Questões de Concurso Público CIDIR de Pinhalzinho - SC 2023 para Secretária

Foram encontradas 35 questões

Q3694427 Biologia
O fenômeno que nos faz ver cores que não existem

Você já se perguntou por que não existem mamíferos verdes?

Afinal, seria muito conveniente para quem passa muito tempo escondido na vegetação poder se camuflar.

Uma explicação é que é muito difícil ser verde.

As plantas fazem isso usando a clorofila, mas na verdade não existem outros pigmentos verdes disponíveis na natureza.

Então, como os papagaios e sapos chegam a essa cor?

Pois bem, eles superam a escassez de pigmentos verdes usando um que é mais abundante: o amarelo.

Feito isso, "basta" misturar com o azul — mas aí mora um problema.

Na verdade, a dificuldade em conseguir o verde reside em grande parte na falta da cor que costumamos enxergar no céu e no mar.

Não existe um pigmento verdadeiramente azul na natureza, então tanto as plantas quanto os animais precisam realizar truques para parecerem azuis.

E um desses truques é a coloração estrutural, um fenômeno surpreendente que ocorre quando a luz interage com estruturas microscópicas nas superfícies e nos mostra cores, apesar da ausência de pigmentos.

No caso dos papagaios e dos sapos, essas microestruturas — nas penas ou na pele — apenas permitem refletir a luz azul que, quando combinada com o pigmento amarelo, faz com que pareçam verdes.

Você notou que dissemos "parece"?

Não devemos esquecer que "a cor é mais uma percepção do que uma propriedade física da luz", conforme explica o médico oftalmologista David A. Mackey, membro do Conselho Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (NHMRC) da Austrália.

Nossos olhos detectam apenas três cores: vermelho, verde e azul. Mas, com a combinação delas, podemos ver muitas mais. E a cor que vemos é a que o objeto reflete, depois de absorver todas as outras.

Entretanto, no mundo biológico, a grande maioria das cores é produzida por pigmentos — compostos produzidos por um organismo vivo que absorvem seletivamente certos comprimentos de onda de luz.

Na ausência de pigmentos, ocorre a magia da coloração estrutural, um jogo de luz que muitas vezes nos mostra cores deslumbrantes.

É também uma forma de coloração mais durável porque, ao contrário das cores criadas pela pigmentação, que se degradam quando o organismo morre, as microestruturas sobrevivem até se desintegrarem.

'Desestruturando'

Para entender melhor a coloração estrutural, vamos focar no o azul, aquela cor tão difícil de obter na natureza.

A razão pela qual ela ainda assim aparece é que a luz azul tem comprimentos de onda muito curtos — e, assim, é refletida mais facilmente do que outras cores com comprimentos de onda mais longos.

Isso foi compreendido pela primeira vez em 1869 pelo cientista John Tyndall, que observou que pequenas partículas na atmosfera dispersavam preferencialmente a luz azul, resultando no familiar céu azul de um dia claro de verão.

Pouco depois, John William Strutt demonstrou que as partículas de que Tyndall estava falando eram, na verdade, moléculas individuais de gás, especificamente nitrogênio e oxigênio.

O mesmo acontece com as penas de pássaros como as araras-azuis.

Se você olhar uma pena dessa arara em um microscópio poderoso, verá que a camada superficial de queratina parece leitosa devido à presença de pequenas cavidades de ar.

Essas pequenas cavidades de ar agem como pequenas partículas da atmosfera, enquanto os grânulos escuros de melanina absorvem comprimentos de onda de luz mais longos, o que privilegia a cor azul.

Se, em comparação, você olhar uma pena vermelha sob o mesmo microscópio, verá que a superfície é transparente, mas as estruturas subjacentes estão cheias de grânulos de pigmento vermelho.

Um fenômeno físico semelhante, mas não idêntico, produz cores iridescentes, como aquelas que vemos quando há uma fina película de óleo na água ou nas penas dos beija-flores, cujas estruturas microscópicas refletem a luz solar com uma forma natural de nanotecnologia.

A mais brilhante de todas

A coloração estrutural foi observada pela primeira vez pelos cientistas ingleses Robert Hooke e Isaac Newton em pavões; o polímata Thomas Young explicou seu princípio um século depois e chamou-o de interferência de ondas.

Young descreveu a iridescência como o resultado da interferência entre os reflexos de várias superfícies de camadas finas, combinada com a refração à medida que a luz entra e sai de tais camadas.

A geometria mostra que a luz refletida aparece em cores diferentes em ângulos diferentes.

Um caso exemplar é o do fruto da planta africana Pollia condensata, a matéria viva mais brilhante do mundo.

Ela foi estudada por uma equipe de pesquisadores do Jardim Botânico de Kew e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Museu Smithsonian de História Natural, nos Estados Unidos.

Os cientistas ficaram inicialmente intrigados com uma propriedade incomum: os pequenos frutos metálicos conhecidos como bagas de mármore mantêm uma cor azul vibrante por anos ou mesmo décadas após serem colhidos.

Ao examinar as bagas, eles perceberam que sob sua superfície lisa e refletiva havia múltiplas camadas de células especiais feitas de fibras de celulose, cada uma ligeiramente girada.

Quando a luz atinge a camada superior, parte dela é refletida e o restante é filtrado. A luz refletida por cada camada é excepcionalmente brilhante e produz cores fortes num efeito conhecido como reflexão de Bragg.

Os cientistas concluíram que o tecido do fruto tem uma cor mais intensa do que qualquer tecido biológico estudado anteriormente.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1r40qw9vego
Como os papagaios e sapos conseguem adquirir a cor verde?
Alternativas
Q3694428 Português
O fenômeno que nos faz ver cores que não existem

Você já se perguntou por que não existem mamíferos verdes?

Afinal, seria muito conveniente para quem passa muito tempo escondido na vegetação poder se camuflar.

Uma explicação é que é muito difícil ser verde.

As plantas fazem isso usando a clorofila, mas na verdade não existem outros pigmentos verdes disponíveis na natureza.

Então, como os papagaios e sapos chegam a essa cor?

Pois bem, eles superam a escassez de pigmentos verdes usando um que é mais abundante: o amarelo.

Feito isso, "basta" misturar com o azul — mas aí mora um problema.

Na verdade, a dificuldade em conseguir o verde reside em grande parte na falta da cor que costumamos enxergar no céu e no mar.

Não existe um pigmento verdadeiramente azul na natureza, então tanto as plantas quanto os animais precisam realizar truques para parecerem azuis.

E um desses truques é a coloração estrutural, um fenômeno surpreendente que ocorre quando a luz interage com estruturas microscópicas nas superfícies e nos mostra cores, apesar da ausência de pigmentos.

No caso dos papagaios e dos sapos, essas microestruturas — nas penas ou na pele — apenas permitem refletir a luz azul que, quando combinada com o pigmento amarelo, faz com que pareçam verdes.

Você notou que dissemos "parece"?

Não devemos esquecer que "a cor é mais uma percepção do que uma propriedade física da luz", conforme explica o médico oftalmologista David A. Mackey, membro do Conselho Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (NHMRC) da Austrália.

Nossos olhos detectam apenas três cores: vermelho, verde e azul. Mas, com a combinação delas, podemos ver muitas mais. E a cor que vemos é a que o objeto reflete, depois de absorver todas as outras.

Entretanto, no mundo biológico, a grande maioria das cores é produzida por pigmentos — compostos produzidos por um organismo vivo que absorvem seletivamente certos comprimentos de onda de luz.

Na ausência de pigmentos, ocorre a magia da coloração estrutural, um jogo de luz que muitas vezes nos mostra cores deslumbrantes.

É também uma forma de coloração mais durável porque, ao contrário das cores criadas pela pigmentação, que se degradam quando o organismo morre, as microestruturas sobrevivem até se desintegrarem.

'Desestruturando'

Para entender melhor a coloração estrutural, vamos focar no o azul, aquela cor tão difícil de obter na natureza.

A razão pela qual ela ainda assim aparece é que a luz azul tem comprimentos de onda muito curtos — e, assim, é refletida mais facilmente do que outras cores com comprimentos de onda mais longos.

Isso foi compreendido pela primeira vez em 1869 pelo cientista John Tyndall, que observou que pequenas partículas na atmosfera dispersavam preferencialmente a luz azul, resultando no familiar céu azul de um dia claro de verão.

Pouco depois, John William Strutt demonstrou que as partículas de que Tyndall estava falando eram, na verdade, moléculas individuais de gás, especificamente nitrogênio e oxigênio.

O mesmo acontece com as penas de pássaros como as araras-azuis.

Se você olhar uma pena dessa arara em um microscópio poderoso, verá que a camada superficial de queratina parece leitosa devido à presença de pequenas cavidades de ar.

Essas pequenas cavidades de ar agem como pequenas partículas da atmosfera, enquanto os grânulos escuros de melanina absorvem comprimentos de onda de luz mais longos, o que privilegia a cor azul.

Se, em comparação, você olhar uma pena vermelha sob o mesmo microscópio, verá que a superfície é transparente, mas as estruturas subjacentes estão cheias de grânulos de pigmento vermelho.

Um fenômeno físico semelhante, mas não idêntico, produz cores iridescentes, como aquelas que vemos quando há uma fina película de óleo na água ou nas penas dos beija-flores, cujas estruturas microscópicas refletem a luz solar com uma forma natural de nanotecnologia.

A mais brilhante de todas

A coloração estrutural foi observada pela primeira vez pelos cientistas ingleses Robert Hooke e Isaac Newton em pavões; o polímata Thomas Young explicou seu princípio um século depois e chamou-o de interferência de ondas.

Young descreveu a iridescência como o resultado da interferência entre os reflexos de várias superfícies de camadas finas, combinada com a refração à medida que a luz entra e sai de tais camadas.

A geometria mostra que a luz refletida aparece em cores diferentes em ângulos diferentes.

Um caso exemplar é o do fruto da planta africana Pollia condensata, a matéria viva mais brilhante do mundo.

Ela foi estudada por uma equipe de pesquisadores do Jardim Botânico de Kew e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Museu Smithsonian de História Natural, nos Estados Unidos.

Os cientistas ficaram inicialmente intrigados com uma propriedade incomum: os pequenos frutos metálicos conhecidos como bagas de mármore mantêm uma cor azul vibrante por anos ou mesmo décadas após serem colhidos.

Ao examinar as bagas, eles perceberam que sob sua superfície lisa e refletiva havia múltiplas camadas de células especiais feitas de fibras de celulose, cada uma ligeiramente girada.

Quando a luz atinge a camada superior, parte dela é refletida e o restante é filtrado. A luz refletida por cada camada é excepcionalmente brilhante e produz cores fortes num efeito conhecido como reflexão de Bragg.

Os cientistas concluíram que o tecido do fruto tem uma cor mais intensa do que qualquer tecido biológico estudado anteriormente.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1r40qw9vego
O que causa a cor azul nas penas das araras-azuis?
Alternativas
Q3694429 Física
O fenômeno que nos faz ver cores que não existem

Você já se perguntou por que não existem mamíferos verdes?

Afinal, seria muito conveniente para quem passa muito tempo escondido na vegetação poder se camuflar.

Uma explicação é que é muito difícil ser verde.

As plantas fazem isso usando a clorofila, mas na verdade não existem outros pigmentos verdes disponíveis na natureza.

Então, como os papagaios e sapos chegam a essa cor?

Pois bem, eles superam a escassez de pigmentos verdes usando um que é mais abundante: o amarelo.

Feito isso, "basta" misturar com o azul — mas aí mora um problema.

Na verdade, a dificuldade em conseguir o verde reside em grande parte na falta da cor que costumamos enxergar no céu e no mar.

Não existe um pigmento verdadeiramente azul na natureza, então tanto as plantas quanto os animais precisam realizar truques para parecerem azuis.

E um desses truques é a coloração estrutural, um fenômeno surpreendente que ocorre quando a luz interage com estruturas microscópicas nas superfícies e nos mostra cores, apesar da ausência de pigmentos.

No caso dos papagaios e dos sapos, essas microestruturas — nas penas ou na pele — apenas permitem refletir a luz azul que, quando combinada com o pigmento amarelo, faz com que pareçam verdes.

Você notou que dissemos "parece"?

Não devemos esquecer que "a cor é mais uma percepção do que uma propriedade física da luz", conforme explica o médico oftalmologista David A. Mackey, membro do Conselho Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (NHMRC) da Austrália.

Nossos olhos detectam apenas três cores: vermelho, verde e azul. Mas, com a combinação delas, podemos ver muitas mais. E a cor que vemos é a que o objeto reflete, depois de absorver todas as outras.

Entretanto, no mundo biológico, a grande maioria das cores é produzida por pigmentos — compostos produzidos por um organismo vivo que absorvem seletivamente certos comprimentos de onda de luz.

Na ausência de pigmentos, ocorre a magia da coloração estrutural, um jogo de luz que muitas vezes nos mostra cores deslumbrantes.

É também uma forma de coloração mais durável porque, ao contrário das cores criadas pela pigmentação, que se degradam quando o organismo morre, as microestruturas sobrevivem até se desintegrarem.

'Desestruturando'

Para entender melhor a coloração estrutural, vamos focar no o azul, aquela cor tão difícil de obter na natureza.

A razão pela qual ela ainda assim aparece é que a luz azul tem comprimentos de onda muito curtos — e, assim, é refletida mais facilmente do que outras cores com comprimentos de onda mais longos.

Isso foi compreendido pela primeira vez em 1869 pelo cientista John Tyndall, que observou que pequenas partículas na atmosfera dispersavam preferencialmente a luz azul, resultando no familiar céu azul de um dia claro de verão.

Pouco depois, John William Strutt demonstrou que as partículas de que Tyndall estava falando eram, na verdade, moléculas individuais de gás, especificamente nitrogênio e oxigênio.

O mesmo acontece com as penas de pássaros como as araras-azuis.

Se você olhar uma pena dessa arara em um microscópio poderoso, verá que a camada superficial de queratina parece leitosa devido à presença de pequenas cavidades de ar.

Essas pequenas cavidades de ar agem como pequenas partículas da atmosfera, enquanto os grânulos escuros de melanina absorvem comprimentos de onda de luz mais longos, o que privilegia a cor azul.

Se, em comparação, você olhar uma pena vermelha sob o mesmo microscópio, verá que a superfície é transparente, mas as estruturas subjacentes estão cheias de grânulos de pigmento vermelho.

Um fenômeno físico semelhante, mas não idêntico, produz cores iridescentes, como aquelas que vemos quando há uma fina película de óleo na água ou nas penas dos beija-flores, cujas estruturas microscópicas refletem a luz solar com uma forma natural de nanotecnologia.

A mais brilhante de todas

A coloração estrutural foi observada pela primeira vez pelos cientistas ingleses Robert Hooke e Isaac Newton em pavões; o polímata Thomas Young explicou seu princípio um século depois e chamou-o de interferência de ondas.

Young descreveu a iridescência como o resultado da interferência entre os reflexos de várias superfícies de camadas finas, combinada com a refração à medida que a luz entra e sai de tais camadas.

A geometria mostra que a luz refletida aparece em cores diferentes em ângulos diferentes.

Um caso exemplar é o do fruto da planta africana Pollia condensata, a matéria viva mais brilhante do mundo.

Ela foi estudada por uma equipe de pesquisadores do Jardim Botânico de Kew e da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, e do Museu Smithsonian de História Natural, nos Estados Unidos.

Os cientistas ficaram inicialmente intrigados com uma propriedade incomum: os pequenos frutos metálicos conhecidos como bagas de mármore mantêm uma cor azul vibrante por anos ou mesmo décadas após serem colhidos.

Ao examinar as bagas, eles perceberam que sob sua superfície lisa e refletiva havia múltiplas camadas de células especiais feitas de fibras de celulose, cada uma ligeiramente girada.

Quando a luz atinge a camada superior, parte dela é refletida e o restante é filtrado. A luz refletida por cada camada é excepcionalmente brilhante e produz cores fortes num efeito conhecido como reflexão de Bragg.

Os cientistas concluíram que o tecido do fruto tem uma cor mais intensa do que qualquer tecido biológico estudado anteriormente.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1r40qw9vego
O que causa a coloração brilhante nos frutos da planta Pollia condensata?
Alternativas
Q3694430 Português
Verstappen alcança Senna e Piquet no seleto "clube do tri" da F1
Ao conquistar seu terceiro título mundial, Max Verstappen ganhou o ingresso para um dos clubes mais seletos do mundo: o de tricampeões da F1. Alguns dos melhores pilotos de todos os tempos estão nesta turma: Jack Brabham, Jackie Stewart, Niki Lauda, Nelson Piquet e Ayrton Senna.
Quando começou a namorar a modelo Kelly Piquet, o holandês até brincava que ele deveria primeiro ganhar três títulos mundiais antes de poder falar de igual para igual com seu sogro − pelo visto, o piloto da Red Bull vai conseguir ter mais entrosamento com sua família brasileira.
E é justamente analisando os números de conquistas de Max com Nelson Piquet que vemos o quanto a F1 mudou em termos de recordes. O brasileiro foi um dos primeiros pilotos a superar a marca de 200 GPs − ele fez ao todo 204, tendo se aposentado ao final da temporada de 1991 na Benetton, com 39 anos de idade.
Já Verstappen chegará ao seu GP 200 no ano que vem, com apenas 26 anos de idade! Isso porque Max foi o piloto mais jovem de toda história a estrear na F1, com apenas 17 anos.
Seu talento precoce foi decisivo para que a Red Bull assinasse contrato com o holandês e o promovesse rapidamente para a principal categoria do automobilismo mundial, dando uma chance na então Toro Rosso (atual Alpha Tauri), a subsidiária da equipe Red Bull.
O espanto foi tamanho que desde então se criaram regras para ter pontos na Super Licença da F1 que praticamente inviabilizam que o recorde de Verstappen seja quebrado.
Com mais GPs na temporada, a dominância de Verstappen também é mais absoluta em números de vitórias e poles, por exemplo: o holandês já tem 49 vitórias (se você estiver lendo este artigo depois do GP doa Estados Unidos, talvez já sejam até 50), contra 23 de Piquet − nos anos que o brasileiro foi campeão, 1981, 1983 e 1987, eram menos GPs em disputas e mais equipes brigando pela vitória.
No seleto clube dos tri, Verstappen só perde para as lendas em um único quesito para Ayrton Senna: o número de pole positions. Em dez anos na F1 e 161 GPs, o brasileiro conquistou a marca impressionante de 65 poles, enquanto o holandês não tem nem a metade disso, mesmo tendo mais corridas (180 ao todo).
Quando perguntado sobre a entrada neste seleto clube, Verstappen foi modesto − como aliás é praxe sempre que bate recordes na F1.
"Não penso nisso, mas é claro que estou muito orgulhoso de poder alcançar estas coisas, mas também vivo o momento, por isso quero alcançar mais e sei que quando parar de correr terei tempo para olhar para trás e apreciar adequadamente. É algo que nunca pensei que fosse possível", afirmou.
"Todo mundo (desta lista dos tricampeões mundiais) é incrível por si só, ninguém é igual e essa é a beleza do esporte. É por isso que acho que não é justo escolher apenas um, porque são épocas diferentes e todos são pilotos incríveis", completa o holandês.
A julgar pela incrível fase de Max na F1e da hegemonia da Red Bull, talvez o título de sócio deste clube tenha validade curta − apenas um ano.
Quem sabe, já em 2024, iguala os tetracampeões Alain Prost e Sebastian Vettel e já coloca na mira os três nomes de marcas que pareciam inatingíveis na F1: o pentacampeão Juan Manuel Fangio e os heptas Michael Schumacher e Lewis Hamilton. Idade e talento para isso, Verstappen tem de sobra.

https://forbes.com.br/forbeslife/forbes-motors/2023/10/verstappen-alcan ca-senna-e-piquet-no-seleto-clube-do-tri-da-f1/




Por que Max Verstappen foi considerado um caso especial quando estreou na F1?
Alternativas
Q3694431 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I. Você é uma pessoa muito talentosa e dedicada ao seu trabalho.

II. Vossa senhoria tem sido uma fonte constante de inspiração para todos nós.

III. Vossa excelência, peço humildemente sua orientação nesta importante questão.

IV. Senhor, sua liderança tem sido fundamental para o sucesso da equipe.


Em qual(is) das afirmativas lidas há a presença de um pronome de tratamento informal?

Alternativas
Q3694432 Português
Leia as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__) O sol brilha intensamente no céu azul. (__) Não há nuvens no horizonte, o dia está perfeito. (__) Você gostaria de participar do evento no próximo sábado? (__) Que dia maravilhoso faz hoje!
Coluna 02:
I. Afirmativa. II. Exclamativa. III. Interrogativa. IV. Negativa.

Correlaciona ambas as colunas e indique a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3694433 Português
Leia as alternativas com atenção e assinale aquela em que há um sinônimo e um antônimo do termo Simpático:
Alternativas
Q3694434 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.Ela ficou surpresa e encantada com o presente inesperado.
II.O cachorro preto e brincalhão correu pelo parque.
III.O livro está sobre a mesa.
IV.A bela flor desabrochou no jardim.
Assinale a alternativa que indique em quais afirmativas há pelo menos um adjetivo:
Alternativas
Q3694435 Português
Leia as afirmativas abaixo:
I.Conhecemos estranhas mulheres e homens. II.Dieta é boa para quem é atleta. III.Tenho bastante figurinhas da copa. IV.Nós vimos os armários e a mesa destruídos.
Em qual(is) das afirmativas lidas há erro de concordância?
Alternativas
Q3694436 Português
Leia com atenção as alternativas e assinale aquela que não possuir um substantivo coletivo:
Alternativas
Q3694437 Atualidades
Nos últimos anos muitas tragédias vêm acontecendo no Brasil e no mundo. Pandemia, guerras, fenômenos naturais são alguns exemplos de causas de mortes e destruição por diversas regiões do planeta. Atualmente o mundo acompanha com temor dois sérios conflitos que podem desencadear uma grande guerra mundial. Quais são esses conflitos?
Alternativas
Q3694438 Administração Pública
Qual dos itens abaixo NÃO informa uma das finalidades do CIDIR, segundo o seu Estatuto?
Alternativas
Q3694439 Geografia
O estado de Santa Catarina fica em uma das regiões mais desenvolvidas do Brasil, a região sul. Com quais países essa região faz fronteira?
Alternativas
Q3694440 Administração Pública
Segundo o Protocolo de Intenções do CIDIR, o que é a Assembleia Geral?
Alternativas
Q3694441 Geografia
A exploração de petróleo na chamada Margem Equatorial tem sido alvo de polêmicas no Brasil, envolvendo, inclusive, membros do próprio Governo Federal brasileiro que possuem opiniões diversas sobre o tema, pois enquanto uns entendem que é necessária para a economia do país, outros alegam que seria extremamente prejudicial para o meio ambiente. Qual é a área de abrangência dessa região?
Alternativas
Respostas
16: D
17: D
18: C
19: D
20: A
21: A
22: A
23: C
24: A
25: B
26: C
27: C
28: C
29: D
30: B