Questões de Concurso Sobre políticas públicas de saúde no brasil em saúde pública

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Q4430184 Saúde Pública
A saúde é influenciada por fatores condicionantes e determinantes, motivo pelo qual a educação em saúde se constitui como estratégia importante para a promoção da saúde e para o fortalecimento da autonomia dos indivíduos e da comunidade. Sobre sua execução, é correto afirmar que a educação em saúde deve:
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Q4430174 Saúde Pública
Quais são os três pilares da Política Nacional de Humanização (PNH)?
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Q4426728 Saúde Pública
Considerando a Política Nacional de Humanização (PNH), a proposta de clínica ampliada objetiva: 
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Q4426717 Saúde Pública
Em relação à intersetorialidade no Programa Saúde na Escola, assinale a alternativa CORRETA:
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Q4426716 Saúde Pública
Nas diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, Portaria nº 2.528 de 19 de outubro de 2006, afirma-se que “não se fica velho aos 60 anos” e enfatiza a promoção do envelhecimento ativo e saudável. Sobre essa diretriz da PNSPI, assinale a afirmativa CORRETA:
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Q4426714 Saúde Pública
A Comissão de Determinantes Sociais da Saúde da OMS (CSDH/2008) adverte que políticas fiscais regressivas podem repercutir na saúde populacional. Isto porque:
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Q4426711 Saúde Pública
Regulamentada pela Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP), do Ministério da Saúde, as Equipes de Atenção Primária Prisional (eAPP) é fundamental para levar os princípios da atenção primária à saúde para o ambiente prisional, garantindo direitos e cuidado a essa população vulnerável. Dentre seus objetivos, destacam-se, EXCETO:
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Q4426702 Saúde Pública
De acordo com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, o recorte racial/étnico é fundamental para a análise dos indicadores de saúde e para o planejamento e execução de ações. Indicadores de saúde que consideram cor ou raça/etnia são absolutamente necessários. Destaca-se que para as mulheres negras alguns problemas de saúde são mais prevalentes, exceto: 
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Q4426701 Saúde Pública
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis permanecem como grande desafio à Saúde Pública globalmente. No ano de 2021, foi lançado o Plano de Ações Estratégicas para o enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis no Brasil 2021-2030. Com base nessas estratégias definidas pelo Ministério da Saúde, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.

I. Tem-se como estratégia, no eixo de promoção da saúde, formar e qualificar profissionais de saúde e sociedade civil para desenho e implantação de cidades/territórios inteligentes, saudáveis e sustentáveis.
II. No eixo de Atenção Integral à Saúde destaca-se a implementação de estratégias de avaliação de risco global para DCNT em usuários vinculados à Atenção Primária em Saúde, para o rastreamento de risco e detecção precoce de doenças crônicas.
III. Quanto ao eixo da Vigilância em Saúde recomenda-se realizar anualmente o inquérito telefônico sobre fatores de risco e proteção para as DCNT – Vigitel.
IV. No eixo de prevenção de doenças e agravos à saúde tem-se a execução de projetos terapêuticos para pessoas com doenças cardiovasculares na Atenção Primária à Saúde. 
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Q4426695 Saúde Pública
A promoção da equidade é um dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem relação direta com os conceitos de igualdade e de justiça social. As políticas de Promoção da Equidade em Saúde buscam promover o respeito à diversidade e garantir o atendimento integral a populações em situação de vulnerabilidade e desigualdade social. Observando a Equidade no SUS e as políticas para populações especificas, como a Política Nacional para a População em Situação de Rua, assinale a assertiva CORRETA: 
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Q4426693 Saúde Pública
A intersetorialidade é reconhecida como um eixo estruturante na organização da atenção à saúde, especialmente na perspectiva da integralidade. Considerando desafios estruturais e operacionais, qual alternativa descreve CORRETAMENTE uma limitação recorrente na implementação de práticas intersetoriais nos municípios brasileiros?
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Q4426690 Saúde Pública
Uma família composta por dona Joana de 54 anos, seu Carlos de 57 anos, e seus cinco filhos sendo o mais novo de 16 anos e a mais velha de 28 anos, a qual é casada e tem uma filha de 5 meses, todos moram em um bairro chamado Graça, os filhos, genro e neta de dona Joana e seu Carlos moram com eles nessa comunidade e na mesma residência, que se localiza na periferia da cidade. Na comunidade da Graça, apesar de possuir esgotamento sanitário, as construções são irregulares e as áreas de lazer são inexistentes. Seu Carlos trabalha há anos na produção de construções como pedreiro, e inclusive construiu sua própria casa e de boa parte dos moradores com ferramentas próprias, sempre trabalhou de maneira autônoma. Os equipamentos sociais presentes na comunidade da Graça são as igrejas, uma escola e uma creche, escola essa que todos os filhos de Dona Joana estudaram e que contempla boa parte das crianças e jovens do bairro. Diante do contexto de vida da família de dona Joana e seu Carlos e considerando os elementos domiciliares e comunitários, pode-se refletir sobre as condições de saúde dessa família e possíveis intervenções sobre os Determinantes Sociais da Saúde evidenciados a fim de promover saúde nesse cenário.

Desse modo, encontre a alternativa CORRETA que contempla as estratégias de promoção da saúde pertinentes ao contexto descrito no caso acima com base no conhecimento sobre Promoção da Saúde e Determinantes Sociais da Saúde. 
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Q4426686 Saúde Pública
A Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS), aprovada pela resolução Conselho Nacional de Saúde (CNS) n° 588/2018 é uma política pública de Estado e função essencial do SUS, tendo caráter universal, transversal e orientador do modelo de atenção nos territórios, sendo a sua gestão de responsabilidade exclusiva do poder público. Sobre esse tema, analise as assertivas abaixo:

I. A PNVS reafirma a vigilância em saúde como uma função essencial do SUS e orienta ações integradas que abrangem a vigilância epidemiológica, ambiental, sanitária e em saúde do trabalhador, buscando reduzir riscos e agravos à saúde da população.
II. A vigilância em saúde, conforme orienta a PNVS, atua predominantemente com foco em doenças transmissíveis, não contemplando problemas de saúde relacionados a condições crônicas ou ambientais devido à sua especificidade normativa.
III. A regionalização da vigilância em saúde, conforme orienta a PNVS, ocorre de forma independente das Redes de Atenção à Saúde (RAS), uma vez que a vigilância possui fluxos e lógicas próprias que não demandam articulação com a atenção básica, especializada ou hospitalar.

Assinale a(s) assertiva(s) CORRETA(S):
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Q4422223 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre a Política Nacional de Humanização (PNH).
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Q4419029 Saúde Pública
Paulo Freire, em sua obra "Pedagogia do Oprimido" (1968), desenvolveu o conceito de educação dialógica em contraposição à "educação bancária", que trata o educando como receptor passivo de conteúdos. No campo da Educação Popular em Saúde (EPS), o Ministério da Saúde instituiu a Política Nacional de Educação Popular em Saúde (PNEPS-SUS), por meio da Portaria nº 2.761/2013, reconhecendo a cultura popular como elemento central dos processos educativos em saúde. O ACS, inserido na comunidade, tem potencial singular de articular saberes populares com conhecimentos técnico-científicos em ações de promoção da saúde. Considerando que um ACS pretende desenvolver uma ação educativa sobre alimentação saudável em uma comunidade quilombola do Piauí, onde o consumo de plantas medicinais e receitas tradicionais é parte integrante da cultura local, o fundamento que melhor orienta a abordagem metodológica do ACS nesse processo é:
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Q4414112 Saúde Pública
O turismo gastronômico se destaca por valorizar o patrimônio cultural da alimentação local e por gerar experiências significativas para o visitante. Nesse contexto, a segurança alimentar desempenha um papel relevante para a atividade turística. Em 2004, foi aprovada a RDC n.º 216, de 15 de setembro de 2004 (Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação). Que órgão público federal tem a função de proteger a saúde pública por meio do controle sanitário? 
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Q4411947 Saúde Pública
Assistência farmacêutica no Brasil



    A análise das políticas públicas voltadas à assistência farmacêutica (AF) no Brasil exige a consideração de processos históricos complexos, nos quais interagem dimensões institucionais, disputas técnico-científicas e dinâmicas sociais, inscritas na conformação do Sistema Único de Saúde (SUS). De forma pioneira, o Movimento Sanitário e a Reforma Sanitária Brasileira configuraram fenômenos sócio-históricos que marcaram a segunda metade do século XX, constituindo elos fundantes da história e da política de saúde no Brasil. Sua conquista mais visível, a implantação do SUS, transformou profundamente o setor, incluindo a definição de novos horizontes para a AF. Ambos os movimentos enfatizaram a necessidade de garantir o pleno acesso aos medicamentos, reforçando a urgência de institucionalizar uma política nacional de medicamentos.
    A promulgação da Lei Orgânica da Saúde (Lei n 8.080), que instituiu o SUS, inseriu, pela primeira vez, a assistência terapêutica e farmacêutica no conjunto das ações e serviços de um sistema de saúde. Até então, os medicamentos estavam sob a responsabilidade da Previdência Social, sendo regidos pela Central de Medicamentos (CEME). Criada em 1971, essa autarquia mantinha relativa independência frente ao Ministério da Saúde (MS) e atuava como instância de conciliação entre a oferta nacional de medicamentos e a capacidade aquisitiva de seus beneficiários.
     Essa reconfiguração institucional impôs uma nova paisagem assistencial à AF, até então marcada por um desenho centralizado e excludente. A proposta da CEME confrontava diretamente os novos paradigmas inaugurados pelo SUS. Nesse contexto, a inclusão do acesso à farmacoterapia no âmbito das políticas sanitárias estabeleceu o compromisso de sua garantia como um direito público, sob responsabilidade do Estado. No entanto, somente ao final da década de 1990 a AF passou a incorporar, de forma mais efetiva, os dispositivos constitucionais da descentralização, universalidade, integralidade e equidade.
     O primeiro marco político nesse sentido foi a aprovação da Política Nacional de Medicamentos (PNM), em 30 de outubro de 1998. Elaborada sob a coordenação da Secretaria de Políticas de Saúde do MS, e integrante da Política Nacional de Saúde, a PNM buscou alinhar a questão dos medicamentos e da AF ao modelo assistencial do SUS, especialmente no que se refere à implementação de ações capazes de promover a melhoria das condições da assistência à saúde da população. Com o objetivo de garantir a segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, bem como promover seu uso racional, a PNM observa e fortalece os princípios e as diretrizes constitucionais e legalmente estabelecidos.
     É evidente o esforço de adequação do campo farmacêutico aos princípios do SUS. Todavia, o desenho dessa política ainda preserva uma ênfase centrada no medicamento, orientando não apenas a modelagem da assistência farmacêutica, mas também um amplo conjunto de ações correlatas. Assim, se antes da PNM havia uma desarticulação da assistência farmacêutica no âmbito dos serviços de saúde, a (re)articulação promovida por essa política foi estruturada com base nos contornos estabelecidos pelo medicamento. Nesse sentido, limitar sua compreensão a uma função exclusivamente terapêutico-assistencial desconsidera a multiplicidade de modos de existência e de ação que o medicamento pode assumir, obscurecendo as ambivalências que o situam em contextos culturais e sociais específicos.
    Os medicamentos são veículos de ideologias: moldam percepções de saúde, constroem identidades e influenciam valores e relações sociais. Sua apropriação, portanto, requer uma observação ampliada, que os considere como parte de uma dinâmica do cuidado, capaz de revelar a arquitetura das relações sociais nas quais estão inseridos. Somente assim é possível reconhecer os processos plurais e, por vezes, conflitivos que vinculam medicamentos e farmacêuticos à produção de saúde.


Fonte: PENAFORTE, T. R. Assistência farmacêutica no Brasil: uma análise antropológica da formulação da Política Nacional de Assistência Farmacêutica, Ciência & Saúde Coletiva, v. 31, n. 1, 2026 (com adaptações).
A reconstrução histórica das políticas públicas de assistência farmacêutica (AF) no Brasil revela que a consolidação dos preceitos do Sistema Único de Saúde não ocorreu de forma imediata. Ao analisar a trajetória institucional que vai da criação da Central de Medicamentos às reformas do final do século XX, o texto demonstra que a incorporação efetiva das diretrizes constitucionais da descentralização, universalidade, integralidade e equidade na AF deu-se:
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Q4410841 Saúde Pública
O IBGE iniciou a coleta da terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2026), realizada em parceria com o Ministério da Saúde. Considerada o principal levantamento domiciliar sobre saúde do país, a pesquisa visitará cerca de 140 mil domicílios distribuídos em todos os estados brasileiros até o final do ano. Sobre o PNS é correto afirmar, EXCETO:
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Q4407577 Saúde Pública

Em 2026, o Ministério da Saúde promoveu consulta pública para subsidiar a revisão e atualização do Guia de Cuidado Integral às Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta apresentada pelo Ministério amplia a perspectiva de cuidado para diferentes fases da vida e busca fortalecer a articulação entre os diversos pontos da Rede de Atenção à Saúde.

Considerando essa atualização das políticas públicas brasileiras para o atendimento às pessoas com TEA, assinale a alternativa tecnicamente correta.

Alternativas
Respostas
1: D
2: B
3: E
4: B
5: D
6: B
7: C
8: B
9: A
10: E
11: E
12: E
13: B
14: D
15: B
16: A
17: D
18: C
19: A
20: C