Questões de Concurso
Sobre conceitos básicos, paradigmas teóricos e aspectos históricos. em relações internacionais
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Com relação às principais correntes teóricas das relações internacionais, julgue o item seguinte.
Para o teórico realista Hans Morgenthau, a paz mundial pode
ser alcançada pela democratização das relações internacionais.
Com relação às principais correntes teóricas das relações internacionais, julgue o item seguinte.
Tucídides e Maquiavel são considerados expoentes de
referência teórica do realismo moderno.
Com relação às principais correntes teóricas das relações internacionais, julgue o item seguinte.
Conforme o paradigma realista, o Estado é um ator unitário e
racional que age em defesa do interesse nacional.
A respeito de alguns dos principais paradigmas teóricos referentes ao estudo das relações internacionais, julgue (C ou E) o item que se segue.
Um dos princípios do realismo político de Hans Morgenthau
é o de que o interesse dos Estados nunca pode ser definido
exclusivamente em termos de poder.
A respeito de alguns dos principais paradigmas teóricos referentes ao estudo das relações internacionais, julgue (C ou E) o item que se segue.
Um argumento importante desenvolvido pelo teórico idealista
Norman Angell é o de que a guerra não é economicamente
proveitosa para os países agressores.
O RP pode ser classificado como uma teoria desconstrutivista, na medida em que se insurge contra postulados por ele considerados deletérios, contraproducentes e(ou) ideológicos, tais como patriotismo, interesse nacional, segurança e sobrevivência nacional, entre outros análogos.
Em 1952, no auge da Guerra da Coreia, emblemática de um sistema mundial bipolar, o Brasil oficializou seu apoio à China Nacionalista, instalando embaixada em Taipé.
No Brasil, a rigidez ideológica do regime militar, ainda sob o influxo da Guerra Fria, impediu que o país normalizasse suas relações com Pequim, o que somente se deu com a redemocratização, ocorrida em 1985.
Fernando Collor de Melo foi o primeiro presidente brasileiro a empreender visita oficial à China e à Ásia continental.
Sob a vigência da Política Externa Independente, em 1961, o Brasil enviou à República Popular da China uma missão comercial chefiada pelo vice-presidente João Goulart, o que agravou a desconfiança dos militares e da direita brasileira para com Goulart.
O Brasil absteve-se na votação da resolução da ONU que, em 1950, declarou ser a República Popular da China culpada pela agressão da Coreia do Norte à Coreia do Sul.
Sob a justificativa de que o caso grego seria um reflexo da guerra política desenvolvida pelo comunismo internacional nos diversos países, com o objetivo de dominar o mundo, o Brasil apoiou a intervenção de potências ocidentais na guerra civil grega.
Na IV Reunião de Consulta dos Ministros das Relações Exteriores das Américas, em 1951, o chanceler brasileiro defendeu a necessidade de promoção do desenvolvimento como melhor forma de impedir o avanço da ideologia comunista na América Latina.
Em 1947, o Brasil rompeu relações diplomáticas com a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
As teorias das relações internacionais formuladas por Hans Morgenthau e, mais recentemente, por John Mearsheimer, ao postularem a promoção da segurança como finalidade última da ação dos Estados, caracterizam-se pelo realismo defensivo.
Para os teóricos da Escola de Copenhague, o sucesso de um processo de securitização independe de real ameaça à existência do Estado.
De acordo com o liberalismo institucional, as instituições internacionais, como as Nações Unidas, a Organização Mundial do Comércio e a União Europeia, ajudam a promover a cooperação entre os Estados, mitigando, assim, as consequências da anarquia do sistema internacional.
A teoria da interdependência complexa, desenvolvida por institucionalistas liberais como Robert Keohane e Joseph Nye, é caracterizada pela não hierarquização de temas de política internacional.