Questões de Concurso Público Prefeitura de Guaraciaba - SC 2024 para Assistente Cultural (Museu)

Foram encontradas 35 questões

Q4364137 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
 A neurocientista Claudia Aguirre diz 'que mais pesquisas sustentam a ideia' de que escrever letras em cursivo.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q4364138 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
O texto aborda sobre as pesquisas realizadas por Karin James e Virginia Berninger acerca do aprendizado das letras por meio da escrita à mão e da digitação.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base.
Alternativas
Q4364139 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q4364140 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
A decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4364141 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
Especialista diz que 'escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com digitar, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado'.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto base.
Alternativas
Q4364142 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
Escrever letras em cursivo ativa caminhos neurais específicos 'que' facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
Morfologicamente, o vocábulo destacado trata-se de: 
Alternativas
Q4364143 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
Ela identificou que 'aprender' as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como: 
Alternativas
Q4364144 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, 'mas agora está de volta'.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q4364145 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida 'à itálica', sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4364146 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O cérebro e a escrita à mão

A partir de 2024, crianças do primeiro ao sexto ano de escolas públicas da Califórnia (EUA) voltam a aprender a escrita em letra cursiva.
Essa escrita à mão saiu do currículo californiano em 2010, mas agora está de volta.
A escrita cursiva — em que se escreve em uma letra parecida à itálica, sem necessariamente tirar o lápis do caderno — chegou a ser vista como uma técnica obsoleta nos EUA.
Agora, a decisão reacende debates educacionais e científicos a respeito do valor da escrita à mão, bem como dos benefícios ao cérebro e das implicações globais se essa técnica acabar no esquecimento.
A neurocientista Claudia Aguirre, que mora na Califórnia, diz que mais pesquisas sustentam a ideia de que escrever letras em cursivo, especialmente em comparação com a digitação, ativa caminhos neurais específicos que facilitam e otimizam o aprendizado e o desenvolvimento da linguagem.
No Brasil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) prevê o ensino da habilidade da escrita em letra cursiva nos primeiros anos do ensino fundamental.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana (EUA), aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Ela identificou que aprender as letras por meio da escrita à mão ativa redes do cérebro que não são ativadas pela digitação em um teclado. Isso inclui áreas cerebrais que têm papel crucial no desenvolvimento da leitura.
Outra pesquisa, de autoria de Virginia Berninger (Universidade de Washington), também mostrou que a escrita cursiva, os materiais impressos e a digitação usam funções cerebrais relacionadas, porém diferentes.
Além disso, no caso da digitação em teclado, os movimentos do dedo são os mesmos para qualquer tecla de letra. Como consequência, se apenas aprenderem a digitação, as crianças perderão a chance de desenvolver habilidades obtidas ao compreenderem e dominarem a capacidade de escrever.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c88n5klj0peo. Adaptado.
Karin James, professora de Ciências Cerebrais e Psicológicas na Universidade de Indiana, aplica suas pesquisas em crianças de 4 a 6 anos.
Sintaticamente, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4364147 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos de Guaraciaba/SC, o conjunto de atribuições, responsabilidades, deveres e competências previstas na estrutura organizacional, que devem ser atribuídas e exercidas por um servidor público é a definição de:
Alternativas
Q4364148 História e Geografia de Estados e Municípios
Em 20 de julho de 1961, foi criado o município de Guaraciaba, quando suas terras foram desmembradas de:
Alternativas
Q4364149 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
O Estatuto dos Servidores Públicos de Guaraciaba/SC determina que, extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade, o servidor estável ficará em disponibilidade, com remuneração proporcional ao tempo de serviço:
Alternativas
Q4364150 Atualidades
O mundo tem acompanhado os conflitos que se espalharam pelo Oriente Médio, após o ataque de um grupo fundamentalista à Israel, e o que inicialmente era uma guerra entre eles, gerou uma série de ataques de outros grupos e países. Essa região tem um histórico de guerras e também um grande número de grupos guerrilheiros que dizem lutar por liberdade política e religiosa. Qual dos grupos revolucionários citados abaixo NÃO atua no Oriente Médio?
Alternativas
Q4364151 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com sua Lei Orgânica, o Município de Guaraciaba/SC, integra a união indissolúvel da República Federativa do Brasil e o Estado de Santa Catarina, tendo como fundamento:
I.A soberania e a dignidade da pessoa humana.
II.A cidadania e o pluralismo.
III.A defesa dos interesses individuais e coletivos.
IV.Os valores sociais e culturais do trabalho e da livre iniciativa.
Estão corretos:
Alternativas
Respostas
16: C
17: B
18: A
19: A
20: A
21: A
22: D
23: C
24: B
25: B
26: A
27: D
28: A
29: C
30: A