Questões de Concurso
Sobre código de ética de 1993 - lei de regulamentação da profissão – lei nº 8.662 de 1993 em serviço social
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O assistente social que se sentir prejudicado, em relação a seu trabalho e a sua reputação profissional, por colega de profissão deve recorrer à justiça comum, visto que o seu Código de Ética não trata das relações entre profissionais.
Caso um projeto de pesquisa já tenha sido aprovado em comitê de ética, é permitido ao assistente social fazer registros, sem informar à população envolvida na pesquisa, de materiais visuais e audiovisuais do trabalho desenvolvido.
atuação profissional do assistente social, julgue os itens a seguir.
atuação profissional do assistente social, julgue os itens a seguir.
Nos casos de intimação para depor como testemunha diante de autoridade competente, o assistente social deve limitar-se a revelar somente os aspectos relacionados à convivência social de que tomou conhecimento durante o atendimento do usuário em questão.
O código de ética vigente define como dever do assistente social denunciar práticas que caracterizem a censura, o cerceamento da liberdade e o policiamento dos comportamentos, quando identificados no exercício profissional.
Constitui competência dos CRESS estabelecer o sistema de registro profissional em conformidade com a realidade de sua área de abrangência.
A política nacional de fiscalização do exercício profissional apoia-se exclusivamente na dimensão normativo-reguladora, tendo em vista o compromisso com a legalidade da atuação profissional.
Marta deve manter o sigilo e a confiabilidade de todas as informações acerca da saúde de João, que tem HIV positivo, mas poderá quebrar esse sigilo se ocorrer uma situação grave que possa trazer prejuízos aos interesses de João, de sua família e da coletividade.
Os estudos socioeconômicos realizados com os usuários, para fins de benefício e serviços sociais junto a órgãos da administração pública direta e indireta e outras entidades, constituem atribuições privativas de Marta e das demais assistentes sociais do hospital.
Considere que Marta participe de um grupo do serviço de pneumologia do hospital, que tem, entre outros objetivos, a função de discutir estratégias para mudanças no estilo de vida e para melhora do estado de saúde dos usuários. Desde o início de sua participação, Marta vem gravando as reuniões como parte de uma pesquisa. Nessa situação, para evitar que os membros do grupo fiquem inibidos, ela não lhes deve comunicar esse procedimento.
Como assistente social compromissada com a missão da instituição onde trabalha, Marta deve orientar o profissional responsável pelo registro das denúncias na ouvidoria do hospital a não registrá-las, em caso de famílias consideradas poliqueixosas que não compreendem as limitações de um serviço público.
Ao ocupar cargo de chefia, não é recomendado que Marta mobilize sua autoridade funcional para a liberação de carga horária de seus subordinados para fim de estudos, mesmo que estes visem ao aprimoramento profissional.
Marta não pode assinar nem publicar, em seu nome ou de outros profissionais, trabalhos de que não tenha participado, exceto aqueles executados sob sua orientação.
Marta, no desempenho de suas funções, não deve intervir na prestação de serviços realizados por outro assistente social, mesmo quando se tratar de uma urgência, pois tal atitude fere os princípios da ética profissional.