Questões de Concurso
Sobre políticas públicas, planejamento e gestão em saúde pública em saúde pública
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Leia o texto a seguir.
Tarifa zero cresce e já está em 170 cidades; veja o raio-X nacional
A gratuidade total ou parcial, a chamada tarifa zero, deixou de ser experimento e se tornou política em expansão. Dados da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) aos quais o Congresso em Foco teve acesso indicam 170 municípios com algum formato de isenção (total ou parcial) em seus sistemas de ônibus. O estudo da NTU enfatiza que, nas capitais e regiões metropolitanas, a expansão encontra entraves econômicos e de integração entre redes.
Disponível em: https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/112843/tarifa zero-cresce-e-ja-esta-em-170-cidades-veja-o-raio-x-nacional. Acesso em: 22 nov. 2025. [Adaptado].
Um dos desafios para a expansão da tarifa zero em cidades maiores/capitais e regiões metropolitanas no Brasil é
Parágrafo único. Os componentes da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência serão articulados entre si, de forma a garantir a integralidade do cuidado e o acesso regulado a cada ponto de atenção e/ou aos serviços de apoio, observadas as especificidades inerentes e indispensáveis
I - acessibilidade;
II - comunicação;
III - manejo clínico;
IV - medidas de prevenção da perda funcional, de redução do ritmo da perda funcional e/ou da melhora ou recuperação da função; e
V - medidas da compensação da função perdida e da manutenção da função atual.
BRASIL, (2012) https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2012/prt0793_24_04_2012.html. Acesso em: 29 nov. 2025.
O elemento paradigmático indispensável, em ordem lógica e histórica, a ser assegurado a partir da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência no âmbito do Sistema Único de Saúde é
O Programa Academia da Saúde (PAS), instituído em 2011, é uma das estratégias para o fortalecimento de ações de promoção da saúde na Atenção Primária à Saúde (APS) do Sistema Único de Saúde (SUS). O PAS foi criado a partir de experiências municipais de promoção das práticas corporais e atividades físicas (PCAF) e tem como base conceitual os princípios e as diretrizes do SUS e das Políticas Nacionais de Atenção Básica (PNAB) e de Promoção da Saúde (PNPS).
CARVALHO, Fabio Fortunato Brasil de. PARREIRA, Fernanda Ramos. BOCALINI, Danilo Sales. VIEIRA, Leonardo Araújo. Os desafios para a promoção da saúde no SUS: análise do financiamento federal de custeio do Programa Academia da Saúde de 2021 a 2024. Revista Brasileira de Ciências do Esporte. 2025; 47: e20250006. p. 2.
A trajetória histórica de um dos programas para promoção da saúde é apontada, nesta concepção, com a implantação de
Finalmente, um diálogo com o próprio campo da Educação Física, especialmente os setores mais corporativos, que precisa “escutar” a demanda do Sistema de Saúde para refletir sobre os referenciais teóricos utilizados especialmente na formação inicial, para estabelecer diálogo efetivo com a saúde coletiva. Em tempos de incentivos a Programas que têm relação com as Práticas Corporais/ Atividade Física no âmbito da Atenção Básica, como exemplo o Programa Academia da Saúde, lançado em 2011 pelo Ministério da Saúde, é preciso colocar o entendimento das dinâmicas do cuidado em saúde […]
BUENO, Alessandra Xavier. A educação física na saúde: reflexões acerca do fazer da profissão no SUS. IN WACHS, Felipe. ALMEIDA, Ueberson Ribeiro. BRANDÃO, Fabiana F. de Freitas. Educação Física e Saúde Coletiva Cenários, experiências e artefatos culturais. Porto Alegre: Rede UNIDA, 2016. p. 164.
Ao reconhecer a demanda pela saúde do trabalhador, os órgãos governamentais e os instrumentos de avaliação e controle da qualidade do serviço prestado à população indicam fatores que corroboram com objetivos situados acima de interesses corporativos. Para tanto, no que se refere às competências e habilidades, torna-se necessária a observância atenta às demandas que o Sistema Único de Saúde trará aos profissionais e às equipes envolvidas em
[…] no caso da saúde pública, a noção de choque não se limita a um evento disruptivo de grande porte. Eventos inesperados ocorrem o tempo todo, e mesmo ocorrências de menor intensidade podem ter forte potencial destrutivo. As práticas amplamente conhecidas e disseminadas estão sujeitas à repentina necessidade de adaptações, dada a complexidade do provimento de serviços de maneira integral e universal, especialmente na sociedade diversificada de um país desigual como o Brasil.
JATOBÁ, Alessandro. CARVALHO, Paulo Victor Rodrigues. A resiliência do Sistema Único de Saúde não está (somente) nas respostas aos desastres. Revista de Saúde Pública. http://www.rsp.fsp.usp.br/ 58:22, 2024. p. 3. Acesso em: 29 nov. 2025.
Para que o pacto federativo entre União, estados e municípios ocorra em relação à saúde pública, é necessária a inclusão de operação
Em um território marcado por alta vulnerabilidade social, um fisioterapeuta é responsável pela coordenação de um polo do Programa Academia da Saúde, desenvolvendo ações como grupos de caminhada, alongamento, práticas corporais e rodas de conversa com a comunidade.
De acordo com os objetivos do Programa Academia da Saúde, a principal finalidade de sua implantação nesse contexto é
O Programa Academia da Saúde constitui estratégia da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) voltada à promoção de modos de vida saudáveis, articulada com a Estratégia Saúde da Família (ESF) e com participação comunitária. Um fisioterapeuta coordena grupos de atividade física, alongamento e educação em saúde em praça pública.
De acordo com a PNPS, tais ações devem
Em um município que busca fortalecer a Rede de Atenção à Saúde, a Atenção Primária à Saúde (APS) é estruturada como porta de entrada preferencial do SUS, assumindo a responsabilidade pela coordenação do cuidado e pelo acompanhamento longitudinal das pessoas e famílias do território.
Considerando as diretrizes da Portaria nº 2.436/2017, a forma adequada de organização da APS é
A Atenção Domiciliar (AD) é um componente estratégico da Rede de Atenção à Saúde no SUS, voltada à ampliação do acesso, à integralidade do cuidado e à manutenção da funcionalidade em pessoas com limitações para se deslocar até os serviços de saúde. Um idoso com DPOC, osteoartrite de joelhos e baixa visão encontra-se acamado há três meses, com perda de autonomia para locomoção e dificuldade de comparecer à UBS.
A família solicita atendimento domiciliar de fisioterapia. Nesse contexto, a conduta do fisioterapeuta é
No âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), o fisioterapeuta integrante do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF) identifica elevada prevalência de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) entre costureiras que atuam em domicílio, em condições precárias de ergonomia, com jornadas prolongadas e ausência de suporte organizacional.
Com base nos princípios da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e na lógica da Saúde Coletiva, que valorizam a vigilância em saúde, a promoção de ambientes laborais saudáveis e a articulação intersetorial, a conduta do fisioterapeuta deve ser: