Questões de Concurso Sobre transtornos alimentares em psicologia

Foram encontradas 164 questões

Q4100619 Psicologia
A característica essencial do Transtorno de Pica consiste na ingestão persistente de uma ou mais substâncias não nutritivas e não alimentares, em um nível de severidade que demande atenção clínica. Considerando os critérios diagnósticos estabelecidos para esse quadro, analise as partes que seguem:
(1a parte): A delimitação temporal mínima exigida para a observação do comportamento persistente de pica, com fins de fechamento diagnóstico, é de seis meses.
(2a parte): Diferentemente de outros quadros de restrição alimentar, a apresentação clínica da pica preserva o apetite regular, não estando associada a uma aversão aos alimentos com conteúdo nutricional.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4089026 Psicologia
No diagnóstico diferencial dos transtornos alimentares, a distinção entre a Anorexia Nervosa do tipo Compulsivo-Purgativo e a Bulimia Nervosa exige uma análise rigorosa de indicadores fisiológicos e comportamentais. Do ponto de vista técnico, o critério determinante que estabelece o diagnóstico de Anorexia Nervosa, em detrimento da Bulimia Nervosa, é: 
Alternativas
Q4089025 Psicologia
Paciente de 22 anos, sexo feminino, apresenta-se para avaliação psicológica com queixas de fadiga extrema e desmaios frequentes. Ao exame físico, nota-se a presença de lanugo, bradicardia e um índice de massa corporal (IMC) significativamente abaixo do esperado para a idade e altura. A paciente expressa um medo intenso de ganhar peso, apesar de estar abaixo do peso ideal, e demonstra uma percepção distorcida da própria imagem corporal, negando a gravidade de seu estado de desnutrição.

Com base nesse quadro, é correto afirmar que a paciente apresenta:
Alternativas
Q4087727 Psicologia
Paciente A: 14 anos, apresenta episódios recorrentes de compulsão alimentar e comportamentos compensatórios inapropriados, a fim de evitar o ganho de peso (principalmente vômito autoprovocado), semanalmente, há oito meses, com autoavaliação indevidamente influenciada pela forma e pelo peso corporal. Paciente B: 20 anos, apresenta os mesmos sintomas citados pela Paciente A, exceto a compulsão alimentar, e apresenta ainda comportamento de restrição alimentar, medo intenso de ganhar peso e prática de atividade física em excesso há quatro meses. A Paciente A apresenta peso considerado normal (para os parâmetros do índice de massa corporal) e a Paciente B apresenta peso significativamente abaixo da média.
Diante dessas informações, considerando as contribuições da Psicologia e da Psiquiatria, bem como os diagnósticos diferenciais entre os transtornos mentais, assinale a alternativa correta. 
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Q4071267 Psicologia
Considere a seguinte situação: uma paciente de 22 anos relata episódios recorrentes de ingestão alimentar em grande quantidade, em curto período, acompanhados de sensação de perda de controle. Após tais episódios, passa a provocar vômitos com o objetivo de evitar ganho de peso. Os episódios ocorrem, em média, duas vezes por semana, há quatro meses. Além disso, demonstra intensa preocupação com o peso corporal, influenciando diretamente sua autoavaliação. Considerando os critérios diagnósticos, o quadro é compatível com:
Alternativas
Q3300759 Psicologia
Quanto ao diagnóstico diferencial nos transtornos alimentares segundo o DSM-5-TR, alguns indivíduos podem ingerir intencionalmente objetos estranhos como parte do padrão de falsificação dos sintomas físicos do transtorno
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Q3294353 Psicologia
Em casos de transtornos alimentares relacionados a padrões contemporâneos de pressão estética, que uni dimensões pessoais e coletivas, uma equipe discute métodos de prevenção e psicoterapia. Que providência amplia a eficácia do trabalho?
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Q3289676 Psicologia
Em relação aos diferentes transtornos psiquiátricos, observa-se que eles são centrados em diferentes contextos. Assim, analise as relações abaixo descritas:

I – Esquizofrenia = transtorno somatoforme II – Hipocondria = transtorno psicótico III – Anorexia nervosa = transtorno de ansiedade IV – Fobia social = transtorno do humor

É falso o que se afirma em:
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Q3224361 Psicologia
Quando as pessoas enfrentam uma perda significativa, seja a morte de um ente querido, o término de um relacionamento ou mudanças drásticas na vida, é natural que passem por sentimentos que fazem parte do período de luto. Sobre algumas etapas do luto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Negação.
( ) Aceitação.
( ) Exibição.
( ) Apelação.
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Q3224357 Psicologia
Sobre o diagnóstico de anorexia nervosa, analisar os itens.

I. Indivíduos com esse transtorno apresentam medo intenso de emagrecer.
II. A vivência e a significância do peso e da forma corporal são distorcidas nesses indivíduos.
III. A semi-inanição da anorexia nervosa e os comportamentos purgativos, às vezes associados a ela, podem resultar em condições médicas relevantes e potencialmente fatais.

Está CORRETO o que se afirma:
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Q3150565 Psicologia
Mariana, uma jovem de 16 anos, é levada ao consultório médico por seus pais devido a uma perda significativa de peso nos últimos seis meses. Ela está constantemente preocupada com seu peso e recusa-se a comer alimentos que não estão incluídos em sua dieta extremamente restritiva. Mariana tem evitado sair com amigos para não precisar comer em público, e seus pais notaram que ela frequentemente se pesa e se olha no espelho. Nos últimos três meses, Mariana também parou de menstruar. Durante a consulta, ela se queixa de intolerância ao frio, fadiga constante, e tem as mãos e pés frios. Além disso, os pais de Mariana mencionaram que ela exibe traços de perfeccionismo e obsessividade. Com base nas informações do caso clínico de Mariana, qual é o diagnóstico mais provável?
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Q3539258 Psicologia
Uma menina de 11 anos foi matriculada em uma escola para superdotados e encaminhada a um especialista em transtornos alimentares pelo psiquiatra infantil, que estava preocupado com sua queda abaixo do percentil 10 para peso. O psiquiatra estava tratando a garota devido a traços de perfeccionismo que lhe causavam ansiedade significativa. As dificuldades alimentares começaram aos 9 anos, quando ela começou a se recusar a comer, alegando medo de vomitar. Exames físicos não demonstraram nada extraordinário, com exceção do recente declínio no crescimento. Ela sempre havia sido pequena, mas a altura e o peso nunca haviam caído abaixo do percentil 25 para estatura e peso na tabela de crescimento. Durante os últimos dois anos, consumia apenas quantidades muito pequenas de alimentos ao longo de períodos muito grandes de tempo. Seus pais tentaram experimentar diferentes pratos, de cores e texturas diferentes. Nada parecia ajudar a melhorar seu apetite. Passou a não querer ir a restaurantes, nem almoçar na escola. Negou preocupações com a aparência e percebeu o baixo peso apenas depois da consulta mais recente com o pediatra. Ao ser informada sobre os perigos do baixo peso, a menina chorou e manifestou um desejo evidente de ganhar peso.

Qual é o diagnóstico mais adequado para esse caso?
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Q3230394 Psicologia
Joana, uma menina de 10 anos, foi levada ao consultório por sua mãe, preocupada com a perda de peso significativa e a falta de interesse de Joana em se alimentar. Nos últimos meses, Joana tem evitado vários tipos de alimentos, alegando que não gosta da textura ou do cheiro deles. Ela também se recusa a comer em situações sociais, o que tem gerado preocupação na escola e entre familiares. Sua mãe relatou que, apesar de Joana não reclamar de fome, ela parece estar sempre cansada e foi necessário iniciar o uso de suplementos nutricionais para evitar maiores complicações. No entanto, o comportamento alimentar de Joana continua impactando significativamente suas atividades diárias e seu relacionamento com amigos e familiares. Após uma avaliação, o diagnóstico de transtorno alimentar restritivo/evitativo foi considerado. Com base no caso clínico de Joana, qual é uma característica essencial do transtorno alimentar restritivo/evitativo?
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Q3174842 Psicologia
Sobre o transtorno dismórfico corporal, é CORRETO afirmar que:
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Q3104828 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Quadros de emaciação são comuns em casos como o de Lívia. 
Alternativas
Q3104827 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Lívia apresenta um transtorno alimentar associado a um transtorno depressivo maior.
Alternativas
Q3104826 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Para o caso de Lívia, o diagnóstico apropriado é o de transtorno dismórfico, sendo este excludente em relação ao transtorno alimentar. 
Alternativas
Q3104825 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Lívia apresenta comportamentos autoavaliativos influenciados pelo peso corporal, ideação suicida e comportamentos autolesivos, todos critérios diagnósticos de bulimia nervosa. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095569 Psicologia
Os transtornos alimentares, como a anorexia e a bulimia nervosa, são patologias graves que afetam o comportamento alimentar e apresentam elevados índices de letalidade. Sobre o tratamento desses transtornos pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: IF-AP Prova: FUNDATEC - 2024 - IF-AP - Psicólogo-Área |
Q3095547 Psicologia
Quanto às características do sono REM e sono não-REM (NREM), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: E
5: C
6: B
7: D
8: A
9: A
10: D
11: D
12: B
13: D
14: D
15: C
16: E
17: E
18: E
19: E
20: A