Questões de Concurso Comentadas sobre segurança da informação
Foram encontradas 13.547 questões
Entre os tipos de criptografia, dois são descritos a seguir:
I. também chamada de criptografia de chave secreta ou única, utiliza uma mesma chave tanto para codificar como para decodificar informações, sendo usada principalmente para garantir a confidencialidade dos dados; exemplos desse método criptográfico são AES, Blowfish, RC4, 3DES e IDEA.
II. também conhecida como criptografia de chave pública, utiliza duas chaves distintas, uma publica, que pode ser livremente divulgada, e uma privada, que deve ser mantida em segredo por seu dono; quando uma informação é codificada com uma das chaves, somente a outra chave do par pode decodificá-la; a chave privada pode ser armazenada de diferentes maneiras, como um arquivo no computador, um smartcard ou um token; exemplos desse método criptográfico são RSA, DSA, ECC e Diffie-Hellman.
Os tipos descritos em I e em II são, respectivamente, denominados
Kátia, engenheira de segurança, recebeu de seu chefe uma mensagem a ser criptografada e enviada para uma das filiais da empresa em outro estado, de forma segura. A mensagem não é crítica para a empresa, logo o sistema de criptografia a ser utilizado pode ser computacionalmente simples. Kátia resolveu então usar uma cifra de transposição que não altera o conteúdo da mensagem, alterando apenas suas posições. Considerando que a chave utilizada foi MEGABUCK e o texto cifrado é
ISODAIAORPSOROPCUOCLSASMDSRENOLVOTIRCSMDTOIFROEEE RBUIATROSONOO
a alternativa que apresenta o texto em claro correto para o texto cifrado acima é:
I – Pode ser utilizado tanto de forma legítima quanto maliciosa, dependendo de como é instalado, das ações realizadas e do tipo e uso da informação monitorada.
II – Trata-se de um programa projetado para monitorar as atividades de um sistema e enviar as informações coletadas para terceiros.
III – Keylogger é um tipo específico de spyware capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado do computador.
I – Trocar periodicamente as senhas é uma maneira de proteção contra vírus eletrônicos.
II– Manter o antivírus ativado e atualizado é uma forma de prevenir e evitar fraudes.
III – Não propagar correntes de e-mails e não clicar em links desconhecidos e suspeitos são uma boa maneira de se evitar infecções.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Texto I
Falha no WhatsApp deixa vulneráveis todos os seus 1,5 bilhão de usuários
O WhatsApp anunciou na noite desta segunda-feira (13) que descobriu uma vulnerabilidade em sua plataforma, o que deixava aberta uma brecha de segurança para ataques de hackers no mensageiro. A companhia solicitou a todos os seus usuários que atualizem o aplicativo — tanto no Android quanto no iOS.
De acordo com o site estadunidense Financial Times (FT), que revelou a falha no mensageiro, a vulnerabilidade em questão permite que invasores utilizem um spyware comercial possivelmente desenvolvido pela empresa israelense NSO Group capaz de roubar dados e informações de um aparelho, além de monitorar câmera e microfone.
Ainda conforme a publicação, a instalação do spyware se dá por meio de uma chamada telefônica feita para o aparelho-alvo mesmo que ela não seja atendida. Além disso, esta chamada não some dos registros do aplicativo, o que torna a sua atuação ainda mais silenciosa.
“O WhatsApp encoraja as pessoas a atualizarem para a versão mais recente de nosso aplicativo, bem como manterem o sistema operacional de seu celular atualizado para proteção contra potenciais ataques direcionados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis”, informou um porta-voz.
(...)
Em comunicado, o NSO Group negou qualquer envolvimento com o exploit que utiliza a brecha de segurança do WhatsApp para instalar um espião em smartfones.
Fonte: https://www.tecmundo.com.br/software/141261- whatsapp-tem-vulnerabilidade-permite-invasao-hackers.htm
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Texto I
Falha no WhatsApp deixa vulneráveis todos os seus 1,5 bilhão de usuários
O WhatsApp anunciou na noite desta segunda-feira (13) que descobriu uma vulnerabilidade em sua plataforma, o que deixava aberta uma brecha de segurança para ataques de hackers no mensageiro. A companhia solicitou a todos os seus usuários que atualizem o aplicativo — tanto no Android quanto no iOS.
De acordo com o site estadunidense Financial Times (FT), que revelou a falha no mensageiro, a vulnerabilidade em questão permite que invasores utilizem um spyware comercial possivelmente desenvolvido pela empresa israelense NSO Group capaz de roubar dados e informações de um aparelho, além de monitorar câmera e microfone.
Ainda conforme a publicação, a instalação do spyware se dá por meio de uma chamada telefônica feita para o aparelho-alvo mesmo que ela não seja atendida. Além disso, esta chamada não some dos registros do aplicativo, o que torna a sua atuação ainda mais silenciosa.
“O WhatsApp encoraja as pessoas a atualizarem para a versão mais recente de nosso aplicativo, bem como manterem o sistema operacional de seu celular atualizado para proteção contra potenciais ataques direcionados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis”, informou um porta-voz.
(...)
Em comunicado, o NSO Group negou qualquer envolvimento com o exploit que utiliza a brecha de segurança do WhatsApp para instalar um espião em smartfones.
Fonte: https://www.tecmundo.com.br/software/141261- whatsapp-tem-vulnerabilidade-permite-invasao-hackers.htm
Quando o diretor de Segurança da Informação voltou do almoço, constatou que havia várias mensagens em seu celular informando que o servidor de NTP saíra do ar. Conversando com João, este lhe informou o que tinha feito para evitar um ataque cibernético. Do ponto de vista da segurança da informação, João tentou evitar um ataque de: