Questões de Concurso Sobre psiquiatria

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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473446 Psiquiatria
O quesito mais importante na área de Direito Civil é a avaliação da capacidade mental. [...]A capacidade civil permite a uma pessoa adquirir direitos e contrair obrigações por conta própria, sem necessidade de representante legal.
[..] Uma ação cível de interdição é promovida quando o indivíduo perde sua capacidade de gerir seus bens e sua própria pessoa. Esse tipo de lide representa uma das solicitações judiciais mais comuns nas quais uma perícia psiquiátrica é requisitada.
TEIXEIRA, E.H., BARROS, D.M., Manual de Perícias Psiquiátricas. Porto Alegre: Artmed, 2015.

De acordo com a referência acima, com relação às ações de interdição assinale a afirmativa correta. 
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473445 Psiquiatria
A doença de Alzheimer (DA), uma doença progressiva neurodegenerativa, é a principal causa da demência. Embora o diagnóstico seja frequentemente feito em fases tardias, na presença de manifestações clínicas relacionadas ao declínio da função cerebral, como déficits cognitivos e de memória, confusão mental e alterações de humor, diversas evidências vêm sugerindo que a DA pode ser identificada em fases pré-clínicas.
Assinale a opção que representa um recurso complementar que auxilia no diagnóstico precoce da Doença de Alzheimer.
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473444 Psiquiatria
Jorge tem 26 anos, trabalha como contador, e sempre foi uma criança e um jovem quieto, poucos amigos, nunca namorou, porém tranquilo e inteligente. Sempre foi um “teórico da conspiração” e tinha umas conversas “nada a ver com nada” com os colegas de trabalho. Ele acumulava tampinhas de cerveja, as quais ele atentamente procurava no chão no mesmo caminho do trabalho para casa.
Há algumas semanas começou a apresentar uma mudança de comportamento, mostrando-se suspicaz e mais retraído. Isto ocorreu desde que ouviu atrás da porta João e Zé, dois colegas de trabalho criticando-o na copa do escritório. Começou a evitar os dois e a levar água de casa para o trabalho, porque tinha certeza que João e Zé poderiam estar envenenando o bebedouro do trabalho. Tentou advertir alguns colegas a respeito. Um dia, Jorge partiu violentamente contra Zé abrindo seu supercílio com um soco, gritando “eu sei o que você está planejando!” Começou a atirar objetos em todos os colegas repetindo “Eu sei que vocês estão mancomunados com eles.” Os funcionários do escritório chamaram o SAMU devido a tamanho descontrole. e Jorge foi levado para o PS.
O psiquiatra de plantão era um profissional muito experiente. Conseguiu conversar a sós com Jorge e o paciente contou que, não sabia explicar como, mas o tempo todo ouvia João e Zé rindo e caçoando dele. O médico perguntou como isso começou e Jorge respondeu: “João e Zé estavam caçoando de mim”. Em posterior conversa com Zé, o ofendido lembrou-se desse dia e explicou que caçoavam da derrota do Vasco pelo Flamengo na copa da cozinha. E Jorge, além de tudo, era vascaíno. Jorge nunca teve problemas psiquiátricos mas dois tios paternos seus tinham o diagnóstico de transtorno bipolar do humor.

Sobre o caso clínico acima, avalie se:

I. Jorge possuía um padrão de funcionamento mental pre-mórbido, possivelmente esquizotípico conforme o DSM-5- TR, dado ao baixo nível de interação social, possíveis ideias paranoides ou crenças estranhas além comportamentos estranhos ao senso comum, como acumular tampinhas de cerveja.
II. quando Jorge escutou Zé e João caçoando do Vasco e compreendeu aquilo como uma ofensa a sua pessoa, o paciente parece ter apresentado uma alteração do juízo de realidade ou um delírio, conforme Dalgalarrondo.
III. os tios com transtorno bipolar são mera coincidência uma vez que este transtorno e a Esquizofrenia não têm relação familiar entre si.

Está correto o que se afirma em
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473443 Psiquiatria
Para manutenção da estabilidade no Transtorno Afetivo Bipolar tanto em relação a episódios maníacos quanto depressivos, assinale a opção que indica o psicofármaco que tem mais evidências de eficácia em monoterapia.
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473442 Psiquiatria
As parafilias são de complexo entendimento e em contínua transformação. Porém, é consenso que nem toda parafilia é um problema de saúde mental já que os transtornos parafílicos são condições mentais relacionadas ao sofrimento e à disfunção sexual significativos causados pelo desejo parafílico, muitas vezes exclusivo, e que não pode ser realizado por questões éticas ou legais. Por outro lado, as pessoas que experimentam ocasionalmente comportamento parafílico, mas são capazes de responder a estímulos eróticos mais típicos, também não são enquadradas nos transtornos parafílicos.
Assinale a opção que indica a parafilia em que o foco sexual está voltado a objetos (p. ex., sapatos, luvas, calcinhas e meias) que estão intimamente associados ao corpo humano ou a partes não genitais do corpo.
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473441 Psiquiatria
O modelo biológico que busca explicar os fenômenos psicopatológicos observados no Transtorno do Estresse Pós Traumático (TEPT) está relacionado à atividade de circuitos cerebrais centralizados na seguinte estrutura:
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473440 Psiquiatria
A acatisia é o fenômeno mais comum no uso da seguinte classe de psicofármacos: 
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Psiquiatra |
Q2473439 Psiquiatria
Segundo o DSM-5-TR, “déficits persistentes na comunicação social e interação social em vários contextos” e “padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades”, que “devem estar presentes no período inicial do desenvolvimento” e “causam prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas importantes do funcionamento atual”, são características do diagnóstico de 
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Q2471922 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir.


Paciente K. 11 anos, sexo masculino, em tratamento prévio para TDAH desde os 8 anos, com uso de metilfenidato, na dose de 20mg/dia, com estabilização do quadro clínico tanto com melhora da capacidade atentiva, quanto redução do comportamento hipercinético. Há cerca de 3 semanas, os pais notaram maior reatividade emocional da criança, com comportamentos explosivos quando contrariada. Na escola, começou a agredir verbalmente colegas, dizendo que eles não eram tão inteligentes quanto ele e não conseguiam acompanhar seu raciocínio. Chegou a entrar na sala de aula e dizer que o professor não sabia dar aula, e ele iria assumir a turma. Na última semana o quadro piorou, com hipersexualização, importunado as colegas com toques invasivos. Os períodos de explosões pioraram, culminando com episódios de agressividade física com os pais. Já estava há 2 dias sem dormir. Foi expulso da escola um dia antes, por se masturbar no recreio. Ao exame, diz que estava feliz, e não sabia por que estava consultando com um médico que “não sabe de nada”. A mãe faz tratamento para depressão há 6 anos, sem uma boa resposta terapêutica.


A conduta médica para o caso é 

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Q2471921 Psiquiatria

No estudo do desenvolvimento cognitivo da criança, através da epistemologia, entende-se que o indivíduo se desenvolve a partir da ação sobre o meio em que está inserido, priorizando os fatores biológicos que podem influenciar seu desenvolvimento, sobretudo o cognitivo. Para isso, a criança consegue evoluir cognitivamente através do processo de adaptação cognitiva, que se dá pelos mecanismos de assimilação e acomodação. Quando a criança, ao interagir com o mundo, entende também que é possível mover um carrinho a partir da interação com um barbante que esteja amarrado a ele, ou mover um objeto usando-o, nesse processo de desenvolvimento cognitivo, ele está utilizando a reação terciária (Jean Piaget). O equivalente explicado pela neurociência é que, o crescimento e a conectividade seletiva dos neurônios são o mecanismo básico de toda aprendizagem e adaptação. A aprendizagem pode ser refletida em mudanças neurais de várias maneiras: (1) o crescimento de novos neurônios, (2) a expansão dos neurônios existentes, (3) as mudanças na conectividade e entre os neurônios existentes. Todas essas mudanças são expressões de plasticidade, ou a capacidade do sistema nervoso de mudar. Há, atualmente, evidências suficientes para o fato de que os neurônios demonstram crescimento e mudanças na reação a novas experiências e aprendizado. Os neurônios existentes crescem através da expansão e ramificação dos dendritos que se projetam para outros neurônios. Os neurônios se interconectam para formar redes neurais, que, por sua vez, se integram entre si para realizar tarefas cada vez  mais complexas. O mecanismo neural associado e complementar aos mecanismos já expostos que estão associados aos processos de aprendizagem é

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Q2471920 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir.


S. de 56 anos, há 2 anos tem apresentado alterações de comportamento, com surgimento insidioso e progressão gradual. Começou a ter dificuldade em manter-se em sua profissão (serralheiro), pois distraia-se com facilidade com conversas ou outras máquinas que estavam ao seu redor. Seu chefe o repreendia e ele parecia não se importar com isso. Após 3 meses, ele foi demitido e não conseguiu mais emprego. Apresentou inicialmente maior irritabilidade, labilidade emocional, evoluindo para desinibição comportamental, apatia, comportamento perseverante, hiperoralidade (pegava comida dos pratos dos filhos e enchia a boca até engasgar-se e regurgitar) além de um declínio importante na cognição social e nas capacidades executivas. Sua memória está relativamente preservada. Apresenta hipercolesterolemia desde os 50 anos e hipertensão arterial desde os 45 anos. Faz uso de Losartana desde os 58 anos. Nega diabetes.


O diagnóstico compatível com o quadro clínico é 

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Q2471919 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir.


Um homem de 45 anos é encaminhado à avaliação de um psiquiatra forense após ser preso e acusado de um crime de tentativa de homicídio há 3 meses. Na prisão, era frequentemente encontrado vagando desorientado pelos corredores. Ele apresenta comportamento estranho e respostas incomuns, durante a avaliação inicial, com respostas aproximadas. Ao ser questionado sobre seu nome, ele responde com nomes de pessoas famosas, mas de maneira hesitante e incoerente. Quando perguntado sobre a data atual, ele fornece uma resposta incorreta e pouco precisa. Durante a conversa, o paciente apresenta um sorriso irônico e parece desviar o olhar enquanto responde às perguntas. Ele parece confuso e tem dificuldade em manter a atenção. Quando questionado sobre sua localização atual, ele dá respostas vagas e não relacionadas ao lugar em que está preso. Ao ser perguntado sobre o suposto crime, desconversa, como se estivesse confuso.

Na entrevista com familiares e testemunhas, não há relatos de antecedentes psicopatológicos ao longo de sua vida. À época do delito, não há descrição de alterações psicopatológicas de grande monta.

Durante o exame físico, o paciente parece ter dificuldade em andar de maneira coordenada e seus movimentos são desajeitados. Ele também relata dores de cabeça intermitentes e visão turva, mas não há sinais físicos objetivos que justifiquem esses sintomas.


Diante do exposto acima no caso, o diagnóstico psicopatológico compatível e a decisão pericial são, respectivamente:

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Q2471917 Psiquiatria

Analise o caso clínico a seguir.


Um senhor de 77 anos foi ao pronto socorro acompanhado por seus familiares com a queixa de ele estar agitado há 5 dias. Nesse período passou subitamente a ficar mais distraído. Tira pequenos cochilos durante o dia, intercalando períodos de tranquilidade com períodos em que fica agitado, principalmente no período noturno. Há 2 dias tem relatado que nas paredes do quarto, na penumbra, animais brilhantes desfilam, “como num sonho”, que o deixava angustiado. Há 1 dia se queixou que eu olho esquerdo estava “caído” É portador de hipertensão arterial e diabetes. Faz uso de enalapril e metformina. Nunca fez tratamento com psiquiatra, mas já fez psicoterapia aos 20 anos em um período em que se sentia desanimado. Antes do ocorrido estava bem e tanto o paciente quanto seus familiares negaram evento estressor. Negou abuso de drogas. Na avaliação se apresentou com atitude indiferente, sonolento, desorientado, desatento, com memória imediata reduzida, pensamento lentificado, eutímico, com lentificação psicomotora e tremores de extremidade finos em repouso, sem crítica. Apresentava ptose palpebral esquerda, com dilatação pupilar.


O(s) sintoma(s) psicopatológico(s) evidente(s) e a síndrome envolvida são:

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Q2471916 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir.


Paciente J., 27 anos, foi levado a um psiquiatra pela irmã mais velha, depois de passar mal na festa de confraternização da empresa onde trabalha. Relatou que durante a apresentação de sua promoção pelo seu chefe, relatou tontura, formigamento dos braços e mãos, peito apertado, coração disparado, sensação de que iria desmaiar a qualquer momento. Teve que abandonar às pressas a festa e ir a uma emergência, pois achou que estava “infartando”. Segue relatando que já tinha apresentado uma crise semelhante, mas em menor intensidade, na oportunidade de entrevista de emprego nessa mesma empresa, há 4 anos. A irmã relata que desde pequeno J. era “arredio”, não gostava de se socializar. Era muito tímido, envergonhado. Sempre evitava ir a festas ou reuniões sociais, sobretudo na adolescência. Nunca namorou, por medo de ser criticado. Tenta sempre fazer o melhor em seu trabalho, para evitar as críticas. Já inclusive tinha rejeitado uma promoção por esse motivo. Sempre teve uma baixa autoestima. Mora ainda com a mãe.

O psiquiatra lhe prescreveu 25mg de paroxetina, para “ansiedade”. Cerca de 10 dias depois do início da medicação, a mãe reparou que J. estava mais alegre, falante, “radiante”, cheio de planos. Relatava que queira se candidatar à representante da sala. Cheio de energia, não dormia direito a noite. 15 dias após o início da paroxetina, a família retornou ao psiquiatra, que suspendeu a paroxetina. Dois dias depois, J. voltou a se queixar dos mesmos sintomas de antes, retornando ao comportamento anterior a medicação.


Baseado na história clínica, o(s) diagnóstico(s) compatível para o caso é

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Q2471915 Psiquiatria

Leia o caso a seguir.


Paciente G.M, 35 anos, foi a um novo psiquiatra para tentar “resolver” seu problema. Relata que trata de depressão desde os há muitos, mas nunca apresentou uma melhora significativa. Já fez uso de vários antidepressivos, com resposta parcial apenas, ou com “efeitos colaterais” que descreve como dias de insônia, hiper-reatividade, irritabilidade, mais falante, que duram alguns dias apenas, seguido por piora do humor, com retorno do que chama de “tristeza sem fim”. O psiquiatra então, reavalia seu diagnóstico, prescrevendo lamotrigina, com aumento gradual da dose até chegar 200 mg/dia. Semanas depois, a paciente retorna, referindo que houve uma melhora como nunca. Ela questiona o psiquiatra o porquê não havia recebido o diagnóstico de Transtorno Bipolar mais cedo, o que lhe evitaria desgastes ao longo da vida.

O psiquiatra lhe responde que, embora o diagnóstico de transtorno bipolar, com episódios depressivos seja ainda difícil de ser feito, algumas características clínicas dos episódios depressivos auxiliam nesse diagnóstico de depressão bipolar ainda no início.


As características clínicas e epidemiológicas que se configuram fator de risco para transtorno bipolar são

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Q2471914 Psiquiatria
O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento com prevalência mundial estimada em 5,3% na infância e adolescência. Estima-se que 70% dos indivíduos diagnosticados como TDAH na infância atinjam a vida adulta com diversos sintomas do transtorno, bem como comprometimento funcional. Contudo, na fase adulta, nem sempre os sintomas são claros e evidentes como na infância. Além disso, é comum o paciente procurar o atendimento médico não necessariamente pelos sintomas de TDAH, mas sim pelas comorbidades mais prevalentes. Desse modo, a comorbidade prevalente e seu mecanismo de ação fisiológico inerente ao TDAH mais comum é 
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Q2471913 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir. 


Paciente M.J, 35 anos, sexo feminino, é levada às pressas ao Pronto-Socorro, com histórico agudo de desorientação, sonolência excessiva, respiração lenta e superficial. Ao exame físico apresentava rubor facial, bradicardia, hipotensão, ritmo respiratório irregular e miose. Temperatura corporal normal. A família relata que M.J, fazia tratamento para polineuropatia periférica crônica não degenerativa, com crises de dores intensas. A família também relata que havia achado ao lado da cama de M.J, vários comprimidos de alprazolan.


Com base no caso acima descrita, a conduta indicada é a administração de

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Q2471912 Psiquiatria

Analise o caso clínico a seguir.


Uma mulher, de 33 anos é presa e encaminhada à internação psiquiátrica após tentar invadir a casa de uma celebridade, apresentador de TV, de sua cidade. Ao ser questionada, a mulher nega que esteja invadindo o local. Afirma veementemente que mora na propriedade, com seus filhos e esposo. Refere não entender o porquê de seu esposo a ignorar e mandar prendê-la desta forma. Torna-se agitada, irritada, gritando muito, chamando pelo seu esposo e referindo que ele mandou uma mensagem para ir até a referida casa. Segue reafirmando que seu esposo, famoso, mora naquela residência com ela, e que a ama muito.


O quadro psicopatológico compatível com o caso acima é a Síndrome de

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Q2471911 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir.


Paciente M.T, 20 anos, sexo masculino, é acompanhado pela família em consulta médica. A família se preocupou com as alterações de comportamento de M.T, que se iniciaram com isolamento social há cerca de 10 meses. Há 3 semanas, apresenta recusa alimentar convencional, mas comendo pedaços de telha, lixo, lascas de tinta da parede e papel velho.


A alteração psicopatológica que define o quadro é 

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Q2471910 Psiquiatria

Leia o caso clínico a seguir.


Um jovem de 16 anos vinha apresentando há 3 anos comprometimento de seu rendimento (baixo rendimento acadêmico) e progressivo afastamento social. Na realidade, sempre fora um pouco mais retraído que os colegas. Há 8 meses, passou a apresentar piora acentuada. Segundo os pais, começou a falar sozinho, ficar em seu quarto a maior parte do tempo com janelas e cortinas fechadas, aparentando estar com muito medo. Por vezes, falava que havia espíritos maus querendo destruí-lo. Os exames complementares clínicos e neurológicos não evidenciaram alterações.


O diagnóstico em psiquiatria é fundamentado em sinais e sintomas psicopatológicos, além de análise das possíveis etiologias do transtorno, bem como a evolução da sintomatologia ao longo da curva vital. Vários fenômenos psicopatológicos são característicos de determinada afecção mental, mas podem estar presentes também em outras patologias psiquiátricas. A partir do caso clínico, os componentes psicopatológicos e conceituais inerentes ao diagnóstico descrito são:

Alternativas
Respostas
4121: D
4122: D
4123: C
4124: B
4125: A
4126: C
4127: B
4128: D
4129: C
4130: A
4131: D
4132: C
4133: B
4134: D
4135: A
4136: D
4137: C
4138: A
4139: B
4140: D