Questões de Concurso Comentadas sobre sistemas operacionais
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I. Quando o usuário trabalha a partir de vários computadores, temos a possibilidade de configurar perfis móveis (RUPs), garantindo assim consistências em arquivos e configurações.
II. Os RUPs armazenam perfis em um servidor, o que permite também fazermos backups destes perfis, varredura de vírus e controle central.
III. Mesmo em redes onde Perfis móveis de usuários são desnecessários, a implementação RUPs garante que, se necessário a reinstalação de um sistema, o ambiente dos usuários em um novo sistema será idêntico aquele do sistema anterior. Isso se servidor onde estavam armazenadas as informações RUPs não foi afetado.
IV. A configuração de RUPs, em um servidor, tem a particularidade de que a pasta onde as informações serão armazenadas deva estar com seu sistema de arquivos configurado em FAT32.
I. Como padrão, os perfis de usuários são armazenados localmente no sistema em %System-drive%\Documents and Settings\ %UserName%.
II. Quando um usuário loga-se pela primeira vez no sistema, o sistema criará um perfil para o usuário, copiando de um perfil padrão.
III. Todas as modificações feitas na área de trabalho e no ambiente de software do usuário são armazenadas no perfil local do usuário.
IV. O perfil é verdadeiramente local neste sistema. Se um usuário faz o logon em outro sistema, os documentos e as configurações que fazem parte de seus perfis não acompanham o usuário.
I. O modo Área de trabalho Remota permite apenas duas conexões remotas simultâneas e não inclui componentes de compartilhamento de aplicativo do Terminal Server.
II. Em sua instalação padrão, a Área de Trabalho remota opera com muita sobrecarga para o sistema, e sem nenhuma exigência adicional de licenciamento.
III. Como os serviços de terminal e sua capacidade dependente da Área de Trabalho remota são componentes padrão do Windows Server 2003, cada servidor tem a capacidade de fornecer conexões remotas com seu console.
IV. No Windows XP e Windows Server 2003, a Conexão de Área de Trabalho Remota é instalada por padrão.
I. O Active Directory é uma coleção de arquivos de suporte, incluindo os logs de transação e o volume de sistema, ou Sysvol, que contém os scripts de logon e as informações de diretiva de grupo.
II. O Active Directory suporta o LDAP.
III. O Active Directory suporta o Serviço de Replicação de Arquivos FRS.
IV. O Active Directory pode existir sem um domínio mas um domínio, não pode existir sem um Active Directory.
I. O Ext3, uma continuação do sistema de arquivos Ext2, é um exemplo de um sistema de arquivos com diário.
II. A ideia básica de um sistemas de arquivos como Ext3 é a manutenção de um diário que descreve todas as operações do sistema de arquivos em ordem sequencial.
III. Embora o Ext3 não possua as principais estruturas de dados e organizações de disco do Ext2. O Ext3 foi projetado para ser altamente compatível com o Ext2.
IV. Como a escrita de um registro do diário para cada modificação do disco pode ser cara, o Ext3 pode ser configurado de forma a manter um diário com todas as alterações no disco, ou somente com as mudanças relacionadas aos metadados do sistema de arquivos.
I. O CSVDE é um utilitário de linha de comando que permite importar ou exportar objetos do Active Directory de (ou para) um arquivo de texto delimitado por vírgulas.
II. A sintaxe básica para a utilização do CSVDE é csvde [-i] [-f NomeDoArquivo] [-k].
III. Na sintaxe básica, -i especifica o modo de importação.
IV. Quando não especificado o argumento –i, na sintaxe básica do comando, o modo padrão na execução será o da importação de dados.
I. A assistência remota é executada sobre a tecnologia Serviço de terminal, o que significa que ela deve usar a mesma porta utilizada pelos Serviços de terminal: a porta 3389.
II. A assistência remota funciona quando há bloqueio para envio de tráfego na porta 3389, devido a um NAT local implementado no Windows Server 2003.
III. A assistência remota suporta o Universal Plug and Play (UPnP) para os dispositivos NAT-T (Traverse Network Address Translation – Conversão de endereços de rede transversal).
IV. A assistência remota não se conecta quando o solicitante está atrás de um dispositivo não UPnP NAT, e quando é utilizado e-mail para enviar o arquivo convite.
I. Snap-Ins autônomos são fornecidos pelo desenvolvedor de um aplicativo. Todas as ferramentas administrativas para Windows Server 2003 é o console de um único snap-in ou combinações pré-configuradas de snap- ins úteis para determinada categoria de tarefa.
II. Snap-Ins Wizard são configurados através de um assistente, desta forma o Windows Server 2003 direciona as extensões em um local pré - configurado pela aplicação.
III. Quando adicionamos uma extensão, o Windows Server 2003 coloca a extensão no local apropriado dentro do snap-in autônomo.
IV. Snap-Ins de extensão, ou simplesmente extensões, foram desenvolvidas para funcionar com um ou mais snap-ins autônomos, com base na funcionalidade do autônomo.
I. A principal ferramenta para gerenciar o Microsoft Windows Server 2003 é o MMC.
II. O MMC fornece uma interface padronizada e comum para um ou mais aplicativos, chamados snap-ins, que são utilizados para configurar os elementos do seu ambiente.
III. Snap-ins são individualizados para tarefas específicas, e podem ser ordenados e agrupados dentro do MMC de acordo com a preferência administrativa do administrado.
IV. O MMG é a ferramenta que veio para substituir o MMC com funcionalidades mais simples e eficientes.
I. Esse sistema operacional pode ser instalado a partir de um CD-ROM inicializável.
II. O Windows Server 2003 utiliza uma GUI durante a instalação que se parece com a do Windows XP.
III. Tanto as versões comerciais quanto a de avaliação exige a ativação do produto.
IV. Após a instalação e ativação do Windows Server 2003, é possível configurar o servidor utilizando a página Gerenciar Servidor.
I. A alocação contígua simples foi implementada nos primeiros sistemas operacionais desenvolvidos, porém ainda está presente em alguns sistemas monoprogramáveis.
II. Com a alocação contígua foi eliminado o conceito de partições de tamanho fixo.
III. Neste tipo de alocação, o tamanho das partições eram estabelecidas no momento da inicialização do sistema, em função do tamanho dos programas que executariam no ambiente.
IV. Na alocação contígua simples a memória principal é divida em duas partes: uma para o sistema operacional e outra para o programa do usuário.
I. Após a detecção do deadlock, o sistema deverá corrigir o problema. Uma solução bastante utilizada pela maioria dos sistemas operacionais é, simplesmente, eliminar um ou mais processos envolvidos no deadlock e desalocar os recursos já garantidos por eles, quebrando assim a espera circular.
II. Um deadlock não tem correção, uma vez que o processo em execução aguarda um evento que nunca mais ocorrerá. O sistema operacional deve ser apto a identificar e eliminar um processo em deadlock.
III. Uma solução menos drástica envolve a liberação de apenas alguns recursos alocados aos processo para outros processos, até que o ciclo de espera termine.
IV. A eliminação dos processo envolvidos no deadlock e, consequentemente, a liberação de seus recursos podem não ser simples, dependendo do tipo do recurso envolvido.
I. O escalonamento Shortest-Job-First associa cada processo (ou job) ao seu tempo de execução. Dessa forma, quando o processador está livre, o processo em estado de pronto que precisar de menos tempo de UCP para terminar seu processamento é selecionado para execução.
II. O escalonamento Shortest-Job-First favorece os processos que executam programas menores, além de reduzir o tempo médio de espera em relação ao FIFO.
III. O escalonamento preemptivo permite que o sistema dê atenção imediata a processos mais prioritários, como no caso de sistemas de tempo real, além de proporcionar melhores tempos de respostas em sistemas de tempo compartilhado.
IV. Um algoritmo de escalonamento é dito preemptivo quando o sistema pode interromper um processo em execução para que outro processo utilize o processador.
I. Em sistemas interativos, o tempo de respostas é o tempo decorrido do momento da submissão de um pedido ao sistema até a primeira resposta produzida.
II. De uma maneira geral, qualquer algoritmo de escalonamento busca otimizar a utilização da UCP e o throughput, enquanto tenta diminuir os tempos de turnaround e de resposta. Dependendo do tipo do sistema, um critério pode ser mais enfatizado do que outros, como, por exemplo, nos sistemas interativos, onde o tempo de resposta deve ser mais considerado.
III. Tempo de resposta não é considerado um critério de escalonamento, uma vez que o tempo de resposta envolve muitos outros fatores em um sistema operacional.
IV. O tempo de resposta é o tempo total utilizado no processamento completo de uma determinada tarefa.