Questões de Concurso Sobre teorias e técnicas psicoterápicas em psicologia

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Q1304712 Psicologia
Ao discutir a moral sexual civilizada, o incesto é definido por Freud como _____________. Assim, Freud estabelece, já em 1897, que a base da sociedade esteja fundamentada na imposição de renúncia ao gozo.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
Alternativas
Q1304709 Psicologia
NÃO é um esquema de reforçamento intermitente:
Alternativas
Q1304706 Psicologia
Mecanismo de defesa no qual separamos o fato ocorrido do sentimento ligado a ele. Esse trecho se refere a (o):
Alternativas
Q1304705 Psicologia
A Gestalt aplicada na percepção de objetos possui oito leis básicas. Assinale a alternativa que NÃO se refere a estas leis.
Alternativas
Q1304704 Psicologia
Analise as afirmativas no que se refere à teoria de Freud sobre a perversão:
I - A neurose é o negativo da perversão, ou seja, aquilo que uma pessoa neurótica reprime e pode gratificar-se simbolicamente através de sintomas, o paciente com perversão expressa diretamente em sua conduta sexual. II - A perversão sexual resulta na fixação em uma das manifestações da polimorfia sexual infantil, ou seja, fixação em uma pulsão parcial (ligada a zonas erógenas determinadas/ pré-genitais) – em detrimento da primazia genital. A sexualidade genital não é alcançada e a sexualidade adulta fica restrita a uma forma parcial de satisfação. III – A diferença entre a sexualidade infantil e a sexualidade perversa no adulto reside na centralização: enquanto à primeira falta a centralização das pulsões parciais, na segunda ela está centralizada na pulsão que sofreu fixação.
Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q1304703 Psicologia

NÃO é uma técnica de oposição da Terapia Cognitiva:

Alternativas
Q1302034 Psicologia
A Gestalt -terapia como conhecemos atualmente possui diversas influências, desde a psicologia da Gestalt à filosofia existencial, passando pela psicanálise de Freud (reformulando as teorias dos mecanismos de defesa e trabalho com os sonhos), a teoria de campo de Kurt Lewin, as religiões orientais (como o Zen Budismo), a fenomenologia, e outras. De acordo com Ginger e Ginger (1995), da fenomenologia a Gestalt -terapia reteve alguns aspectos. Entre os quais, podemos citar:
Alternativas
Q1302031 Psicologia
A aprendizagem baseada na associação de um estímulo que normalmente não elicita uma resposta com outro que a elicita denomina-se condicionamento:
Alternativas
Q1302019 Psicologia
Uma pessoa que canaliza seus desejos sexuais para algo religioso. E viverá em função da igreja, doações e tudo em seu entorno, caracterizando o mecanismo de defesa do Ego denominado:
Alternativas
Q1302018 Psicologia
Quando o paciente fala e demonstra o oposto do que está sentindo, o oposto do desejo real caracteriza-se o mecanismo de defesa do Ego:
Alternativas
Q1302017 Psicologia
Quando tentamos formar um juízo objetivo sobre determinado indivíduo, percebemos a ausência de certos impulsos do id, cujo aparecimento no ego seria de se esperar, em busca de gratificação. Se não emergirem, em momento algum, só poderemos então partir do princípio de que lhes foi negado permanentemente o acesso ao ego, isto é, que tais impulsos sucumbiram a/ao:
Alternativas
Q1302016 Psicologia
Quando as relações entre as duas potências vizinhas – ego e id – são pacíficas, a primeira desempenha admiravelmente o seu papel de observadora da segunda. Várias moções pulsionais estão perpetuamente forçando sua introdução no:
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Q1302015 Psicologia
Analise o trecho e assinale a alternativa que completa respectivamente as lacunas:
Todos sabemos que as três instâncias psíquicas variam imensamente em sua acessibilidade à observação. O nosso conhecimento do _____ – a que se dava antes o nome de inconsciente – só pode ser adquirido através de derivados que abram caminhos e se apresentem nos sistemas pré-consciente e consciente. Se, dentro do _____, prevalecer um estado de calma e satisfação, de modo que não se verifique qualquer oportunidade para uma moção pulsional invadir o _____ em busca de gratificação e aí produzir sentimentos de tensão e desprazer, nada poderemos aprender sobre o conteúdo do _____. Segue-se, teoricamente, pelo menos, que o _____ não é acessível à observação, sob todas e quaisquer condições. A situação é diferente, claro, no caso do ______. O seu conteúdo é, em sua maior parte, consciente e podemos, assim, alcançá-lo diretamente através da percepção endopsíquica. Não obstante, a nossa imagem do ______ tende sempre a se tornar confusa e enevoada, quando existem relações harmoniosas entre ele e o _____.
Alternativas
Q1299330 Psicologia
Segundo BAPTISTA e TEODORO, sobre doença crônica, dilemas e organização familiar, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
O grupo familiar é fundado a partir de um casal que traz em si as influências ________________, sendo, portanto, o lugar de transmissão biológica e __________________.
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Q1299324 Psicologia
De acordo com CORDIOLI, sobre os fatores terapêuticos na terapia de grupo, analisar os itens abaixo:
I. Recapitulação destrutiva. II. Compartilhamento de informações. III. Universalidade do problema. IV. Socialização.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q1292827 Psicologia

De acordo com ABERASTURY e KNOBEL, analisar os itens abaixo:


I. É muito difícil assinalar o limite entre o normal e o patológico na adolescência, pois toda a comoção desse período da vida compreende-se como normal, assinalando que seria anormal a presença de um equilíbrio estável durante essa fase, segundo a teoria de Anna Freud.

II. Há o estabelecimento de uma entidade semipatológica na adolescência, necessária para estabelecer a identidade, ou seja, o objetivo desse momento da vida.

III. Os adolescentes apresentam uma vulnerabilidade especial para assimilar os impactos projetivos de pais, irmãos, amigos e de toda a sociedade.


Estão CORRETOS:

Alternativas
Q1292825 Psicologia

De acordo com CORDIOLI, sobre os elementos comuns a todas as psicoterapias, analisar os itens abaixo:


I. A psicoterapia é uma relação profissional que ocorre no contexto de uma relação interpessoal, envolvendo outra pessoa ou um grupo de pessoas.

II. Para a terapia ter sucesso é indispensável um contexto terapêutico favorável, caracterizado por um ambiente de confiança e apoio, no qual o paciente acredite que o terapeuta irá ajudá-lo e que esse objetivo será atingido.

III. Intervenções específicas são utilizadas pelo terapeuta, coerentes com um modelo explicativo sobre a origem e a manutenção dos sintomas, com o propósito de eliminá-los.

IV. É indispensável o reconhecimento, por parte do paciente, da necessidade de mudança e de um esforço pessoal para conseguir os resultados desejados.


Estão CORRETOS:

Alternativas
Q1290071 Psicologia
Mecanismo de defesa é uma denominação dada por Freud para as manifestações do Ego diante das exigências das outras instâncias psíquicas (Id e Superego), mas a psicanálise freudiana não é a única teoria a se utilizar desse conceito. Outras vertentes da psicologia também se utilizam dessa denominação (Feist & Feist, 2008). São mecanismos de defesa, EXCETO:
Alternativas
Q1289440 Psicologia
Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.
Qual a psicoterapia utilizada no caso de Helena?
Alternativas
Q1289435 Psicologia
Na visão Neurocientífica compreende-se que os sonhos sejam experiências que, geralmente, acontecem durante o sono, porém, só passamos a tomar conhecimento quando acordamos (Lent, 2004). No entanto, um dos autores da psicologia estudou o sonho considerando uma reação inconsciente frente a uma situação consciente. Uma determinada situação consciente é seguida por uma reação do inconsciente na forma de um sonho, trazendo conteúdos que – de modo complementar ou compensatório – apontam claramente para uma impressão que se obteve durante o dia. É evidente que o sonho jamais teria se formado na ausência de determinada impressão obtida no dia anterior, cuja interpretação permeia o mundo simbólico do cliente (Feist & Feist, 2008).
Alternativas
Respostas
4321: C
4322: B
4323: C
4324: D
4325: A
4326: C
4327: E
4328: A
4329: C
4330: D
4331: B
4332: C
4333: A
4334: B
4335: D
4336: D
4337: D
4338: B
4339: C
4340: B