Questões de Concurso Sobre saúde pública
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I. a vigilância da situação de saúde da população, com a produção de análises que subsidiem o planejamento, estabelecimento de prioridades e estratégias, monitoramento e avaliação das ações de saúde pública;
II. a detecção oportuna e adoção de medidas adequadas para a resposta às emergências de saúde pública;
III. a vigilância, prevenção e controle das doenças transmissíveis;
IV. a vigilância das doenças crônicas não transmissíveis, dos acidentes e violências;
V. a vigilância de populações expostas a riscos ambientais em saúde; VI. a vigilância da saúde do trabalhador;
VII. a vigilância sanitária dos riscos decorrentes da produção e do uso de produtos, serviços e tecnologias de interesse a saúde;
VIII. a outras ações de vigilância que, de maneira rotineira e sistemática, podem ser desenvolvidas em serviços de saúde públicos e privados nos vários níveis de atenção, laboratórios, ambientes de estudo e trabalho e na própria comunidade.
Com base nos incisos supracitados e se por acaso numa determinada área de Abreu e Lima estiver ocorrendo um surto acelerado, de caráter epidêmico, de sarampo, o ACS deverá se deter com mais afinco aos incisos indicados na alternativa
Tais variáveis destacam-se tanto nas atividades específicas dos planejadores como no conhecimento da
Porém, um elemento de forte consenso entre os autores está no fato de que o trabalho em equipe implica
Esse enfrentamento direto na área deverá estar pautado na ação do
Porém, a política pública deve ser construída certamente a partir da participação direta ou indireta
Dentre alguns dos princípios citados abaixo, aquele que atende sem diferenciação as pessoas é a
Segundo Francisco Ludovico de Almeida Neto, a implantação da Saneago ajudou a transformar o quadro de precariedade e foi decisiva para garantir a saúde pública, não apenas na capital, como nas cidades do interior que foram sendo paulatinamente beneficiadas pelo sistema montado pela empresa de saneamento.
ROCHA, Hélio. 40 anos de história da Saneago. Goiânia: Poligráfica, 2007. p. 103. (Adaptado).
Qual a principal transformação que a Saneago trouxe para a saúde pública?
— É considerado grupo de risco aquelas pessoas que consomem álcool em doses diárias superiores a: duas para homens e uma para mulheres;
— A dependência se caracteriza com o consumo de doses diárias que variam de: 6 ou mais para homens; 4 ou mais para mulheres;
— Para calcular a quantidade de álcool consumida, é necessário considerar o teor alcoólico, o volume e a densidade do álcool.
Quadro 1 – Cálculo da dose equivalente de álcool de uma bebida (BRASIL, 2008). Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia alimentar para a população brasileira: promovendo a alimentação saudável. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. — Além desses dados, considere que: Copo de uísque = 80ml. Copo de cachaça = 40ml. Copo de vodka = 120ml. Lata de cerveja = 350ml. Garrafa de cerveja = 700ml. Garrafa de vinho tinto = 750ml. Taça de vinho tinto = 150ml.
Considerando os dados do contexto para a tomada de decisões baseadas em evidências na formulação das ações em saúde, assinale dentre os grupos relacionados a seguir, aquele que representa o grupo prioritário para programação relativa a cuidados com o consumo. de álcool.
Considerando-se essa situação, que conjunto de ações e/ou atividades está incluído na etapa preparatória do processo de territorialização?
Nessa situação, considerando as diretrizes para a organização da Atenção Primária à Saúde (APS) no SUS, a conduta adequada da equipe deve ser
Após o relato da ACS para a médica da equipe, qual é a conduta adequada para esse caso?
Com base nas informações do quadro apresentado, assinale a alternativa correta.
Nesse caso, o profissional de saúde deve
Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)
Por LIMA, 2020 (trecho de artigo adaptado).
O diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). O diagnóstico laboratorial para identificação do vírus é realizado por meio das técnicas de proteína C reativa em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela atenção primária em saúde e instituídas medidas de precaução domiciliar (1).
O espectro clínico da infecção por coronavírus é muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia grave. O quadro clínico inicial da doença é caracterizado como uma síndrome gripal. As pessoas com COVID-19 geralmente desenvolvem sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, em média de 5 a 6 dias após a infecção (período médio de incubação de 5 a 6 dias, intervalo de 1 a 14 dias). A febre é persistente, ao contrário do descenso observado nos casos de influenza (1,3). A febre pode não estar presente em alguns casos, como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico (1). A doença em crianças parece ser relativamente rara e leve, com aproximadamente 2,4% do total de casos notificados entre indivíduos com menos de 19 anos. Uma proporção muito pequena de menores de 19 anos desenvolveu doença grave (2,5%) ou crítica (0,2%) (1,3).
De acordo com o Protocolo de Manejo Clínico para o Novo Coronavírus, publicado pelo Ministério da Saúde (1) em fevereiro deste ano, na avaliação dos primeiros 99 pacientes internados com pneumonia e diagnóstico laboratorial de COVID-19 no hospital de Wuhan observou-se uma maior taxa de hospitalização em maiores de 50 anos e do sexo masculino. Os principais sintomas foram febre (83%), tosse (82%), dispneia (31%), mialgia (11%), confusão mental (9%), cefaleia (8%), dor de garganta (5%), rinorreia (4%), dor torácica (2%), diarreia (2%) e náuseas e vômitos (1%). Também houve registros de linfopenia em outro estudo realizado com 41 pacientes diagnosticados com COVID-19.
(LIMA, Claudio Márcio Amaral de Oliveira. Informações sobre
o novo coronavírus (COVID-19). Radiol. Bras., São Paulo, v.
53, n. 2, p. V-VI, Apr. 2020.)
Leia o texto 'Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto procura destacar que, na coleta de material para a detecção do novo coronavírus, orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar).
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que o quadro clínico inicial da doença causada pelo novo coronavírus é caracterizado como uma síndrome gripal aguda, de início insidioso e frequentemente acompanhada de lacrimejamento, dor nos olhos, visão borrada, inchaço nos olhos, vermelhidão dos olhos, dor de cabeça e coceira nos olhos.
III. O texto procura deixar claro para o leitor que as pessoas com COVID-19 geralmente apresentam sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, que se desenvolvem em média de 25 a 31 dias após a infecção.
Marque a alternativa CORRETA:
Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)
Por LIMA, 2020 (trecho de artigo adaptado).
O diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). O diagnóstico laboratorial para identificação do vírus é realizado por meio das técnicas de proteína C reativa em tempo real e sequenciamento parcial ou total do genoma viral. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado broncoalveolar). Para confirmar a doença, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. Os casos graves devem ser encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela atenção primária em saúde e instituídas medidas de precaução domiciliar (1).
O espectro clínico da infecção por coronavírus é muito amplo, podendo variar de um simples resfriado até uma pneumonia grave. O quadro clínico inicial da doença é caracterizado como uma síndrome gripal. As pessoas com COVID-19 geralmente desenvolvem sinais e sintomas, incluindo problemas respiratórios leves e febre persistente, em média de 5 a 6 dias após a infecção (período médio de incubação de 5 a 6 dias, intervalo de 1 a 14 dias). A febre é persistente, ao contrário do descenso observado nos casos de influenza (1,3). A febre pode não estar presente em alguns casos, como, por exemplo, em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico (1). A doença em crianças parece ser relativamente rara e leve, com aproximadamente 2,4% do total de casos notificados entre indivíduos com menos de 19 anos. Uma proporção muito pequena de menores de 19 anos desenvolveu doença grave (2,5%) ou crítica (0,2%) (1,3).
De acordo com o Protocolo de Manejo Clínico para o Novo Coronavírus, publicado pelo Ministério da Saúde (1) em fevereiro deste ano, na avaliação dos primeiros 99 pacientes internados com pneumonia e diagnóstico laboratorial de COVID-19 no hospital de Wuhan observou-se uma maior taxa de hospitalização em maiores de 50 anos e do sexo masculino. Os principais sintomas foram febre (83%), tosse (82%), dispneia (31%), mialgia (11%), confusão mental (9%), cefaleia (8%), dor de garganta (5%), rinorreia (4%), dor torácica (2%), diarreia (2%) e náuseas e vômitos (1%). Também houve registros de linfopenia em outro estudo realizado com 41 pacientes diagnosticados com COVID-19.
(LIMA, Claudio Márcio Amaral de Oliveira. Informações sobre
o novo coronavírus (COVID-19). Radiol. Bras., São Paulo, v.
53, n. 2, p. V-VI, Apr. 2020.)
Leia o texto 'Informações sobre o novo coronavírus (COVID-19)' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto sugere que o diagnóstico definitivo do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios, por meio da aspiração de vias aéreas ou indução de escarro.
II. Após a análise do texto, é possível concluir que a febre causada pelo novo coronavírus pode não estar presente em alguns casos, sendo mais frequente em pacientes jovens, idosos, imunossuprimidos ou em algumas situações que possam ter utilizado medicamento antitérmico.
III. O texto leva o leitor a inferir que, para confirmar a doença causada pelo novo coronavírus, é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral.
Marque a alternativa CORRETA: