Questões de Concurso Público Prefeitura de Tunápolis - SC 2025 para Segundo Professor de Turma

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Q3379166 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.

[...] quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

Alternativas
Q3379167 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.
A frase em questão apresenta uma oração: 
Alternativas
Q3379168 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão "beneficiados" pelas temperaturas mais altas.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3379169 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Secas, inundações e incêndios florestais também devastam "as populações já ameaçadas".
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é: 
Alternativas
Q3379170 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3379171 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie "à" extinção.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase: 
Alternativas
Q3379172 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.

Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:

Alternativas
Q3379173 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Algumas espécies no Reino Unido, "como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas", contrariam a tendência.
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3379174 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
A agricultura, "tão dependente dos insetos para a polinização", é responsável por grande parte do seu declínio.
Na expressão destacada, tem-se um exemplo sobre o estudo de:
Alternativas
Q3379175 Português
O declínio dos insetos: uma ameaça silenciosa ao equilíbrio da vida na Terra


Vivemos em um planeta de insetos. Eles representam setenta por cento de todas as espécies conhecidas na Terra e sua biomassa combinada é dezesseis vezes maior que a dos humanos.

Eles também desempenham um papel crucial na vida terrestre, pois servem de alimento para diversos animais, incluindo a maioria dos pássaros, morcegos, lagartos, anfíbios e peixes de água doce.

Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.

No entanto, muitos tipos de insetos em diferentes partes do mundo estão ameaçados. Embora medir suas populações seja algo complexo, existem sinais preocupantes.

Um importante estudo de 2020 estimou que os insetos que vivem na Terra diminuem em nove por cento por década em todo o mundo.

Um estudo alemão descobriu que a biomassa de insetos voadores nas reservas naturais reduziu de forma alarmante entre 1989 e 2016. Nos Estados Unidos, as populações de borboleta-monarca diminuíram oitenta por cento neste século.

Algumas espécies no Reino Unido, como a borboleta-vírgula e as borboletas-malhadinhas, contrariam a tendência. Entretanto, de maneira geral, a distribuição geográfica global das borboletas no Reino Unido diminuiu desde 1976.

As espécies invasoras também estão sofrendo. Ratos se alimentaram da tesourinha de Santa Helena, um tipo de lacraia, até levar a espécie à extinção e quase exterminaram o weta gigante da Nova Zelândia, um tipo de gafanhoto.

A poluição luminosa também representa um problema, pois atrai as mariposas e as condena à morte, perturbando o ciclo de vida dos insetos. Ela também desorienta alguns besouros que navegam usando a luz da Via Láctea.

Além de tudo isso, os insetos têm agora que lidar com as mudanças climáticas. Alguns insetos mais adaptáveis, como os mosquitos, as baratas e as moscas domésticas, serão beneficiados pelas temperaturas mais altas. Mas a maioria sofrerá.

Zangões desaparecem de seus habitats mais ao sul, superaquecendo em seus corpos peludos à medida que o clima esquenta. Secas, inundações e incêndios florestais também devastam as populações já ameaçadas.

Em 1962, a bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Primavera Silenciosa, alertando que causávamos danos terríveis ao nosso planeta. Ela escreveu: "O homem é parte da natureza e sua guerra contra a natureza é uma guerra contra si mesmo inevitavelmente ".

A previsão de Carson era apenas o começo. Desde então, os habitats de vida selvagem ricos em insetos foram destruídos em grande escala. Os solos foram degradados e os rios obstruídos com lodo, poluídos ou drenados.

A agricultura, tão dependente dos insetos para a polinização, é responsável por grande parte do seu declínio. Estima-se que quatro milhões de toneladas de pesticidas sejam lançadas no meio ambiente todos os anos.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cedgnv3yvlpo.adaptado.
Oitenta por cento das espécies de plantas selvagens do mundo também dependem de insetos para polinizá-las, assim como três quartos das plantas que cultivamos para alimentação. Não é exagero dizer que, sem os insetos, muitos de nós morreríamos de fome.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
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Q3379176 Atualidades
Em novembro de 2024, o Brasil sediou pela primeira vez a Cúpula do G20, no Rio de Janeiro, e, entre todas as medidas discutidas e acertadas entre os países participantes podemos destacar:
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Q3379177 Legislação Municipal
A Lei Orgânica do Município de Tunápolis/SC diz que a publicidade de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos e entidades municipais, na qual não pode constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou funcionários públicos, deverá ter caráter:
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Q3379178 História
O Ato Institucional nº 5 (AI-5) foi uma norma legal instituída pelo governo militar que consistia basicamente em uma ferramenta que dava legalidade jurídica para o autoritarismo e a repressão impostos pelos militares desde 1964. Qual foi a principal consequência do Ato Institucional nº 5 (AI-5)?
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Q3379179 Direito Administrativo
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos de Tunápolis/SC, a posse em cargo público dependerá de prévia inspeção médica oficial, sob algumas das condições descritas entre os itens abaixo. Analise-os:

I.Só poderá ser empossado aquele que for julgado apto física e mentalmente para o exercício do cargo.
II.Ao ser empossado o servidor apresentará ao órgão competente os elementos necessários ao seu assentamento funcional.
III.Só poderá ser empossado aquele que custear todos os exames admissionais obrigatórios.
IV.Ao ser empossado o servidor deverá apresentar comprovante de que está assistido por plano de saúde particular.


Estão corretos:
Alternativas
Q3379180 História e Geografia de Estados e Municípios
Após a emancipação, por que o nome do município precisou ser alterado de Tunas para Tunápolis?
Alternativas
Respostas
16: C
17: C
18: B
19: B
20: B
21: A
22: B
23: C
24: D
25: B
26: A
27: D
28: D
29: C
30: A