Questões de Concurso
Sobre questão social e serviço social em serviço social
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( ) O trabalho social na política urbana, exercido por assistentes sociais sob a direção do projeto ético-metodológico, deve estar orientado na perspectiva da garantia de renda.
( ) As ações profissionais na política urbana devem ser operacionalizadas no campo da intersetorialidade, o que significa considerar conhecimentos e práticas de profissionais de outras áreas de conhecimento, superando a fragmentação e com o propósito de assegurar as condições de acesso às demais políticas e direitos.
( ) As principais ações desenvolvidas pelo assistente social na política urbana são: de caráter socioeducativo; de caráter organizativo e de mobilização popular; de assessoria, supervisão e formação; e, de planejamento, gestão e coordenação.
( ) O trabalho social na política urbana, exercido por assistentes sociais, deve ocorrer sob dois grandes eixos: uma perspectiva coletiva, junto aos movimentos sociais, nos processos de participação e organização popular, e uma perspectiva individual e/ou grupal, com vistas a construir respostas às necessidades básicas dos sujeitos usuários da política urbana, no acesso aos direitos, bens e equipamentos públicos.
A sequência está correta em
(IAMAMOTO; CARVALHO, 1986, p. 77.)
É nesse contexto, em que se afirma a hegemonia do capital industrial e financeiro, que emerge sob novas formas, a chamada:
I. Não é senão as expressões do processo de formação e desenvolvimento da classe burguesa e de seu ingresso no cenário político da sociedade feudal.
II. Na atualidade, o assistente social convive cotidianamente com as mais amplas expressões das novas questões sociais desenvolvidas individualmente pelos sujeitos.
III. É no modo de produção escravista, nos impérios primitivos, que se encontra a gênese da “Questão Social”.
Os serviços sociais, do ponto de vista político, expressam uma contradição: ao mesmo tempo que resultam de conquistas da classe trabalhadora para suprir necessidades básicas de sobrevivência, eles são implementados, na forma de direitos sociais mediatizados, pelas classes dominantes e pelo Estado, como instrumentos políticos que reforçam os processos de sua dominação ao conjunto da sociedade.
Já do ponto de vista econômico, os serviços sociais representam a devolutiva para a sociedade, em especial os trabalhadores, de uma forma transfigurada de
A intervenção do Estado sobre a questão social, a partir do capitalismo monopolista, tem se dado de modo a fragmentá-la e direcionando as ações institucionais e profissionais para o enfrentamento de suas incidências psicossociais, com enfoque nos indivíduos e grupos.
Cabe às(aos) assistentes sociais, do ponto de vista da teoria social crítica que embasa o projeto ético e político da profissão, compreender que a questão social
I. As relações sociais são mediatizadas por situações, instituições e contextos nos quais se engendram como totalidade as relações sociais que configuram a sociedade capitalista e que podem revelar e/ou ocultar as relações sociais imediatas.
II. Os fundamentos conservam relação com uma abordagem da história a partir das classes sociais e de suas lutas, entendendo as diversas manifestações da “questão social” e as suas estratégias de enfrentamento, como prerrogativa da intervenção profissional.
III. Os fundamentos do serviço social apontam para uma concepção da profissão no contexto da divisão social do trabalho, que é sociotécnica, bem como uma concepção de profissão que tem na centralidade do trabalho e dos trabalhadores e de suas lutas um eixo definidor da natureza dessa profissão.
É correto o que se afirma em
I. As particularidades desse processo no Brasil evidenciam que o Serviço Social se institucionaliza e legitima profissionalmente como um dos recursos mobilizados pelo Estado e pelo empresariado, com o suporte da Igreja Católica, na perspectiva do enfrentamento e regulação da Questão Social, a partir dos anos 1930, quando a intensidade e extensão das suas manifestações no cotidiano da vida social adquirem expressão política.
II. A Questão Social em suas variadas expressões, em especial, quando se manifesta nas condições objetivas de vida dos segmentos mais empobrecidos da população, é, portanto, a "matéria-prima" e a justificativa da constituição do espaço do Serviço Social na divisão sociotécnica do trabalho e na construção/atribuição da identidade da profissão.
III. Ao reconhecer a legitimidade da questão social no âmbito das relações entre capital e trabalho, o governo Vargas buscou enquadrá-la juridicamente, visando à desmobilização da classe operária e a regulação das tensões entre as classes sociais.
IV. Terá particular importância, na estruturação do perfil da emergente profissão no país, a Igreja Católica, responsável pelo ideário, pelos conteúdos e pelo processo de formação dos primeiros assistentes sociais brasileiros.
1. Heterogeneidade. 2. Espontaneidade. 3. Imediaticidade. 4. Superficialidade extensiva.
( ) Considerando as características das demandas do cotidiano, os sujeitos acabam por encaminhá-las de maneira superficial, dado que a prioridade da vida cotidiana está em responder aos fenômenos em sua extensão e amplitude e não na sua intensividade, ou seja, o cotidiano dificulta o esforço intenso, concentrado e contínuo.
( ) As ações desencadeadas na vida cotidiana tendem a responder, fundamentalmente, às demandas imediatas da reprodução social dos sujeitos.
( ) As demandas do cotidiano são essencialmente diversas, o que exige do sujeito que oriente sua atenção totalmente a elas. Dada essa diversidade, a vida cotidiana ocupa integralmente a atenção dos sujeitos.
( ) É a característica dominante da vida cotidiana. Em razão dessa característica, os sujeitos se apropriam de maneira espontânea (e naturalizada) dos costumes, dos modos e comportamentos da sociedade, donde sua capacidade de reproduzir as motivações particulares e as humano-genéricas.
I. A pobreza relativa tem relação direta com a desigualdade na distribuição de renda e é explicitada segundo o padrão de vida vigente na sociedade que define como pobres as pessoas situadas na camada inferior da distribuição de renda, quando comparadas àquelas melhor posicionadas.
II. No tocante à pobreza relativa, tem-se em vista que se deve levar em consideração o acesso a políticas públicas sociais, a bens culturais e a participação social e política, isto é, aos mecanismos de democratização existentes no denominado Estado de Direito Eclesiástico.
III. A linha de pobreza social combina os conceitos de pobreza absoluta (extrema pobreza) e pobreza relativa (varia com as alterações na mediana da renda do local que está sendo considerado) em uma única medida.
Quais estão corretas?