Questões de Concurso Público Prefeitura de Ipira - SC 2026 para Professor de Português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Sobre a classificação gramatical dos vocábulos destacados, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Analise as proposições a seguir sobre a organização do período composto.
I.A expressão “entre as décadas de 1960 e 1970” funciona como adjunto adverbial de lugar, indicando o espaço histórico em que ocorreram os fatos apresentados no período.
II.A expressão “envolvendo a dipirona” constitui oração reduzida que se relaciona ao núcleo “polêmica”, acrescentando informação ao substantivo presente na frase.
III.O conectivo “quando” introduz oração subordinada adverbial associada ao momento em que começaram as relações entre determinadas substâncias e os casos citados no trecho.
IV.A construção “passaram a relacionar” apresenta dois verbos empregados em sequência, estabelecendo ideia de continuidade da ação no contexto da frase.
Assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
De acordo com o texto-base apresentado sobre a dipirona, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Sobre a estrutura e a formação dos termos destacados, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Sobre o emprego do acento indicativo de crase no trecho destacado, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Sobre a regência do verbo destacado na frase, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Sobre os termos sintáticos presentes na frase, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
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Analise as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I.A expressão “os cientistas” exerce função de sujeito simples da oração principal.
PORQUE
II.O predicado da oração principal corresponde à estrutura “Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, não entendem completamente como ela age no corpo humano”.
Assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
De acordo com a análise sintática da frase apresentada, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?
A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.
Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.
A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.
Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.
Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.
Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.
Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.
Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.
Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.
Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.
Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.
Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à classificação sintática dos termos destacados na frase apresentada, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
(_)Os termos "Nos Estados Unidos" e "em alguns países europeus" exercem função de adjuntos adverbiais de lugar, pois estabelecem circunstâncias espaciais relacionadas ao processo verbal da oração.
(_)A expressão "há décadas" exerce função de adjunto adverbial de tempo, indicando circunstância temporal associada à locução verbal "foi proibida".
(_)O termo "agranulocitose" exerce função de aposto explicativo, pois esclarece e especifica semanticamente a expressão "um possível efeito colateral raro e grave".
(_)A expressão "há décadas" integra o núcleo do predicado nominal da oração, pois caracteriza temporalmente o sujeito "a substância".
(_)Os termos "Nos Estados Unidos" e "em alguns países europeus" exercem função de adjuntos adnominais, pois acompanham diretamente o núcleo substantivo "substância”.
Assinale a alternativa correta, "de cima para baixo".
De acordo com as concepções de língua e linguagem conforme os estudos de Bakhtin, assinale a alternativa correta.
A literatura brasileira reúne autores e obras que dialogam com diferentes contextos históricos, sociais e estéticos, contribuindo para a consolidação de distintas formas de representação artística ao longo da formação literária nacional (BOSI, 2020).
Relacione os autores apresentados na Coluna 1 as respectivas obras indicadas na Coluna 2.
COLUNA 1
1.Machado de Assis
2.Graciliano Ramos
3.José de Alencar
4.Clarice Lispector
5.Aluísio Azevedo
COLUNA 2
(__) A Hora da Estrela
(__)Casa de Pensão
(__)Memorial de Aires
(__)Vidas Secas
(__)lracema
Assinale a alternativa correta, "de cima para baixo".
Assinale a alternativa correta de acordo com os aspectos fonéticos e fonoldgicos da lingua portuguesa.
Assinale a alternativa correta sobre a literatura brasileira.
Assinale a alternativa correta quanto aos vícios de linguagem e aos respectivos conceitos.
Assinale a alternativa correta quanto aos tipos de discurso.
Assinale a alternativa correta sobre as escolas literárias.
Relacione os conceitos apresentados na Coluna 1 às definições da Coluna 2.
COLUNA 1 1.Dialogismo 2.Polifonia 3.Discurso 4.Enunciado 5.Enunciação
COLUNA 2 (__)Processo de produção da linguagem vinculado às condições concretas em que ocorre a interação verbal.
(__)Materialização linguística produzida em situação comunicativa específica e marcada pela relação entre interlocutores.
(__)Relação de interação entre diferentes vozes sociais presentes na construção dos sentidos.
(__)Construção discursiva posicionamentos históricos, presentes na linguagem. vinculada aos sociais e ideológicos.
(__)Convivência de múltiplas vozes e perspectivas discursivas em uma mesma construção textual.
Assinale a alternativa correta, “de cima para baixo”.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto às tipologias textuais, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( )A descrição organiza elementos relacionados à caracterização de seres, ambientes e situações, podendo integrar textos em que predominem outras sequências tipológicas.
( )A narração articula acontecimentos situados em determinada progressão temporal, ainda que o texto apresente passagens reflexivas ou descritivas em sua composição.
( )A dissertação desenvolve relações conceituais e posicionamentos em torno de determinado tema, mantendo predominância argumentativa ou expositiva na organização textual.
( )A predominância narrativa impede a presença de sequências descritivas responsáveis pela construção de personagens e espaços no interior do texto.
( )A tipologia descritiva estrutura-se pela sucessão de acontecimentos organizados em progressão temporal associada às ações centrais do texto.
Assinale a alternativa correta, “de cima para baixo”.
Assinale a alternativa correta quanto às figuras de linguagem e aos respectivos conceitos.