Questões de Concurso Público Prefeitura de Ipira - SC 2026 para Professor de Português

Foram encontradas 20 questões

Q4147936 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que roupas estão tão caras na Argentina

 

Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.

Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.

Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.

Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.

Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.

O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.

Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.

O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.

As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.

O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.

Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.

Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

O texto apresenta diferentes leituras sobre os preços das roupas na Argentina, articulando fatores tributários, abertura econômica, proteção industrial, competitividade e impactos sobre a produção nacional.
De acordo com o texto apresentado sobre o mercado têxtil argentino, analise as proposições a seguir:
I.A abertura econômica é apresentada como medida capaz de reduzir distorções de mercado, mas o texto indica que seus efeitos sobre a indústria local dependem de condições internas que ainda limitam sua competitividade.
II.A posição do governo associa a revisão das barreiras comerciais a tentativa de ampliar a concorrência, deslocando a defesa da indústria nacional para a necessidade de inovação e adaptação produtiva.
III.A crítica dos representantes do setor têxtil não se dirige apenas à entrada de produtos importados, mas à comparação entre estruturas produtivas marcadas por custos distintos.
IV.A queda da produção nacional é apresentada como consequência exclusiva da redução tarifária, já que o texto afasta a influência da carga tributária e da retração do consumo sobre o setor.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4147937 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que roupas estão tão caras na Argentina

 

Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.

Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.

Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.

Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.

Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.

O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.

Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.

O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.

As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.

O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.

Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.

Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

A construção argumentativa do texto articula diferentes posições sobre os pregos das roupas na Argentina por meio de retomadas referenciais, conectivos e encadeamentos lógicos que contribuem para a progressao tematica.
De acordo com o texto apresentado sobre o mercado têxtil argentino, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4147938 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que roupas estão tão caras na Argentina

 

Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.

Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.

Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.

Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.

Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.

O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.

Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.

O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.

As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.

O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.

Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.

Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.
Analise as afirmativas a seguir.
I.O emprego do acento indicativo de crase em “à produção nacional” ocorre de acordo com a norma-padrão.
PORQUE
II.O substantivo “proteção” exige complemento introduzido pela preposição “a”, e o termo "produção” admite artigo definido feminino no contexto da frase.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147939 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que roupas estão tão caras na Argentina

 

Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.

Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.

Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.

Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.

Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.

O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.

Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.

O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.

As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.

O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.

Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.

Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina “poderiam” custar até trinta por cento menos se “fossem” vendidas em países vizinhos.
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no:
Alternativas
Q4147940 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que roupas estão tão caras na Argentina

 

Em lojas nos Estados Unidos e no Chile, muitos argentinos aproveitam viagens para comprar roupas mais baratas do que as vendidas na Argentina. Antes de viajar, muitos já se organizam financeiramente para trazer peças do exterior. Enquanto isso, quem permanece no país prolonga o uso das roupas, recorre a brechós ou parcela compras com juros elevados.

Segundo dados oficiais, a Argentina possui as roupas mais caras da região. Uma camiseta de marca internacional chegou a custar quase o dobro do preço praticado no Brasil antes da redução das tarifas de importação adotada pelo governo.

Embora haja consenso de que os preços estão elevados, não existe acordo sobre a solução. O setor têxtil defende redução de impostos e proteção à produção nacional, enquanto o governo aposta na abertura econômica e no aumento das importações.

Empresários afirmam que mais da metade do preço final corresponde a impostos. Entre eles estão tributos sobre consumo, movimentações bancárias, pagamentos com cartão e custos financeiros do parcelamento, muito utilizado no país.

Segundo representantes do setor, roupas produzidas na Argentina poderiam custar até trinta por cento menos se fossem vendidas em países vizinhos. Nos últimos meses, houve queda nas vendas, fechamento de mais de mil lojas e perda de milhares de empregos formais na indústria têxtil.

O governo rejeita a ideia de destruição de empregos e afirma que ocorre apenas uma migração da força de trabalho para setores mais competitivos.

Especialistas também atribuem os altos preços às antigas barreiras às importações. Antes das mudanças recentes, roupas estrangeiras enfrentavam tarifas elevadas para entrar no país, protegendo a indústria local da concorrência externa.

O governo atual afirma que esse modelo favorecia empresários sem estimular competição real. Por isso, reduziu tarifas de importação, facilitou compras internacionais pela internet e eliminou exigências burocráticas para entrada de produtos estrangeiros.

As mudanças afetaram diretamente a indústria local. Embora os preços das roupas tenham subido menos do que a inflação geral, a produção nacional caiu de forma significativa. Empresários afirmam que a abertura econômica, combinada aos altos impostos e à queda do consumo, reduziu a competitividade da indústria argentina diante de produtos importados, principalmente os chineses.

O presidente argentino defende que o país deve concentrar esforços nos setores em que possui maior capacidade competitiva e afirma que a indústria têxtil precisa investir mais em inovação e design.

Representantes do setor criticam essa visão e consideram injusta a comparação direta com a indústria chinesa, devido às diferenças de custos.

Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyp1e0nl5lo.adaptado.

Economistas reconhecem que a abertura econômica traz benefícios no longo prazo, mas alertam que a velocidade das mudanças prejudica empresas que precisariam de mais tempo para adaptação.
Sobre a regência dos verbos empregados no trecho, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147956 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o “que” pode levar ao consumo exagerado sem “que” a pessoa perceba.
Sobre a classificação gramatical dos vocábulos destacados, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4147957 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose.
Analise as proposições a seguir sobre a organização do período composto.
I.A expressão “entre as décadas de 1960 e 1970” funciona como adjunto adverbial de lugar, indicando o espaço histórico em que ocorreram os fatos apresentados no período.
II.A expressão “envolvendo a dipirona” constitui oração reduzida que se relaciona ao núcleo “polêmica”, acrescentando informação ao substantivo presente na frase.
III.O conectivo “quando” introduz oração subordinada adverbial associada ao momento em que começaram as relações entre determinadas substâncias e os casos citados no trecho.
IV.A construção “passaram a relacionar” apresenta dois verbos empregados em sequência, estabelecendo ideia de continuidade da ação no contexto da frase.
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147958 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

A leitura e a compreensão textual envolvem processos de construção de sentido que exigem do leitor não só a decodificação linguística, mas também a ativação de conhecimentos prévios, inferências e estratégias de leitura capazes de articular informações explícitas e implícitas do texto.
De acordo com o texto-base apresentado sobre a dipirona, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147959 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

Algumas pesquisas identificaram um risco “extremamente” baixo de desenvolver a alteração “sanguínea” em pessoas que utilizam o medicamento.
Sobre a estrutura e a formação dos termos destacados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147960 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados “à” inflamação e ao sistema nervoso.
Sobre o emprego do acento indicativo de crase no trecho destacado, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4147961 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

Pesquisas mostram que ela “possui” ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas.
Sobre a regência do verbo destacado na frase, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147962 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema.
Sobre os termos sintáticos presentes na frase, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147963 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano.
Analise as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.
I.A expressão “os cientistas” exerce função de sujeito simples da oração principal.
PORQUE
II.O predicado da oração principal corresponde à estrutura “Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, não entendem completamente como ela age no corpo humano”.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4147964 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países.
De acordo com a análise sintática da frase apresentada, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4147965 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que dipirona é vendida no Brasil, mas proibida nos EUA e em parte da Europa?

 

A dipirona é um dos remédios mais populares no Brasil para aliviar febre e dor. Presente no mercado há mais de um século, ela aparece entre os medicamentos mais vendidos do país e é comprada sem receita médica. Em outras partes do mundo, porém, a situação é bem diferente: nos Estados Unidos e em alguns países europeus, a substância foi proibida há décadas por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado agranulocitose, uma alteração no sangue que reduz as células de defesa do organismo.

Criada nos anos 1920, a dipirona rapidamente se espalhou por vários países. Mesmo sendo utilizada há tanto tempo, os cientistas ainda não entendem completamente como ela age no corpo humano. A principal hipótese é que o medicamento atue sobre mecanismos ligados à inflamação e ao sistema nervoso, ajudando a reduzir febre, dores e desconfortos.

A grande polêmica envolvendo a dipirona começou entre as décadas de 1960 e 1970, quando pesquisas passaram a relacionar substâncias semelhantes ao remédio com casos de agranulocitose. A partir dessas suspeitas, autoridades de saúde dos Estados Unidos decidiram retirar a dipirona do mercado. Outros países adotaram a mesma postura pouco tempo depois.

Com o passar dos anos, porém, novos estudos apresentaram resultados diferentes. Algumas pesquisas identificaram um risco extremamente baixo de desenvolver a alteração sanguínea em pessoas que utilizam o medicamento. Outras encontraram números mais elevados, principalmente em determinadas populações europeias.

Especialistas acreditam que essa diferença pode estar ligada a fatores genéticos, além do uso prolongado ou em doses muito altas. Há indícios de que algumas populações tenham maior predisposição ao problema, o que ajudaria a explicar por que o remédio é considerado mais seguro em alguns países do que em outros.

Na América Latina, estudos envolvendo milhões de pessoas apontaram poucos casos da complicação. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu que os riscos associados à dipirona são baixos e semelhantes aos de outros medicamentos usados contra dor e febre.

Por isso, atualmente não existe discussão sobre retirar a dipirona do mercado brasileiro. Além do Brasil, ela também continua liberada em países como Alemanha, Espanha, Índia, Rússia, Israel, Argentina e México.

Além da discussão sobre segurança, a eficácia da dipirona também foi analisada em diversos estudos. Pesquisas mostram que ela possui ação forte contra dores moderadas e febre, sendo usada até em hospitais para aliviar dores mais intensas. Em alguns casos, o efeito do medicamento chega a competir com remédios mais potentes.

Mesmo assim, especialistas reforçam que a dipirona deve ser usada com responsabilidade. Assim como qualquer medicamento, ela pode provocar efeitos colaterais, principalmente quando utilizada em excesso ou por longos periodos.

Entre os problemas possíveis estão alergias, queda de pressão, alterações nos rins e no fígado, além de sintomas como enjoo, tontura e sonolência. O risco da agranulocitose é considerado raro no Brasil, mas continua sendo acompanhado pelas autoridades de saúde.

Também é importante prestar atenção às doses recomendadas, já que muitos medicamentos populares combinam dipirona com outras substâncias, o que pode levar ao consumo exagerado sem que a pessoa perceba.

Especialistas destacam que a dipirona é considerada segura quando usada de maneira correta, principalmente em casos agudos de dor e febre. No entanto, ela não deve ser utilizada de forma constante por semanas ou meses sem orientação médica, já que até medicamentos comuns trazem riscos quando usados de forma inadequada.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgrky6rmlyo.adaptado.

"Nos Estados Unidos" e "em alguns países europeus", a substância foi proibida "há décadas" por causa da preocupação com um possível efeito colateral raro e grave chamado "agranulocitose".
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à classificação sintática dos termos destacados na frase apresentada, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
(_)Os termos "Nos Estados Unidos" e "em alguns países europeus" exercem função de adjuntos adverbiais de lugar, pois estabelecem circunstâncias espaciais relacionadas ao processo verbal da oração.
(_)A expressão "há décadas" exerce função de adjunto adverbial de tempo, indicando circunstância temporal associada à locução verbal "foi proibida".
(_)O termo "agranulocitose" exerce função de aposto explicativo, pois esclarece e especifica semanticamente a expressão "um possível efeito colateral raro e grave".
(_)A expressão "há décadas" integra o núcleo do predicado nominal da oração, pois caracteriza temporalmente o sujeito "a substância".
(_)Os termos "Nos Estados Unidos" e "em alguns países europeus" exercem função de adjuntos adnominais, pois acompanham diretamente o núcleo substantivo "substância”.
Assinale a alternativa correta, "de cima para baixo".
Alternativas
Q4147968 Português
Os estudos fonológicos examinam a relação entre letras e fonemas, distinguindo representação gráfica, produção sonora, encontros vocálicos, encontros consonantais e dígrafos na organizagdo das palavras da lingua portuguesa (BECHARA, 2024).
Assinale a alternativa correta de acordo com os aspectos fonéticos e fonoldgicos da lingua portuguesa. 
Alternativas
Q4147970 Português
Os vícios de linguagem correspondem a construções que comprometem a clareza, a precisão ou a adequação expressiva do enunciado, envolvendo problemas relacionados à organização sintática, à sonoridade, ao uso vocabular e à estrutura discursiva da linguagem (BECHARA, 2024).
Assinale a alternativa correta quanto aos vícios de linguagem e aos respectivos conceitos.  
Alternativas
Q4147971 Português
Os diferentes tipos de discurso organizam a inserção das falas das personagens ou interlocutores no texto, produzindo efeitos específicos de sentido e modificando a relação entre narrador, enunciado e leitor. Essas formas de representação da fala contribuem para a construção discursiva dos textos narrativos e argumentativos (KOCH; ELIAS, 2018).
Assinale a alternativa correta quanto aos tipos de discurso. 
Alternativas
Q4147974 Português
As tipologias textuais organizam-se conforme diferentes formas de construção discursiva, envolvendo modos específicos de apresentação das informações, relações temporais, estratégias argumentativas e processos de representação da realidade no interior dos textos (MARCUSCHI, 2008).
Analise se as afirmativas a seguir, quanto às tipologias textuais, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( )A descrição organiza elementos relacionados à caracterização de seres, ambientes e situações, podendo integrar textos em que predominem outras sequências tipológicas.
( )A narração articula acontecimentos situados em determinada progressão temporal, ainda que o texto apresente passagens reflexivas ou descritivas em sua composição.
( )A dissertação desenvolve relações conceituais e posicionamentos em torno de determinado tema, mantendo predominância argumentativa ou expositiva na organização textual.
( )A predominância narrativa impede a presença de sequências descritivas responsáveis pela construção de personagens e espaços no interior do texto.
( )A tipologia descritiva estrutura-se pela sucessão de acontecimentos organizados em progressão temporal associada às ações centrais do texto.
Assinale a alternativa correta, “de cima para baixo”. 
Alternativas
Q4147975 Português
As figuras de linguagem ampliam os efeitos expressivos dos textos por meio de alterações na organização sintática, semântica e discursiva da linguagem, contribuindo para diferentes formas de construção de sentido na comunicação literária e não literária (BECHARA, 2024).
Assinale a alternativa correta quanto às figuras de linguagem e aos respectivos conceitos. 
Alternativas
Respostas
1: D
2: E
3: A
4: A
5: D
6: D
7: E
8: E
9: E
10: D
11: A
12: A
13: E
14: A
15: C
16: E
17: A
18: D
19: C
20: D