Questões de Concurso
Comentadas sobre atores e instituições em relações internacionais
Foram encontradas 476 questões
Considerando os contextos atuais relativos ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), julgue o item a seguir.
Os 195 países do mundo fazem parte da OCDE e
executam o Pisa, sendo que o Brasil possui uma média
de leitura acima de uma centena desses países.
Considerando os contextos atuais relativos ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), julgue o item a seguir.
A OCDE busca, com o Pisa, a análise e a definição de
um conjunto de habilidades e competências para um
maior protagonismo e participação dos estudantes da
educação básica na sociedade.
Considerando os contextos atuais relativos ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), julgue o item a seguir.
O Brasil participa como convidado do Pisa desde a
primeira edição, porém, desde lá, tem obtido resultados
considerados baixos entre os países participantes.
Considerando os contextos atuais relativos ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), julgue o item a seguir.
A nota dos estudantes brasileiros no Pisa sempre foi
maior que a média das notas dos países da OCDE, caso
comparado ao desempenho dos estudantes com o
mesmo nível socioeconômico.
Considerando os contextos atuais relativos ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), julgue o item a seguir.
O fato de o Pisa apontar que os estudantes brasileiros
possuem notas baixas em matemática e ciências, mas
um alto índice de criatividade, decorre das dificuldades
enfrentadas pelo contexto social do País.
Texto extraído de: MARTINS, Estevão de Rezende. Realismo, ambição e frustração: o Brasil e sua política internacional (1985-2015). In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves (orgs.). O tempo da Nova República: da transição democrática à crise política de 2010: Quinta República (1985-2016). 1.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. (O Brasil republicano; volume 5).
Marque a alternativa CORRETA quanto à visão de Estevão Martins sobre a política externa brasileira entre 1985 e 2015.
Acerca das relações internacionais que envolvem o território sul‑americano de Essequibo, julgue o item a seguir.
O aumento exponencial da tensão em Essequibo teve
seu zênite quando os Estados Unidos instalaram uma
base militar na Guiana, e o presidente venezuelano
acusou o imperialismo americano de se intrometer
em questões locais.
Acerca das relações internacionais que envolvem o território sul‑americano de Essequibo, julgue o item a seguir.
Os presidentes da Guiana e da Venezuela chegaram a
se reunir presencialmente para tentar reduzir a tensão
geopolítica que envolve a questão de Essequibo.
Acerca das relações internacionais que envolvem o território sul‑americano de Essequibo, julgue o item a seguir.
O discurso de Nicolás Maduro, em chamar de
Guiana Essequiba a região que considera de posse
venezuelana, gerou reação do comando guianês, na
forma de acusação, ao considerar uma violação do
direito internacional e da soberania do país.
Acerca das relações internacionais que envolvem o território sul‑americano de Essequibo, julgue o item a seguir.
Essequibo passou à inserção de um imbróglio
geopolítico atual e complexo, a partir do momento em
que os Estados Unidos são um forte aliado da Guiana,
e a Venezuela é um membro atuante do Mercosul,
o mais forte bloco econômico da América do Sul, do
qual o Brasil é protagonista.
Acerca das relações internacionais que envolvem o território sul‑americano de Essequibo, julgue o item a seguir.
A contenda entre a Venezuela e a Guiana pelo
território de Essequibo chegou ao ponto de o
comando de Caracas promulgar uma lei, criando um
estado venezuelano na região disputada.
A prática da cooperação sul-sul brasileira ocorre predominantemente pela oferta de cooperação financeira e pela construção de obras de infraestrutura.
O Brasil segue o modelo de cooperação para o desenvolvimento da OCDE e depende da contratação de consultores para a implementação de projetos de cooperação sul-sul.
A cooperação sul-sul brasileira está calcada nos princípios da solidariedade e da não ingerência, o que implica a não utilização dos mecanismos de cooperação para influenciar a política doméstica dos países com os quais o Brasil coopera.
No Brasil e no plano internacional, a cooperação sul-sul já foi chamada de cooperação técnica entre países em desenvolvimento, tendo como referência a Primeira Conferência das Nações Unidas sobre Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento.
Sob a liderança de Ursula von der Leyen, a Comissão Europeia entendeu que a era da cooperação baseada no paradigma de doador-recipiente chegara ao fim. Com a reforma do próprio orçamento para a ação externa, a Comissão criou um mecanismo de financiamento do desenvolvimento internacional, que tem por efeito empoderar os parceiros do sul global.
A Comissão Europeia, a Malásia e a Indonésia assinaram no ano de 2023, uma declaração conjunta que prevê a criação de uma força-tarefa para fomentar a cooperação no processo de implementação do Regulamento Europeu sobre Desmatamento (joint task force to strengthen the cooperation for the implementation of EU’s Deforestation Regulation).
As relações do Brasil com os países do istmo centro-americano foram historicamente marcadas pelo baixo adensamento diplomático, por incipientes laços econômicos e comerciais e pelo esforço brasileiro de distanciamento em relação aos conflitos observados em Honduras, na Nicarágua e em El Salvador, tendo ganhado impulso, recentemente, com a criação da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos.
Apesar da importância política e econômica de ambos os países no contexto latino-americano, e mesmo no plano continental, as relações entre o Brasil e o México são condicionadas, historicamente, por diferentes opções e prioridades de política externa e de inserção internacional e regional, e por dificuldades de complementariedade econômica e comercial.
As relações entre o Brasil e os EUA são tradicionalmente pautadas por fortes convergências quanto a valores e princípios no que tange à governança democrática; por conflitos, notadamente no campo comercial; e por diferentes abordagens a temas da agenda global, como mudança climática, enfrentamento ao terrorismo e, mais recentemente, à guerra na Ucrânia.