrava o município de Itapiranga.
Considerando o contexto histórico do período em que ocorreu o processo de emancipação do território onde se formou a cidade de Tunápolis/SC, analise as assertivas abaixo e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) O desenvolvimento econômico local fortaleceu os argumentos favoráveis à emancipação de Tunápolis/SC.
( ) A ausência de estrutura pública básica foi utilizada como principal justificativa emancipacionista.
( ) A diversificação das atividades agrícolas contribuiu para a sustentação econômica da comunidade.
( ) O crescimento das atividades comerciais foi considerado irrelevante no processo emancipacionista.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
O trecho abaixo trata de aspectos culturais do Estado de Santa Catarina:
"Os casarões _____ do Litoral, a arquitetura em _____ no Vale do Itajaí e no Norte do Estado e as tradições _____ ainda fortes no Oeste são exemplos concretos da diversidade cultural catarinense, hoje enriquecida com a soma de novos sotaques e costumes daqueles que escolheram Santa Catarina para viver."
Disponível em: https://estado.sc.gov.br/conheca-sc/cultura/
Qual das alternativas abaixo preenche corretamente o trecho dado?