Questões de Concurso
Sobre teorias e técnicas psicoterápicas em psicologia
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Assinale a opção correta acerca de intervenção junto a famílias com filhos e em processo de separação.
Com relação ao uso do genetograma na terapia familiar sistêmica, assinale a opção incorreta.
A respeito da intervenção em psicoterapia, julgue o item seguinte.
O modelo de solução de problemas da terapia comportamental-cognitiva pode ser definido como uma estratégia na qual o
objetivo é descobrir uma ampla gama de comportamentos eficazes
que contribuam para a facilitação e a manutenção da competência
social geral. O tratamento proposto consiste em aumentar a
freqüência de comportamentos que possam ser reforçados
positivamente. Estimulam-se tarefas simples de modo que a
pessoa sinta-se recompensada. Essa técnica é utilizada no início
da terapia em pacientes graves, até que tenham condição de
acompanhar a terapia cognitiva propriamente dita.
A respeito da intervenção em psicoterapia, julgue o item seguinte.
Intervenção em crise é um acompanhamento psicológico e
psiquiátrico durante doenças físicas e transtornos psíquicos
graves. Diferentemente das intervenções de urgência em
psiquiatria, ajuda pacientes cuja doença, acidente ou intervenção
cirúrgica mudou hábitos de vida, visando resolver problemas
intensos que ultrapassem a capacidade de controle da pessoa e
aliviar o sofrimento da pessoa em crise (momentos críticos de
uma doença ou eventos da vida, como morte, divórcio),
prevenindo as conseqüências negativas.
A respeito da intervenção em psicoterapia, julgue o item seguinte.
Na concepção sistêmica, os problemas e os transtornos psíquicos
são resultados de distúrbios na comunicação do sistema
psicossocial do qual a pessoa faz parte. Aqui, o interesse é em
torno da relação entre a pessoa e seu contexto, dentro da noção de
que os traços de personalidade têm menor expressão nos
transtornos do que o sistema relacional. O paciente é um sintoma
dessa comunicação ruidosa do sistema ou o portador desse
sintoma. O esforço do terapeuta deve centrar-se sobre o paciente
designado, o qual será o primeiro foco a ser trabalhado ou
mudado.
Acerca do quadro clínico acima, julgue o item a seguir, a respeito de possíveis intervenções do psicólogo.
O psicólogo deve interrogar a paciente e seu marido sobre o
que eles consideram como sendo a origem desses sintomas,
incitando-os a falar mais sobre a situação não só dela, mas
também do casal e da família, buscando promover o início
de um entendimento de algo que faça sentido para eles nesse
momento. Enfocando a questão do casal, o psicólogo deve
dirigir-se a eles, propondo um processo de psicoterapia de
casal, dizendo serem necessários outros encontros para tratar
o problema.
Acerca do quadro clínico acima, julgue o item a seguir, a respeito de possíveis intervenções do psicólogo.
Depois de acolher os dois, escutando o relato das queixas, o
psicólogo deve encaminhar a senhora T para o psiquiatra, a
fim de que seja medicada, e informá-la que somente depois
de um período de tratamento psiquiátrico é que poderá
associar a este um processo de psicoterapia.
A família que procura atendimento psicológico, em geral, o faz por meio de um de seus membros, que se diz necessitado de tratamento ou, então, que indica um outro membro da família como problemático. Acerca dessa motivação para o tratamento psicológico familiar, julgue o item que se segue.
A família que se situa em uma gama intermediária de
disfunções é aquela que mais resiste a buscar uma terapia,
pois, ao situar-se em uma zona de normalidade aceitável, não
busca ajuda e não percebe que a terapia não serve apenas
para a superação de bloqueios ao desenvolvimento dos
indivíduos e do grupo familiar, mas sim para a mobilização
de aspectos mais saudáveis do grupo.
Uma família relativamente funcional, com bons vínculos emocionais e regras bem estabelecidas e flexíveis, ao viver uma grave crise situacional, não necessitará buscar ajuda, pois conseguirá por seus próprios recursos reorganizar-se.
Acerca dos instrumentos de avaliação diagnóstica e de classificação das psicopatologias, julgue o seguinte item.
Os termos de que fala a psicanálise (histeria, melancolia,
paranóia) já não são mais recortados segundo a tradição
médica. Os empregos desses mesmos termos — e de outros
— na psicanálise ou na psiquiatria remetem a concepções e
a referenciais psicopatológicos radicalmente diferentes em
cada uma dessas disciplinas.