Questões de Concurso
Sobre transformações societárias, mundo do trabalho e estado capitalista em serviço social
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1. Descentralização político-administrativa.
2. Controle social.
3. Conferências de políticas públicas.
4. Gestão bipartite do fundo público nacional.
São princípios e estruturas que fundamentam a relação Estado e Sociedade Civil, no Brasil contemporâneo:
1. A mundialização da economia pressupõe a liberalização e desregulamentação dos mercados nacionais, constituindo um fenômeno natural e inevitável do desenvolvimento capitalista.
2. O poder do capital financeiro foi construído com o endividamento dos governos, aproveitando-se das altas taxas de juros para se apropriar do fundo público.
3. A compra de ações dos grupos industriais, pelas instituições financeiras, passa a impor normas de produtividade e lucratividade, tendo como consequência o rebaixamento salarial, o desemprego, o trabalho informal e temporário e a desorganização sindical.
4. A novidade nesse contexto, comandado pelo capital financeiro, é que o capitalismo já não precisa mais do suporte dos Estados nacionais, prescindindo de sua intervenção política e econômica.
Assinale a alternativa correta
Leia a seguinte afirmação do estudioso da literatura Alfredo Bosi: “Constato o primado das coisas sobre as pessoas. Computadores aos milhares sem professores prezados e estimulados são sucata virtual. [...] As pessoas, quando respeitadas no seu ofício, produzem sentido e valor. Com ou sem as coisas. Mas as coisas sem as pessoas são letras mortas.”
A partir desse posicionamento, é CORRETO afirmar:
No Brasil contemporâneo, verifica-se um trânsito da noção de seguridade social para a lógica de seguro social. Nesse contexto, a perspectiva que passa a presidir a política social é a:
No contexto neoliberal, o Estado assume um novo papel: o de combater a denominada “exclusão includente", adotada nos Estados de bem-estar social.
O neoliberalismo pode ser caracterizado pela competição produtiva e pela atuação do Estado na economia restrita à redistribuição da riqueza acumulada na sociedade.
O voluntariado é defendido pelos neoliberais como necessário para descentralizar o poder do Estado, medida indispensável à participação da sociedade nas tomadas de decisão e na provisão de benefícios e serviços.
O que hoje se tem chamado de produtivismo acadêmico não resulta em prejuízos na esfera do exercício profissional, uma vez que tal questão atinge uma pequena parcela de profissionais que se encontram no exercício da docência.
O processo de reestruturação produtiva em curso rompe com o caráter educativo desenvolvido pelo serviço social nas empresas, voltado para questões que interferem na produtividade e manutenção da força de trabalho.
Com a efetivação das políticas sociais universais implementadas a partir da Constituição Federal de 1988, cessaram as disputas por hegemonia e solidificaram-se demandas profissionais já consolidadas socialmente.
O espaço profissional é condicionado pelo tipo de respostas prático-imediatas às distintas demandas institucionais.
Os espaços sócio-ocupacionais de natureza pública e de natureza privada condicionam de formas diferentes os objetivos das ações profissionais e a própria autonomia profissional.
Há uma tendência, nas últimas décadas, de deslocamento da satisfação de necessidades sociais da área privada para a área pública, com base nos pilares de uma cidadania social, afetando diretamente o espaço ocupacional de várias categorias profissionais, entre as quais a dos assistentes sociais.