Questões de Concurso
Sobre epidemiologia e saúde coletiva em saúde pública
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A exposição crônica a contaminantes ambientais pode demandar o monitoramento de indicadores de longo prazo para a captação de efeitos cumulativos na saúde.
A respeito de sistemas e fontes de informação em saúde, julgue o próximo item.
A utilização de dados secundários exige análise do processo de produção e validação das informações.
A respeito de sistemas e fontes de informação em saúde, julgue o próximo item.
Bases administrativas de saúde refletem tanto padrões epidemiológicos quanto características da organização da oferta de serviços.
Indicadores sintéticos são úteis para comparações intermunicipais, pois facilitam a visualização de desigualdades territoriais, mas não substituem a análise detalhada de seus indicadores constituintes.
A utilização de estimativas populacionais desatualizadas não compromete a validade de indicadores proporcionais ou taxas como as de mortalidade infantil ou cobertura vacinal, já que as intervenções governamentais são planejadas sempre com base em cálculos superestimados.
Na interpretação de indicadores de morbidade, devem ser considerados fatores de acesso a serviços e cobertura de notificação.
A desagregação dos indicadores por sexo, faixa etária e território permite análises direcionadas ao planejamento municipal.
O acompanhamento de famílias deve ser interrompido quando não há demanda espontânea, independentemente de risco social ou ambiental.
É desnecessária a adaptação dos protocolos clínicos padrão a contextos socioambientais, pois a uniformidade é garantia de equidade.
No planejamento de ações do SUS, pode-se utilizar análise de perfil epidemiológico para a definição de prioridades territoriais.
As unidades básicas de saúde (UBS) são responsáveis pelo acompanhamento dos pacientes e pelas ações preventivas da saúde familiar, enquanto a Estratégia Saúde da Família (ESF) é responsável pelas ações de urgência e emergência.
O consumo de anfetaminas e outras substâncias estimulantes é uma prática culturalmente aceita entre caminhoneiros e sem impactos significativos na sua saúde física a longo prazo, embora possam trazer prejuízos para a segurança na direção de veículos.
O acesso limitado a serviços de saúde, devido à mobilidade constante, é um dificultador do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo de doenças, contribuindo para agravar o perfil de saúde da população caminhoneira.
A necessidade de paradas em locais potencialmente insalubres relacionase à insegurança das rotas e tem efeito mais evidente sobre a ocorrência de doenças infecciosas do que sobre condições de saúde mental da população caminhoneira.
A vigilância em saúde interligada à atenção primária permite a identificação precoce de mudanças no perfil epidemiológico e a reorganização das intervenções locais.
O monitoramento de surtos exige comparação com padrões esperados, identificação de agrupamentos de casos e implementação de medidas proporcionais ao risco.
A educação em saúde deve priorizar a correção de comportamentos inadequados, de modo a reduzir a resistência a tratamentos e a mudanças, sendo irrelevante considerar a rotina dos pacientes.
I. As populações com maior risco de terem problemas de saúde decorrentes de jogos de apostas incluem: brancos, pessoas em situações estressoras e de rupturas do cotidiano; mulheres idosas e pessoas favorecidas socialmente.
II. O novo serviço integra um conjunto de ações do Governo do Brasil para o enfrentamento a esse problema de saúde pública, cuja expectativa inicial é atender 600 pacientes por mês a partir de uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês.
III. O acesso ao teleatendimento é realizado pelo Meu SUS Digital, que funciona como porta de entrada para o cuidado.
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