Questões de Concurso Comentadas sobre sistemas operacionais
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As características da computação na nuvem incluem a elasticidade, que consiste na capacidade de adicionar ou remover recursos para lidar com a variação de demanda.
Em um provedor que fornece um serviço como PaaS (platform-as-a-service), o consumidor consegue configurar a rede e o sistema operacional utilizados.
Um administrador pode incluir uma configuração para determinado diretório por meio da diretriz <Directory>.
As diretrizes <Directory> e <Files> são utilizadas em arquivos htaccess para permitir que usuários controlem o acesso a seus arquivos.
Se o sistema de arquivos do computador em questão for ext4, a chance de corrupção do sistema será muito baixa devido ao uso de journaling.
Uma das especificidades da plataforma de nuvem que a diferencia das demais plataformas distribuídas é a característica self-service, que garante que, se for necessário aumentar a utilização de determinado recurso, seja ele qual for, esse aumento deve ocorrer de forma fácil ou até mesmo automática.
Nuvem comunitária é aquela em que a infraestrutura é compartilhada por organizações que mantêm algum tipo de interesse em comum (jurisdição, segurança, economia), podendo ser administrada, gerenciada e operada por uma ou mais dessas organizações.
Tempo de turnaround é o tempo total que um processo permanece na fila, durante o seu processamento, enquanto aguarda para ser executado.
Caso utilize a técnica de memória virtual, um sistema operacional pode carregar e executar um programa de 32 Mb em um computador com 8 Mb de memória principal.
I. Sistemas de gerenciamento de memória podem ser divididos em duas grandes classes: aqueles que movem processos entre a memória principal e secundária (tipicamente disco) durante a execução, e aqueles que mantêm os processos fixos em memória primária. Na primeira classe, o gerenciamento é baseado em técnicas de swapping (permuta) ou de paginação.
II. O esquema mais simples possível de gerenciamento de memória consiste em ter somente um processo na memória durante toda a sua execução. O usuário carrega um programa do disco para a memória, podendo este fazer uso de toda a máquina. Se a memória for insuficiente, o programa simplesmente tem sua execução rejeitada. Embora essa técnica tenha sido comum em meados da década de sessenta, ela não é mais utilizada.
III. Dentre outras tarefas, o gerenciador de memória monitora quais partes da memória estão em uso e quais estão disponíveis; aloca, todavia não libera memória para os processos por esta ser tarefa do store release (liberador de armazenamento) que também gerencia a permuta de processos entre memória principal e secundária (quando a memória principal não é capaz de abrigar todos os processos).
É correto o que consta APENAS em
I. O Red Hat Enterprise Linux pode ser um servidor NFS e não um cliente NFS, o que significa que pode exportar sistemas de arquivo para outros sistemas, mas não pode montar sistemas de arquivo importados de outras máquinas.
II. Atualmente, o NFS, por meio da extensão pNFS, fornece acesso escalável a arquivos distribuídos pela rede.
III. As duas versões (4 e 4.1) estão entre as mais interessantes e importantes para o NFS. O NFSv4 também integra suporte para semânticas de acesso de arquivos baseados em UNIX e Windows, estendendo o NFS para integração nativa em outros sistemas operacionais.
IV. O NFSv4.1 apresenta o conceito de NFS paralelo (pNFS) para maior escala e melhor desempenho. Para suportar uma escala maior, o NFSv4.1 implementa uma arquitetura de dados/metadados dividida com striking, de maneira semelhante aos sistemas de arquivos sequenciais compartilhados.
Está correto o que consta APENAS em
O Linux Red Hat foi desenvolvido com o objetivo de facilitar a configuração e tornar o uso do sistema mais transparente. Todas as ferramentas desenvolvidas pela equipe do Red Hat tinham seu código aberto, o que possibilitou o surgimento de muitas outras distribuições derivadas dele, incluindo o Mandrake (França), o Conectiva (Brasil) e o SuSE (Alemanha).
O Linux Red Hat é
No Windows Server 2008 R2, os Volumes Compartilhados do Cluster são volumes em um cluster de failover onde vários nós podem ler e gravar ao mesmo tempo. Isso habilita vários nós a acessarem simultaneamente um único volume compartilhado.
Com clusters de failover, é possível mover uma máquina virtual de um nó de cluster para outro