Questões de Concurso
Comentadas sobre terapia ocupacional em oncologia em terapia ocupacional
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Analisar o perfil e o desempenho ocupacional do paciente, descobrir as suas potencialidades e identificar seus facilitadores e suas barreiras fazem parte da avaliação e da elaboração de estratégias para o planejamento terapêutico singular.
Os procedimentos terapêuticos e a hospitalização de pacientes oncológicos acarretam mudanças corporais e mudanças na organização do cotidiano do indivíduo e de seus familiares, além de poderem gerar dependência definitiva no desempenho das ocupações desses pacientes.
Para o terapeuta ocupacional, é muito importante a capacidade de trabalhar com o paciente além do nível de impedimento da doença, porém a intervenção desse profissional na atenção oncológica acontece somente a partir da fase inicial de pós-diagnóstico, até a fase pós-operatória.
I. As células cancerígenas tendem a se espalhar por outros tecidos e órgãos, o que caracteriza a metástase.
II. A realização de sexo anal sem camisinha não é um fator de risco para a transmissão do HIV.
Marque a alternativa CORRETA:
Essa classificação conhecida como escala de medida da capacidade funcional de Perfomance Status (PS) consiste em um método de avaliação clínica de pacientes oncológicos, reconhecido pela OMS, classificado segundo o Eastern Cooperative Oncology Group (ECOG). A referida classificação tem uma variação de escores de 0 a 4 na qual:
I. PS0 refere-se a atividade normal.
II. PS1, a paciente com sintomas da doença, mas que deambula e leva o seu dia normalmente.
III. PS2, a paciente fora do leito mais de 50% do tempo.
IV. PS3, a paciente acamada por mais de 50% do tempo, carente de cuidados mais intensivos.
V. PS4, a pacientes restritas ao leito.
Dos itens acima:
Em relação aos pacientes oncológicos, assinale a alternativa correta:
I- O papel do terapeuta ocupacional no atendimento aos pacientes oncológicos é apenas durante o tratamento quimioterápico e radioterápico.
II- O terapeuta ocupacional é impossibilitado de atender pacientes fora de possibilidades terapêuticas, acompanhando somente a família/cuidadores.
III- O terapeuta ocupacional atua somente na reabilitação dos pacientes oncológicos.
IV- O terapeuta ocupacional, na área da oncologia, atende todos os pacientes e familiares/cuidadores desde a fase do diagnóstico até o processo de enlutamento familiar.
V- O terapeuta ocupacional deve conhecer a criança doente desde o momento do diagnóstico e acompanhar seu tratamento até a recuperação e o retorno ao convívio social, educacional e familiar.
No tratamento de crianças hospitalizadas em unidade oncológica, deve-se evitar o estímulo à participação social e o treino de habilidades de coping.
Função neuroendócrina anormal, malignidade secundária e necrose avascular são complicações observadas entre os pacientes que passaram por transplante de medula óssea.
Paralisia dos músculos extensores do punho e dos dedos, pé equino e dor periférica são sintomas comuns na neuropatia induzida por quimioterapia.
Crianças hospitalizadas para tratamento com radioterapia apresentam risco elevado de neutropenia em relação a pacientes tratados por quimioterapia.
Graduação de atividades, fortalecimento por contrações musculares isométricas e manutenção da amplitude de movimento (ADM) ativa e passiva são estratégias para reduzir disfunções secundárias à hospitalização de pacientes oncológicos pediátricos.
Pacientes em tratamento quimioterápico apresentam expressivas demandas para terapia ocupacional, especialmente no que tange à orientação em atividades da vida diária.
É essencial ao terapeuta ocupacional que trabalha com cuidados paliativos incentivar o paciente a aceitar sua morte e suas limitações, restringindo o grau de envolvimento em atividades específicas, de modo que também seja trabalhada a angústia dos familiares até que o paciente chegue a óbito.