Questões de Concurso Sobre serviço social
Foram encontradas 49.303 questões
Marque a opção que caracteriza um princípio fundamental do Código de Ética Profissional do Assistente Social.
A designação profissional de Assistente Social, segundo o Art. 3º da Lei de Regulamentação da Profissão, é privativa:
O Art. 6º da Lei de Regulamentação da Profissão alterou as denominações do Conselho Federal deAssistente Social e dos Conselhos Regionais deAssistentes Sociais para:
O exercício da profissão de Assistente Social, de acordo com a Lei de Regulamentação da Profissão, requer prévio registro:
As ações das três esferas de governo na área de assistência social realizam-se de forma articulada, segundo a LOAS em seu Artigo 12, cabendo:
O empenho para a proteção integral da infância e da juventude, segundo Mioto, passa pela revisão de pelo menos dois aspectos fundamentais. Quais são eles?
É uma definição de política social dirigida à família, segundo PotyaraAmazoneida Pereira:
O conceito de monoparentalidade tem diversas concepções. Pode ser considerado, segundo Maria Amália Faller Vitale, como:
É comum a associação entre monoparentalidade, gênero, etnia e pobreza. Essa associação, segundo Faller Vitale (2002), acaba por gerar alguns estigmas sobre as mulheres. Quais são esses estigmas?
Segundo a Constituição Federal de 1988, a Previdência Social, que compõe o tripé da Seguridade Social, será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, e com caráter de seguro social, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a
Segundo o pensamento de Mônica de Jesus César, estudiosa da inserção do Serviço Social em empresas, pode-se afirmar que, no cenário contemporâneo, o perfil profissional exigido aos assistentes sociais, na sua atuação nas empresas, pode ser identificado através de um conjunto de questões que evidenciam o novo paradigma das condições de trabalho profissional, a saber,
A assistência social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas. Essa política pública é normatizada pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS).
Usando como referência os conhecimentos acerca desse instrumento jurídico, pode-se afirmar:
Os processos e os instrumentos de operacionalização do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) estão definidos e regulamentados na Política Nacional de Assistência Social, de 2004, e na Norma Operacional Básica (NOB/SUAS), de 2005. O SUAS materializa a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), cujo objetivo é consagrar direitos de cidadania e inclusão social.
De acordo com esses documentos, pode-se afirmar:
O desagravo público é um direito do assistente social na seguinte situação:
Em um acompanhamento social, o usuário relata ao assistente social situações sigilosas de sua vida que se tomam objeto da Justiça. Em audiência, o profissional de Serviço Social é intimado a depor como testemunha. Nessa situação, o assistente social:
A Lei 8.662/93 dispõe sobre a profissão de assistente social e esclarece que o Conselho Federal de Serviço Social e os Conselhos Regionais de Serviço Social têm o objetivo básico de:
A Lei 8. 7 42/1993 menciona que os projetos de enfrentamento da pobreza se devem basear 'em mecanismos de participação de diferentes áreas governamentais e em sistemas de cooperação entre:
De acordo com Sodré (2005), em referência ao sentido macro de cuidados paliativos que descreve o Ministério da Saúde, o termo utilizado pelos assistentes sociais paliativistas é que o paciente está:
No debate sobre a demanda reprimida e o acesso incompleto, Vidal (2008) considera que os assistentes sociais podem contribuir para:
Costa (2006), em seu estudo, verificou que, nos serviços públicos de saúde, houve uma ampliação do mercado de trabalho para os assistentes sociais. Nesse contexto, para ela, tem relevância o fato de os profissionais subestimarem a utilidade e o conteúdo das práticas, ao mesmo tempo em que foram percebidos como necessários na composição das equipes de saúde pelo conjunto: