Questões de Concurso
Sobre epidemiologia e saúde coletiva em saúde pública
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I - Verificar a qualidade e a consistência dos dados enviados pelos municípios por meio dos sistemas informatizados, retornando informações aos gestores municipais.
II - Definir estratégias de institucionalização da avaliação da atenção básica.
III - Participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado funcionamento da UBS.
IV - Trabalhar com adscrição de indivíduos e famílias em base geográfica definida e cadastrar todas as pessoas de sua área, mantendo os dados atualizados no sistema de informação da Atenção Básica vigente, utilizando-os de forma sistemática, com apoio da equipe, para a análise da situação de saúde, considerando as características sociais, econômicas, culturais, demográficas e epidemiológicas do território, e priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local.
V - Registrar, para fins de planejamento e acompanhamento das ações de saúde, os dados de nascimentos, óbitos, doenças e outros agravos à saúde, garantido o sigilo ético.
VI - Realizar diagnóstico com a finalidade de obter o perfil epidemiológico para o planejamento e a programação em saúde bucal.
I - Realizar atividades físicas como parte da rotina diária, começando por aquelas que lhe deem prazer, como caminhar, andar de bicicleta, dançar e nadar contribuirão para a proteção contra o câncer.
II - A atividade física promove o equilíbrio dos níveis de hormônios, aumenta o tempo de trânsito gastrointestinal, fortalece as defesas do corpo e ajuda a manter o peso corporal adequado. Com isso, contribui para prevenir o câncer de intestino (cólon), endométrio (corpo do útero) e mama.
III - Caminhar ou ir de bicicleta para o trabalho, subir pelas escadas em vez de usar os elevadores, estabelecer momentos com a família e/ou amigos para atividades ao ar livre e/ou em praças públicas são algumas opções para começar e/ou aumentar a atividade física no dia a dia.
( ) Identificar os moradores, por faixa etária, sexo e raça, ressaltando situações como gravidez, desnutrição, pessoas com deficiência etc.
( ) Conhecer as condições de moradia e de seu entorno, de trabalho, os hábitos, as crenças e os costumes.
( ) Conhecer os principais problemas de saúde dos moradores da comunidade.
( ) Identificar as famílias que necessitam de acompanhamento mais frequente ou especial.
( ) Divulgar e explicar o funcionamento do serviço de saúde e quais as atividades disponíveis e desenvolver ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população do território de abrangência da unidade de saúde.
( ) Visando um maior vínculo, não há necessidade de combinar com a família o melhor horário para realização da visita para não atrapalhar os afazeres da casa, podendo entrar a qualquer momento na residência.
( ) A visita domiciliar é a atividade mais importante do processo de trabalho do agente comunitário de saúde. Ao entrar na casa de uma família, você entra não somente no espaço físico, mas em tudo o que esse espaço representa. Nessa casa vive uma família, com seus códigos de sobrevivência, suas crenças, sua cultura e sua própria história.
( ) A sensibilidade/capacidade de compreender o momento certo e a maneira adequada de se aproximar e estabelecer uma relação de confiança é uma das habilidades que o ACS não precisa desenvolver, pois isso não lhe ajudará a construir o vínculo necessário ao desenvolvimento das ações de promoção, prevenção, controle, cura e recuperação.
( ) A permissão de entrada em uma casa representa algo muito significativo, que envolve confiança no ACS e merece todo o respeito. É o que poderia ser chamado de “procedimento de alta complexidade” ou pelo menos de “alta delicadeza”.
( ) A etapa inicial de seu trabalho é o cadastramento das famílias de sua microárea – o seu território de atuação – com, no máximo, 3000 pessoas. Para realizar o cadastramento, é necessário o preenchimento de fichas específicas.
( ) Para melhor desenvolver seu trabalho com essa população indígena, você pode buscar apoio técnico e articulação junto à sede do Distrito Sanitário Especial Indígena de sua cidade, se houver. Você também pode verificar se na secretaria de saúde existe alguma equipe ou setor que trate das questões de saúde dessa população e solicitar mais orientações.
( ) Conhecer o número de pessoas da comunidade por faixa etária e sexo é importante, pois há doenças que acometem mais crianças do que adultos ou mais mulheres que homens, o que influenciará no planejamento da equipe.
( ) O cadastro possibilita o conhecimento das reais condições de vida das famílias residentes na área de atuação da equipe, tais como a composição familiar, a existência de população indígena, quilombola ou assentada, a escolaridade, o acesso ao saneamento básico, o número de pessoas por sexo e idade, as condições da habitação, o desemprego, as doenças referidas.
( ) A utilização de instrumentos para diagnóstico demográfico e sociocultural.
( ) O detalhamento das visitas domiciliares, com coleta e registro de dados relativos a suas atribuições, para fim exclusivo de controle e planejamento das ações de saúde.
( ) A mobilização da comunidade e o estímulo à participação nas políticas públicas voltadas para as áreas de saúde e socioeducacional.
( ) A realização de visitas domiciliares regulares e periódicas para acolhimento e acompanhamento: da gestante, no pré-natal, no parto e no puerpério; da lactante, nos seis meses seguintes ao parto; da criança, verificando seu estado vacinal e a evolução de seu peso e de sua altura.
( ) As três modalidades de serviços cumprem a mesma função no atendimento público em saúde mental, distinguindo-se pelas características e deverão estar capacitadas para realizar prioritariamente o atendimento de pacientes com transtornos mentais severos e persistentes em sua área territorial, em regime de tratamento intensivo, semi-intensivo e não intensivo.
( ) Os CAPS deverão constituir-se em serviço ambulatorial de atenção diária que funcione segundo a lógica do território.
( ) Os CAPS só poderão funcionar em área física específica e independente de qualquer estrutura hospitalar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I.Caso fonte é a pessoa inicialmente identificada com TB em um ambiente em que outras pessoas possam ter sido expostas.
II.Dentre os contatos identificados, deverão ter prioridade na avaliação: crianças menores de cinco anos, pessoas vivendo com HIV e pessoas com outras condições de risco.
III.Caso índice é o caso infectante, não necessariamente o primeiro caso identificado.
IV.A avaliação do risco de infecção deve ser individualizada, considerando a forma da doença do caso índice, o ambiente e o tempo de exposição.
Qual(is) a(s) afirmativa(s) está(ão) CORRETA(S)?