Questões de Concurso Sobre saúde pública

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Q1913521 Saúde Pública

Analise as afirmativas a seguir:


I. É dever do servidor público abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função com finalidade estranha ao interesse público ou de modo que cause, intencionalmente, danos ao cidadão, mesmo que observando as formalidades legais.

II. O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado como seu maior patrimônio.


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Q1913520 Saúde Pública

Analise as afirmativas a seguir:


I. O NASF é uma equipe composta por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, que devem atuar de maneira integrada e apoiando os profissionais das Equipes de Saúde da Família, das Equipes de Atenção Básica para populações específicas, compartilhando as práticas e saberes em saúde nos territórios sob responsabilidade dessas equipes.

II. As informações do cadastro realizado pelas equipes das Unidades Saúde da Família, juntamente com outras fontes de informação, levam ao conhecimento da realidade da população da área de abrangência, seus principais problemas de saúde e seu modo de vida.


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Q1913519 Saúde Pública

Analise as afirmativas a seguir:


I. De acordo com a Portaria Nº 2.436, todos os estabelecimentos de saúde que prestem ações e serviços de Atenção Básica no âmbito do Sistema único de Saúde (SUS) serão denominados Unidade Básica de Saúde (UBS).

II. O Sistema de Informação da Atenção Básica tem por objetivo centra-se em agregar, armazenar e processar as informações relacionadas à Atenção Básica (AB), usando como estratégia central a Estratégia de Saúde da Família (ESF).


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Q1913518 Saúde Pública

Analise as afirmativas a seguir:


I. O funcionamento das Unidades de Saúde da Família se dá pela atuação de uma ou mais equipes de profissionais que devem se responsabilizar pela atenção à saúde da população, vinculada a um determinado território.

II. Segundo a Política Nacional da Atenção Básica (PNAB), de 21 de setembro de 2017, os parâmetros de densidade demográfica e área de atuação da equipe não possuem interferência na infraestrutura de uma Unidade Básica de Saúde.


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Q1913517 Saúde Pública

Analise as afirmativas a seguir:


I. Os profissionais de saúde bucal que compõem as equipes de Saúde da Família e de Atenção Básica podem ter vínculo com várias Unidades Básicas de Saúde para suprir a carência da população.

II. A Política Nacional da Atenção Básica de 2017 adota a obrigatoriedade de carga horária de 40 (quarenta) horas semanais para todos os profissionais de saúde membros da Equipe de Saúde da Família.


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Q1913516 Saúde Pública

Analise as afirmativas a seguir:


I. Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) fazem parte da atenção básica e se constituem como serviços com unidades físicas independentes e especiais. Para exercer suas atividades, as equipes NASF devem ocupar o espaço físico de unidades independentes e próprias.

II. O número de pessoas por equipe de Saúde da Família deve considerar o grau de vulnerabilidade das famílias daquele território. Assim, quanto maior o grau de vulnerabilidade, maior deverá ser a quantidade de pessoas por equipe.


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Q1910168 Saúde Pública

Ascaridíase 

(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)

O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.

Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.

O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.

Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A. lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando completamente.

Leia o texto 'Ascaridíase' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Após a análise do texto, é possível concluir que as larvas de Ascaris lumbricoides podem atingir o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais.
II. As informações presentes no texto permitem concluir que, quando atingem os pulmões, as larvas de Ascaris lumbricoides impedem a produção de hormônios da tireoide no indivíduo contaminado.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1910167 Saúde Pública

Ascaridíase 

(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)

O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.

Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.

O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.

Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A. lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando completamente.

Leia o texto 'Ascaridíase' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que o Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, quando deglutidas, as larvas de Ascaris lumbricoides permanecem inertes por, pelo menos, seis meses, até que eclodem e passam a se alimentar de tecido muscular liso.
Marque a alternativa CORRETA: 
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Q1910166 Saúde Pública

Ascaridíase 

(https://bit.ly/3a8Df8Y, adaptado)

O Ascaris lumbricoides, também conhecido como lombriga, pode medir, quando adulto, de 20 a 40 centímetros, sendo que as fêmeas são maiores e mais robustas que os machos.

Os ovos de A. lumbricoides, depois de ingeridos, liberam um tipo de larva no intestino delgado. Essas larvas liberadas atravessam a parede intestinal atingindo vasos da circulação linfática e veias. A partir daí, elas atingirão o fígado, o coração e os pulmões, podendo causar lesões nesses locais, além de febre, bronquite, pneumonia, convulsões epileptiformes, esgotamento físico e mental, obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue. Quando atingem os pulmões, depois de várias transformações sofridas no estágio larval, as larvas chegam aos brônquios e à traqueia e, por fim, à faringe. Da faringe, elas poderão ser expelidas pela boca durante a tosse, juntamente com muco, ou ser deglutidas. Nesse último caso, elas atravessarão quase todo o tubo digestivo voltando para o intestino delgado e transformar-se-ão em adultos que reproduzir-seão originando os ovos que serão expelidos com as fezes.

O Ascaris lumbricoides atinge aproximadamente 30% da população mundial e cerca de 70% a 90% das crianças na faixa etária de um a dez anos.

Em ambientes com umidade inferior a 77%, os ovos A. lumbricoides, não sobrevivem mais de 15 dias, secando completamente.

Leia o texto 'Ascaridíase' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As larvas de Ascaris lumbricoides podem causar obstrução intestinal e tosse com muco e, às vezes, sangue, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
II. Após a análise do texto, é possível inferir que as larvas de Ascaris lumbricoides liberadas atravessam a parede intestinal, atingindo vasos da circulação linfática e veias.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1910164 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A depender do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido, conforme sugere o texto.
II. Após a análise do texto, é possível inferir que a vigilância epidemiológica das hepatites no Brasil utiliza um sistema regional e ativo, baseado na notificação voluntária dos casos confirmados.
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Alternativas
Q1910163 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto sugere que os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular.
II. O texto procura destacar que, para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral e parenteral.
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Q1910162 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto apresenta ao leitor a ideia de que os vírus A, B, e C, da hepatite, são os responsáveis pela grande maioria das síndromes respiratórias agudas graves em recém-nascidos.
II. O texto leva o leitor a inferir que são pelo menos sete os tipos de vírus que têm em comum o hepatotropismo e que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT.
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Alternativas
Q1910160 Saúde Pública

Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção

Por FERREIRA, 2004 (trecho de artigo adaptado).

A grande importância das hepatites não se limita ao enorme número de pessoas infectadas; estende-se também às complicações das formas agudas e crônicas. Os vírus causadores das hepatites determinam uma ampla variedade de apresentações clínicas, de portador assintomático ou hepatite aguda ou crônica, até cirrose e carcinoma hepatocelular. Considerando que as consequências das infecções são diversas, na dependência do tipo de vírus, o diagnóstico de hepatite, atualmente, será incompleto, a menos que o agente etiológico fique esclarecido.

Para fins de vigilância epidemiológica, as hepatites podem ser agrupadas de acordo com a maneira preferencial de transmissão em fecal-oral (vírus A e E) e parenteral (vírus B, C, D); mas são pelo menos sete os tipos de vírus que já foram caracterizados: A, B, C, D, E, G e TT, que têm em comum o hepatotropismo. Uma das principais características que diferenciam esses vírus é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas; outra é a possibilidade de ocasionar comprometimento sistêmico relevante (como a glomérulonefrite do VHB e a crioglobulinemia do VHC). Os vírus A, B, e C são os responsáveis pela grande maioria das formas agudas da infecção. Mas, apesar do crescente uso de técnicas laboratoriais cada vez mais sensíveis, cerca de 5% a 20% das hepatites agudas permanecem sem definição etiológica. Nas hepatites fulminantes, essa porcentagem torna-se ainda maior. 

A condição sine qua non para se definir estratégias no controle das hepatites virais é que a amplitude do problema seja (re)conhecida. A vigilância epidemiológica das hepatites no nosso país utiliza o sistema universal e passivo, baseado na notificação compulsória dos casos suspeitos. Embora o sistema de notificação tenha apresentado melhoras, ele ainda é insatisfatório. As principais questões a serem investigadas, e que podem contribuir para o melhor controle das hepatites, estão relacionadas à definição dos diferentes tipos de vírus e das doenças que determinam. Não há dúvida que o diagnóstico precoce de infecção pelos VHB ou VHC traz benefícios para os pacientes, permitindo escolher o momento mais adequado para iniciar um eventual tratamento da forma crônica da doença. No entanto, é sabido que a identificação de portadores assintomáticos de doenças infecciosas crônicas é muito difícil e onerosa. Por outro lado, a incorporação de técnicas novas para auxiliar na propedêutica e terapêutica das hepatites virais elevou muito o custo da assistência médica.


(FERREIRA, Cristina Targa; SILVEIRA, Themis Reverbel da. Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção. Rev. bras. Epidemiol., São Paulo, v. 7, n. 4, p. 473-487, Dec. 2004.)

Leia o texto 'Hepatites virais: aspectos da epidemiologia e da prevenção' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto leva o leitor a entender que uma das principais características que diferenciam os vírus da hepatite é a sua capacidade (ou incapacidade) de determinar infecções crônicas.
II. O texto procura deixar claro para o leitor que os principais sintomas das hepatites fulminantes incluem a diminuição da acuidade visual; a dificuldade de enxergar; a visão nublada ou esfumaçada; a visão dupla; a dificuldade para ler, dirigir e andar; a sensibilidade à luz; e a alteração da percepção de cores.
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Alternativas
Q1910159 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No Brasil, o aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em uma menor demanda por serviços de saúde e dispensou a necessidade de recursos ou protocolos específicos para lidar com essa doença e minimizar seus efeitos na sociedade, conforme mencionado pelo texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se inferir que o vírus Chikungunya tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, resultando em mortes atribuídas à doença por ele provocada, inclusive. 
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910157 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As informações presentes no texto permitem concluir que o vírus Chikungunya é de transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes e foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em um surto ocorrido na Tanzânia.
II. O texto menciona que, com a introdução da doença causada pelo vírus Chikungunya no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela inexistência de arboviroses no território nacional.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910156 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O vírus Chikungunya é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae, conforme se pode inferir a partir dos dados do texto.
II. De acordo com as informações do texto, pode-se concluir que, nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda) causada pelo vírus Chikungunya, são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. 
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910155 Saúde Pública

Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública


Por SILVA, 2018 (trecho de artigo adaptado).


O vírus Chikungunya (CHIKV) é um Alphavirus de genoma RNA, pertencente à família Togaviridae. De transmissão vetorial pela picada de mosquitos do gênero Aedes, ele foi isolado pela primeira vez em meados de 1953, em surto ocorrido na Tanzânia. (1) Desde então, o vírus tem sido responsável por surtos e epidemias de grande magnitude nos continentes asiático e africano, conforme observado nas Ilhas Reunião em 2004, onde um terço da população foi infectada, resultando em mais de 244 mil casos e 203 mortes atribuídas à doença por ele provocada. (2) 

Nos estágios iniciais da doença sintomática (fase aguda), são referidas febre e artralgia, embora esses sintomas possam persistir por até três meses, caracterizando a fase subaguda. Com relação à fase crônica, possivelmente incapacitante por anos, a Chikungunya representa um problema de Saúde Pública nos países de clima tropical, favoráveis à manutenção e ampla dispersão dos vetores Aedes aegypti e Aedes albopictus em suas regiões. (3,4)

A realidade brasileira favoreceu a introdução e a expansão do vírus. O Aedes aegypti pode ser localizado em mais de 4.000 municípios, e o Aedes albopictus, em 3.285. (9,10) Acrescenta-se à alta dispersão vetorial, um amplo fluxo de pessoas e a suscetibilidade da população à infecção. (11)

Com a introdução da doença no Brasil, delineou-se um cenário marcado pela coexistência de arboviroses. O aumento dos casos autóctones de Chikungunya, com o registro de casos graves e a ocorrência de óbitos, refletiu-se em maior demanda por serviços de saúde e crescente necessidade de recursos financeiros e humanos, no intuito de minimizar seus efeitos na sociedade. (12) 

(SILVA, Nayara Messias da et al. Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília, v. 27, n. 3, e2017127, set. 2018.)

Leia o texto 'Vigilância de Chikungunya no Brasil: desafios no contexto da Saúde Pública' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. São fatores que reduzem o risco de infecção pelo vírus Chikungunya a alta dispersão vetorial, o amplo fluxo de pessoas nas regiões endêmicas e a suscetibilidade da população à infecção, conforme pode ser percebido a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
II. No Brasil, o Aedes aegypti é presente apenas na região Nordeste, enquanto o Aedes albopictus é restrito aos municípios da região Sul, como se pode concluir a partir da leitura cuidadosa das informações do texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910154 Saúde Pública
Analise as afirmativas a seguir:
I. As equipes de Saúde da Família implantadas e não cadastradas no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde têm o direito de receber no mínimo 29% e no máximo 72% do incentivo federal para a Atenção Básica.
II. A equipe de Saúde da Família deve ser multiprofissional, incluindo, entre outros profissionais, o médico generalista, ou especialista em Saúde da Família, ou médico de Família e Comunidade.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910153 Saúde Pública
Analise as afirmativas a seguir:
I. A Saúde da Família é uma das principais estratégias, propostas pelo Ministério da Saúde do Brasil, para reorientar o modelo assistencial do Sistema Único de Saúde, a partir da atenção básica.
II. O Sistema de Informações da Atenção Básica representa um sistema de informação que sistematiza os dados coletados por profissionais e instituições de saúde e gera relatórios de acompanhamento e avaliação relacionados à Atenção Básica.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1910152 Saúde Pública
Analise as afirmativas a seguir:
I. Para implantação da Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde nas Unidades Básicas de Saúde é imprescindível a existência de um médico supervisor ou médico evolucionista para cada equipe de, no máximo, 5 Agentes Comunitários de Saúde.
II. Em áreas de grande dispersão territorial, de risco e de vulnerabilidade social, a Política Nacional da Atenção Básica recomenda uma cobertura de 100% da população pela Equipe de Saúde da Família. 
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
31061: A
31062: A
31063: A
31064: B
31065: C
31066: D
31067: B
31068: B
31069: A
31070: B
31071: A
31072: C
31073: B
31074: C
31075: B
31076: A
31077: D
31078: C
31079: A
31080: C