Questões de Concurso Público Prefeitura de Guaraciaba - SC 2024 para Professor II (Arte)

Foram encontradas 10 questões

Q4367969 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
Ao mesmo tempo, há 'pesquisadores' que lamentam. Sintaticamente, o termo destacado trata-se de: 
Alternativas
Q4367970 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional em vários países.
Quanto à frase em questão, é correto afirmar que é composta de predicado:
Alternativas
Q4367971 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso.
Assinale a opção correta de acordo com as regras de acentuação gráfica.
Alternativas
Q4367972 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso 'e o governador Tarcísio de Freitas afirmou' [...]. 
A expressão destacada trata-se de uma oração: 
Alternativas
Q4367973 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
Questões igualmente importantes têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital. Sintaticamente, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4367974 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
A leitura digital 'tem' vantagens importantes, como rapidamente 'buscar' fontes de informação e checar dados.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se como verbos, respectivamente:
Alternativas
Q4367975 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE, identificou estudantes de quinze anos.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q4367976 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
Livros são importantes para a construção do conhecimento e da cultura de uma nação.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base
Alternativas
Q4367977 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
Como 'isso' afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?
Morfologicamente, o termo destacado trata-se de pronome:
Alternativas
Q4367978 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base.
Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: C
4: D
5: A
6: D
7: A
8: C
9: B
10: A